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Q3588910 Português
Se...

Teria acontecido. Se não fosse por sua insegurança, pela mania de duvidar de si mesmo, daria certo.

Bastava ter pedido. Simplesmente ter se arriscado. Um "não" seria o pior que te aconteceria, mas o "sim" mudaria sua vida.

Por que não tentou? Por que deixou o medo ser maior de sua vocação para a felicidade?

Quantas vezes deixamos oportunidades passarem, amores atravessarem a porta de saída, sonhos serem arquivados só porque fomos incapazes de dominar o medo.

O medo que paralisa, limita, congela as suspeitas, eterniza as dúvidas. O medo que nos diminui, desmerece, encarcera ... torna pessoas comuns (muita areia para nosso caminhão).

E um dia - tarde demais - descobrimos que tínhamos as chaves. Que muitas portas estariam abertas se tivéssemos tentado.

Bastava coragem - e não haveria um "se"...

Gosto muito do filme Divã, baseado na obra de Martha Medeiros; em especial da parte em que a personagem Mercedes pergunta ao seu analista: "E se eu lhe disser que estou com medo de ser feliz para sempre?". Porque, no final das contas, é assim que vivemos: constantemente boicotando a felicidade com preconceitos e suposições.

Cheios de "mania de perfeição", colecionamos fragilidades e distorcemos nossas possibilidades com autocrítica, remorso e culpa.

Muitas vezes preferimos prestar tributo ao sofrimento a acreditar nos dons que carregamos, na alegria que existe - ainda que camuflada - dentro de nós.

No mundo legitimado por egos inflados e distorções da verdadeira autoestima, reconhecer-se merecedor, capaz e digno é admitir-se irrestrito.

É aceitar a igualdade - a irrefutável verdade que ninguém é tão especial ou tão banal.

É entender que ninguém é "muita areia pro caminhão" de ninguém; compreende que com esforço, empenho e fé somos igualmente capazes de cruzar a linha de chegada. E então relaxar, porque finalmente aprendemos a confiar no nosso taco.

Não precisaríamos perder tanto tempo se soubéssemos que temos as chaves tanto quanto aquele nosso vizinho importante e sortudo. Porém, muitas vezes preferimos deixá-las esquecidas, negligenciadas dentro de uma gaveta abandonada à própria sorte.

Porque no fundo há o medo: de avançar e cair. De chegar e se arrepender. De evoluir e não estar pronto.

De querer e não obter.

Então nem ousamos o primeiro passo - como se o erro fosse o fim.

Mas nos esquecemos de que o erro é apenas o começo. O início.

É o que nos faz ir mais longe, além da dúvida além de nossas fragilidades ... Além de nós mesmos.

Fonte: SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022
Em: "(...) capazes de cruzar a linha de chegada.", a preposição "de" no excerto semanticamente indica:
Alternativas
Q3588909 Português
Se...

Teria acontecido. Se não fosse por sua insegurança, pela mania de duvidar de si mesmo, daria certo.

Bastava ter pedido. Simplesmente ter se arriscado. Um "não" seria o pior que te aconteceria, mas o "sim" mudaria sua vida.

Por que não tentou? Por que deixou o medo ser maior de sua vocação para a felicidade?

Quantas vezes deixamos oportunidades passarem, amores atravessarem a porta de saída, sonhos serem arquivados só porque fomos incapazes de dominar o medo.

O medo que paralisa, limita, congela as suspeitas, eterniza as dúvidas. O medo que nos diminui, desmerece, encarcera ... torna pessoas comuns (muita areia para nosso caminhão).

E um dia - tarde demais - descobrimos que tínhamos as chaves. Que muitas portas estariam abertas se tivéssemos tentado.

Bastava coragem - e não haveria um "se"...

Gosto muito do filme Divã, baseado na obra de Martha Medeiros; em especial da parte em que a personagem Mercedes pergunta ao seu analista: "E se eu lhe disser que estou com medo de ser feliz para sempre?". Porque, no final das contas, é assim que vivemos: constantemente boicotando a felicidade com preconceitos e suposições.

