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Q3963951 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o trecho:

“Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão.”

No trecho, as palavras “seguros”, “pedagógicas” e “diretamente” pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Alternativas
Q3963950 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o período “Situações de violência e discriminação racial, que afetam de forma desproporcional estudantes negros, comprometem o bem-estar, ampliam o estresse e fragilizam a permanência escolar.”

A oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3963949 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
No trecho “Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais”, o emprego do pronome “lo” em “tratá-lo” contribui para: 
Alternativas
Q3963948 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Analise as afirmações a seguir, à luz do texto:

I. Os dados estatísticos apresentados cumprem função argumentativa, pois dimensionam o problema do bem-estar escolar e sustentam a crítica às políticas educacionais tradicionais.
II. O texto indica que a simples inclusão do tema da saúde mental nos currículos é suficiente para produzir mudanças estruturais nas escolas públicas.
III. A referência à Política Nacional de Atenção Psicossocial e à Coalizão para Educação Integral sugere que o avanço na promoção do bem-estar escolar depende da articulação entre Estado e sociedade civil.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963947 Pedagogia
Analise as afirmações a seguir relacionadas ao tema dos pensamentos e emoções na educação escolar, tendo como referência os pressupostos da Psicologia HistóricoCultural.

I. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem considerar a relação de mútua determinação entre pensamentos e emoções.
II. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem manter as emoções dos(as) alunos(as) sob controle, uma vez que elas podem prejudicar seu desenvolvimento cognitivo.
III. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem criar afecções intelectuais positivas.
IV. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem compreender que razão e emoção operam de maneiras independentes sobre o comportamento dos(as) alunos(as).
V. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem priorizar atividades que demandem o pensamento lógico-formal.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963945 Pedagogia
A Psicologia Histórico-Cultural vem desenvolvendo vários estudos sobre a atenção e sua importância para a aprendizagem dos(as) estudantes. Assinale qual das alternativas é CORRETA à luz dessa teoria.
Alternativas
Q3963943 Pedagogia
Leia as afirmações a seguir e analise quais correspondem ao conceito de atividade de estudo de acordo com a Psicologia Histórico-Cultural.

I. A atividade de estudo é a atividade guia do desenvolvimento na idade escolar.
II. A atividade de estudo envolve o conjunto das ações realizadas cotidianamente pelas crianças fora da escola, necessárias ao cumprimento dos deveres e tarefas escolares.
III. A atividade de estudo produz uma neoformação psicológica, que é essencial para a formação do pensamento teórico.
IV. A apropriação de conhecimentos teóricos por meio da atividade de estudo exige da criança determinadas qualidades psíquicas que envolvem o controle voluntário da conduta externa e dos processos psíquicos internos.
V. A estrutura da atividade de estudo é composta pelos seguintes elementos: realização de atividades de leitura, cópia e memorização seguidos de exercícios sobre os conteúdos do material estudado.
VI. O conteúdo fundamental da atividade de estudo são os conhecimentos empíricos.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963940 Pedagogia
Alexis Leontiev desenvolveu a teoria da atividade que postula a existência de uma atividade principal, dominante ou atividade-guia em cada período do desenvolvimento humano. Leia as afirmações a seguir e analise quais estão CORRETAS de acordo com essa teoria.

I. As mudanças na atividade principal decorrem das mudanças de personalidade que ocorrem ao longo da infância, adolescência e idade adulta.
II. As mudanças da atividade principal são determinadas por mudanças no lugar que o ser humano objetivamente ocupa no sistema das relações humanas.
III. As mudanças na atividade principal são condicionadas pela maturação de processos biológicos típicos de cada idade.
IV. A transição para um novo período do desenvolvimento configura-se como salto qualitativo que resulta do acúmulo de mudanças graduais no interior de cada período estável do desenvolvimento.
V. Na transição entre períodos, a atividade dominante vai se esgotando como fonte de desenvolvimento de novas capacidades psíquicas e uma nova atividade desponta como guia na transição ao novo período.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963939 Pedagogia
 Leia as alternativas apresentadas a seguir e assinale aquela que está CORRETA de acordo com Lev Vigotsky. 
Alternativas
Q3963938 Psicologia
Leia as afirmações a seguir sobre o desenvolvimento humano e analise quais delas correspondem aos pressupostos teórico-filosóficos da Psicologia Histórico-Cultural.

