Questões de Concurso Comentadas para enfermeiro

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Q3396384 Enfermagem
Assinale a alternativa que não está de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Atenção Básica de 2017:
Alternativas
Q3396383 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), atualizado em 2017 pelo Ministério da Saúde, orienta a organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS, estabelecendo diretrizes, responsabilidades e formas de financiamento. Sobre o modelo de financiamento da Atenção Básica estabelecida a partir da PNAB 2017, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3396382 Enfermagem
Durante um atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, uma puérpera de 10 dias relata que seu bebê tem mamado com frequência, mas parece sempre insatisfeito. Refere que o bebê suga por pouco tempo, perde o peito com facilidade e não apresenta ganho de peso adequado. Ao examinar a mamada, a enfermeira observa: boca pouco aberta, lábios voltados para dentro, mamilos visivelmente alongados ao ser retirado da boca do bebê e aréola quase toda visível. Com base no enunciado e nas recomendações do Ministério da Saúde, qual deve ser a conduta prioritária da equipe de enfermagem?
Alternativas
Q3396381 Enfermagem
Segundo a NR-32 e os protocolos de biossegurança hospitalares, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3396380 Enfermagem
Com base nas disposições da NR-32, da RDC n° 15/2012 da ANVISA e nos princípios de biossegurança, analise as afirmativas a seguir:

I - O uso de álcool 70% em equipamentos não críticos, como termômetros e estetoscópios, está de acordo com as boas práticas, desde que a aplicação ocorra após cada uso.
II - A NR-32 estabelece que o tempo de imersão em desinfetantes químicos pode ser reduzido desde que o material esteja visivelmente limpo.
III - O armazenamento de materiais semicríticos após desinfecção de alto nível em locais sem controle ambiental e sem rastreabilidade infringe a NR-32 e compromete a segurança do paciente e do trabalhador.
IV - A presença de colchões com revestimentos danificados, quando cobertos de forma improvisado com materiais plásticos, é considerado aceitável temporariamente, desde que a cobertura permita a higienização rotineira com desinfetantes hospitalares.
V - O não cumprimento do tempo de contato da solução desinfetante não compromete significativamente a eficácia da desinfecção, desde que o produto utilizado tenha amplo espectro de ação antimicrobiana.

Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3396379 Enfermagem
Levando em conta as atualizações do Programa Nacional de Imunização (PNI) implementadas a partir de novembro de 2024 no Brasil, analise as seguintes afirmativas sobre a vacinação contra poliomielite:

I - O novo esquema com VIP prevê três dose primárias e um reforço até os quatro anos de idade, ampliando o número total de aplicações em relação ao esquema anterior com VOP.
II- A VIP é composta por vírus inativado, o que elimina o risco de paralisia associada à vacina, um evento adverso possível com a VOP.
III- A adoção exclusiva da VIP representa uma aproximação do Brasil às estratégias de erradicação da poliomielite adotado por países que já eliminaram a circulação do vírus selvagem.
IV- A mudança no esquema vacinal implica em menor resposta imunológica de mucosa intestinal, podendo impactar na transmissão do vírus em caso de contato com o poliovírus selvagem.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3396378 Enfermagem
A Rede de Frio é um sistema amplo que inclui uma estrutura técnico administrativa orientada pelo Programado Nacional de Imunização, por meio da normatização, planejamento, avaliação e financiamento que visa à manutenção adequada da Cadeia de Frio. Acerca do assunto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3396377 Enfermagem
O exercício da Enfermagem no Brasil é regulamentado por diversas normas. Sobre os deveres éticos do profissional de enfermagem, conforme o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3396376 Enfermagem
A Resolução COFEN n° 736/2024 dispõe sobre a implementação do Processo de Enfermagem (PE) que deve ser realizado de modo deliberado e sistemático em todo contexto socioambiental em que ocorre o cuidado de Enfermagem. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
Alternativas
Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
Alternativas
Q3383207 Enfermagem
A Política Nacional de Saúde Mental no Brasil teve avanços significativos, especialmente a partir da promulgação da Lei Federal nº 10.216, de 06 de abril de 2001, que “dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental”. Considerando a legislação vigente, responda:

I. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica: internação voluntária, internação involuntária e internação compulsória.

II. A internação compulsória é determinada, de acordo com a legislação vigente, pelo psiquiatra competente, que levará em conta as condições de segurança do estabelecimento quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.

III. São direitos da pessoa portadora de transtornos mentais ser tratada com humanidade e respeito, visando exclusivamente à recuperação de sua saúde e sua inserção na família, no trabalho e na comunidade.

IV. A internação, em qualquer de suas modalidades, só será indicada quando os recursos extra-hospitalares se mostrarem insuficientes.


Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3383206 Enfermagem
O alcoolismo, compreendido cientificamente como Síndrome de Dependência do Álcool (SDA), é um grave problema de saúde pública, sendo um dos transtornos mentais mais prevalentes na sociedade. Sobre o cuidado de Enfermagem para pessoas com abstinência alcoólica (SAA), entende-se que:

I. O enfermeiro deve reconhecer os sinais e sintomas físicos e psíquicos da síndrome de abstinência alcoólica para o planejamento da assistência e prestação dos cuidados necessários.

II. As pessoas com síndrome de abstinência alcoólica (SAA) requerem cuidado específico e atenção integral, caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas em níveis leve, moderado, grave e gravíssimo.

III. O delirium tremens por abstinência alcoólica deve ser encarado como uma emergência, pois oferece risco ao paciente. Os principais sintomas são paranoia, desorientação, sinais vitais exacerbados, vômitos, tremores, delírios e alucinações visuais, táteis e de cunho persecutório. Pode ocorrer intensa agitação psicomotora, letargia, entre outros.

IV. Os cuidados de Enfermagem devem se restringir apenas às intervenções nas situações de crise, com a execução imediata das ações, podendo-se usar ainda de meios mais coercitivos.


Estão CORRETAS
Alternativas
Q3383204 Enfermagem
Em relação à atuação do enfermeiro na gestão de unidades de saúde mental e/ou psiquiatria, marque a opção ERRADA:
Alternativas
Q3383203 Psicologia
Com relação à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3383201 Enfermagem
De acordo com o Decreto nº 94.406, de 8 de junho de 1987, que regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, “dispõe sobre o exercício da Enfermagem e dá outras providências”. O enfermeiro exerce todas as atividades de enfermagem, sendo algumas atividades privativas. Diante do exposto, analise as sentenças abaixo e marque (V) para verdadeira(s) e (F) para falsa(s):

( ) São atividades privativas do enfermeiro a prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência de Enfermagem.

( ) São atividades privativas do enfermeiro a consulta de Enfermagem.

( ) São atividades privativas do enfermeiro a direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem.

( ) São atividades privativas do enfermeiro a assistência à parturiente e ao parto normal.

( ) São atividades privativas do enfermeiro a prevenção e controle sistemático de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral.


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3383200 Enfermagem
Nas ações para o controle de infecção hospitalar, qual a medida mais eficaz para evitar a transmissão de infecções? Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3383199 Enfermagem
A Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa é um instrumento de qualificação da atenção à pessoa idosa e busca contribuir para a organização do processo de trabalho das equipes de saúde e para a otimização de ações que identifiquem as principais vulnerabilidades dessa população. Sobre as recomendações indicadas na caderneta para a pessoa idosa, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
6801: B
6802: D
6803: B
6804: C
6805: E
6806: D
6807: B
6808: C
6809: C
6810: A
6811: D
6812: B
6813: D
6814: C
6815: E
6816: B
6817: D
6818: C
6819: C
6820: B