Questões de Concurso
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I. No século XIII os colégios eram asilos para estudantes pobres, fundados por doadores; não se ensinava nos colégios.
II. A partir do século XV os colégios tornaram-se institutos de ensino em que uma população numerosa foi submetida a uma hierarquia autoritária e passou a ser ensinada no local.
III. Finalmente, todo o ensino das artes passou a ser ministrado nos colégios, que forneceriam o modelo das grandes instituições escolares do século XV ao XVII, os colégios dos jesuítas, os colégios dos doutrinários e os colégios dos oratorianos.
IV. O estabelecimento definitivo de uma regra de disciplina completou a evolução que conduziu da escola medieval, simples sala de aula, ao colégio moderno, instituição complexa, não apenas de ensino, mas de vigilância e enquadramento da juventude.
V. Nos séculos XV e XVI o colégio modificou e ampliou seu recrutamento; era composto por uma minoria de clérigos letrados e se abriu a um número crescente de leigos, nobres e burgueses, mas também às famílias mais populares.
São corretas as afirmações contidas em
I. Nossa personalidade civil já se exprime com maior precisão através de nossas coordenadas de nascimento do que através do nosso sobrenome.
II. O nosso sobrenome poderia muito bem não desaparecer, mas ficar reservado à vida particular, enquanto um número de identidade, em que a data de nascimento seria um dos elementos, o substituiria para o uso civil.
III. Na Idade Média, o primeiro nome já fora considerado uma designação muito imprecisa, e foi necessário completá-lo por um sobrenome de família, muitas vezes um nome de lugar.
IV. Agora, tornou-se conveniente acrescentar uma nova precisão, de caráter numérico, a idade.
V. O nome pertence ao mundo da fantasia, enquanto o sobrenome pertence ao mundo da tradição.
São corretas as características contidas em
Quando um bebê nasce, a primeira coisa que todo mundo quer saber é o sexo. Nos primeiros dias de vida a diferença parece mais anatômica, mas, à medida que vai crescendo, o bebê começa a se comportar como menino ou menina. Um problema controvertido é saber até que ponto esse comportamento tem base biológica ou é uma questão de aprendizado. Algumas feministas insistem em dizer que todas as diferenças comportamentais são ensinadas e que, deixando-se de lado as discrepâncias biológicas evidentes, a mulher é igual ao homem. Outros dizem que homem é homem e que mulher é mulher e é por razões biológicas que os dois sexos se comportam e até mesmo se movimentam de modo diferente. Os entendidos em cinética têm levantado um certo número de provas que reforçam os argumentos das feministas.
Desde o nascimento, parece que dizemos ao bebê, centenas de vezes por dia, que ele é um menino ou uma menina, mas de maneira sutil e não-verbal. A maioria das pessoas, na verdade, segura o menino e a menina de jeito diferente. Parece que, em nossa sociedade, os meninos, mesmo novinhos, costumam ser cuidados de modo meio abrutalhado. Toda vez que um garoto age de acordo com nossa visão de comportamento masculino, nós lhe damos reforço. Esse reforço pode ser tão delicado como um tom de voz aprovativo, uma ligeira expressão facial de conivência ou até mesmo uma expressão concreta, dita com tolerância, do tipo “não parece um hominho!?”. E é lógico que as meninas são recompensadas por demonstrarem traços femininos. Podemos não repreender os meninos por desejarem brincar com boneca, mas também é raro animá-los a isso. Talvez a ausência total de qualquer reação de nossa parte – a falta de vibrações positivas – diga a ele que anda fazendo coisa que menino não faz.
Não há dúvida que em certo nível subliminar nós também recompensamos ou deixamos de recompensar comportamentos bem mais sutis, pois em certo estágio de desenvolvimento os meninos começam a se movimentar e a se comportar como homens, e as meninas como mulheres. O modo de se movimentar é muito mais aprendido do que inato, variando de cultura para cultura. Para usar apenas um exemplo: o gesto de munheca mole, que nos parece feminino ou efeminado quando em homem, em algumas partes do Oriente Médio é tido como jeito natural de movimentar as mãos tanto para um sexo quanto para o outro.
(Flora Davis, A comunicação não-verbal. São Paulo: Summus,1979)
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a tese defendida pela autora:
O Estatuto do Idoso assegura aos maiores de 65 anos de idade a gratuidade nos transportes coletivos públicos. Para isso, basta ao idoso inscrever-se na secretaria de administração do estado e aguardar a confecção da carteira de identificação de passe livre.
O processo educativo com jovens e adultos não-alfabetizados exige do educador as mesmas preocupações e os mesmos procedimentos de trabalho realizados com crianças alfabetizadas.
O adolescente tem, além dos direitos básicos de cidadão, direito à proteção contra as diversas formas de violência, exploração e riscos a que está exposto.
No processo de ensino-aprendizagem, o educador deve partir sempre de um contexto teórico fornecido pela coordenação do sistema educacional.
A condução de debates acerca de temas escolhidos pelo grupo deve privilegiar técnicas visuais, como escrever as opiniões dos participantes em quadro ou cartazes.
O diálogo tem o objetivo de fazer que o educador repasse ao educando o conteúdo acumulado no decorrer dos tempos.
O processo de educação popular concretiza-se na ação reflexiva e realiza-se com e não para.
A coordenação de um grupo deve atuar com espírito de autoridade.
As transformações próprias da adolescência são decorrentes de um processo evolutivo unicamente orgânico.
É obrigação da entidade de atendimento ao idoso comunicar ao Ministério Público, para as providências cabíveis, a situação de abandono moral ou material por parte dos familiares.
prática mais constante de exercícios físicos.