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Q4052559 Legislação Estadual
Um servidor técnico-administrativo da FURB, ao participar de uma comissão de revisão de procedimentos institucionais, é incumbido de verificar se determinadas práticas adotadas em Centros e Departamentos estão em conformidade com o Regimento Geral da Universidade. Entre os pontos analisados estão: as competências do Diretor de Centro em relação ao poder disciplinar; as condições para substituição do Chefe de Departamento em suas ausências; e a natureza das infrações que sujeitam discentes à pena de desligamento. O servidor precisa distinguir com precisão o que o Regimento atribui a cada órgão e agente, evitando interpretações que ampliem ou restrinjam indevidamente o texto normativo. Considere as afirmativas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O Diretor de Centro, no âmbito de suas competências, exerce o poder disciplinar dentro do Centro, podendo fiscalizar a execução do regime didático e zelar pela observância rigorosa dos horários, programas e atividades dos professores e discentes, bem como baixar atos normativos decorrentes das decisões do Conselho de Centro.
(__)O Chefe de Departamento será substituído, em suas faltas ou impedimentos eventuais, pelo professor indicado pelo Diretor de Centro dentre os integrantes do respectivo Departamento, observando-se critério de antiguidade no magistério na Instituição.
(__)São infrações puníveis com desligamento o grave desacato à autoridade universitária ou a qualquer membro dos Corpos Docente ou Técnico-Administrativo, a agressão física a docente, a servidor Técnico-Administrativo ou a qualquer discente, e a prática de ato incompatível com a dignidade universitária.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4052552 Português
Leia as sentenças a seguir e analise as expressões destacadas, atentando para o termo ao qual cada uma se refere. Em seguida, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando as classes gramaticais às expressões destacadas:
Primeira coluna: classes gramaticais
1.Adjetivo (locução)
2.Advérbio
3.Pronome indefinido
Segunda coluna: expressões
(__)Fale com os demais antes de tomar qualquer decisão.
(__)Que pessoa legal, ela acolhe demais!
(__)Como há candidatos de mais e poucas vagas, o processo de seleção será mais longo.
(__)Vírgulas de mais atrapalham a coesão textual.
(__)Fuja de pessoas que falam demais e ouvem de menos.
(__)Trouxe as demais para devolver. Não precisarei dessas fotografias.

Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4052551 Português
Imagem associada para resolução da questão
Crédito: Foto: @vinimlo / Estudantes NINJA (Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/09/26/o-censo-do-inep-sobre-o-e nsino-superior-no-brasil-e-a-encruzilhada-historica-da-juventude-diantedos-desafios-da-educacao-brasileira/. Acesso em: 18 mar. 2026.) No cartaz em destaque na imagem, há o uso correto de "por que", uma vez que ele introduz uma pergunta. Analise as sentenças a seguir e o uso dos porquês destacados:
I.Sempre me pergunto por que há tanta resistência em investir em Educação.
II.Não investia em Educação porque não queria que o povo tivesse conhecimento.
III.Peguei aquele livro na estante da livraria sem pensar, meio no automático, e comecei a ler. Nem os céus sabem por quê . Li todo e estou sem palavras para definir o que sinto.
IV.Quero saber um porque para eu não avançar nesta leitura.

Está correto o uso em:
Alternativas
Q4052549 Português
As sentenças a seguir apresentam empregos do acento grave (crase). Analise cada uma:
I.O artigo não se refere à isso, que são dados já confirmados. Ele se refere aos dados ainda em processo de coleta.
II.O plano de estudo era uma forma de resistir àquele cansaço que nos toma depois de um longo dia de trabalho.
III.Disse que tinha muito respeito pela pesquisa histórica, à que se iniciara muito antes de ele entrar na universidade.
IV.Cumpria seu papel com respeito àquilo que seus antepassados haviam construído dentro da Ciência.

Está correto o uso do acento grave em:
Alternativas
Q4052548 Português
O Censo do Inep sobre o ensino superior no Brasil e a encruzilhada histórica da juventude diante dos desafios da educação brasileira

Dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, segunda-feira (22), os dados do Censo 2024 da Educação Superior no Brasil. Um simples olhar para os resultados aponta para as profundas desigualdades ainda existentes no sistema educacional brasileiro e os desafios colocados no âmbito do debate sobre a educação superior no nosso país.

Com mais de 10 milhões de matrículas, as instituições de ensino superior no Brasil ainda seguem refletindo a necessidade de construir uma reforma universitária. As transformações do ensino superior, objetivadas nos dados divulgados pelo Inep, demonstram a persistência do caráter alienante do sistema educacional brasileiro, da concentração das matrículas na rede privada, da necessidade de qualificarmos políticas de inclusão e permanência, sobretudo, na graduação continuada e o abismo entre as universidades e construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

É certo que a expansão do ensino superior público e as políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior implementadas nos ciclos de governos democráticos e progressistas alteraram qualitativamente o perfil das universidades brasileiras — essencialmente, as universidades públicas —, com a democratização das instituições de ensino e uma crescente entrada da juventude da classe trabalhadora brasileira no ensino superior. [...]

Alguns dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior. [...] O crescimento exponencial do ensino à distância [...] é um ponto alarmante. Pela primeira vez na história, a concentração de matrículas no ensino à distância é maior do que as matrículas no ensino presencial, sendo equivalente a 50,75% do número total de matrículas no ensino superior. Mesmo com a conquista do marco regulatório do EAD, que estipula marcadores importantes no sentido de coibir o avanço desenfreado do modelo, principalmente nas instituições presenciais de ensino, os resultados do Censo demonstram que o ensino à distância tem se tornado a principal porta de entrada do ensino superior, ainda que os índices de permanência neste modelo de ensino sejam exíguos diante do número de matrículas. Além dos impactos concretos do crescimento das matrículas no Ensino à Distância (EAD), a dimensão da sociabilidade e a desumanização do ambiente de ensino e aprendizagem também devem nos preocupar, afinal, a vivência universitária é também parte  processo formativo.

Por fim, os resultados também expressam as estruturas desiguais da sociedade brasileira. Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior, mesmo com a existência de políticas públicas como o FIES, o Prouni e a Lei de Cotas. Quando olhamos para os índices de evasão, o cenário é ainda mais preocupante: do último Censo para o de 2024, a taxa de evasão subiu de 11% para 17%, decorrência de diversos fatores como a ausência de políticas robustas de assistência e permanência estudantil (nas universidades públicas e privadas), a desconexão dos currículos com a realidade das e dos estudantes, as opressões dentro e fora das universidade e, em especial, o acirramento das contradições do mundo do trabalho e da precarização da vida da classe trabalhadora, que expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior.
Diante deste cenário, temos a tarefa de formular e construir um projeto de educação a serviço da superação dos desafios do ensino superior no Brasil e conectado com as reais necessidades do povo brasileiro, no centro de um projeto de desenvolvimento. Este projeto deve passar, fundamentalmente, pelo fortalecimento e expansão da educação e das universidades públicas, pela luta pelo orçamento da educação pública e das políticas de assistência e permanência estudantil.

As contradições do ensino superior são reflexo das contradições da sociedade em que vivemos e, mais uma vez, a juventude brasileira é a mais impactada. Vivemos uma encruzilhada histórica, em que o futuro da juventude brasileira está em disputa; mas para nós, ser jovem é acessar direitos e a educação é um direito fundamental. Por isso, defendemos um projeto popular para educação, com a juventude sendo protagonista das transformações sociais!


(Camila Moraes. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/09/26/o-censo-do-inep-sobre-o-e nsino-superior-no-brasil-e-a-encruzilhada-historica-da-juventude-diantedos-desafios-da-educacao-brasileira/. Acesso em: 18 mar. 2026. Adaptado.)

Em "Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior", a concordância do verbo "conseguir" está corretamente feita. Tendo isso como referência e mobilizando seus conhecimentos, analise a concordância dos verbos destacados:
I.Naquela cidade, 75% da população ganha menos de dois salários mínimos.
II.Somente 1% dos candidatos conseguem se inscrever para as práticas esportivas.
III.Oitenta e cinco por cento dos inscritos compareceu no primeiro encontro.
IV.Um por cento venceu o medo de altura e desceu na tirolesa.

