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Q1199454 Pedagogia
Acrescente C ou E, caso sejam corretas ou erradas as proposições que seguem, sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96):
           Reafirma o direito à educação, garantido pela Constituição Federal.
           Estabelece os princípios do Estado e os deveres educacionais em relação à educação escolar pública.

           Define as responsabilidades, em regime de colaboração, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
           A educação brasileira é dividida em dois níveis: a educação básica e o ensino superior.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços, considerando o preenchimento de cima para baixo:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1227587 Noções de Informática
No software Microsoft Office Excel conseguimos retirar a parte fracionada de um número decimal utilizando uma fórmula. Assinale a alternativa que corresponda a esta fórmula:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1227317 Noções de Informática
Ao utilizar um sistema de correio eletrônico (Gmail, Hotmail, Yahoo e demais) para enviar um e-mail podemos enviar a cópia desta mensagem para um destinatário oculto. Para utilizar esta função devemos inserir o endereço de e-mail no campo: 
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Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1207846 Noções de Informática
O software mediador que possibilita a comunicação entre um dispositivo e o sistema operacional é chamado de:  
Alternativas
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de Campo Mourão - PR
Q1207817 Redes de Computadores
Um computador conectado a uma rede de computadores com o endereço de IP 144.66.64.10 corresponde à(s): 
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Q1150264 Atualidades

Analise as manchetes e a imagem a seguir.


Mais de 100 mil imigrantes chegaram à europa pelo mediterrâneo em 2015

                                                                                                       (Disponível em: g1.globo.com.)


Chegada de imigrantes ilegais à europa triplica em 2015

                                                              (Disponível em: brasil.elpais.com.)


Imagem associada para resolução da questão

(Grupo de imigrantes em Lampedusa. – Disponível em: brasil.elpais.com.)  


Na conjuntura mundial atual, as manchetes jornalísticas e a imagem retratam

Alternativas
Q1150005 Noções de Informática
Na ferramenta Microsoft Office Word 2007 (configuração padrão), a opção para selecionar o tamanho do papel a ser utilizado em um documento pode ser acessada clicando na guia:
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Q1150004 Segurança da Informação
“Os vírus são softwares maliciosos que têm como objetivo causar transtornos através de diferentes ações. Um tipo comum de ataque é embutir em um vírus um pequeno aplicativo denominado _____________, para capturar tudo que é digitado pelo usuário.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q1150003 Sistemas Operacionais

Analise as afirmativas sobre teclas de atalho no Sistema Operacional Microsoft Windows 8.1 (configuração padrão – Idioma Português Brasil).

I.  Ao pressionar as teclas logotipo do windows + L, o computador é reiniciado.

II. Ao pressionar as teclas logotipo do windows + D, os dados da área de trabalho são exibidos ou ocultados.

III. Ao pressionar as teclas logotipo do windows + K, o botão dispositivos é aberto.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

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Q1150002 Noções de Informática
“Utilizando o Sistema Operacional Microsoft Windows 8.1 (configuração padrão – Idioma Português Brasil), um usuário pressionou acidentalmente, a tecla com o logotipo do Windows e a tecla R.” É correto afirmar que
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Q1150001 Arquitetura de Computadores

Sobre memórias RAM, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. 

(     ) São utilizadas para o armazenamento permanente de dados devido à sua característica não volátil. (     ) Podem ser fabricadas utilizando as tecnologias de memória estática ou dinâmica, conhecidas, respectivamente, como DRAM e SRAM. (     ) As memórias EDO sucederam as FPM, proporcionando a capacidade de permitir que um endereço de memória seja acessado ao mesmo tempo que uma solicitação anterior em andamento. (     ) A RAM é a memória responsável por armazenar os dados que estão sendo processados na CPU, permitindo a leitura/gravação de dados em qualquer endereço de memória de forma aleatória.

A sequência está correta em

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Q1150000 Arquitetura de Computadores
“Rafael realiza manutenções em computadores e adquiriu um componente: um chip semelhante a um microprocessador, composto por milhões de transistores e capacitores. O componente é utilizado para prover acesso aos arquivos armazenados no computador, porém é zerado todas as vezes que ocorre a falta de energia elétrica.” Com base na situação apresentada, é correto afirmar que o componente em questão é:
Alternativas
Q1149999 Arquitetura de Computadores
Na história da computação, a quarta geração de computadores foi marcada pela fabricação dos microcomputadores que ocupavam menos espaço, possuíam maior poder de processamento, maior velocidade e ofereciam diversas possibilidades aos usuários. Os computadores fabricados nessa geração têm como característica principal a utilização de:
Alternativas
Q1149998 Arquitetura de Computadores
Na terceira geração de computadores, uma mesma placa tinha a capacidade de armazenar diversos circuitos que se comunicavam com hardwares distintos ao mesmo tempo, proporcionando computadores mais velozes e com um maior número de funcionalidades. São características dos computadores dessa geração, EXCETO:
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Q1149997 Arquitetura de Computadores
A primeira geração de computadores foi marcada pela construção de grandes computadores, com baixa velocidade, pouca memória e programação complexa que utilizava linguagem de máquina. Nessa geração foi criado um grande e importante computador para a história da computação conhecido como ENIAC. A primeira geração de computadores foi marcada pela utilização de:
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Q1149502 Conhecimentos Gerais

“Antes de mais nada, é importante esclarecer que não existe uma solução puramente econômica para se sair da atual crise. Essa é uma visão tecnocrática e economicista. Qualquer alternativa, seja ela de conteúdo de esquerda ou de direita, necessariamente tem que se viabilizar politicamente.”         

(Disponível em: redesustentabilidade.org.br.)


Coerente com a afirmativa anterior, para o País sair da crise atual, o governo deve

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Q1140259 Geografia

Analise atentamente a dinâmica da estrutura etária da população brasileira nos gráficos.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre a evolução prevista pelo IBGE, nos gráficos anteriores, é correto afirmar que

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Q1140239 Português

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país.” (4º§) O trecho sublinhado exprime a ideia de:
Alternativas
Q1140238 Português

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

“A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram.” (3º§) Os termos sublinhados, de acordo com a classe gramatical de palavras, são classificados, respectivamente, como
Alternativas
Q1140237 Português

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce,...” (2º§). “Onde” está empregado corretamente no trecho anterior. Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao seu emprego.
Alternativas
Respostas
741: B
742: B
743: D
744: A
745: B
746: D
747: C
748: D
749: D
750: C
751: D
752: C
753: D
754: C
755: B
756: D
757: B
758: A
759: B
760: C