I. O desenvolvimento humano é resultado da complexificação de processos evolutivos naturais.
II. O desenvolvimento humano é determinado por diferentes fatores interiores e individuais.
III. O desenvolvimento humano combina movimentos evolutivos (mudanças quantitativas) e revolucionários (mudanças qualitativas).
IV. O desenvolvimento humano radica no entrelaçamento dos processos naturais e culturais, mais precisamente, nas contradições que são geradas entre eles.
V. Ao longo do desenvolvimento ocorre a alternância entre períodos estáveis e períodos críticos. VI. O desenvolvimento humano caracteriza-se pela sucessão de fases predeterminadas, mediante o acúmulo gradual de mudanças.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963936 Pedagogia
No contexto da educação inclusiva e das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, a identificação correta das barreiras é fundamental para a promoção da participação social em igualdade de condições.
De acordo com as definições constantes no Art. 3º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), assinale a alternativa que define CORRETAMENTE o conceito de barreiras:
Alternativas
Q3963935 Pedagogia
Uma instituição de Educação Infantil está revisando seu Projeto Político Pedagógico para alinhá-lo às diretrizes legais vigentes. Durante esse processo, a equipe discute a organização dos espaços, tempos e materiais, bem como as práticas de cuidado, educação e convivência no cotidiano das crianças.
A Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, em seu Artigo 8º dispõe sobre os objetivos e as condições da proposta pedagógica da Educação Infantil. Assinale a alternativa que melhor expressa uma prática coerente com o referido artigo:
Alternativas
Q3963934 Administração Pública
Em determinada unidade escolar, após a identificação de divergências quanto às prioridades pedagógicas e à aplicação de recursos financeiros, o Conselho Escolar foi acionado para deliberar sobre o Projeto Político-Pedagógico, analisar o plano de aplicação financeira da APM e definir encaminhamentos diante de problemas recorrentes de indisciplina. Paralelamente, o Conselho também promoveu assembleias com a comunidade e acompanhou indicadores de rendimento escolar.
Com base na Deliberação CME n º 1, de 21 de novembro de 2013 que dispõe sobre a implantação de Conselhos Escolares nas unidades de ensino do Sistema Municipal de Ensino e mais especificamente no Art. 4º, que define a natureza e as funções do Conselho Escolar, assinale a alternativa que CORRETAMENTE relaciona as atribuições descritas à função deliberativa do Conselho:
Alternativas
Q3963933 Pedagogia
Em uma unidade escolar municipal de Educação Infantil, o Coordenador Pedagógico identifica que as práticas pedagógicas valorizam majoritariamente referências eurocêntricas e que situações de estigmatização de crianças negras têm ocorrido de forma velada, por meio de brincadeiras e comentários naturalizados. Diante desse contexto, o Coordenador decide intervir para alinhar o trabalho pedagógico às diretrizes educacionais vigentes.
À luz do Art. 2º, da Resolução CNE nº 1/2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a ação mais adequada do Coordenador Pedagógico da Educação Infantil é:
Alternativas
Q3963932 Pedagogia
No contexto da Educação Infantil, a Coordenadora Pedagógica identifica a necessidade de orientar professores quanto à emissão de documentos oficiais e registros internos envolvendo crianças transexuais.
Conforme o Decreto nº 55.588/2010, que dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências correlatas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3963931 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz da Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente) e especialmente do Art. 7º, que trata da escuta especializada, e em distinção ao depoimento especial, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA
Alternativas
Q3963929 Pedagogia
Com base na Resolução nº 1, de 13 de novembro de 2020, que dispõe sobre o direito de matrícula de crianças e adolescentes migrantes, refugiados, apátridas e solicitantes de refúgio no sistema público de ensino brasileiro, analise as afirmativas a seguir que tratam de procedimentos de avaliação e classificação para adequada inserção do estudante na etapa escolar:

I. Os sistemas de ensino devem aplicar procedimentos de avaliação para verificar o grau de desenvolvimento do estudante e sua adequada inserção na etapa escolar.
II. A matrícula do estudante implica sua imediata inserção no nível e etapa de ensino de acordo com a idade, devendo a classificação definitiva ocorrer até o final do ano letivo.
III. A classificação para inserção no nível e ano escolares adequados pode ocorrer por automática equivalência, quando o estudante apresentar documentação do país de origem.
IV. A classificação pode ocorrer por diferentes procedimentos, incluindo avaliação diagnóstica, reconhecimento de competências, experiências e saberes adquiridos em contextos formais e informais, nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
V. As avaliações de equivalência e classificação devem considerar a trajetória do estudante, sua língua e cultura, favorecendo o acolhimento no contexto escolar.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963928 Pedagogia
Com base nos dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que tratam do direito à educação, da proteção integral e da prevenção de violações, analise as afirmativas a seguir:

I. A criança e o adolescente têm direito à educação visando ao pleno desenvolvimento, à cidadania e à qualificação para o trabalho, sendo assegurada igualdade de condições para acesso e permanência na escola.
II. É dever do Estado assegurar o ensino fundamental obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria; bem como o atendimento educacional especializado às pessoas com deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
III. Os dirigentes de estabelecimentos de ensino devem comunicar ao Conselho Tutelar casos de evasão escolar e reiteração de faltas injustificadas, desde que esgotados os recursos escolares. IV. A obrigação de matricular crianças e adolescentes na rede regular de ensino é exclusiva do poder público, não cabendo responsabilidade aos pais ou responsáveis.
V. A prevenção de ameaças ou violações de direitos da criança e do adolescente é dever de todos, devendo o poder público promover ações articuladas e campanhas educativas, inclusive no âmbito escolar.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963927 Pedagogia
À luz da perspectiva histórico-crítica da organização do trabalho pedagógico na educação infantil no que se refere à adaptação das crianças, tal como proposto no texto “Planejamento pedagógico à luz da pedagogia histórico-crítica” (MARSIGLIA; MARTINS, 2016). Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3963926 Pedagogia
Considerando as concepções contemporâneas de avaliação da aprendizagem, especialmente aquelas fundamentadas na perspectiva histórico-crítica, analise as afirmações a seguir acerca do papel da avaliação no trabalho pedagógico e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
81: A
82: A
83: D
84: C
85: D
86: D
87: C
88: C
89: A
90: B
91: B
92: D
93: A
94: C
95: B
96: D
97: A
98: B
99: C
100: A