Foram encontradas 27.336 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Analise as seguintes afirmações sobre os atalhos de teclado no Microsoft Word 2016:
l ( ) Ctrl+B é usado para salvar o documento atual.
ll ( ) Ctrl+Z refaz a última ação do usuário.
lll ( ) Ctrl+N abre um novo documento do Word.
lV( ) Ctrl+X recorta o conteúdo para a área de transferência.
As alternativas CORRETAS são:
No programa LibreOffice Writer, vamos encontrar o seguinte botão na barra de ferramenta rápida:

A função desse botão é:
No Windows 10, é muito importante utilizar o Gerenciador de Tarefas para verificar o uso do processador, memórias e o uso do HD. É possível monitorar cada processo que está aberto no computador, conforme ilustra a figura a seguir:

Para abrir de forma rápida o gerenciador, podemos utilizar as seguintes teclas de atalho:
Considere as frases abaixo para atender o comando da questão a seguir.
I ___________ muitas pessoas à espera de um transplante.
II Hoje ______ 04 de setembro de 2018.
III A minha tia estava _________ estressada ontem.
IV Foi decretado que é _________________ a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos.
Marque a opção que completa RESPECTIVA e CORRETAMENTE as lacunas das frases anteriores, considerando a norma padrão da Língua Portuguesa.
Leia um trecho da música “Comida” para responder à questão proposta.
“[...] A gente não quer só comida,
A gente quer comida, diversão e arte.
A gente não quer só comida,
A gente quer saída pra qualquer parte. [...]”
(Arnaldo Antunes)
Todos os termos em destaque correspondem a
A mercadoria alucinógena
Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.
FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]
A mercadoria alucinógena
Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.
FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]
A mercadoria alucinógena
Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.
É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.
Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.
FONTE: BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-81. [Fragmento]
I. O Agente Administrativo deve conhecer os principais conceitos e técnicas em gestão organizacional. O conceito de ciclo PDCA, por exemplo, contempla a etapa de agir, onde são tomadas ações baseadas nos resultados das medições de desempenho. II. Ao adotar o método 5S na organização, o Agente Administrativo busca a diminuição dos desperdícios na instituição. III. Para Herzberg, os fatores motivacionais no ambiente de trabalho estão diretamente relacionados às tarefas desempenhadas por cada servidor.
Marque a alternativa CORRETA:
Em ____________ de soluções rápidas, ele parece ser o melhor. Além disso, quem _________ é profissional na área.
De acordo com o Art. 13, o Brasil possui os seguintes símbolos nacionais:
Adicione a seguir o ódio e a inveja As dez colheres cheias de burrice Mexa tudo e misture bem E não se esqueça antes de levar ao forno Temperar com essência de espírito de porco Duas xícaras de indiferença E um tablete e meio de preguiça [...] Hoje não dá, hoje não dá Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar Mas hoje não dá, hoje não dá Vou consertar a minha asa quebrada e descansar
Gostaria de não saber Destes crimes atrozes É todo dia agora E o que vamos fazer? Quero voar pra bem longe Mas hoje não dá Não sei o que pensar E nem o que dizer Só nos sobrou do amor A falta que ficou
Os anjos – Legião Urbana. Disponível em: <https://bit.ly/2oaCovb>. Acesso em: 25 ago. 2018.
As duas primeiras estrofes da música apresentada no texto II, por suas características, podem ser qualificadas como sendo do tipo
I. O acesso à informação é um direito de todos os cidadãos, garantido pela legislação vigente. Nesse contexto, a entidade pública deve garantir que a informação esteja disponível, pois a disponibilidade é a qualidade da informação que não pode ser utilizada por indivíduos.
II. O topo da pirâmide da teoria de Maslow é constituído pelas necessidades fisiológicas, exclusivamente.
III. O Agente Administrativo deve conhecer os principais conceitos da contabilidade, como o conceito de ativo circulante, o qual compreende os componentes de bens e direitos que serão realizados dentro de um exercício social.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O gerenciamento organizacional exige a utilização de ferramentas e técnicas específicas. O ciclo PDCA, por exemplo, é um método que pode ser usado para a melhoria contínua dos processos.
II. O gerenciamento de projetos pode ser aprimorado através de uma estrutura organizacional favorável. Nesse sentido, o escritório de projetos pode contribuir para o desenvolvimento organizacional, responsabilizando-se exclusivamente por coordenar a cobrança de impostos em um município.
III. O Agente Administrativo deve conhecer a legislação relacionada às compras no setor público. No que se refere ao critério de desempate em uma licitação, por exemplo, é vedada a preferência aos bens e serviços produzidos no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O princípio da legalidade na administração pública determina que o Agente Administrativo deve fazer o que está previsto na lei, nunca agindo contrário a ela.
II. Conhecer os conceitos relacionados à legislação de acesso à informação é uma atitude relevante para o profissional que atua na gestão de uma entidade pública. O conceito de informação sigilosa, por exemplo, refere-se àquela que não possui restrição de acesso público.
III. O diagrama de causa e efeito facilita a identificação dos problemas a serem solucionados e também atua como um guia que mostra a principal causa de um efeito.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A lei nº 8.666/93 institui exclusivamente normas para contratos da Administração Pública com valor superior a R$ 1 milhão.
II. No gráfico de Pareto, as alturas das colunas simbolizam o número de vezes que o item estudado aconteceu
III. No processo de licitação, a organização busca selecionar a proposta menos vantajosa para si.
Marque a alternativa CORRETA:
I.O método 5W2H serve para auxiliar a tomada de decisão sobre os principais elementos que orientarão a implementação de um plano de ação.
II. McGregor é um importante teórico no contexto do gerenciamento de recursos humanos. De acordo com a Teoria Y, desse autor, as pessoas não gostam de trabalhar.
III. O Agente Administrativo pode utilizar um organograma para representar as relações hierárquicas dentro de uma instituição, assim como a distribuição dos setores ou das unidades funcionais.
Marque a alternativa CORRETA: