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Fonte: https://ddrh.ufg.br/n/45518-nocoes-de-direito-administrativo
Considerando-se a pontuação utilizada nas falas das personagens da charge acima, está correto afirmar-se que
O efeito de humor na charge abaixo se dá principalmente pelo fato de

Fonte: https://ddrh.ufg.br/n/45518-nocoes-de-direito-administrativo
Texto 2 – Origem da palavra administração
Do latim minus, que significa “menos”.
É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”.
Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.
Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.
Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”.
Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).
Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV).
A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV.
Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)
Texto 2 – Origem da palavra administração
Do latim minus, que significa “menos”.
É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”.
Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.
Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.
Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”.
Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).
Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV).
A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV.
Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)
Texto 2 – Origem da palavra administração
Do latim minus, que significa “menos”.
É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”.
Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.
Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.
Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”.
Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).
Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV).
A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV.
Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas.
I. O termo “administrar” tem sua raiz etimológica baseada na ideia de servir a uma entidade divina, a um ser superior.
II. Desde o início até os dias de hoje, o termo “administrar” sempre foi associado a uma atividade de menor importância social.
III. Com a inserção do prefixo “AD”, “administrar” passou a pressupor uma ação conjunta, formada por mais de um indivíduo.
IV. Pela evolução histórica do termo “administração”, percebe-se que sua origem é secular e sofreu muitas transformações.
Estão corretas:
Sobre os Direitos Políticos, previstos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, analise as afirmativas abaixo, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( )Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, na forma e gradação previstas em lei.
( )A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto indireto e aberto, com valor igual para todos.
( )A filiação partidária é uma condição de elegibilidade.
( )O alistamento e o voto são obrigatórios para os maiores de dezesseis anos.
A sequência correta é
Analise as afirmativas abaixo sobre a Constituição da República de 1988:
I. O direito ao fundo de garantia do tempo de serviço aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público.
II. São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
III. A língua portuguesa é o único idioma oficial da República Federativa do Brasil.
IV. O direito de propriedade não é garantido na carta magna brasileira.
Estão corretas apenas as afirmativas
No que se refere ao Código de Ética Profissional do Servidor Público, é vedado ao servidor:
I. Iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
II. Ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao Código de Ética Profissional do Servidor Público.
III. Exercer atividade profissional ética ou ligar o seu nome a instituições de caráter filantrópico.
IV. Participar dos movimentos e dos estudos que se relacionem à melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum.
Estão corretas as afirmativas
[4º§] Atualmente, cerca de 50% dos resíduos urbanos têm destinação inadequada em razão de não serem atendidos por coleta seletiva. Grande parte dos rejeitos ainda é depositada irregularmente em áreas vulgarmente conhecidas como lixões, exemplos concretos de passivos ambientais. As discussões das crises ambientais deixaram de ser assuntos coadjuvantes em qualquer pauta de governo e da sociedade. Atitudes realizadas durante séculos vêm impactando negativamente em toda a biodiversidade do planeta, acelerando alterações climáticas e degradando o meio ambiente e a qualidade de vida da população.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas prá- ticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas práticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
Releia este trecho: “(...) parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.”
A visão da autora do texto 2 sobre o conceito de ‘Educação Bancária’
é
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas práticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 2 a seguir. Leia-o atentamente, antes de responder a essa questão.
TEXTO 2
Educação que transforma
Currículos devem contemplar muito além dos conteúdos que preparam para a profissão
Cynthia Freitas de Oliveira Enoque**
[1º§] Fala-se muito, na atualidade, de uma educação que, para além de formar, tenha como objetivo Transformar. “Trans”, do latim, significa ‘além, através’, ‘que denota passagem de uma condição a outra, de uma configuração cognitiva e/ou social a outra’. A questão que se coloca é: estaria nosso sistema educacional formando ou transformando?
[2º§] A formação que transforma pressupõe algo mais complexo que o mero “depósito” de conceitos quando da relação docente-discente. Nessa perspectiva, parece-nos oportuno citar Paulo Freire e o conceito de “Educação Bancária”, cuja referência é a “tábula rasa”, o paradigma educacional que coloca o discente como coadjuvante no processo de aprendizagem. A exemplo da fôrma que dá a forma, a Educação Bancária tem como foco a transmissão de conteúdos iguais, de maneira expositiva e impositiva, a um público concebido como homogêneo e inerte. Pelo viés da Educação Bancária, formar alunos se sobrepõe a transformar indivíduos em cidadãos.
[3º§] Essa concepção, historicamente arraigada na área da educação, está presente em todos os níveis educacionais. E, apesar de o mundo contemporâneo se pautar na troca via rede, na co-construção e na inteligência coletiva, a formação bancária se perpetua pela cultura da “PDEfização”¹ dos conteúdos, pelas práticas mnemônicas², pela prevalência da aula expositiva, pelo foco exacerbado no conteúdo (em detrimento às habilidades, competências e valores), pela avaliação instrucional, pela utilização de espaços escolares que colocam o professor como detentor único do conhecimento, por um currículo fragmentado e disciplinar, pelo subaproveitamento de tecnologias digitais que ampliam e relativizam tempos e espaços escolares, bem como favorecem a troca.
[4º§] A educação genuinamente transformadora, para se consubstanciar, carece de espaços, comportamentos, políticas e concepções para germinar. Necessita da premente transformação do professor, que se dá não só na formação inicial, mas também na formação continuada e em todos os níveis. Ser professor em um mundo complexo e mutante, como o atual, pressupõe uma constante reformulação da práxis docente e um olhar crítico e reflexivo sobre esse fazer. Para além disso, exige predisposição para o novo: um paradigma tradicional não é suprimido somente com informação e preparação, mas também, com predisposição para a mudança.
Vocabulário de apoio
1- “PDEfização” dos conteúdos: neologismo (palavra nova na língua) para se referir à utilização excessiva do recurso computacional PDF, cuja sigla inglesa significa Portable Document Format (Formato Portátil de Documento); sigla que define um padrão de escrita em informática.
2- práticas mnemônicas: práticas de memorização.
3- prototipagem: termo geralmente utilizado em ambientes tecnológicos para se referir à inovação; diz respeito à produção e à execução de um protótipo (um produto, um software, por exemplo).
[4º§] Atualmente, cerca de 50% dos resíduos urbanos têm destinação inadequada em razão de não serem atendidos por coleta seletiva. Grande parte dos rejeitos ainda é depositada irregularmente em áreas vulgarmente conhecidas como lixões, exemplos concretos de passivos ambientais. As discussões das crises ambientais deixaram de ser assuntos coadjuvantes em qualquer pauta de governo e da sociedade. Atitudes realizadas durante séculos vêm impactando negativamente em toda a biodiversidade do planeta, acelerando alterações climáticas e degradando o meio ambiente e a qualidade de vida da população.
[4º§] Atualmente, cerca de 50% dos resíduos urbanos têm destinação inadequada em razão de não serem atendidos por coleta seletiva. Grande parte dos rejeitos ainda é depositada irregularmente em áreas vulgarmente conhecidas como lixões, exemplos concretos de passivos ambientais. As discussões das crises ambientais deixaram de ser assuntos coadjuvantes em qualquer pauta de governo e da sociedade. Atitudes realizadas durante séculos vêm impactando negativamente em toda a biodiversidade do planeta, acelerando alterações climáticas e degradando o meio ambiente e a qualidade de vida da população.