Questões de Concurso Comentadas para analista - estatística

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Q221812 História e Geografia de Estados e Municípios
Um importante tratado fixou a linha de fronteira no extremo norte e oeste do Brasil, a partir dos cursos dos rios Guaporé e Mamoré, até o médio curso do Madeira, sendo de inegável relevância para a definição do futuro Território do Guaporé. O tratado referido é o de:
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Q221810 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma das estratégias de conservação da vida indígena na Amazônia é a criação de áreas destinadas a esse segmento da sociedade brasileira. No exemplo da área indígena de Lourdes, um grupo indígena significativamente presente é o:
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Q221809 História e Geografia de Estados e Municípios
Apartir de 1970, a colonização oficial emRondônia se desenvolve, tendo à frente o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), o qual implementou, pioneiramente, cinco Projetos Integrados de Colonização (PIC).
Nesse contexto, o primeiro PIC implementado pelo INCRA foi:
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Q221808 Noções de Informática
Nos principais aplicativos de correio eletrônico, caso sua caixa de entrada alcance o limite de armazenamento, é possível que você não possa receber mais mensagens. Algumas práticas são recomendadas para ajudá-lo a gerenciar a sua conta a fim de manter um espaço razoável de armazenamento, EXCETO:
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Q221800 Português
Assinale a opção correta quanto à pontuação.
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Q221798 Português
De acordo com a norma culta da língua, assinale a opção correta quanto à colocação pronominal.
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Q221795 Português
Como encontrar um milagre na Índia

     Doentes e peregrinos buscam a salvação em templos que praticam o exorcismo em Kerala, ao sul da Índia. Garanto: naquela região se operam, de fato, milagres que salvam vidas diariamente.

     Os “milagres" nada têm a ver com os deuses ou demônios.Apenas com homens, responsáveis por uma das mais admiradas experiências sociais já produzidas num país pobre. Como o resto da Índia, Kerala é miserável, sua renda por habitante é de US$ 300 por ano - dez vezes menos do que a brasileira e cem vezes se comparada com a americana.

     Primeiro “milagre" num país de 900 milhões de habitantes com explosivo crescimento populacional: cada mulher tem apenas dois filhos (1,7, para ser mais preciso), uma média semelhante à de um casal de classe média alta em Manhattan, Paris, São Paulo ou Rio de Janeiro. Segundo e mais importante: de cada mil crianças que nascem, apenas 13 morrem antes de completar um ano - um nível de mortalidade infantil semelhante ao dos Estados Unidos e quatro vezes menor que o do Brasil.

     Até pouco tempo atrás, Kerala era mais conhecida por suas praias, onde os turistas “descolados" se deitavam na areia depois do banho, massageados por moradores que aprenderam de seus ancestrais os segredos da massagem ayurvédica, medicina tradicional indiana. Agora, porém, atrai tipos menos transcendentais da Europa e dos Estados Unidos, decididos a entender e difundir a experiência sobre como um lugar miserável consegue indicadores sociais tão bons.

     As pesquisas indicam, em essência, um caminho: graças à vontade política dos governantes locais, em nenhum outro lugar da Índia se investiu tanto na educação das mulheres. Uma ação que enfrentou a rotina da marginalização. Na Índia, por questões culturais, se propagou o infanticídio contra meninas, praticado pelos próprios pais.

     Em Kerala, apenas 5%das garotas estão fora da escola, reduzindo a porcentagens insignificantes o analfabetismo. Elas são mais educadas, entram no mercado de trabalho, frequentam postos de saúde, amamentam os filhos, conhecem noções de higiene, sabem a importância, por exemplo, de ferver a água ou aplicar as vacinas,
planejam voluntariamente o número de filhos.

     Daí se vê o que significou, no Brasil, termos gasto tanto dinheiro na construção de hospitais, em vez de investir mais pesadamente em medicina preventiva.Muitas dessas obras só ajudaram a saúde financeira dos empreiteiros. 

(DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000, p. 46.)

O termo destacado em: “(...) termos gasto tanto dinheiro na construção DE HOSPITAIS (...)" exerce função sintática de:
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Q221791 Português
Como encontrar um milagre na Índia

     Doentes e peregrinos buscam a salvação em templos que praticam o exorcismo em Kerala, ao sul da Índia. Garanto: naquela região se operam, de fato, milagres que salvam vidas diariamente.