Está correta a concordância dos verbos destacados em:
Alternativas
Q4052547 Português
O Censo do Inep sobre o ensino superior no Brasil e a encruzilhada histórica da juventude diante dos desafios da educação brasileira

Dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, segunda-feira (22), os dados do Censo 2024 da Educação Superior no Brasil. Um simples olhar para os resultados aponta para as profundas desigualdades ainda existentes no sistema educacional brasileiro e os desafios colocados no âmbito do debate sobre a educação superior no nosso país.

Com mais de 10 milhões de matrículas, as instituições de ensino superior no Brasil ainda seguem refletindo a necessidade de construir uma reforma universitária. As transformações do ensino superior, objetivadas nos dados divulgados pelo Inep, demonstram a persistência do caráter alienante do sistema educacional brasileiro, da concentração das matrículas na rede privada, da necessidade de qualificarmos políticas de inclusão e permanência, sobretudo, na graduação continuada e o abismo entre as universidades e construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

É certo que a expansão do ensino superior público e as políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior implementadas nos ciclos de governos democráticos e progressistas alteraram qualitativamente o perfil das universidades brasileiras — essencialmente, as universidades públicas —, com a democratização das instituições de ensino e uma crescente entrada da juventude da classe trabalhadora brasileira no ensino superior. [...]

Alguns dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior. [...] O crescimento exponencial do ensino à distância [...] é um ponto alarmante. Pela primeira vez na história, a concentração de matrículas no ensino à distância é maior do que as matrículas no ensino presencial, sendo equivalente a 50,75% do número total de matrículas no ensino superior. Mesmo com a conquista do marco regulatório do EAD, que estipula marcadores importantes no sentido de coibir o avanço desenfreado do modelo, principalmente nas instituições presenciais de ensino, os resultados do Censo demonstram que o ensino à distância tem se tornado a principal porta de entrada do ensino superior, ainda que os índices de permanência neste modelo de ensino sejam exíguos diante do número de matrículas. Além dos impactos concretos do crescimento das matrículas no Ensino à Distância (EAD), a dimensão da sociabilidade e a desumanização do ambiente de ensino e aprendizagem também devem nos preocupar, afinal, a vivência universitária é também parte  processo formativo.

Por fim, os resultados também expressam as estruturas desiguais da sociedade brasileira. Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior, mesmo com a existência de políticas públicas como o FIES, o Prouni e a Lei de Cotas. Quando olhamos para os índices de evasão, o cenário é ainda mais preocupante: do último Censo para o de 2024, a taxa de evasão subiu de 11% para 17%, decorrência de diversos fatores como a ausência de políticas robustas de assistência e permanência estudantil (nas universidades públicas e privadas), a desconexão dos currículos com a realidade das e dos estudantes, as opressões dentro e fora das universidade e, em especial, o acirramento das contradições do mundo do trabalho e da precarização da vida da classe trabalhadora, que expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior.
Diante deste cenário, temos a tarefa de formular e construir um projeto de educação a serviço da superação dos desafios do ensino superior no Brasil e conectado com as reais necessidades do povo brasileiro, no centro de um projeto de desenvolvimento. Este projeto deve passar, fundamentalmente, pelo fortalecimento e expansão da educação e das universidades públicas, pela luta pelo orçamento da educação pública e das políticas de assistência e permanência estudantil.

As contradições do ensino superior são reflexo das contradições da sociedade em que vivemos e, mais uma vez, a juventude brasileira é a mais impactada. Vivemos uma encruzilhada histórica, em que o futuro da juventude brasileira está em disputa; mas para nós, ser jovem é acessar direitos e a educação é um direito fundamental. Por isso, defendemos um projeto popular para educação, com a juventude sendo protagonista das transformações sociais!


(Camila Moraes. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/09/26/o-censo-do-inep-sobre-o-e nsino-superior-no-brasil-e-a-encruzilhada-historica-da-juventude-diantedos-desafios-da-educacao-brasileira/. Acesso em: 18 mar. 2026. Adaptado.)