Cheios de "mania de perfeição", colecionamos fragilidades e distorcemos nossas possibilidades com autocrítica, remorso e culpa.

Muitas vezes preferimos prestar tributo ao sofrimento a acreditar nos dons que carregamos, na alegria que existe - ainda que camuflada - dentro de nós.

No mundo legitimado por egos inflados e distorções da verdadeira autoestima, reconhecer-se merecedor, capaz e digno é admitir-se irrestrito.

É aceitar a igualdade - a irrefutável verdade que ninguém é tão especial ou tão banal.

É entender que ninguém é "muita areia pro caminhão" de ninguém; compreende que com esforço, empenho e fé somos igualmente capazes de cruzar a linha de chegada. E então relaxar, porque finalmente aprendemos a confiar no nosso taco.

Não precisaríamos perder tanto tempo se soubéssemos que temos as chaves tanto quanto aquele nosso vizinho importante e sortudo. Porém, muitas vezes preferimos deixá-las esquecidas, negligenciadas dentro de uma gaveta abandonada à própria sorte.

Porque no fundo há o medo: de avançar e cair. De chegar e se arrepender. De evoluir e não estar pronto.

De querer e não obter.

Então nem ousamos o primeiro passo - como se o erro fosse o fim.

Mas nos esquecemos de que o erro é apenas o começo. O início.

É o que nos faz ir mais longe, além da dúvida além de nossas fragilidades ... Além de nós mesmos.

Fonte: SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022
Ao considerar que egos inflamados legitimam distorções, a autora sugere que:
Alternativas
Q3588908 Português
Se...

Teria acontecido. Se não fosse por sua insegurança, pela mania de duvidar de si mesmo, daria certo.

Bastava ter pedido. Simplesmente ter se arriscado. Um "não" seria o pior que te aconteceria, mas o "sim" mudaria sua vida.

Por que não tentou? Por que deixou o medo ser maior de sua vocação para a felicidade?

Quantas vezes deixamos oportunidades passarem, amores atravessarem a porta de saída, sonhos serem arquivados só porque fomos incapazes de dominar o medo.

O medo que paralisa, limita, congela as suspeitas, eterniza as dúvidas. O medo que nos diminui, desmerece, encarcera ... torna pessoas comuns (muita areia para nosso caminhão).

E um dia - tarde demais - descobrimos que tínhamos as chaves. Que muitas portas estariam abertas se tivéssemos tentado.

Bastava coragem - e não haveria um "se"...

Gosto muito do filme Divã, baseado na obra de Martha Medeiros; em especial da parte em que a personagem Mercedes pergunta ao seu analista: "E se eu lhe disser que estou com medo de ser feliz para sempre?". Porque, no final das contas, é assim que vivemos: constantemente boicotando a felicidade com preconceitos e suposições.

Cheios de "mania de perfeição", colecionamos fragilidades e distorcemos nossas possibilidades com autocrítica, remorso e culpa.

Muitas vezes preferimos prestar tributo ao sofrimento a acreditar nos dons que carregamos, na alegria que existe - ainda que camuflada - dentro de nós.

No mundo legitimado por egos inflados e distorções da verdadeira autoestima, reconhecer-se merecedor, capaz e digno é admitir-se irrestrito.

É aceitar a igualdade - a irrefutável verdade que ninguém é tão especial ou tão banal.

É entender que ninguém é "muita areia pro caminhão" de ninguém; compreende que com esforço, empenho e fé somos igualmente capazes de cruzar a linha de chegada. E então relaxar, porque finalmente aprendemos a confiar no nosso taco.

Não precisaríamos perder tanto tempo se soubéssemos que temos as chaves tanto quanto aquele nosso vizinho importante e sortudo. Porém, muitas vezes preferimos deixá-las esquecidas, negligenciadas dentro de uma gaveta abandonada à própria sorte.

Porque no fundo há o medo: de avançar e cair. De chegar e se arrepender. De evoluir e não estar pronto.

De querer e não obter.

Então nem ousamos o primeiro passo - como se o erro fosse o fim.

Mas nos esquecemos de que o erro é apenas o começo. O início.

É o que nos faz ir mais longe, além da dúvida além de nossas fragilidades ... Além de nós mesmos.