     Os “milagres" nada têm a ver com os deuses ou demônios.Apenas com homens, responsáveis por uma das mais admiradas experiências sociais já produzidas num país pobre. Como o resto da Índia, Kerala é miserável, sua renda por habitante é de US$ 300 por ano - dez vezes menos do que a brasileira e cem vezes se comparada com a americana.

     Primeiro “milagre" num país de 900 milhões de habitantes com explosivo crescimento populacional: cada mulher tem apenas dois filhos (1,7, para ser mais preciso), uma média semelhante à de um casal de classe média alta em Manhattan, Paris, São Paulo ou Rio de Janeiro. Segundo e mais importante: de cada mil crianças que nascem, apenas 13 morrem antes de completar um ano - um nível de mortalidade infantil semelhante ao dos Estados Unidos e quatro vezes menor que o do Brasil.

     Até pouco tempo atrás, Kerala era mais conhecida por suas praias, onde os turistas “descolados" se deitavam na areia depois do banho, massageados por moradores que aprenderam de seus ancestrais os segredos da massagem ayurvédica, medicina tradicional indiana. Agora, porém, atrai tipos menos transcendentais da Europa e dos Estados Unidos, decididos a entender e difundir a experiência sobre como um lugar miserável consegue indicadores sociais tão bons.

     As pesquisas indicam, em essência, um caminho: graças à vontade política dos governantes locais, em nenhum outro lugar da Índia se investiu tanto na educação das mulheres. Uma ação que enfrentou a rotina da marginalização. Na Índia, por questões culturais, se propagou o infanticídio contra meninas, praticado pelos próprios pais.

     Em Kerala, apenas 5%das garotas estão fora da escola, reduzindo a porcentagens insignificantes o analfabetismo. Elas são mais educadas, entram no mercado de trabalho, frequentam postos de saúde, amamentam os filhos, conhecem noções de higiene, sabem a importância, por exemplo, de ferver a água ou aplicar as vacinas,
planejam voluntariamente o número de filhos.

     Daí se vê o que significou, no Brasil, termos gasto tanto dinheiro na construção de hospitais, em vez de investir mais pesadamente em medicina preventiva.Muitas dessas obras só ajudaram a saúde financeira dos empreiteiros. 

(DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000, p. 46.)

No trecho: “(...) Agora, PORÉM, atrai tipos menos transcendentais da Europa (...)", a conjunção destacada poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q221790 Português
Como encontrar um milagre na Índia

     Doentes e peregrinos buscam a salvação em templos que praticam o exorcismo em Kerala, ao sul da Índia. Garanto: naquela região se operam, de fato, milagres que salvam vidas diariamente.

     Os “milagres" nada têm a ver com os deuses ou demônios.Apenas com homens, responsáveis por uma das mais admiradas experiências sociais já produzidas num país pobre. Como o resto da Índia, Kerala é miserável, sua renda por habitante é de US$ 300 por ano - dez vezes menos do que a brasileira e cem vezes se comparada com a americana.

     Primeiro “milagre" num país de 900 milhões de habitantes com explosivo crescimento populacional: cada mulher tem apenas dois filhos (1,7, para ser mais preciso), uma média semelhante à de um casal de classe média alta em Manhattan, Paris, São Paulo ou Rio de Janeiro. Segundo e mais importante: de cada mil crianças que nascem, apenas 13 morrem antes de completar um ano - um nível de mortalidade infantil semelhante ao dos Estados Unidos e quatro vezes menor que o do Brasil.

     Até pouco tempo atrás, Kerala era mais conhecida por suas praias, onde os turistas “descolados" se deitavam na areia depois do banho, massageados por moradores que aprenderam de seus ancestrais os segredos da massagem ayurvédica, medicina tradicional indiana. Agora, porém, atrai tipos menos transcendentais da Europa e dos Estados Unidos, decididos a entender e difundir a experiência sobre como um lugar miserável consegue indicadores sociais tão bons.

     As pesquisas indicam, em essência, um caminho: graças à vontade política dos governantes locais, em nenhum outro lugar da Índia se investiu tanto na educação das mulheres. Uma ação que enfrentou a rotina da marginalização. Na Índia, por questões culturais, se propagou o infanticídio contra meninas, praticado pelos próprios pais.

     Em Kerala, apenas 5%das garotas estão fora da escola, reduzindo a porcentagens insignificantes o analfabetismo. Elas são mais educadas, entram no mercado de trabalho, frequentam postos de saúde, amamentam os filhos, conhecem noções de higiene, sabem a importância, por exemplo, de ferver a água ou aplicar as vacinas,
planejam voluntariamente o número de filhos.

