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Q3327917 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com a Lei nº 25/1993 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, o prazo de validade dos concursos públicos será de até: 
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Q3327916 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Segundo a Lei Orgânica do Município, o processo legislativo compreende:
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Q3327915 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Conforme a Lei Orgânica do Município, são poderes do Município:
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Q3327914 Direito Constitucional
Com base na Constituição Federal, é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de:

I. Cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.
II. Incapacidade civil absoluta.
III. Condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos.

Está CORRETO o que se afirma:
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Q3327909 Direito Constitucional
O sistema de governo brasileiro que se caracteriza pela divisão de poderes entre o governo central e suas unidades federativas, com autonomia para cada um exercer suas competências, trata−se do modelo de governo:
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Q3327908 Atualidades
A empresa japonesa Oji Holdings parou de fabricar fraldas para bebês e decidiu focar no mercado para adultos. Há mais de 10 anos que a demanda por fraldas geriátricas ultrapassa a de fraldas infantis no país. Assinalar a alternativa que NÃO representa um dos motivos que levaram a esse cenário, que afeta tanto o Japão quanto outros países do leste asiático.
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Q3327893 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A palavra “irrisório”, no 3º parágrafo, dependendo do contexto, tem como possíveis sinônimos, EXCETO: 
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Q3327892 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na crônica, a preocupação com forma está acima da linguagem acessível e clara.
( ) A crônica está diretamente ligada ao cotidiano.
( ) Muitos críticos consideram a crônica um gênero menor.
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Q3327891 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A partir das ideias apresentadas no texto, é CORRETO inferir que:
Alternativas
Q3327890 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


Assinalar a alternativa que apresenta a classe das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q3310744 Direito Sanitário
Leia a seguir as Atribuições Comuns da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

I – Definição das instâncias e mecanismos de controle, avaliação e de fiscalização das ações e serviços de saúde.
II – Administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em cada ano, à saúde.
III – Organização e coordenação do sistema de informação de saúde.
IV – Elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade e parâmetros de custos que caracterizam a assistência à saúde.
V – Elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador.
VI – Participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente.
VII – Elaboração e atualização periódica do plano de saúde.
VIII – Promover a descentralização para os Municípios dos serviços e das ações de saúde.

Sobre o assunto em questão, quais das afirmativas apresentadas acima estão CORRETAS?
Alternativas
Q3310743 Saúde Pública
À Direção Municipal do SUS compete:
Alternativas
Q3310742 Direito Sanitário
A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. Estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):

I – a execução de ações: de vigilância sanitária, de vigilância epidemiológica, de saúde do trabalhador, de assistência terapêutica integral, de saúde bucal e de direção e execução da política agrícola e agrária.
II – a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico.
III – a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde.
IV – a vigilância nutricional e a orientação alimentar.
V – a colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.
VI – a formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção. 
VII – o controle e a fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde.
VIII – a fiscalização e a inspeção de alimentos, água e bebidas para consumo humano.

Observe as afirmativas apresentadas acima e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3310741 Saúde Pública
A campanha de saúde pública é uma estratégia utilizada pelo governo para promover a conscientização e a prevenção de doenças e problemas de saúde na população. Mais uma vez, a dengue ganha grande destaque e atenção. Das alternativas apresentadas a seguir, com relação à Campanha ao Combate ao Mosquito, assinale a CORRETA.
Alternativas
Q3310740 Farmácia
Armazenamento é um conjunto de procedimentos técnicos e administrativos que envolvem as atividades de Recepção/Recebimento de Medicamentos, Estocagem e Guarda de Medicamentos, Conservação de Medicamentos e Controle de Estoque. Com relação aos Procedimentos Operacionais para Estocagem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3310739 Farmácia
Leia as afirmativas apresentadas a seguir, com relação às condições de temperatura em que substâncias e medicamentos devem ser conservados, e assinale a alternativa CORRETA.


I – Em congelador: em temperatura entre -20 °C e 0 °C.
II – Em congelador: em temperatura entre -20 °C e 8 °C.
III – Em refrigerador: em temperatura entre 2 °C e 8 °C.
IV – Em refrigerador: em temperatura entre -2 °C e -8 °C.
V – Local fresco: ambiente cuja temperatura permanece entre -2 °C e 15 °C.
VI – Local fresco: ambiente cuja temperatura permanece entre 8 °C e 15 °C.
VII – Local frio: ambiente cuja temperatura não excede 8 °C.
VIII – Local frio: ambiente cuja temperatura é -8 °C.
IX – Temperatura ambiente: temperatura normalmente encontrada em um ambiente de trabalho, entre 15 °C e 30 °C.
X – Temperatura ambiente: temperatura, não pode ultrapassar 15 °C.
XI – Local quente: ambiente cuja temperatura permanece entre 30 °C e 40 °C.
XII – Calor excessivo: indica temperaturas acima de 40 °C.
Alternativas
Q3310738 Administração de Recursos Materiais
O sistema de aquisição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é de extrema importância, pois tem como objetivo suprir as unidades de saúde em quantidade, qualidade e menor custo/efetividade, visando manter a regularidade e o funcionamento do sistema. Diante disso, qual das alternativas apresentadas a seguir NÃO está em conformidade com o processo de aquisição de medicamentos. 
Alternativas
Q3310737 Farmácia
Assinale a alternativa CORRETA com relação aos Grupos de atividades desenvolvidas pela farmácia (atividades/natureza dos insumos manipulados).
Alternativas
Respostas
1481: A
1482: D
1483: D
1484: C
1485: D
1486: B
1487: C
1488: D
1489: B
1490: D
1491: A
1492: D
1493: A
1494: D
1495: C
1496: B
1497: C
1498: B
1499: B
1500: A