A partir da leitura atenciosa do texto, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)No primeiro parágrafo, no trecho "Um simples olhar para os resultados aponta", pode-se inferir que os problemas relacionados ao sistema educacional brasileiro, assim como os desafios, são evidentes e visíveis na realidade da sociedade brasileira.
(__)No trecho "Com mais de 10 milhões de matrículas, as instituições de ensino superior no Brasil ainda seguem refletindo a necessidade de construir uma reforma universitária", a palavra destacada possibilita ao leitor compreender, na leitura do texto, que há um atraso na atuação das instituições de ensino superior no Brasil a respeito de transformações que esse ensino demanda.
(__)Os dados do Censo 2024 possibilitam levantar inúmeros cenários da educação superior no Brasil, inclusive do ensino à distância, que apresentou grande crescimento na oferta, possibilitando que mais pessoas tenham acesso à formação superior e qualifiquem-se para o mercado de trabalho. Isso é reflexo, por si só e suficientemente, do caráter democrático da Educação no Brasil.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4052545 Português
O Censo do Inep sobre o ensino superior no Brasil e a encruzilhada histórica da juventude diante dos desafios da educação brasileira

Dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, segunda-feira (22), os dados do Censo 2024 da Educação Superior no Brasil. Um simples olhar para os resultados aponta para as profundas desigualdades ainda existentes no sistema educacional brasileiro e os desafios colocados no âmbito do debate sobre a educação superior no nosso país.

Com mais de 10 milhões de matrículas, as instituições de ensino superior no Brasil ainda seguem refletindo a necessidade de construir uma reforma universitária. As transformações do ensino superior, objetivadas nos dados divulgados pelo Inep, demonstram a persistência do caráter alienante do sistema educacional brasileiro, da concentração das matrículas na rede privada, da necessidade de qualificarmos políticas de inclusão e permanência, sobretudo, na graduação continuada e o abismo entre as universidades e construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

É certo que a expansão do ensino superior público e as políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior implementadas nos ciclos de governos democráticos e progressistas alteraram qualitativamente o perfil das universidades brasileiras — essencialmente, as universidades públicas —, com a democratização das instituições de ensino e uma crescente entrada da juventude da classe trabalhadora brasileira no ensino superior. [...]

Alguns dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior. [...] O crescimento exponencial do ensino à distância [...] é um ponto alarmante. Pela primeira vez na história, a concentração de matrículas no ensino à distância é maior do que as matrículas no ensino presencial, sendo equivalente a 50,75% do número total de matrículas no ensino superior. Mesmo com a conquista do marco regulatório do EAD, que estipula marcadores importantes no sentido de coibir o avanço desenfreado do modelo, principalmente nas instituições presenciais de ensino, os resultados do Censo demonstram que o ensino à distância tem se tornado a principal porta de entrada do ensino superior, ainda que os índices de permanência neste modelo de ensino sejam exíguos diante do número de matrículas. Além dos impactos concretos do crescimento das matrículas no Ensino à Distância (EAD), a dimensão da sociabilidade e a desumanização do ambiente de ensino e aprendizagem também devem nos preocupar, afinal, a vivência universitária é também parte  processo formativo.

Por fim, os resultados também expressam as estruturas desiguais da sociedade brasileira. Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior, mesmo com a existência de políticas públicas como o FIES, o Prouni e a Lei de Cotas. Quando olhamos para os índices de evasão, o cenário é ainda mais preocupante: do último Censo para o de 2024, a taxa de evasão subiu de 11% para 17%, decorrência de diversos fatores como a ausência de políticas robustas de assistência e permanência estudantil (nas universidades públicas e privadas), a desconexão dos currículos com a realidade das e dos estudantes, as opressões dentro e fora das universidade e, em especial, o acirramento das contradições do mundo do trabalho e da precarização da vida da classe trabalhadora, que expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior.
Diante deste cenário, temos a tarefa de formular e construir um projeto de educação a serviço da superação dos desafios do ensino superior no Brasil e conectado com as reais necessidades do povo brasileiro, no centro de um projeto de desenvolvimento. Este projeto deve passar, fundamentalmente, pelo fortalecimento e expansão da educação e das universidades públicas, pela luta pelo orçamento da educação pública e das políticas de assistência e permanência estudantil.

