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Q3534794 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

Se o vocábulo “bonecas” fosse passado ao singular, quantas outras alterações seriam necessárias no trecho abaixo para fins de concordância?



“bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiperrealistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.”



Alterantivas:

Alternativas
Q3534793 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A reportagem da CNN Brasil acima trata de um fenômeno cultural que ganhou espaço nas discussões nos últimos tempos. A respeito deste assunto e da maneira como o texto o aborda, assinale a alternativa que apresente ponto de vista NÃO defendido na reportagem:

Alternativas
Q3532549 Serviço Social
A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) se fundamenta em princípios democráticos que norteiam sua execução, assegurando direitos e proteção social aos cidadãos. Considerando os princípios da PNAS, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3532548 Serviço Social
O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) é o conjunto ordenado de princípios, regras e critérios que norteiam a execução das medidas socioeducativas em todo o território nacional. No âmbito do SINASE, compete à União:
I. Garantir a publicidade de informações sobre repasses de recursos aos gestores estaduais, distrital e municipais, para financiamento de programas de atendimento socioeducativo.
II. Financiar, com os demais entes federados, a execução de programas e serviços do SINASE.
III. Contribuir para a qualificação e ação em rede dos Sistemas de Atendimento Socioeducativo.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3532547 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu Artigo 54, estabelece deveres fundamentais do Estado, visando à proteção integral de crianças e adolescentes. Dentre esses deveres, estão:
I. Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
II. Oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador.
III. Atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3532546 Serviço Social
A Lei Maria da Penha define os contextos em que se configura a violência doméstica e familiar contra a mulher, destacando que essa violência decorre da ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause:
I. Morte e/ou Lesão.
II. Sofrimento físico, sexual ou psicológico.
III. Dano moral ou patrimonial.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3532545 Serviço Social
Sistema Único de Assistência Social (SUAS) fundamenta-se na articulação federativa, distribuindo competências e responsabilidades entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Considerando o que dispõe o artigo 8º da NOB/SUAS, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3532544 Serviço Social
O Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad) se fundamenta em princípios que refletem a proteção dos direitos humanos, a responsabilidade social e a articulação institucional. Diante do exposto, são princípios do SISNAD, EXCETO:
Alternativas
Q3532543 Serviço Social
As entidades e organizações de assistência social desempenham papel fundamental na execução das ações socioassistenciais. Contudo, as ações de assistência social, no âmbito das entidades e organizações de assistência social, devem observar as normas expedidas pelo:
Alternativas
Q3532542 Serviço Social
No que diz respeito às disposições gerais do Código de Ética do Assistente Social, analise a afirmativa a seguir:
"É responsabilidade de um órgão específico, enquanto Tribunal Superior de Ética Profissional, firmar jurisprudência na aplicação do Código de Ética e em casos omissos."
Dentre as alternativas citadas a seguir, assinale a alternativa que corresponde ao órgão desempenha essa função.
Alternativas
Q3532535 Ciência Política
Criado em 1991 pelo Tratado de Assunção, o Mercado Comum do Sul (Mercosul) consolidou-se como um dos principais blocos econômicos e políticos da América Latina. O Brasil, membro fundador, tem desempenhado papel central na condução das decisões do bloco, defendendo a integração regional como instrumento de fortalecimento econômico, estabilidade democrática e projeção internacional. Ao longo das últimas décadas, o país tem promovido iniciativas voltadas à ampliação da agenda do Mercosul, incluindo temas como infraestrutura, educação, mobilidade acadêmica e política externa coordenada. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3532514 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.


Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.


A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.


Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.


Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma. 


O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/

Pode-se inferir do texto que, ao contrário de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus se caracteriza por ser:
Alternativas
Q3532513 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.


Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.


A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.


Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.


Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma. 


O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/

Pode-se inferir do texto que um dos diferenciais técnicos do Thanus é sua capacidade de executar tarefas sem depender de(da):
Alternativas
Q3532512 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.


Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.


A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.


Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.


Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma. 


O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milhoes-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/

Pode-se interpretar do texto que o recurso Agent Builder do Thanus permite que qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, crie assistentes personalizados capazes de:
Alternativas
Q3527341 Serviço Social
A acolhida é uma ação essencial do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), pois é quando ocorre o início do(a):
Alternativas
Q3527340 Serviço Social
Em relação ao controle social, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3527339 Serviço Social

Em relação às medidas socioeducativas, no que se refere à sua aplicação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) É fundamental garantir o afastamento do adolescente de sua família e comunidade em quaisquer das medidas aplicadas.


( ) A medida de prestação de serviços à comunidade só poderá ser aplicada ao adolescente que não estiver estudando.


( ) São garantidos ao adolescente em cumprimento de medida socioeducativa os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Alternativas
Q3527338 Serviço Social

Sobre cidadania e políticas sociais, analisar os itens.



I. A cidadania é a forma de governo em que o poder é exercido pelo povo, por meio da participação dos cidadãos nas decisões políticas, visando resguardar direitos mínimos de qualidade de vida dos indivíduos.


II. A política social pode ser utilizada em benefício das classes dominadas e da satisfação de necessidades sociais ou em benefício das classes dominantes.


III. A política social nasce da relação dialeticamente contraditória entre classes e entre Estado e sociedade, e situa-se em uma arena de disputas de interesses.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3527337 Serviço Social
A Seguridade Social é uma importante política para a: 
Alternativas
Q3527336 Serviço Social
A Lei nº 8.742/1993, intitulada Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), dispõe sobre a organização da assistência social e institui benefícios, serviços, programas e projetos destinados ao enfrentamento da exclusão social dos segmentos mais vulnerabilizados. A respeito da organização da assistência social no Brasil, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
5981: A
5982: A
5983: B
5984: D
5985: D
5986: C
5987: D
5988: D
5989: D
5990: B
5991: A
5992: A
5993: D
5994: C
5995: B
5996: D
5997: B
5998: D
5999: B
6000: C