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Q2409350 Pedagogia

A Resolução CNE/CEB n° 4, de 13 de julho de 2010, que define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, diferencia a base nacional comum e a parte diversificada que devem compor o currículo da Educação Básica. De acordo com o que determina o documento, é correto afirmar que

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Q2409348 Pedagogia

A Resolução CNE/CEB n° 4, de 13 de julho de 2010, define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Entre as etapas da Educação Básica, são citados a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio. Entre as modalidades da Educação Básica expressas no documento, estão

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Q2409344 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/1990), um dos principais dispositivos jurídicos de proteção das infâncias e juventudes do país, afirma que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar a efetivação dos direitos previstos à criança e ao adolescente

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Q2409342 Pedagogia

Em relação ao que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional atualmente vigente (Lei n° 9.394/1996), assinale a alternativa correta.

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Q2409315 Português

Máscara no chão


A oscilação do arco narrativo russo acerca de sua campanha militar contra a Ucrânia segue fielmente o desempenho de suas tropas, no solo do vizinho desde 24 de fevereiro.

Assim que os primeiros mísseis caíram, Vladimir Putin declarou o objetivo de desmilitarizar o rival, além de evitar sua entrada em estruturas ocidentais como a Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, e garantir a autonomia dos separatistas russófonos no leste ucraniano.

Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos. O sucesso de Putin é maior, contudo, na inviabilização do Estado ucraniano.

A União Europeia pode até prometer uma vaga a Kiev, mas isso é ilusão: mesmo sem o conflito o país não reunia condições para ser aceito no bloco. Quanto a chegar à Otan, o caminho é ainda mais bloqueado por temores de ampliação da guerra.

Putin optou pelo cinismo. Agiu para derrubar o governo de Volodimir Zelenski numa tacada única, mas, ao fracassar militarmente por soberba tática, negou buscar isso. Descartou querer ganhos territoriais, apesar de ter anexado a Crimeia em 2014 e fomentado a guerra civil no Donbass, que incubou a tragédia ora em curso.

Agora, a máscara caiu. Em duas falas, o chanceler russo entregou o jogo. Segundo Serguei Lavrov, um dos decanos da diplomacia mundial, a Rússia não se contentará com o Donbass. Quer o sul ucraniano, a saber se o território que já ocupa ou toda a costa até o enclave que mantém na Moldova, e tem por meta livrar os ucranianos do “fardo desse regime absolutamente inaceitável”. Ou seja, destruir a soberania do país.

No campo de batalha, ganhos lentos, mas firmes, sugerem a consolidação da posição militar russa, mais sóbria agora. Reveses poderão fazer Putin buscar remendar as fantasias rasgadas, o que será inócuo tanto para adversários céticos como para aliados que já não se importam com o estado delas.


(Editorial. Folha de S.Paulo. São Paulo, 26 jul. 2022. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/07/ mascara-no-chao.shtml>. Adaptado)



Para responder às questões de números 06 e 07, considere a passagem do terceiro parágrafo:


• Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos.

No contexto, está empregada em sentido figurado a palavra:

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Q2409313 Português

Máscara no chão


A oscilação do arco narrativo russo acerca de sua campanha militar contra a Ucrânia segue fielmente o desempenho de suas tropas, no solo do vizinho desde 24 de fevereiro.

Assim que os primeiros mísseis caíram, Vladimir Putin declarou o objetivo de desmilitarizar o rival, além de evitar sua entrada em estruturas ocidentais como a Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, e garantir a autonomia dos separatistas russófonos no leste ucraniano.

Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos. O sucesso de Putin é maior, contudo, na inviabilização do Estado ucraniano.

A União Europeia pode até prometer uma vaga a Kiev, mas isso é ilusão: mesmo sem o conflito o país não reunia condições para ser aceito no bloco. Quanto a chegar à Otan, o caminho é ainda mais bloqueado por temores de ampliação da guerra.

