Questões de Concurso
Comentadas para técnico de nível superior - comunicação social
Foram encontradas 147 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O serviço de apuração, coleção e fornecimento de matérias publicadas em jornais, revistas e sites sobre determinado assunto ou sobre as atividades de uma instituição ou de uma determinada pessoa, é feito geralmente pelo departamento de comunicação da organização ou por uma agência especializada.
Esse tipo de serviço é denominado
Sobre a comunicação interna e seus veículos, analise as afirmativas a seguir.
I. A comunicação interna tem caráter estratégico, pois tem a função de disseminar internamente a missão, a visão e os valores da organização e de estimular pertencimento nos funcionários para que persigam os objetivos empresariais.
II. A TV e as rádios corporativas são veículos internos de comunicação informal, que estimulam a interatividade e o estabelecimento de novos fluxos comunicacionais, o que se tornou conhecido como “rádio-peão”.
III. Os jornais, as revistas e os boletins tendem a compartilhar informações mais elaboradas e a ter uma vida mais longa que as veiculadas na intranet, podendo atingir as famílias dos funcionários e outras pessoas fora da organização.
Está correto o que se afirma em
Embora a maioria das organizações opte por se relacionar ativamente com a mídia, há as que preferem manter uma postura reativa.
Nesse caso, a assessoria se limita a
Os diagramas são infografias complexas, que necessitam de legendas e textos para complementação da informação gráfica.
Relacione os tipos de diagramas listados a seguir às suas características.
1. ilustrativos
2. estatísticos
3. relacionais
4. organizacionais
5. temporais
( ) procuram demonstrar as posições relativas dos dados em relação as suas localizações no mundo físico.
( ) representam o tempo e podem ser elaborados como ciclos ou tabelas.
( ) trabalham com tabelas e gráficos, que podem ser de linha e dispersão ou de barra, área e volume.
( ) mostram a inter-relação entre entidades físicas sem levar em consideração sua localização geográfica, o que tende a torná- los mais abstratos.
( ) utilizam a imagem para descrever situações ou eventos e podem retratar conceitos físicos mais abstratos e em contextos localizados.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
Quando um repórter usa a entrevista como recurso de apuração, ele busca: i) informações de alguém que presenciou um fato ou vivenciou uma situação; ii) dados e análises de um especialista que possa discorrer com autoridade sobre um determinado tema ou iii) uma declaração, mesmo que irrelevante, mas centrada na importância do entrevistado.
Quanto aos seus objetivos, essas entrevistas são classificadas, respectivamente, como
Sobre o perfil esperado para os jornalistas, a partir da crescente inserção de tecnologias digitais na produção noticiosa, leia o texto a seguir.
A dimensão profissional da convergência está relacionada com a _____________ das funções e com o surgimento de novas competências, culminando com a diversidade de ____________informativos (as) e com a noção de polivalência. Na perspectiva de Salaverria e Negredo (2008), a polivalência pode ser midiática ou __________. Na primeira, o jornalista é demandado a trabalhar, simultaneamente, para diversas empresas jornalísticas ou para vários meios ou veículos ligados a uma mesma organização. Na segunda, o profissional passa a exercer funções diferentes da sua ______________, a exemplo das funções de repórter, repórter-fotográfico ou editor.
(RIBEIRO e SILVA: 2014 - adaptado)
Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do texto acima.
Sobre os processos de significação na Fotografia, leia o trecho a seguir.
“As fotografias, e em particular as fotografias instantâneas, são muito instrutivas porque sabemos que, sob certos aspectos, elas se parecem exatamente com os objetos que representam. Porém, essa semelhança deve-se na realidade ao fato de que essas fotografias foram produzidas em tais circunstâncias que eram fisicamente forçadas a corresponder detalhe por detalhe à natureza.”
(PEIRCE apud DUBOIS, 1990:49)
Na classificação peirceana dos signos em relação ao objeto representado, a primeira e a segunda frase se referem, respectivamente, a
Severino pagou uma conta de luz de R$ 350,00. Ele descobriu depois que, do valor que pagou, 46% são impostos.
Se o imposto fosse de apenas 10% do valor da conta, a conta de Severino seria de
Na reta final de uma corrida de carros, os dois primeiros colocados estavam a 210 km/h, mas o segundo colocado passou pela linha de chegada 0,3 segundo após o primeiro.

Quando o primeiro cruzou a linha de chegada, a distância d entre
os dois carros era
TEXTO 1
BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[....] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [....] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
(Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado)
O texto lido utiliza um conjunto de palavras terminadas pelo mesmo sufixo – ção.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras que têm rigorosamente a mesma formação.
TEXTO 1
BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[....] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [....] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
(Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado)
No primeiro parágrafo, o texto 1 fala de “um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?”.
Nesse caso, os artistas estariam “extraviados” porque
TEXTO 1
BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[....] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [....] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
(Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado)
TEXTO 1
BELEZA COMO MANDAMENTO
Posso falar de arte e artistas outra vez? Tenho afeição pelo tema. Espero que, em algum lugar aí no Brasil, haja leitores e leitoras, mesmo poucos, que se interessem pela figura singular e tão fundamental do artista. Ou quem sabe se dou sorte e há um ou outro artista aí fora, extraviado nesta coluna?
[....] Sempre me pareceu que o artista verdadeiro sacrifica qualquer “conteúdo”, qualquer “coerência”, por uma bela frase, por um belo gesto, por um belo efeito plástico ou cênico. Como dizia Oscar Wilde, “coerência é a virtude dos que não têm imaginação”. Dos não artistas, portanto.
O que distingue o artista é a busca incondicional pela beleza, em detrimento da verdade, do equilíbrio, do bom senso, da ética, da saúde e até da própria vida. Além disso, leitor, o artista é frequentemente um pobre ser ameaçado, com instalação precária no mundo. E, se faz concessões, corre o risco de se desvirtuar, de perder o rumo.
Assim, o artista precisa sacrificar, ou deixar em segundo plano, a verdade e a moral. A objetividade e os bons princípios são temas para outros tipos humanos, para o cientista e para o sacerdote, respectivamente. [....] Quando um artista migra para outros terrenos (ciência, moral, filosofia, pensamento social, crítica literária), o que acaba dominando, em última análise, é a expressão da beleza. Para o verdadeiro artista, a beleza é o único mandamento. Para o bem e para o mal, ela interfere o tempo todo. E a obra artística resvala para a mentira, para o engano, para a fabulação. Tangencia a imoralidade, o crime, a perversão.
(Paulo Nogueira Batista Jr., O Globo, 04/08/2017 – adaptado)