Fonte: SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022
Assinale a alternativa em que só há linguagem denotativa:
Alternativas
Q3580340 Administração de Recursos Materiais
No que se refere à armazenagem de materiais, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580339 Noções de Informática

No que se refere ao mouse, o dispositivo utilizado nos computadores, analise as sentenças:



I - Com o mouse o usuário manuseia o cursor (seta que aparece na tela do computador) para selecionar os objetos desejados, abrir arquivos (com duplo clique), copiar e colar textos, selecionar pastas, figuras, imagens, etc.


II - O mouse é composto normalmente por 2 botões: um esquerdo e um direito e, ao meio, uma rodinha (scroll).


III - O botão esquerdo é usado normalmente para selecionar, abrir arquivos, arrastar, marcar, posicionar o cursor, entre outras funções.


IV - O botão direito do mouse é usado, em geral, para acessar propriedades da ferramenta, ver opções de ajustes, acessar submenu com informações de edição (copiar, colar e recortar). Portanto este botão assume várias funções dependendo do momento e do local em que é acionado.


V - A Rodinha (scroll) tem a função de movimentar o cursor rapidamente na tela, seguindo o movimento que é feito com ela.



A partir da análise das sentenças, pode-se afirmar:

Alternativas
Q3580338 Noções de Informática
No que se refere aos softwares, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580337 Gestão de Pessoas
O relacionamento com as pessoas nas organizações é primordial, pois é através do trabalho dessas que os resultados são conseguidos. No que se refere ao relacionamento interpessoal, são posturas adequadas nas organizações, EXCETO: 
Alternativas
Q3580336 Arquivologia
Vários são os métodos utilizados para o arquivamento de documentos. No que se refere aos métodos numéricos, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580335 Arquivologia

O ciclo de vida dos documentos arquivísticos é tratado pela teoria das três idades, seu objetivo é classificar os estágios ou fases pelas quais passam os documentos dentro da instituição. No que se refere aos arquivos corrente, intermediária e permanente, analise as sentenças: 



I - Os arquivos correntes são assim considerados porque geralmente estão em tramitação, mas é importante enfatizar que em muitos casos, mesmo sem movimentação, os documentos podem ser assim considerados.


II - Dentre as atividades realizadas no âmbito da fase corrente, podem ser destacadas as de protocolo, arquivamento, consulta, expedição e empréstimo de documentos. 


III - Quanto aos arquivos intermediários, pode-se afirmar que eles poderão ser consultados e utilizados de modo esporádico por seus produtores, pois já cumpriram os seus principais objetivos na idade corrente junto à administração.


IV - Apesar de estarem longe dos setores organizacionais produtores, os documentos que formam os arquivos intermediários ainda pertencem a quem os produziu.


V - Os arquivos intermediário são também conhecidos como semiativos e, juntamente com os arquivos correntes, são também possuidores de valor primário.


VI - Os arquivos permanentes são aqueles que deverão ser arquivados definitivamente e que, portanto, não podem ser eliminados jamais.


VII - São classificados como permanentes, por exemplo, os documentos que revelam a origem, a constituição e a evolução da instituição, normas, regulamentos e outros que se caracterizam como históricos para a instituição.


VIII - Ao contrário das idades corrente e intermediária, os arquivos permanentes são abertos ao público, isto é, não há restrições quanto à possibilidade de pesquisa por terceiros.



Após a análise das sentenças, considerando V (Verdadeiro) e F (falso), a alternativa que representa respectivamente as sentenças é:

Alternativas
Q3580334 Arquivologia
Sobre as funções do arquivo, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580333 Redação Oficial
No que se refere a ata como documento oficial, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580332 Redação Oficial

Sobre o ato oficial Ofício, analise as sentenças:



I - Ofício é texto proveniente de uma autoridade, que consiste em uma comunicação de qualquer assunto de ordem administrativa, ou estabelecimento de uma ordem.


II - Distingue-se da carta por apresentar caráter privado e só poder ser expedido por órgão da administração privado, como uma secretaria, um ministério, uma prefeitura e outros.