Putin optou pelo cinismo. Agiu para derrubar o governo de Volodimir Zelenski numa tacada única, mas, ao fracassar militarmente por soberba tática, negou buscar isso. Descartou querer ganhos territoriais, apesar de ter anexado a Crimeia em 2014 e fomentado a guerra civil no Donbass, que incubou a tragédia ora em curso.

Agora, a máscara caiu. Em duas falas, o chanceler russo entregou o jogo. Segundo Serguei Lavrov, um dos decanos da diplomacia mundial, a Rússia não se contentará com o Donbass. Quer o sul ucraniano, a saber se o território que já ocupa ou toda a costa até o enclave que mantém na Moldova, e tem por meta livrar os ucranianos do “fardo desse regime absolutamente inaceitável”. Ou seja, destruir a soberania do país.

No campo de batalha, ganhos lentos, mas firmes, sugerem a consolidação da posição militar russa, mais sóbria agora. Reveses poderão fazer Putin buscar remendar as fantasias rasgadas, o que será inócuo tanto para adversários céticos como para aliados que já não se importam com o estado delas.


(Editorial. Folha de S.Paulo. São Paulo, 26 jul. 2022. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/07/ mascara-no-chao.shtml>. Adaptado)



Para responder às questões de números 06 e 07, considere a passagem do terceiro parágrafo:


• Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos.

A oração iniciada pela expressão em destaque está corretamente reescrita, preservando a relação estabelecida no texto original, em:

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Q2409299 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.


Morte de uma baleia


Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia no Leme e outra no Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem, no entanto, poder voltar. Eram descomunais apesar de apenas filhotes. Todos foram ver. Eu não fui: sobre a mais próxima de mim, corria o boato de que ela agonizava já há oito horas e que até atirar nela haviam atirado mas ela continuava agonizando e sem morrer.

Senti um horror diante do que contavam e que talvez não fossem estritamente os fatos reais, mas a lenda já estava formada em torno do extraordinário que enfim, enfim! acontecia, pois, por pura sede de vida melhor, estamos sempre à espera do extraordinário que talvez nos salve de uma vida contida. Se fosse um homem que estivesse agonizando na praia durante oito horas, nós o santificaríamos, tanto precisamos de crer no que é impossível.

Não. Não fui vê-la: detesto a morte.


(LISPECTOR, Clarice. Crônicas para jovens: do Rio de Janeiro e seus personagens. Rio de Janeiro: Rocco jovens leitores, 2011. Excerto adaptado)

Conforme a autora,

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Q2015930 Francês
« Le Signe »

      La petite marquise de Rennedon dormait encore, dans sa chambre close et parfumée, dans son grand lit doux et bas, dans ses draps de batiste légère, fine comme une dentelle, caressants comme un baiser; elle dormait seule, tranquille, de l’heureux et profond sommeil des divorcées.

     Des voix la réveillèrent qui parlaient vivement dans le petit salon bleu. Elle reconnut son amie chère, la petite baronne de Grangerie, se disputant pour entrer avec la femme de chambre qui défendait la porte de sa maitresse.

      Alors la petite marquise se leva, tira les verrous, tourna la serrure, souleva la portière et montra sa tête, rien que sa tête blonde, cachée sous un nuage de cheveux:

      – Qu’est-ce que tu as, dit-elle, à venir si tôt? Il n’est pas encore neuf heures.

Guy de Maupassant, « Le Signe », Le Horla, Paris, Paul Ollendorff, 1887, p. 163-164.
Dans la phrase « – Qu’est-ce que tu as, dit-elle, à venir si tôt? Il n’est pas encore neuf heures », il s’agit d’un cas de...
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Q2015929 Francês
« Le Signe »

      La petite marquise de Rennedon dormait encore, dans sa chambre close et parfumée, dans son grand lit doux et bas, dans ses draps de batiste légère, fine comme une dentelle, caressants comme un baiser; elle dormait seule, tranquille, de l’heureux et profond sommeil des divorcées.