As contradições do ensino superior são reflexo das contradições da sociedade em que vivemos e, mais uma vez, a juventude brasileira é a mais impactada. Vivemos uma encruzilhada histórica, em que o futuro da juventude brasileira está em disputa; mas para nós, ser jovem é acessar direitos e a educação é um direito fundamental. Por isso, defendemos um projeto popular para educação, com a juventude sendo protagonista das transformações sociais!


(Camila Moraes. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/09/26/o-censo-do-inep-sobre-o-e nsino-superior-no-brasil-e-a-encruzilhada-historica-da-juventude-diantedos-desafios-da-educacao-brasileira/. Acesso em: 18 mar. 2026. Adaptado.)

Leia o excerto a seguir:
"É certo que a expansão do ensino superior público e as políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior implementadas nos ciclos de governos democráticos e progressistas alteraram qualitativamente o perfil das universidades brasileiras — essencialmente, as universidades públicas —, com a democratização das instituições de ensino e uma crescente entrada da juventude da classe trabalhadora brasileira no ensino superior."
A respeito da pontuação nesse excerto, analise as sentenças:
I.O travessão duplo foi usado para indicar uma expressão intercalada. Ele poderia ser substituído, nesse contexto, por parênteses, sem comprometer o sentido.
II.Em nenhuma situação, independente do contexto, o travessão pode ser substituído por vírgulas.
III.Após "progressistas" falta uma vírgula, conferindo mais clareza a um trecho extenso.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4052544 Português
O Censo do Inep sobre o ensino superior no Brasil e a encruzilhada histórica da juventude diante dos desafios da educação brasileira

Dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, segunda-feira (22), os dados do Censo 2024 da Educação Superior no Brasil. Um simples olhar para os resultados aponta para as profundas desigualdades ainda existentes no sistema educacional brasileiro e os desafios colocados no âmbito do debate sobre a educação superior no nosso país.

Com mais de 10 milhões de matrículas, as instituições de ensino superior no Brasil ainda seguem refletindo a necessidade de construir uma reforma universitária. As transformações do ensino superior, objetivadas nos dados divulgados pelo Inep, demonstram a persistência do caráter alienante do sistema educacional brasileiro, da concentração das matrículas na rede privada, da necessidade de qualificarmos políticas de inclusão e permanência, sobretudo, na graduação continuada e o abismo entre as universidades e construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

É certo que a expansão do ensino superior público e as políticas públicas de acesso e permanência no ensino superior implementadas nos ciclos de governos democráticos e progressistas alteraram qualitativamente o perfil das universidades brasileiras — essencialmente, as universidades públicas —, com a democratização das instituições de ensino e uma crescente entrada da juventude da classe trabalhadora brasileira no ensino superior. [...]

Alguns dados do Censo 2024 demonstram a necessidade de construirmos um olhar crítico para o atual cenário da educação superior. [...] O crescimento exponencial do ensino à distância [...] é um ponto alarmante. Pela primeira vez na história, a concentração de matrículas no ensino à distância é maior do que as matrículas no ensino presencial, sendo equivalente a 50,75% do número total de matrículas no ensino superior. Mesmo com a conquista do marco regulatório do EAD, que estipula marcadores importantes no sentido de coibir o avanço desenfreado do modelo, principalmente nas instituições presenciais de ensino, os resultados do Censo demonstram que o ensino à distância tem se tornado a principal porta de entrada do ensino superior, ainda que os índices de permanência neste modelo de ensino sejam exíguos diante do número de matrículas. Além dos impactos concretos do crescimento das matrículas no Ensino à Distância (EAD), a dimensão da sociabilidade e a desumanização do ambiente de ensino e aprendizagem também devem nos preocupar, afinal, a vivência universitária é também parte  processo formativo.

