Questões de Concurso Comentadas para supervisor de ensino

Foram encontradas 1.178 questões

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Q1758278 Pedagogia
O Parecer CMESO no 01/2012, em relação à organização e ao funcionamento administrativo e pedagógico das classes hospitalares e do atendimento pedagógico domiciliar, indica que o atendimento pedagógico deverá ser orientado pelo processo de desenvolvimento e construção do conhecimento correspondentes à educação básica, exercido em ação integrada com o serviço de saúde. A oferta curricular ou didático-pedagógica deverá ser
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Q1758277 Pedagogia
O Parecer CMESO no 03/2010, que versa sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), destaca que o CRE – Centro de Referência em Educação conta com equipe multidisciplinar, que realiza atendimento
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Q1758276 Pedagogia
Mariana é uma criança com deficiência intelectual que foi matriculada no 1o ano do ensino fundamental. A mãe dela solicitou à escola que a filha tenha autonomia para realizar as atividades na escola sem a presença efetiva de um auxiliar durante o período escolar. Considerando este excerto, a LBI – Lei Brasileira de Inclusão (Lei no 13.146/2015) indica que toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. O correto a considerar, então, é
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Q1758275 Pedagogia
O Marco Referencial da Rede Pública Municipal de Sorocaba, no Capítulo Relações Humanas (Diversidade), apresenta como definição para multiculturalismo:
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Q1758274 Direitos Humanos
O Decreto no 24.392/2018, que dispõe sobre o direito ao uso e ao tratamento pelo nome social de pessoas travestis e transexuais nos registros municipais tem, em suas considerações, que
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Q1758273 Pedagogia
Amaral, in Aquino (1998), escreveu sobre as barreiras atitudinais e o preconceito. Na visão da autora, a própria construção da palavra “preconceito” indica que se trata de
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Q1758272 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Após os resultados finais das avaliações, a mãe de Plínio entrou com pedido de reconsideração, no entanto o parecer da comissão não alterou a situação de reprovação do aluno. De acordo com a Deliberação CMESO no 01/2001, mediante a decisão da escola, caberá à mãe do aluno recurso dirigido
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Q1758271 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Para a classificação sem escolarização anterior (Deliberação CMESO no 02/1999), serão necessárias algumas medidas, dentre elas, que
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Q1758270 Pedagogia
A professora Marta aplicou, ao longo do ano letivo, diversos instrumentos e métodos para avaliação da aprendizagem de seus alunos. A cada fechamento das avaliações, Marta chamava seus alunos, individualmente, e dissertava sobre os avanços e recuos do aluno, além de destacar os erros cometidos. Considerando esse excerto, para Romão (1999), realizada a avaliação da aprendizagem, as devolutivas não podem ser como a professora Marta fez, pois o correto é uma reflexão
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Q1758269 Pedagogia
De acordo com Luckesi (2018), não existe ato humano que não seja precedido de um ato avaliativo, pois ele subsidia a escolha, sendo básico para qualquer ação. Para o autor, a avaliação é um dos três atos cognitivos universais do ser humano e pode ser definida em três condições:
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Q1758268 Pedagogia
De acordo com a Resolução CNE/CEB no 4, de 13.07.2010, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, é um dos objetivos para o ensino fundamental:
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Q1758267 Pedagogia
Considere a Resolução CNE/CP no 2, de 22 de dezembro de 2017, para responder à questão 
Os educadores de uma escola de educação infantil estão estudando a BNCC e iniciaram as reflexões sobre os seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Para que sejam problematizados de maneira mais produtiva, são necessários a compreensão e o estudo de todos eles.
Pode-se afirmar que o terceiro direito refere-se a participar ativamente
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Q1758266 Pedagogia
Considere a Resolução CNE/CP no 2, de 22 de dezembro de 2017, para responder à questão 
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais. Considera- -se uma das dez competências:
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Q1758265 Pedagogia
A escola é considerada como local privilegiado para a formação continuada. A esse respeito, Cortella (2015) destaca que, além de competências e habilidades, é necessária a formação da
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Q1758264 Pedagogia
Para Libâneo (2013), há uma característica das organizações escolares de muita importância para as práticas de gestão: a cultura organizacional ou cultura da escola. O autor destaca que as escolas podem ser consideradas lugares de intercruzamento de culturas, entre elas, a cultura da escola, que, para ele, refere-se a
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Q1758263 Pedagogia
Considere a Lei no 9.394/96 (LDB), para responder à questão
Em relação à organização da educação nacional, os Municípios incumbir-se-ão de oferecer educação
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Q1758262 Pedagogia
Considere a Lei no 9.394/96 (LDB), para responder à questão
Em tempos de crises, como a da pandemia da Covid-19, em que a educação passou a se organizar de forma remota, muitas famílias ponderam retirar seus filhos da escola. No entanto, de acordo com a legislação vigente, a educação básica é obrigatória na seguinte faixa etária:
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Q1758256 Português
Leia o texto para responder a questão 
Desigualdade em tela
    A manchete de 14.05.2020 na Folha despeja água fria sobre a esperança de que a tecnologia pudesse mitigar o impacto negativo da pandemia na educação: “Menos da metade dos alunos acessa ensino on-line em São Paulo”.
    As dificuldades, decerto, não inerem ao ensino a distância como tal. Ferramentas de aulas, atividades e exercícios nas telas de TV, computador ou telefone celular representam recurso adicional que pode e deve ser empregado.
    O distanciamento forçado pelo coronavírus terá talvez o efeito paradoxal de abater algo do preconceito contra essas técnicas por uma visão tradicionalista. Têm e terão papel valioso, sobretudo como canais complementares para reforço e solução de dúvidas.
    Persiste o problema da equidade, contudo. Verdade que 96% dos domicílios brasileiros contam com aparelhos de TV, 93% com celulares e 79% com acesso à internet. Por mais que tenha progredido a penetração dos meios, contudo, ainda estamos longe da universalização que excluiria o prejuízo de alguns estudantes pela falta de acesso. 
    O governo estadual paulista, ciente de que o tráfego de dados tem custo crescente na despesa domiciliar, tornou-os gratuitos para uso do aplicativo educacional. Mesmo assim, só 1,6 milhão dos 3,5 milhões de alunos (47%) completaram acesso ao programa pelo celular pelo menos uma vez.
    Isso nem mesmo garante que tenham assistido a todas as aulas. Para cumular, há deficiência na comunicação, dado que muitos estudantes relatam não saber que aulas estão disponíveis na TV. Isso no estado mais desenvolvido do país; pior tende a ser em outros.
    Não é só questão de acesso, vê-se. No ensino convencional, há a rotina de frequência à escola e o estímulo da merenda. Sob a pandemia, existe pouco incentivo para concentrar-se na frente de uma tela, muitas vezes sem ambiente tranquilo ou adultos para supervisionar o cumprimento de atividades.
    Sairão mais prejudicados desses tempos de coronavírus aqueles jovens e crianças que, em condições normais, já carecem de suportes familiares e sociais para perseverar na educação. A tecnologia pode até agravar vetores de desigualdade e contribuir para aumentar futuras taxas de evasão.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 15.05.2020)
Em conformidade com a norma-padrão, mantendo-se a mesma regência que o verbo assistir assume na frase – Isso nem mesmo garante que tenham assistido a todas as aulas. –, o sinal indicativo da crase está adequadamente empregado em:
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Q1758255 Português
Leia o texto para responder a questão 
Desigualdade em tela
    A manchete de 14.05.2020 na Folha despeja água fria sobre a esperança de que a tecnologia pudesse mitigar o impacto negativo da pandemia na educação: “Menos da metade dos alunos acessa ensino on-line em São Paulo”.
    As dificuldades, decerto, não inerem ao ensino a distância como tal. Ferramentas de aulas, atividades e exercícios nas telas de TV, computador ou telefone celular representam recurso adicional que pode e deve ser empregado.
    O distanciamento forçado pelo coronavírus terá talvez o efeito paradoxal de abater algo do preconceito contra essas técnicas por uma visão tradicionalista. Têm e terão papel valioso, sobretudo como canais complementares para reforço e solução de dúvidas.
    Persiste o problema da equidade, contudo. Verdade que 96% dos domicílios brasileiros contam com aparelhos de TV, 93% com celulares e 79% com acesso à internet. Por mais que tenha progredido a penetração dos meios, contudo, ainda estamos longe da universalização que excluiria o prejuízo de alguns estudantes pela falta de acesso. 