     Des voix la réveillèrent qui parlaient vivement dans le petit salon bleu. Elle reconnut son amie chère, la petite baronne de Grangerie, se disputant pour entrer avec la femme de chambre qui défendait la porte de sa maitresse.

      Alors la petite marquise se leva, tira les verrous, tourna la serrure, souleva la portière et montra sa tête, rien que sa tête blonde, cachée sous un nuage de cheveux:

      – Qu’est-ce que tu as, dit-elle, à venir si tôt? Il n’est pas encore neuf heures.

Guy de Maupassant, « Le Signe », Le Horla, Paris, Paul Ollendorff, 1887, p. 163-164.
Sur l’extrait du conte « Le Signe », de Guy de Maupassant, il est possible d’affirmer que les temps verbaux prédominant sont :
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Q2015928 Francês
Cinquante ans après mai 68, le naufrage des
syndicats étudiants de gauche

Certains semblant espérer un nouveau Mai 68 en 2018, je souhaiterais par ces quelques lignes apaiser un peu leurs ardeurs. Car si un demi-siècle sépare les deux moments, tout distingue les étudiants et spectateurs d'hier et d'aujourd'hui. En revanche, ce qui n'a guère changé, c'est sans doute la complaisance du regard médiatique pour la sottise discursive et la violence des méthodes de ceux qui prétendent incarner le mouvement étudiant. La sottise pour commencer, et l'ignorance pour continuer. La revendication de certains étudiants hostiles à toute sélection d'obtenir au moins 10 de moyenne à leur examen (quand ce n'est pas 15 dans certaines facultés… «pour permettre aux étudiants de poursuivre le combat») ainsi que leur orthographe aurait dû déclencher un fou rire général. Il n'en a rien été et la plupart des journaux ont repris sans état d'âme cette revendication paresseuse du droit à la médiocrité comme s'il s'agissait d'une doléance professionnelle normale et respectable. S'agissant du mésusage de l'orthographe, je ne saurais trop recommander à mon lecteur rieur la visite du site de l'Union nationale des étudiants de France (UNEF). Le Canard Enchaîné qui a l'esprit blagueur s'est amusé à reproduire, entre autres perles de cancres : « des filières avec des qualités ou prérequis dont elles pensent disposer actuellement et tend à l'heure portée » (sic authentique). On sent bien que 50 ans d'éducation par l'école syndicalisée sont passés par là.

Gilles William Goldnadel, Cinquante ans après mai 68, le naufrage des syndicats étudiants de gauche, Le Figaro, en-ligne, 9 avr. 2018.
Dans la phrase « Le Canard Enchaîné qui a l'esprit blagueur s'est amusé à reproduire, entre autres perles de cancres », à quoi l’expression soulignée fait référence ?
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Q2015926 Francês
Cinquante ans après mai 68, le naufrage des
syndicats étudiants de gauche

Certains semblant espérer un nouveau Mai 68 en 2018, je souhaiterais par ces quelques lignes apaiser un peu leurs ardeurs. Car si un demi-siècle sépare les deux moments, tout distingue les étudiants et spectateurs d'hier et d'aujourd'hui. En revanche, ce qui n'a guère changé, c'est sans doute la complaisance du regard médiatique pour la sottise discursive et la violence des méthodes de ceux qui prétendent incarner le mouvement étudiant. La sottise pour commencer, et l'ignorance pour continuer. La revendication de certains étudiants hostiles à toute sélection d'obtenir au moins 10 de moyenne à leur examen (quand ce n'est pas 15 dans certaines facultés… «pour permettre aux étudiants de poursuivre le combat») ainsi que leur orthographe aurait dû déclencher un fou rire général. Il n'en a rien été et la plupart des journaux ont repris sans état d'âme cette revendication paresseuse du droit à la médiocrité comme s'il s'agissait d'une doléance professionnelle normale et respectable. S'agissant du mésusage de l'orthographe, je ne saurais trop recommander à mon lecteur rieur la visite du site de l'Union nationale des étudiants de France (UNEF). Le Canard Enchaîné qui a l'esprit blagueur s'est amusé à reproduire, entre autres perles de cancres : « des filières avec des qualités ou prérequis dont elles pensent disposer actuellement et tend à l'heure portée » (sic authentique). On sent bien que 50 ans d'éducation par l'école syndicalisée sont passés par là.

