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Q3396836 Direito Sanitário
De acordo com a Lei Federal nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde), estão entre os tipos de serviços que devem ser executados pela direção municipal do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:
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Q3395255 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia
Com base na Lei Orgânica de Conceição do Coité, compete ao município, de forma privativa, de acordo com o art. 14:
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Q3395253 História
Enquanto o Brasil instituía sua segunda Constituição Federal, a primeira da República, Conceição do Coité que acabara de se emancipar, criava seu primeiro Código de Posturas (também conhecido como Constituição Municipal, atualmente a Lei Orgânica) no ano de:
Alternativas
Q3395245 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
A expressão em destaque foi devidamente classificada entre parênteses em todas as alternativas, EXCETO em:
Alternativas
Q3395241 Português
TEXTO I

A novilíngua do crime


Por meio do uso ideológico de termos inapropriados, ou
francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime

Roberto Motta



   Nunca diga “violência” quando a palavra correta for “crime”. É fácil entender a diferença: “crime” é um termo objetivo, que descreve um ato específico. Um crime fere o direito de outra pessoa, ou até a própria pessoa. “Violência” é um termo vago, cujo significado depende do contexto. A violência pode ser negativa (quando é usada, por exemplo, para cometer um crime) ou positiva (quando é usada para proteger um inocente indefeso ou impedir que um crime violento seja cometido). O problema do Brasil não é a violência. O problema do Brasil é uma infestação por crime.

   Palavras importam. Não use a expressão “segurança pública” quando você quis dizer “combate ao crime”. São coisas diferentes. O país está cheio de “especialistas” que acreditam que é possível melhorar a segurança pública com rodas de conversa, aulas de artesanato e educação em tempo integral. Nenhuma dessas louváveis iniciativas ajuda a reduzir assaltos ou a identificar autores de homicídios. Para tornar o Brasil um país menos perigoso é preciso combater o crime. Não se combate o crime com conversas, artesanato ou escolas. Crime se combate com polícia, prisões e leis duras.

   Nunca use o termo “letalidade policial” a menos que você também use a expressão “letalidade judicial”. Se é importante monitorar o número de pessoas mortas em confronto com a polícia – lembrando que ninguém deveria confrontar um policial e que, em nenhum país do mundo, os criminosos são tão ousados e armados como no Brasil –, também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido.

   Nunca chame de “suspeito” um indivíduo que foi filmado assaltando alguém. Não precisamos esperar por uma sentença judicial para descrever a realidade diante de nós. Quem chama de “suspeito” um criminoso flagrado colocando uma arma na cabeça de uma vítima não pode chamar de “assassino” um policial envolvido em um confronto que resultou em mortes. São dois pesos, duas medidas e, pelo menos, uma mentira.

   Não use o termo “ressocialização” que não passa de uma fantasia ideológica. Prefira “reabilitação”: trata-se de um processo individual de mudança que tem como requisitos básicos o arrependimento e a decisão de mudar de vida. Rejeite termos como “progressão de regime” (não há progresso envolvido em aliviar a pena de criminosos perigosos), “auxílio-reclusão” (o nome correto é “bolsa-penitenciário”, um absurdo moral e um estímulo inaceitável ao crime) e “garantismo penal” (uma doutrina jurídico-ideológica para a qual só existem os direitos do criminoso, cujo nome correto é “bandidolatria”). Jamais use “reeducando”, “interno”, “apenado” ou “pessoa privada de liberdade” para se referir a criminosos violentos e perigosos cuja condenação custou sangue e dinheiro à sociedade. Eles são “presidiários” ou “detentos”. Jamais se refira a eles apenas como “presos” – use o termo completo: eles são “criminosos condenados” que, por isso, “estão” presos. Recuse-se a chamar de “adolescente em conflito com a lei” um indivíduo quase adulto que, tendo plena consciência do que faz, comete atos brutais – assaltos, homicídios ou estupros. Recuse-se a chamar esses crimes de “atos infracionais”.

   Crime é uma escolha feita pelo criminoso. A luta contra o crime começa pela escolha das palavras. A linguagem tem poder. Uma palavra pode ter mais força que uma arma ou uma sentença. Palavras se infiltram em mentes e almas, alteram posições morais, confundem causas com consequências e constroem ou destroem convicções. Por meio de uso ideológico de termos inapropriados, ou francamente mentirosos, a língua portuguesa foi colocada a serviço do crime. A manipulação sem tréguas da linguagem pela mídia, de forma repetitiva, cegou e emburreceu boa parte do jornalismo e da audiência, bem como retirou da vítima a capacidade de descrever seu próprio sofrimento e o direito de articular sua indignação.

