Questões de Concurso Comentadas para agente administrativo

Foram encontradas 28.072 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1032254 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são sinônimas de “equipamento”:
Alternativas
Q1032253 Português

“Por fim, é interessante subdividir as tecnologias em tecnologias sociais (ligadas aos modos de organização) e tecnologias materiais (relacionadas aos processos de conversão e modos de produção). No primeiro caso, temos como exemplo as técnicas gerenciais, os modelos de organização, o desenvolvimento gerencial e os estudos de motivação. No segundo, os equipamentos e ferramentas utilizados na realização do trabalho.”

(Gonçalves, J.E.L. O impacto das novas tecnologias nas empresas prestadoras de serviços. Revista de Administração de Empresas, 34(1), 63, jan./fev. 1994)

Leia as assertivas:

I. As tecnologias sociais são divididas em tecnologias pessoais e tecnologias digitais.

II. As tecnologias são divididas em tecnologias digitais e tecnologias relacionais.

III. As técnicas gerenciais são um exemplo de tecnologias sociais.

IV. Equipamentos são um exemplo de tecnologia material.

Assinale a alternativa que se aplica quanto ao texto:

Alternativas
Q1032252 Português
“Uma organização funciona a partir da operação de dois sistemas que dependem um do outro de maneira variada. Existe um sistema técnico, formado pelas técnicas, ferramentas e métodos utilizados para realizar cada tarefa. Existe também um sistema social, com suas necessidades, expectativas e sentimentos sobre o trabalho. Os dois sistemas são simultaneamente otimizados quando os requisitos da tecnologia e as necessidades das pessoas são atendidos conjuntamente. Assim, é possível distinguir entre tecnologia (conhecimento) e sistema técnico (combinação específica de máquinas e métodos empregados para obter um resultado desejado). Neste caso, a tecnologia seria representada por um conjunto de características específicas do sistema técnico.”
(Gonçalves, J.E.L. O impacto das novas tecnologias nas empresas prestadoras de serviços. Revista de Administração de Empresas, 34(1), 63, jan./fev. 1994)
De acordo com o texto, qual alternativa NÃO se aplica:

Alternativas
Q1032251 Português
“Para muitos autores e usuários leigos da palavra, tecnologia se refere ao conjunto particular de dispositivos, máquinas e outros aparelhos empregados na empresa para a produção de seu resultado. Uma abordagem muito diferente enxerga a tecnologia como um pacote de informações organizadas, de diversos tipos, provenientes de várias fontes, obtidos através de diversos métodos, utilizado na produção de bens. A visão mais próxima da que defendemos é a de que a tecnologia é muito mais que apenas equipamentos, máquinas e computadores.”
(Gonçalves, J.E.L. O impacto das novas tecnologias nas empresas prestadoras de serviços. Revista de Administração de Empresas, 34(1), 63, jan./fev. 1994)
Leia as assertivas a seguir: I. De acordo com o texto, usar a tecnologia no ambiente de trabalho significa otimizar o serviço. II. O conceito de tecnologia, segundo pesquisadores, não se restringe apenas ao uso de maquinário digital. III. Computadores, equipamentos e maquinário usados pelas empresas são considerados tecnologia.
Assinale a alternativa que se aplica quanto ao texto:

Alternativas
Q1026956 Português
Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1026953 Português

                                        A dor do mundo


      Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.

      A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.

      Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.

      Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?

      Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados.” As palavras sublinhadas são classificadas respectivamente:
Alternativas
Q1026952 Português

                                        A dor do mundo


      Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.

      A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.

      Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.

      Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?

      Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

“Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos os mesmos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético.” Analisando a expressão sublinhada do trecho acima é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1026530 Administração Geral
Em qualquer organização, a gerência não está ligada a trabalhadores isolados, mas sempre a grupos de trabalho, ressaltando a importância do grupo nas relações humanas. Em toda a estrutura organizacional que se mantém em funcionamento, os trabalhadores – conscientemente ou não – se associam em grupos, com deveres e rotinas, e a gerência tem sucesso na medida em que é aceita pelo grupo, sem reserva, como autoridade e líder, na gestão e na/no
Alternativas
Q1026528 Administração Pública
A formação de filas nas organizações públicas, o acúmulo de papéis nas mesas dos funcionários, a demora em certos pontos do processo, que geram atrasos e demora, apontam erros e falhas nas movimentações de trabalho, gerando reclamações e desentendimentos sobre o fluxo vagaroso e confuso que se desenvolve no interior das organizações. Esses indicadores de problemas sugerem a necessidade de um estudo que assegure a fluidez dessa movimentação e mantenha os limites da decisão dentro de princípios que não permitam a ineficiência e ineficácia de todo o processo. Esse estudo se inicia com
Alternativas
Q1026527 Ética na Administração Pública
Muitas decisões que as organizações devem tomar todos os dias são afetadas por questões éticas, como obrigações das organizações com seus funcionários, tipos de compromissos que podem ser exigidos pelas organizações, liderança, motivação, movimentação, pessoal e conduta profissional. A ideia de que os códigos de conduta evoluem e, portanto, há códigos mais evoluídos e mais atrasados, faz parte do conceito de ética. Conceitos como igualdade, respeito à pessoa e direitos humanos estão intimamente ligados à mudança evolutiva dos(das)
Alternativas
Q1026526 Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
No momento do atendimento e da comunicação com o público, o agente administrativo representa a organização de que faz parte, motivo pelo qual ele deverá conhecer toda a estrutura desta, assim como seu funcionamento, para encaminhamento às unidades competentes na busca de informações corretas. Essa atitude deve ser adotada continuamente para que se possa obter, dia a dia, a/o
Alternativas
Q1026525 Noções de Informática

Considere o fragmento de planilha, apresentado na figura abaixo, elaborado no Microsoft Office Excel 2016, versão língua portuguesa para área de trabalho no sistema operacional Windows 10, na sua configuração padrão.

          Imagem associada para resolução da questão














Ao ser aplicada à célula A6 a fórmula

=CONT.SE(B2:B5;">=32")-CONT.SE(B2:B5;">85")

o resultado apresentado pela célula A6 será 

Alternativas
Q1026524 Noções de Informática

No Microsoft Office Word 2016, versão língua portuguesa para área de trabalho no sistema operacional Windows 10, na sua configuração padrão, o botão ilustrado Imagem associada para resolução da questão tem como função

Alternativas
Q1026523 Noções de Informática

O site de busca na Internet Google permite refinar pesquisas na Web utilizando-se símbolos em conjunto com palavras e frases. Por exemplo, um usuário, ao digitar na barra de pesquisa

informática –computação

a busca retornará os sites que apresentam

Alternativas
Q1026522 Noções de Informática

Acerca dos conceitos básicos de Internet e utilização de ferramentas de navegação, analise as seguintes afirmativas.


I. O programa de navegação Mozilla Firefox versão 67.0 (Quantum) possui recursos que notificam o usuário quando este visita um site relatado como enganoso.

II. HTML é um protocolo usado para enviar mensagens de e-mail na Internet.

III. Backbone é responsável pelo envio e recebimento dos dados entre diferentes localidades, dentro ou fora de um país.


A sequência que expressa corretamente o julgamento das afirmativas é

Alternativas
Q1026521 Noções de Informática
Para alternar aplicativos abertos, considerando atalhos de teclado com a configuração ABNT 2 no sistema operacional Windows 10, o usuário deve pressionar
Alternativas
Q1026515 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Sobre a iniciativa popular para a elaboração de leis, de acordo com a Lei Orgânica do Município de Rurópolis, é correto afirmar que a iniciativa popular poderá ser exercida pela apresentação à Câmara Municipal de projetos de lei subscritos por, no mínimo,
Alternativas
Q1026514 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
De acordo com as disposições da Lei n. 250/2007, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos servidores públicos de Rurópolis, sobre o direito de férias dos servidores, é correto afirmar que
Alternativas
Q1026513 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
De acordo com as disposições da Lei n. 250/2007, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos servidores públicos de Rurópolis, a reintegração do servidor público é
Alternativas
Q1026512 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
De acordo com as disposições da Lei n. 250/2007, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos servidores públicos de Rurópolis, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 36 (trinta e seis) meses, durante o qual serão avaliados diversos fatores, como
Alternativas
Respostas
19141: D
19142: C
19143: B
19144: D
19145: A
19146: A
19147: C
19148: B
19149: B
19150: C
19151: C
19152: C
19153: C
19154: B
19155: D
19156: A
19157: C
19158: B
19159: A
19160: D