Gilles William Goldnadel, Cinquante ans après mai 68, le naufrage des syndicats étudiants de gauche, Le Figaro, en-ligne, 9 avr. 2018.
Quelle option résume le mieux l’idée centrale du texte ? 
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Q2015925 Francês
Quelle est la phrase dans laquelle les compléments d’objet direct et indirect sont bien placés ? 
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Q2015924 Francês
L’évaluation de la compétence en langue: un objectif
commun pour des publics différents


L’évaluation est une démarche qui permet de fournir des données utiles à la prise de décision dans la poursuite d’un but ou d’un objectif. C’est pourquoi elle intervient à trois moments de l’apprentissage: avant, pour dresser un bilan des acquis des élèves en termes de savoirs et de savoir-faire; pendant, pour réguler le projet d’apprentissage; après, pour faire le bilan du niveau de compétence atteint en termes de savoirs et savoirfaire. De ce fait, elle a trois fonctions: une fonction diagnostique, une fonction formative et une fonction sommative. L’évaluation diagnostique vise à faire un bilan sur l’appropriation des connaissances et des savoir-faire des apprenants avant ou au début d’une formation, et c’est à partir de ce bilan que va être construite la progression des apprentissages. L’évaluation formative a une fonction régulatrice en ce qu’elle a pour objectif de faire atteindre au plus grand nombre un objectif fixé. Elle se fait par la mise en place d’activités qui permettent à l’enseignant de se rendre compte de l’état d’avancement du progrès de l’apprenant et qui informent l’apprenant sur le stade atteint en rapport à l’objectif fixé et à son parcours de formation. Enfin, l’évaluation sommative est une évaluation de fin de parcours, qui permet à l’enseignant de se rendre compte de l’autonomie de l’apprenant par rapport à une mobilisation de connaissances et de capacités qu’il a acquises pendant sa formation. Cette évaluation ne cherche pas à positionner un apprenant par rapport aux autres, mais elle a pour but de jauger la manière dont l’apprenant est capable de résoudre une tâche et donc de mobiliser les connaissances et les capacités qu’il s’est appropriées.

Claire BOURGUIGNON, Philippe DELAHAYE, Anne VICHER, L’évaluation de la compétence en langue: un objectif commun pour des publics différents. Ela. Études de linguistique appliquée, n. 140, p. 460-461.
Outre la proposition éducative scolaire, le rôle socioéducatif, artistique, culturel, environnemental, les questions de genre, d’ethnie et de diversité culturelle qui composent les actions éducatives, quels sont les autres éléments qui constituent le Projeto Político Pedagógico selon les Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica ?
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Q2015920 Francês
Dans l’enseignement du Français Langue Étrangère (FLE), différents genres de textes littéraires, comme contes, romans, poésies et chansons, apparaissent parfois dans la pratique pédagogique et dans les manuels d’enseignement en tant que documents didactiques. Dans ce contexte, le texte littéraire devient un document authentique en classe de langue étrangère. 
Quelle est la définition de document authentique en classe de Français Langue Étrangère FLE ?
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Q2015919 Francês
Les Technologies de l'Information et de la Communication pour l'Enseignement (TICE) peuvent enrichir l’enseignementapprentissage de FLE ainsi que représenter une source inépuisable de possibilités de pratiques authentiques. Néanmoins, il est indispensable que les apprenants aient une maîtrise appropriée des outils numériques.
Quels sont les savoirs mobilisés dans les processus de familiarisation et de l'appropriation des outils numériques par les apprenants ? 
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Q2015918 Francês
La crise sanitaire de la covid-19 a accéléré et généralisé le recours au numérique dans les systèmes éducatifs en échelle mondiale.
Pour quelle raison les environnements numériques sont de plus en plus présents dans l’enseignement-apprentissage de langues vivantes, notamment du Français Langue Étrangère (FLE) ? 
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Q2015917 Francês
Depuis le XIXe siècle et jusqu’à présent, différentes méthodologies se sont succédé, quelques-unes en rupture avec la méthodologie précédente, d’autres comme une adaptation de celle-ci aux nouveaux besoins de la société.
Parmi les conceptions dans l’enseignement de langues étrangères vivantes, quelles sont les tendances actuelles dans l’enseignement de Français Langue Étrangère (FLE) ?
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Q2015916 Francês
Le début de l’enseignement formel du français au Brésil date de 1808, sous les auspices de D. João VI, devenant obligatoire dans le domaine scolaire en 1837, avec la fondation du Colégio Pedro II, en raison du prestige social de cette langue. Au XIXe siècle, quelles étaient les activités et les exercices privilégiés en classe de langue étrangère ?
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Q2015915 Francês
  • lLe texte suivant fait référence aux question suivante . 

  « Ognon », « piquenique »...

La Suisse « rectifie » l’orthographe française


        Le mot « oignon » sera désormais enseigné sous l’orthographe « ognon », en vertu des rectifications de l’orthographe de 1990 et validées par l’Académie française.

     C’est une nouvelle qui va faire plaisir aux écoliers. Ceux pour qui l’orthographe et les dictées sont synonymes de cauchemar. Au pays des Helvètes, c’est désormais officiel: on pourra manger des oignons sans « i », pique-niquer sans emporter de trait d’union, et se baigner dans une île en retirant son accent si l’envie nous prend.

       Exit les accents circonflexes, les traits d’union et les tirets des chiffres composés. La Suisse francophone adopte une orthographe « simplifiée ». Un choix que toute école francophone peut poser, depuis 1990, année de la réforme d’orthographe. C’est Michel Rocard, premier ministre de François Mitterrand, qui demande au Conseil supérieur de la langue française de proposer des simplifications orthographiques, pour rehausser le niveau des écoliers en français. Celles-ci devaient servir « une certaine harmonisation de quelques règles de l’orthographe française », indique Grevisse.

     L’Académie française approuve ces propositions. Parmi elles, il y a la suppression de l’accent circonflexe sur « i » et « u » (sauf pour les formes verbales et les homophones comme « mûr, jeûne »), l’alignement des verbes en « -eler » et  « -eter » sur le modèle de « peler » et « acheter » (sauf « jeter » et « appeler »), et la régularisation des mots composés.

     En France, ces modifications ne sont en aucun cas obligatoires, mais constituent un « changement de la norme officielle ». Les Français restent libres d’appliquer et d’enseigner les anciennes. En Belgique, elle est en revanche obligatoire. En Suisse romande, à partir de 2023, elle sera officiellement enseignée à l’école, sans que la graphie traditionnelle soit proscrite. Les professeurs sont également invités à privilégier un langage « épicène », c’est-à-dire sans distinction de genre. L’écriture inclusive est en revanche interdite.

     Dans Le Temps, quotidien suisse, le psycholinguiste Pascal Gygax, qui officie à l’Université de Fribourg, analyse cette adoption officielle comme un moyen de lutter contre « une scission grandissante entre l’écrit et oral qui mérite d’être questionnée ». Selon lui, « les élèves suisses, belges et français ont des scores en langue moins bons que dans d’autres pays, parce qu’ils passent beaucoup de temps à essayer d’apprendre des règles d’orthographe qui ne reposent sur aucune logique. »

     Au total, 2400 mots ont subi un nettoyage de  printemps: nénuphar devient « nénufar », porte-monnaie, « portemonnaie » et mille-pattes, « millepattes » .