     Daí se vê o que significou, no Brasil, termos gasto tanto dinheiro na construção de hospitais, em vez de investir mais pesadamente em medicina preventiva.Muitas dessas obras só ajudaram a saúde financeira dos empreiteiros. 

(DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro - Cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Ática, 2000, p. 46.)

Ao relacionar o Brasil com a Índia, percebe-se que o autor faz:
Alternativas
Q89586 Direito Administrativo
Em 2000, João ingressou no serviço público federal como
médico concursado de um hospital público. Desde 2008, João é o
diretor desse hospital e, em 2010, ele foi aprovado em concurso e
nomeado para o cargo de professor em uma universidade federal.
Em virtude do grande volume de trabalho nos dois cargos, João sai,
habitualmente, da universidade, durante as aulas, para atender
chamados urgentes do hospital. Nos momentos em que se ausenta
da universidade, João comunica a ausência a um colega professor,
que, então, o substitui. A filha de João ocupa cargo de confiança,
como sua assessora, na direção do hospital, o que o deixa à vontade
para se ausentar do hospital com frequência, pois sabe que o deixa
em boas mãos.

Com referência à situação hipotética acima, e considerando as
normas aplicáveis aos servidores públicos federais, julgue os
seguintes itens.

João somente poderá perder o cargo público de médico em razão de sentença judicial transitada em julgado.
Alternativas
Q89529 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Julgue os próximos itens com base no disposto no Regimento Interno do TRE/ES.

A indicação e a eleição do presidente do TRE/ES são de competência do TSE, com a participação dos membros efetivos do tribunal eleitoral na votação.
Alternativas
Q89240 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Julgue os próximos itens com base no disposto no Regimento
Interno do TRE/ES.

Servidor efetivo do tribunal cujo irmão seja juiz eleitoral poderá ser nomeado para cargo em comissão.
Alternativas
Q89239 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Julgue os próximos itens com base no disposto no Regimento
Interno do TRE/ES.

A distribuição de processos e petições deve-se dar mediante competência temática entre os membros efetivos, que, após examinar tais processos e petições, devem submetê-los à apreciação do presidente do tribunal.
Alternativas
Q89237 Legislação dos Tribunais Eleitorais (TSE e TREs)
Julgue os próximos itens com base no disposto no Regimento
Interno do TRE/ES.

Jurista que exerça, há mais de quatro anos, cargo de confiança de assessor jurídico de órgão da administração direta poderá ser nomeado membro efetivo do tribunal.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPU
Q1214038 Direito Constitucional
Com relação aos procuradores-gerais, julgue o próximo item.
O procurador-geral da República será nomeado pelo presidente da República, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional.
Alternativas
Q106608 Programação
Assinale a opção correspondente ao comando que permite simular, via software R, 100 realizações de uma distribuição normal padrão.
Alternativas
Q2879852 Estatística

As questões de nos 41 a 46 são referentes aos resultados do ENADE 2006, disponíveis em www.inep.gov.br.

Responda às questões de nos 41 a 43 com base nos percentuais das respostas de alunos de uma área específica de determinada Instituição de Ensino Superior (IES), participantes do ENADE 2006, a algumas questões do questionário socioeconômico relativas aos hábitos de leitura.

Imagem associada para resolução da questão



A questão de número 23 do questionário socioeconômico envolve uma variável do tipo

Alternativas
Q2879825 Inglês

How to dig out from the information avalanche

Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data, survey finds


By Eve Tahmincioglu

updated 8:18 p.m. ET March 16, 2008


Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group

Marketing in New York, to answer your e-mail right away.

He has stopped responding to e-mails every minute and

only checks his e-mail account twice a day. He also started

5 turning off his BlackBerry during meetings.

This tactic has made him so much more productive

that earlier this year he held a meeting with his staff of 50

and “strongly suggested” that they stop relying so heavily

on e-mail and actually start calling clients on the phone.

10 And, he requested his employees put cell phones and

PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail

the common practice of cc-ing everybody when sending

out an e-mail. “There was so much redundancy, so much

unnecessary work,” he explains. “One person could handle

15 an issue that should take two minutes, but when an email

goes out and five people get cc-ed, then everybody

responds to it and there’s a snowball effect.”