Por fim, os resultados também expressam as estruturas desiguais da sociedade brasileira. Apenas 21,5% das pessoas entre 18 e 24 anos conseguem acessar o ensino superior, mesmo com a existência de políticas públicas como o FIES, o Prouni e a Lei de Cotas. Quando olhamos para os índices de evasão, o cenário é ainda mais preocupante: do último Censo para o de 2024, a taxa de evasão subiu de 11% para 17%, decorrência de diversos fatores como a ausência de políticas robustas de assistência e permanência estudantil (nas universidades públicas e privadas), a desconexão dos currículos com a realidade das e dos estudantes, as opressões dentro e fora das universidade e, em especial, o acirramento das contradições do mundo do trabalho e da precarização da vida da classe trabalhadora, que expulsa cotidianamente milhares de jovens do ensino superior.
Diante deste cenário, temos a tarefa de formular e construir um projeto de educação a serviço da superação dos desafios do ensino superior no Brasil e conectado com as reais necessidades do povo brasileiro, no centro de um projeto de desenvolvimento. Este projeto deve passar, fundamentalmente, pelo fortalecimento e expansão da educação e das universidades públicas, pela luta pelo orçamento da educação pública e das políticas de assistência e permanência estudantil.

As contradições do ensino superior são reflexo das contradições da sociedade em que vivemos e, mais uma vez, a juventude brasileira é a mais impactada. Vivemos uma encruzilhada histórica, em que o futuro da juventude brasileira está em disputa; mas para nós, ser jovem é acessar direitos e a educação é um direito fundamental. Por isso, defendemos um projeto popular para educação, com a juventude sendo protagonista das transformações sociais!


(Camila Moraes. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/09/26/o-censo-do-inep-sobre-o-e nsino-superior-no-brasil-e-a-encruzilhada-historica-da-juventude-diantedos-desafios-da-educacao-brasileira/. Acesso em: 18 mar. 2026. Adaptado.)

A respeito da reflexão que a autora propõe sobre o ensino à distância, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Essa modalidade de ensino, de acordo com os dados do Censo 2024 da Educação Superior no Brasil, apresentou um crescimento de grande importância, ao ponto de acender um alerta.
(__)O número de matrículas no ensino à distância foi maior que o total de matrículas no ensino superior presencial, impulsionado pelo marco regulatório do EAD.
(__)Dois pontos merecem atenção: a permanência do estudante matriculado no EAD e a vivência universitária, problematizando o fato de que não basta viabilizar a entrada no ensino superior via EAD.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4032410 Eletrotécnica
O conjunto de aterramento temporário é um equipamento essencial para a segurança em intervenções em instalações desenergizadas. Sobre a composição e o uso correto deste equipamento, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4032408 Eletrotécnica
Os capacetes de segurança são classificados de acordo com o tipo de proteção que oferecem. Para um profissional de eletrotécnica que trabalha em locais com risco de choque elétrico, qual é o modelo de capacete correto e sua principal função? 
Alternativas
Q4032404 Eletrotécnica
Os dispositivos de proteção desempenham um papel fundamental em um projeto elétrico, sendo seu correto dimensionamento, de acordo com suas características específicas, uma tarefa essencial para qualquer projetista. Considere a revisão do projeto de proteção de um painel que alimenta um motor de indução e um circuito de iluminação. Nesse contexto, devem ser selecionados disjuntores termomagnéticos ou fusíveis do tipo Diazed ou NH. Com base nas características técnicas desses dispositivos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4032403 Técnicas em Laboratório
Uma das responsabilidades dos técnicos em eletrotécnica é a organização do laboratório didático. Em uma determinada situação, ao iniciar as suas funções, um técnico observa que instrumentos de medição (como multímetros e osciloscópios) estão misturados a cabos danificados e componentes de sucata nas bancadas, dificultando o fluxo das aulas práticas. Para resolver essa situação de forma sistêmica, ele decide aplicar os princípios da metodologia 5S. De acordo com essa metodologia e as boas práticas de manutenção de laboratórios, assinale a alternativa que descreve corretamente uma ação referente ao Senso de Utilização (Seiri) e ao Senso de Ordenação (Seiton).
Alternativas
Q4032402 Eletrotécnica
A NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, seção 12.4 – Dispositivos de partida, acionamento e parada, Itens 12.4.1 e 12.4.2, estabelece requisitos para os sistemas de partida e parada e os dispositivos de emergência em máquinas. Sobre os aspectos elétricos e de comando previstos nessa norma, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4032400 Engenharia Elétrica
Um motor CA no estado do Alabama, nos Estados Unidos da América (EUA), possui estator trifásico de seis polos, excitado com correntes equilibradas de 50 Hz (frequência da rede elétrica nos EUA). Qual é a velocidade angular elétrica, a velocidade angular síncrona em rad/s e a velocidade em rpm? 
Alternativas
Q4032399 Eletrotécnica
O wattímetro é um importante instrumento de medição de grandezas elétricas, muito utilizado em instalações elétricas industriais. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo:
I. O wattímetro realiza a medição da potência ativa P [W], que é o produto dos valores eficazes de tensão e corrente multiplicado pelo cosseno do ângulo de fase P=V.I.cosφ.
II. Para uma ligação correta, a bobina de corrente do wattímetro deve ser conectada em paralelo com a carga, enquanto a bobina de potencial deve ser conectada em série.
III. Caso a carga no wattímetro apresentar um fator de potência unitário, ou seja, cosφ=1, o valor lido no wattímetro será exatamente igual ao produto da leitura de um voltímetro e de um amperímetro instalados no mesmo circuito.
IV. Caso inverta-se a polaridade de apenas uma das bobinas (corrente ou potencial), o ponteiro do instrumento analógico poderá defletir em sentido contrário (abaixo de zero), indicando erro de conexão.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4032397 Eletrotécnica
De acordo com a NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, seção 10.5 – Segurança em Instalações Elétricas Desenergizadas, item 10.5.1, qual é a sequência correta das três primeiras etapas para que uma instalação seja considerada desenergizada? 
Alternativas
Q4032395 Eletrotécnica
Uma bancada didática que fornece 24 V CA necessita de reparo em seu transformador de alimentação, que está danificado. A alimentação no primário do transformador é de 220 V CA e, para o reparo, é necessário redimensionar o enrolamento do secundário, sabendo-se que o primário possui exatamente 1.100 espiras. Considerando o comportamento de um transformador ideal (sem perdas e com acoplamento magnético perfeito) e realizando arredondamentos a partir da segunda casa decimal, analise as assertivas a seguir sobre o dimensionamento do novo enrolamento:
I. A relação de transformação desse componente, definida pela razão entre a tensão do primário e a tensão do secundário, isto é, VP/VS, é de aproximadamente 9,17.
II. Para obter a tensão de saída desejada de 24 V CA no secundário, o técnico deve enrolar exatamente 120 espiras no núcleo secundário.
III. Caso o técnico opte por um número de espiras no secundário maior que o do primário, isto é, NS > NP, o dispositivo passará a atuar como um transformador elevador de tensão.
IV. Em um transformador ideal, se a tensão no secundário é reduzida em relação ao primário, a corrente disponível no secundário será proporcionalmente menor que a corrente no primário, mantendo a potência constante (PP = PS).
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4032394 Eletrotécnica
Um eletricista está finalizando a montagem de um quadro de distribuição monofásico (220 V). Para a fiação, ele dispõe de rolos de cabos nas cores preto, azul-claro e verde. De acordo com as prescrições da norma NBR 5410 sobre identificação e instalação de condutores, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta a ser adotada pelo técnico.
Alternativas
Q4032391 Eletrotécnica
Ao realizar medições de grandezas elétricas em uma bancada de laboratório sob tensão, a escolha e a configuração do multímetro são críticas. Qual procedimento atende aos requisitos de segurança para evitar acidentes e danos aos equipamentos? 
Alternativas
Q4032389 Eletricidade
O trabalho com máquinas elétricas rotativas (motores/geradores) e transformadores impõe riscos adicionais além do choque elétrico direto. De acordo com os princípios de segurança em eletrotécnica, assinale a alternativa correta sobre a prevenção de acidentes nesses equipamentos.
Alternativas
Respostas
321: C
322: B
323: A
324: C
325: B
326: D
327: C
328: E
329: A
330: A
331: B
332: B
333: E
334: E
335: C
336: B
337: D
338: A
339: C
340: C