Maguelonne de Gestas, « Ognon », « piquenique »... La Suisse « rectifie »

l’orthographe française, Le Figaro, (en-ligne), 2 juill. 2021. 

Que voit le psycholinguiste Pascal Gygax dans les rectifications de l’orthographe de 1990 ? 
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Q2015914 Francês
  • lLe texte suivant fait référence aux question suivante . 

  « Ognon », « piquenique »...

La Suisse « rectifie » l’orthographe française


        Le mot « oignon » sera désormais enseigné sous l’orthographe « ognon », en vertu des rectifications de l’orthographe de 1990 et validées par l’Académie française.

     C’est une nouvelle qui va faire plaisir aux écoliers. Ceux pour qui l’orthographe et les dictées sont synonymes de cauchemar. Au pays des Helvètes, c’est désormais officiel: on pourra manger des oignons sans « i », pique-niquer sans emporter de trait d’union, et se baigner dans une île en retirant son accent si l’envie nous prend.

       Exit les accents circonflexes, les traits d’union et les tirets des chiffres composés. La Suisse francophone adopte une orthographe « simplifiée ». Un choix que toute école francophone peut poser, depuis 1990, année de la réforme d’orthographe. C’est Michel Rocard, premier ministre de François Mitterrand, qui demande au Conseil supérieur de la langue française de proposer des simplifications orthographiques, pour rehausser le niveau des écoliers en français. Celles-ci devaient servir « une certaine harmonisation de quelques règles de l’orthographe française », indique Grevisse.

     L’Académie française approuve ces propositions. Parmi elles, il y a la suppression de l’accent circonflexe sur « i » et « u » (sauf pour les formes verbales et les homophones comme « mûr, jeûne »), l’alignement des verbes en « -eler » et  « -eter » sur le modèle de « peler » et « acheter » (sauf « jeter » et « appeler »), et la régularisation des mots composés.

     En France, ces modifications ne sont en aucun cas obligatoires, mais constituent un « changement de la norme officielle ». Les Français restent libres d’appliquer et d’enseigner les anciennes. En Belgique, elle est en revanche obligatoire. En Suisse romande, à partir de 2023, elle sera officiellement enseignée à l’école, sans que la graphie traditionnelle soit proscrite. Les professeurs sont également invités à privilégier un langage « épicène », c’est-à-dire sans distinction de genre. L’écriture inclusive est en revanche interdite.

     Dans Le Temps, quotidien suisse, le psycholinguiste Pascal Gygax, qui officie à l’Université de Fribourg, analyse cette adoption officielle comme un moyen de lutter contre « une scission grandissante entre l’écrit et oral qui mérite d’être questionnée ». Selon lui, « les élèves suisses, belges et français ont des scores en langue moins bons que dans d’autres pays, parce qu’ils passent beaucoup de temps à essayer d’apprendre des règles d’orthographe qui ne reposent sur aucune logique. »

     Au total, 2400 mots ont subi un nettoyage de  printemps: nénuphar devient « nénufar », porte-monnaie, « portemonnaie » et mille-pattes, « millepattes » .

Maguelonne de Gestas, « Ognon », « piquenique »... La Suisse « rectifie »

l’orthographe française, Le Figaro, (en-ligne), 2 juill. 2021. 

Considérez la phrase : « En Suisse romande, à partir de 2023, elle sera officiellement enseignée à l’école, sans que la graphie traditionnelle soit proscrite ».

Le mot souligné peut être remplacé, sans perte de sens, par quel autre mot ?

Alternativas
Respostas
261: E
262: C
263: A
264: A
265: D
266: A
267: D
268: A
269: B
270: B
271: E
272: E
273: D
274: D
275: C
276: B
277: D
278: E
279: D
280: E