Foram encontradas 50.307 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3455205 Enfermagem
Assinale a alternativa que apresenta um distúrbio de lactação. 
Alternativas
Q3455204 Enfermagem
A Resolução do Conselho Federal de Enfermagem Nº 736/2024, que revoga a Resolução COFEN Nº 358/2009, visa aprimorar a assistência de Enfermagem através de uma abordagem sistematizada, estabelecendo as diretrizes para a implementação do: 
Alternativas
Q3455203 Enfermagem
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa correta.

I - Manter a pele limpa e seca.
II - Utilizar produto de limpeza da pele com um pH equilibrado.
III - Considerar a utilização de emolientes para hidratar a pele, a fim e reduzir o risco de dano tecidual.
IV - Considerar a aplicação de pensos (cobertura protetora) de espuma de poliuretano nas proeminências ósseas para prevenir lesões em zonas anatômicas frequentemente submetidas à fricção e cisalhamento.
V - Utilizar medidas para prevenção de lesões associadas à umidade que podem tornar a pele suscetíveis.
VI - Continuar a utilizar todas as medidas preventivas paralelas à utilização de pensos de proteção. 
Alternativas
Q3455202 Enfermagem
Preencha a lacuna com a alternativa correta. O pH da pele caracteriza-se por um manto _____________ que funciona como uma barreira funcional química e biológica, cuja função é garantir uma proteção cutânea contra micro-organismos. 
Alternativas
Q3455201 Enfermagem
Preencha a lacuna com a alternativa correta. O ferro é um mineral essencial para o organismo, pois atua na oxigenação dos tecidos e na _____________ de células vermelhas do sangue.
Alternativas
Q3455200 Enfermagem
Em uma lesão crônica, caracteriza-se por um agregado de micro-organismos vivendo dentro de uma matriz polimérica extracelular; normalmente 5-35% do seu volume é constituído por esses seres microscópicos; o volume restante é composto pela matriz extracelular, principalmente composta de proteínas, polissacarídeos, moléculas de DNA e RNA, íons (ligados e livres) e 97% de água.
Alternativas
Q3455199 Enfermagem
Sobre a vacina contra o vírus Influenza, assinale a alternativa que apresenta a característica que corresponde ao termo “trivalente”. 
Alternativas
Q3455198 Enfermagem
Streptococcus pyogenes é: 
Alternativas
Q3455197 Saúde Pública
Analise o texto e os itens I a V; posteriormente assinale a alternativa correta. A Portaria Nº 750, de 29 de abril de 2019, altera Portaria de Consolidação Nº 1/GM/MS, de 28 de setembro de 2017, para instituir o Sistema DigiSUS Gestor/Módulo de Planejamento - DGMO, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que deve ser obrigatoriamente utilizado pelos estados, Distrito Federal e municípios para:

I - Registro de informações e documentos relativos ao Plano de Saúde.
II - Registro de informações e documentos relativos à Programação Anual de Saúde.
III - Registro de informações e documentos relativos às metas da Pactuação Interfederativa de Indicadores.
IV - Elaboração de Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior - RDQA.
V - Elaboração de Relatório Anual de Gestão - RAG. 
Alternativas
Q3455196 Enfermagem
Assinale a única alternativa correta. 
Alternativas
Q3455195 Enfermagem
A Anticoncepção de Emergência (AE) é um método anticonceptivo que pode evitar a gravidez após a relação sexual. Também conhecido por “pílula do dia seguinte”, utiliza compostos hormonais concentrados e por curto período de tempo, nos dias seguintes do ato sexual. Diferente de outros métodos anticonceptivos, tem indicação reservada a situações especiais ou de exceção, com o objetivo de prevenir gravidez inoportuna ou indesejada. Assinale a alternativa que aponta um hormônio capaz de realizar a AE.
Alternativas
Q3455194 Enfermagem
A vacina BCG é utilizada para prevenir as formas graves da tuberculose. Assinale a alternativa que aponta o significado da sigla BCG.
Alternativas
Q3452409 História e Geografia de Estados e Municípios
As famílias vindas, em sua maioria, do Estado do Rio Grande do Sul, assim como algumas de outras regiões de Santa Catarina, chegaram ao território de Anchieta/SC no final da década de 40 e durante toda a década de 50, quando ocorreu a colonização mais intensa do município. O que buscavam essas famílias?
Alternativas
Q3452408 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A Amazônia desempenha um papel vital "na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade".

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3452407 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A construção da nova rodovia em preparação para a COP30, em Belém do Pará, levanta intensos debates sobre seu impacto ambiental e social.

A respeito das múltiplas implicações da obra, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3452406 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro. Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Qual das afirmações a seguir melhor analisa a relação textual entre as duas frases? 
Alternativas
Q3452404 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A tipologia textual classifica os textos conforme sua estrutura e finalidade. Os principais tipos são: narrativo (relato de eventos), descritivo (detalhamento de características), dissertativo-argumentativo (defesa de ideias), expositivo (transmissão de informações) e injuntivo (orientação de ações).

No texto base, a tipologia textual predominante é:
Alternativas
Q3452401 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

Toras de madeira estão empilhadas "nas áreas desmatadas", que se estendem por mais de treze quilômetros floresta "adentro até Belém".

Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3452398 Enfermagem
A dipirona é um fármaco amplamente utilizado na prática clínica, com propriedades analgésicas e antipiréticas, e apresenta características farmacocinéticas e farmacodinâmicas que devem ser bem compreendidas pelos profissionais de saúde. Acerca do assunto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

()A dipirona funciona como pró-droga e sua atividade clínica decorre principalmente da ação de seus metabólitos 4-MAA e 4-AA, que inibem a síntese de prostaglandinas.
()Os efeitos terapêuticos da dipirona dependem da concentração de metabólitos inativos como 4-AAA e 4-FAA, que atuam diretamente nos receptores da dor.
()A dipirona possui biodisponibilidade elevada por via oral, e seus níveis plasmáticos máximos costumam ser atingidos em até 30 minutos após a administração.
()A eliminação da dipirona ocorre predominantemente por via renal, com participação dos metabólitos ativos e inativos, sendo necessária cautela em pacientes com disfunção renal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3452397 Enfermagem
Durante o acompanhamento de puericultura na unidade básica de saúde, uma mãe relata que ainda não iniciou a introdução de outros alimentos ao seu bebê de cinco meses. Diante dessa prática, a equipe multiprofissional deve orientar quanto à sua continuidade, considerando as necessidades para o crescimento e o desenvolvimento da criança. Considerando esse aspecto técnico, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
6741: D
6742: E
6743: A
6744: A
6745: A
6746: B
6747: C
6748: E
6749: A
6750: A
6751: B
6752: D
6753: D
6754: D
6755: B
6756: C
6757: D
6758: B
6759: D
6760: D