   A novilíngua da “segurança pública” mata no nascedouro qualquer medida, por mais óbvia, necessária e sensata que seja, que possa prejudicar o ecossistema do crime. Nada pode ser feito porque “cadeia não ressocializa”, porque precisamos de “mais escolas e menos prisões”, porque “as penitenciárias estão cheias de inocentes presos por fumar um baseado”, porque o combate às drogas é “uma guerra perdida” e porque “a polícia brasileira é a que mais mata e mais morre”. Essas expressões são construções ideológicas importadas por ONGs financiadas em dólar, afirmações sem qualquer base na realidade, slogans publicitários do crime.

   O primeiro passo para sair do atoleiro moral é repudiar essas falácias, cujo objetivo é retirar a culpa do criminoso e distribuí-la entre as vítimas. O primeiro passo no combate ao crime é resgatar a linguagem.


https://revistaoeste.com/revista/edicao/-250/a-novilingua-do-crime/ Adaptado.. 
“[...] também é importante contar quantas pessoas foram mortas como resultado de decisões judiciais equivocadas ou da aplicação de uma legislação abertamente pró-bandido”. Sobre o processo de Formação de palavra do vocábulo destacado é correto afirmar que:
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Q3392124 Psicologia
A Lei no 13.935/2019 estabelece a inserção de psicólogos na rede pública de educação básica. De acordo com essa legislação, a atuação desses profissionais deve estar voltada, prioritariamente, para 
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Q3392123 Psicologia
Uma empresa decide adotar um sistema de avaliação de desempenho baseado na Teoria AMO (Ability, Motivation, Opportunity — habilidade, motivação, oportunidade), segundo a qual o desempenho dos colaboradores depende do desenvolvimento de suas competências, da sua motivação e das oportunidades oferecidas pela organização. Considerando essa teoria, espera-se que o colaborador 
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Q3392122 Psicologia
Durante um diagnóstico organizacional, a área de Recursos Humanos de uma empresa identificou que, embora os colaboradores apresentassem competências técnicas adequadas e recebessem remuneração compatível com o mercado, os índices de absenteísmo e desmotivação vinham aumentando progressivamente. Os gestores relataram falta de iniciativa, baixo engajamento e clima organizacional tenso. Uma ação estratégica mais adequada para lidar com esse cenário seria 
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Q3392121 Comunicação Social
Em uma organização em processo de reestruturação, a diretoria enviou um comunicado por e-mail a todos os colaboradores, informando sobre mudanças na política de cargos e salários. A mensagem utilizava termos técnicos da área jurídica e de recursos humanos, sem contextualização ou adaptação ao público-alvo interno. A falta de clareza resultou em interpretações divergentes, circulação de boatos e intensificação do sentimento de insegurança entre os funcionários, mesmo antes da implementação de qualquer medida prática. Com base na teoria da comunicação organizacional, assinale a alternativa que apresenta o tipo de ruído comunicacional responsável por deflagrar a instabilidade interna. 
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Q3392120 Psicologia
Durante uma investigação sobre as fontes de desgaste psíquico em uma fábrica, a equipe de saúde ocupacional identificou que os operadores frequentemente se desviavam das orientações formais contidas em manuais e protocolos técnicos. Apesar disso, os resultados da produção eram mantidos e até otimizados em alguns casos. Segundo os trabalhadores, os desvios eram necessários para lidar com contradições entre metas de produtividade e condições materiais de trabalho. À luz da teoria psicodinâmica do trabalho, de Christophe Dejours, o fenômeno descrito revela
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Q3392119 Psicologia
Uma empresa apresenta boas condições físicas e benefícios, mas há insatisfação entre seus funcionários quanto a reconhecimento, distanciamento da liderança e baixa valorização de sua participação nas decisões. O clima está deteriorado e o engajamento, em queda. Com base na abordagem de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), o tipo de liderança mais recomendado para reverter esse cenário, atendendo tanto às demandas dos trabalhadores quanto aos interesses da empresa, seria a liderança
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Q3392118 Psicologia
No cenário atual do mundo do trabalho, observa-se o crescimento de transtornos mentais relacionados ao trabalho, como ansiedade, depressão e esgotamento profissional. Considerando os pressupostos da Saúde do Trabalhador e da Psicodinâmica do Trabalho, de C. Dejours, assinale a alternativa que apresenta uma ação potencialmente eficaz para lidar com esse fenômeno.
Alternativas
Q3392117 Psicologia
Uma empresa de médio porte enfrenta dificuldades com aumento do turnover, queda na motivação e conflitos interpessoais em vários setores. A área de Recursos Humanos decide realizar um diagnóstico situacional para levantar informações sobre clima organizacional, comunicação interna e gestão de pessoas. Com base nas principais técnicas de diagnóstico situacional utilizadas em RH, assinale a alternativa que propõe uma estratégia adequada e coerente com boas práticas para iniciar esse processo.
Alternativas
Q3392116 Psicologia
No contexto das políticas públicas de atenção psicossocial no Brasil, tanto os Centros de Convivência quanto os Programas Comunitários configuram modalidades de cuidado. No entanto, há diferenças importantes entre esses dispositivos.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma diferença fundamental entre as duas modalidades. 
Alternativas
Q3392115 Psicologia
Uma equipe de psicólogos experimentais projeta uma pesquisa para estudar o impacto de pistas visuais inconscientes na tomada de decisão sob pressão. Para isso, manipula a presença ou ausência de estímulos subliminares durante uma tarefa de escolha rápida, controlando o tempo de exposição, iluminação e distância da tela. As respostas dos participantes são medidas em termos de tempo de reação e acurácia.
Com base nas características dessa pesquisa, assinale a alternativa que melhor descreve como a pesquisa contempla os critérios metodológicos centrais da psicologia experimental adotados no estudo.
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Q3392114 Psicologia
Um dos primeiros passos fundamentais na elaboração de um projeto de pesquisa em psicologia é a definição clara do problema de pesquisa. Com base nos princípios da metodologia científica, é correto afirmar que um bom problema de pesquisa
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Q3392113 Psicologia
Durante uma avaliação clínica, três pacientes apresentam episódios com delírios e alucinações. Todos relatam ouvir vozes e manifestam ideias persecutórias. No entanto, há diferenças marcantes em seus quadros:

– o paciente A apresenta humor deprimido há meses, com alucinações auditivas críticas. As alterações perceptivas aparecem apenas nos momentos de rebaixamento do humor.
– o paciente B mantém um estado de humor estável, com sintomas psicóticos persistentes, como neologismos, desorganização do pensamento e embotamento afetivo.
– o paciente C alterna entre fases de depressão profunda e agitação intensa, mas também tem episódios de delírios e alucinações que ocorrem mesmo fora das fases afetivas.

Com base no quadro clínico, associe corretamente os prováveis diagnósticos. 
Alternativas
Q3392112 Psicologia
Um paciente adulto relata episódios de ansiedade intensa ao falar em público, acompanhados de sintomas físicos (sudorese, taquicardia) e pensamentos recorrentes de fracasso e humilhação. Após escutar o relato, o terapeuta intervém: “Vamos explorar juntos o que você sente agora, neste momento, ao lembrar dessas situações. Observe como isso aparece no seu corpo. Que sensações emergem enquanto falamos disso aqui?”
Assinale a abordagem subjacente à intervenção do terapeuta.
Alternativas
Q3392111 Psicologia
Laura, de 36 anos, procura atendimento psicológico relatando dores crônicas no estômago, náuseas recorrentes e episódios de tontura. Já consultou diversos especialistas e realizou múltiplos exames, todos com resultados normais. Apesar disso, continua acreditando que tem um problema físico sério, expressando sofrimento intenso. Ela evita alimentos específicos, sente-se limitada em sua rotina e demonstra angústia persistente com a possibilidade de estar doente, mesmo diante da ausência de diagnóstico médico.
Considerando a natureza do quadro descrito, o diagnóstico mais compatível com os sintomas apresentados seria o transtorno
Alternativas
Q3392110 Psicologia
O tratamento e a prevenção da dependência química em jovens envolvem ações interdisciplinares. Com base nas diretrizes do SUS e nos modelos clínicos atuais, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia adequada de tratamento ou prevenção da dependência química.
Alternativas
Respostas
7681: E
7682: A
7683: D
7684: B
7685: D
7686: E
7687: C
7688: D
7689: B
7690: C
7691: A
7692: B
7693: C
7694: D
7695: C
7696: B
7697: C
7698: A
7699: D
7700: D