    O governo estadual paulista, ciente de que o tráfego de dados tem custo crescente na despesa domiciliar, tornou-os gratuitos para uso do aplicativo educacional. Mesmo assim, só 1,6 milhão dos 3,5 milhões de alunos (47%) completaram acesso ao programa pelo celular pelo menos uma vez.
    Isso nem mesmo garante que tenham assistido a todas as aulas. Para cumular, há deficiência na comunicação, dado que muitos estudantes relatam não saber que aulas estão disponíveis na TV. Isso no estado mais desenvolvido do país; pior tende a ser em outros.
    Não é só questão de acesso, vê-se. No ensino convencional, há a rotina de frequência à escola e o estímulo da merenda. Sob a pandemia, existe pouco incentivo para concentrar-se na frente de uma tela, muitas vezes sem ambiente tranquilo ou adultos para supervisionar o cumprimento de atividades.
    Sairão mais prejudicados desses tempos de coronavírus aqueles jovens e crianças que, em condições normais, já carecem de suportes familiares e sociais para perseverar na educação. A tecnologia pode até agravar vetores de desigualdade e contribuir para aumentar futuras taxas de evasão.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 15.05.2020)
Considere as passagens do texto:
•  Persiste o problema da equidade, contudo. (4° parágrafo)
•  Não é só questão de acesso, vê-se. (7° parágrafo)
De acordo com a norma-padrão e sem alteração de sentido, as passagens estão adequadamente reescritas em:
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Q1758254 Português
Leia o texto para responder a questão 
Desigualdade em tela
    A manchete de 14.05.2020 na Folha despeja água fria sobre a esperança de que a tecnologia pudesse mitigar o impacto negativo da pandemia na educação: “Menos da metade dos alunos acessa ensino on-line em São Paulo”.
    As dificuldades, decerto, não inerem ao ensino a distância como tal. Ferramentas de aulas, atividades e exercícios nas telas de TV, computador ou telefone celular representam recurso adicional que pode e deve ser empregado.
    O distanciamento forçado pelo coronavírus terá talvez o efeito paradoxal de abater algo do preconceito contra essas técnicas por uma visão tradicionalista. Têm e terão papel valioso, sobretudo como canais complementares para reforço e solução de dúvidas.
    Persiste o problema da equidade, contudo. Verdade que 96% dos domicílios brasileiros contam com aparelhos de TV, 93% com celulares e 79% com acesso à internet. Por mais que tenha progredido a penetração dos meios, contudo, ainda estamos longe da universalização que excluiria o prejuízo de alguns estudantes pela falta de acesso. 
    O governo estadual paulista, ciente de que o tráfego de dados tem custo crescente na despesa domiciliar, tornou-os gratuitos para uso do aplicativo educacional. Mesmo assim, só 1,6 milhão dos 3,5 milhões de alunos (47%) completaram acesso ao programa pelo celular pelo menos uma vez.
    Isso nem mesmo garante que tenham assistido a todas as aulas. Para cumular, há deficiência na comunicação, dado que muitos estudantes relatam não saber que aulas estão disponíveis na TV. Isso no estado mais desenvolvido do país; pior tende a ser em outros.
    Não é só questão de acesso, vê-se. No ensino convencional, há a rotina de frequência à escola e o estímulo da merenda. Sob a pandemia, existe pouco incentivo para concentrar-se na frente de uma tela, muitas vezes sem ambiente tranquilo ou adultos para supervisionar o cumprimento de atividades.
    Sairão mais prejudicados desses tempos de coronavírus aqueles jovens e crianças que, em condições normais, já carecem de suportes familiares e sociais para perseverar na educação. A tecnologia pode até agravar vetores de desigualdade e contribuir para aumentar futuras taxas de evasão.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 15.05.2020)
Isso nem mesmo garante que tenham assistido a todas as aulas. Para cumular, há deficiência na comunicação, dado que muitos estudantes relatam não saber que aulas estão disponíveis na TV. Isso no estado mais desenvolvido do país; pior tende a ser em outros. (6° parágrafo)
O termo que pode substituir, sem alteração de sentido, a expressão “dado que” e a informação a que o pronome “Isso” se refere são, correta e respectivamente:
Alternativas
Respostas
801: C
802: B
803: A
804: E
805: B
806: C
807: D
808: A
809: B
810: E
811: C
812: D
813: B
814: E
815: A
816: D
817: C
818: A
819: E
820: B