III - O destinatário do ofício pode ser órgão público ou cidadão particular.


IV - O ofício é uma participação escrita em forma de carta que as autoridades das secretarias endereçam a seus subordinados.


V - Um meio de comunicação por escrito dos órgãos do serviço público, tendo caráter oficial seu conteúdo.


VI - O cabeçalho é utilizado apenas na primeira página do documento, centralizado na área determinada pela formatação.


VII - O assunto do ofício deve dar uma ideia geral do que trata o documento, de forma sucinta.


VIII - O texto do ofício tem como estrutura: a) introdução: em que é apresentado o objetivo da comunicação; b) desenvolvimento: em que o assunto é detalhado; c) conclusão: em que é afirmada a posição sobre o assunto.


IX - O fecho do ofício objetiva, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, saudar o destinatário.



Após a análise das sentenças, pode-se afirmar: 

Alternativas
Q3580331 Redação Oficial
Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. O pronome de tratamento adequado para o Presidente da República, no corpo do texto da correspondência é: 
Alternativas
Q3580330 Secretariado
Sobre a correspondência comercial, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580329 Atendimento ao Público
Entende-se que o atendimento ao público nas organizações é essencial para a prestação de serviços, sendo o atendente (servidor) o responsável pela condução adequada desses processos. São fatores essenciais ao atendimento adequado ao público, EXCETO: 
Alternativas
Q3580328 Direito Administrativo
Contrato Administrativo pode ser conceituado como o ajuste de vontades firmado entre a Administração Pública e terceiros regido por regime jurídico de direito público e submetido às modificações de interesse público, assegurados os interesses patrimoniais do contratado. Sobre as características do contrato administrativo, pode-se afirmar como INCORRETO: 
Alternativas
Q3580327 Direito Administrativo

Sobre Atos Administrativos, analise as sentenças:



I - Os atos administrativos enquadram-se na categoria dos atos jurídicos, sendo manifestações humanas, e não meros fenômenos da natureza.


II - Os atos administrativos são sempre manifestações unilaterais de vontade, pois, as bilaterais compõem os chamados contratos administrativos.


III - O que peculiariza os atos administrativos no âmbito do gênero atos jurídicos, entretanto, é o fato de serem manifestações ou declarações da administração pública, agindo nesta qualidade, ou de particulares que estejam exercendo prerrogativas públicas, por terem sido investidos em funções públicas.


IV - Por serem praticados no exercício de atribuições públicas, os atos administrativos estão sujeitos ao regime de direito público.


V - Ato administrativo é toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenha por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos, ou impor obrigações aos administrados ou a si própria.


VI - Ato administrativo pode ser definido como a declaração do Estado ou de quem o represente, que produz efeitos jurídicos imediatos, com observância da lei, sob regime jurídico de direito público e sujeita a controle pelo Poder Judiciário.


VII - Ato administrativo é uma declaração do Estado (ou de quem lhe faça as vezes - como, por exemplo, um concessionário de serviço público), no exercício de prerrogativas públicas, manifestada mediante providências jurídicas complementares da lei a título de lhe dar cumprimento, e sujeitas a controle de legitimidade por órgão jurisdicional.



Após a análise das sentenças, pode-se afirmar: 

Alternativas
Q3580326 Ética na Administração Pública
Ética é a ciência que estuda a vida do ser humano, sob o ponto de vista da qualidade da sua conduta. No que se refere às relações com empregados são condutas antiéticas, EXCETO: 
Alternativas
Q3579106 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Continuando com o seu conhecimento no Estatuto dos Servidores Municipais da comarca de Tijucas do Sul, sobre ação disciplinar, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3579105 Direito Administrativo
Com seu conhecimento no Estatuto dos Servidores Municipais da comarca de Tijucas do Sul, no tocante ao tema DAS RESPONSABILIDADES do Servidor, é correto afirmar que:  
Alternativas
Respostas
7761: B
7762: C
7763: D
7764: D
7765: D
7766: A
7767: B
7768: E
7769: A
7770: B
7771: C
7772: E
7773: D
7774: B
7775: C
7776: D
7777: A
7778: E
7779: D
7780: B