It’s not that Osher has anything against technology. In

fact, he loves it. The problem is, last year he realized he

20 was inundated with so many e-mails and so much

information in general that he began to experience data

overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a

great phenomenon, revolutionizing what we do. But the

pendulum has swung way too much to the other side,” he

25 maintains. “We’re less productive.”

Osher isn’t the only one out there under a data

avalanche. Thanks to technological innovations, you can

be talking to a customer on your cell phone, answering a

LinkedIn invitation on your laptop, and responding to email

30 on your PDA all at the same time. Besides, during

tough economic times, who will want to miss any

information when your job could be on the line if you indulge

in the luxury of being offline? Turns out, seven out of 10

office workers in the United States feel overwhelmed by

35 information in the workplace, and more than two in five

say they are headed for a data “breaking point,” according

to a recently released Workplace Productivity Survey.

Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,

says there are a host of reasons we’re all on the information

40 brink: “exponential growth of the size of the information

‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital

communications, and the fact that professionals are not

being provided with sufficient tools and training to help

them keep pace with the growing information burden.”

45 ___ Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes

we are less productive in this age of 24-7 technology, and

our multitasking mentality has spawned a “not-mentallypresent”

society. “We’re becoming an attention-deficit

disorder society switching back and forth like crazy,”

50 Kossek says. “We’re connected all the time. We’re

working on planes, in coffee shops, working on the

weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually

less effective.”

The key to getting your head above the data flood,

55 according to workplace experts, is managing and reducing

the information you’re bombarded with.

© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted)

http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/



Check the only alternative that presents a statement that is INCONSISTENT with the arguments and reasoning introduced in the text you have read.

Alternativas
Q2879822 Inglês

Mark the sentence in which the idea introduced by the word in bold type is correctly described.

Alternativas
Q2879820 Inglês

How to dig out from the information avalanche

Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data, survey finds


By Eve Tahmincioglu

updated 8:18 p.m. ET March 16, 2008


Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group

Marketing in New York, to answer your e-mail right away.

He has stopped responding to e-mails every minute and

only checks his e-mail account twice a day. He also started

5 turning off his BlackBerry during meetings.

This tactic has made him so much more productive

that earlier this year he held a meeting with his staff of 50

and “strongly suggested” that they stop relying so heavily

on e-mail and actually start calling clients on the phone.

10 And, he requested his employees put cell phones and

PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail

the common practice of cc-ing everybody when sending

out an e-mail. “There was so much redundancy, so much

unnecessary work,” he explains. “One person could handle

15 an issue that should take two minutes, but when an email

goes out and five people get cc-ed, then everybody

responds to it and there’s a snowball effect.”

It’s not that Osher has anything against technology. In

fact, he loves it. The problem is, last year he realized he

20 was inundated with so many e-mails and so much

information in general that he began to experience data

overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a

great phenomenon, revolutionizing what we do. But the

pendulum has swung way too much to the other side,” he

25 maintains. “We’re less productive.”

Osher isn’t the only one out there under a data

avalanche. Thanks to technological innovations, you can

be talking to a customer on your cell phone, answering a

LinkedIn invitation on your laptop, and responding to email

30 on your PDA all at the same time. Besides, during

tough economic times, who will want to miss any

information when your job could be on the line if you indulge

in the luxury of being offline? Turns out, seven out of 10

office workers in the United States feel overwhelmed by

35 information in the workplace, and more than two in five

say they are headed for a data “breaking point,” according

to a recently released Workplace Productivity Survey.

Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,

says there are a host of reasons we’re all on the information

40 brink: “exponential growth of the size of the information

‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital

communications, and the fact that professionals are not

being provided with sufficient tools and training to help

them keep pace with the growing information burden.”

45 ___ Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes

we are less productive in this age of 24-7 technology, and

our multitasking mentality has spawned a “not-mentallypresent”

society. “We’re becoming an attention-deficit

disorder society switching back and forth like crazy,”

50 Kossek says. “We’re connected all the time. We’re

working on planes, in coffee shops, working on the

weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually

less effective.”

The key to getting your head above the data flood,

55 according to workplace experts, is managing and reducing

the information you’re bombarded with.


© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted)

http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/


Which option describes accurately the meaning relationship between the pairs of words?

Alternativas
Respostas
701: E
702: A
703: C
704: E
705: A
706: C
707: A
708: C
709: B
710: E
711: E
712: C
713: E
714: E
715: E
716: E
717: E
718: C
719: D
720: E