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De acordo com o Estatuto Social do CONSISA, sobre sua estrutura básica, analisar os itens abaixo:
I. Conselho de procuradores municipais.
II. Assembleia geral.
III. Conselho fiscal.
Está(ão) CORRETO(S):
Os atalhos de teclados no Windows 10 são teclas ou combinações de teclas que permitem fazer ações que normalmente seriam feitas com o mouse. O atalho Alt + Tab possibilita ao usuário:
Nos computadores mais recentes, especialmente nos modelos mais novos, o BIOS está sendo substituído por uma tecnologia mais avançada chamada UEFI (Unified Extensible Firmware Interface). A UEFI é uma evolução do BIOS e oferece mais recursos e flexibilidade do que o antigo BIOS. Qual alternativa melhor descreve a função dessas tecnologias?
Ao trabalhar em uma planilha no Excel, um usuário deseja criar uma fórmula que some os valores das células A1, A2 e A3, mas ele quer que a referência à célula A1 seja absoluta, enquanto que as outras sejam relativas. Qual das seguintes fórmulas atenderia ao desejado?
A comunicação interna vai além do repasse de informações. Ela impacta diretamente o ambiente e o clima organizacional de forma positiva ou negativa. Considerando-se os fatores positivos da comunicação interna para as organizações, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Motivar e integrar o público interno.
( ) Desenvolver um clima organizacional favorável.
( ) Definir as normas e os objetivos da organização.
( ) Burocratizar a tomada de decisões.
A desigualdade regional no Brasil também reflete nos dados da segurança. Segundo dados recentes, em 2022, as regiões com maiores índices de registro de mortes intencionais foram:
O Brasil é um dos principais exportadores mundiais de commodities. Entre esses produtos, um se destaca como a principal commodity de exportação do país, contribuindo significativamente para sua balança comercial e economia. Qual é essa commodity?
Vírus são considerados parasitos obrigatórios, pois:
Analisando-se a regência de verbos, assinalar a alternativa CORRETA:
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está empregada de forma CORRETA:
Observando-se as normas de concordância nominal, assinalar a alternativa em que a lacuna só poderia ser completada com apenas UM dos elementos entre parênteses:
Assinalar a alternativa em que há ERRO ortográfico na palavra sublinhada:
Considerando-se as normas de concordância verbal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Dois mil reais são nada perto do que Paulo ganhou.
( ) Angústia e ansiedade prejudicava o aluno na prova.
( ) No relógio da Catedral soaram quinze badaladas.
Assinalar a alternativa em que a vírgula empregada é OBRIGATÓRIA:
Assinalar a alternativa que apresenta um tritongo:
A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.
Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.
Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.
(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
O verbo sublinhado no segmento: “[...] Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global [...]” tem a mesma transitividade que a forma verbal da alternativa:
A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.
Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.
Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.
(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
No 2º parágrafo, no trecho: “[...] Em seu lugar ficou a Igreja Católica [...]”, o termo sublinhado faz referência à palavra/expressão:
A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.
Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.
Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.
(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
De acordo com o texto, só NÃO é uma vantagem da globalização:
O conjunto de ações realizadas pelo poder público com o objetivo de preservar, por meio da aplicação de legislação específica, os bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental; e os de valor afetivo para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados. Essa totalidade é nomeada como