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Em consonância com a Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de Julho de 2010 que define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, leia e analise o fragmento abaixo completando-o:
A _______________________ é entendida como uma forma de organizar o trabalho didá tico pedagógico em que temas e eixos temáticos que são integrados à s disciplinas e às áreas ditas convencionais, de forma a estarem presentes em todas elas.
A _______________________ refere-se à dimensão didá tico-pedagógica e difere da ___________________________, que refere-se à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento. Ambas complementam-se, rejeitando a concepção de conhecimento que toma a realidade como algo estável, pronto e acabado.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do fragmento acima:
Conforme preceitua a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, em seu Art. 27 os conteúdos curriculares da educação bá sica observarão as seguintes diretrizes:
I. A difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática.
II. Consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento.
III. Orientação para o trabalho.
IV. Promoção do desporto educacional e apoio à s práticas desportivas não formais.
Estão corretas as assertivas:
Reis (2011) afirma: “Especialmente durante as duas últimas décadas, tem-se verificado uma tendência nacional e internacional para encarar a observação de aulas como um processo essencialmente de interação profissional, de caráter formativo, centrado no desenvolvimento individual e coletivo dos professores e na melhoria da qualidade do ensino e das aprendizagens”.
O autor aponta dois tipos de observação: a formal e a informal. Entre os métodos de observação informal destacam-se as visitas de curta duração à s aulas dos professores, com objetivos de motivá-los, valorizar seus sucessos, proporcionar apoio no caso de ser necessário.
Geralmente estas visitas duram de quinze a vinte minutos, e sã o seguidas por uma breve discussão sobre os aspectos observados, tais como os que seguem, afora:
Mariana assumiu o cargo de Coordenador Pedagógico e ao observar as aulas e o desempenho docente dos professores, verificou que havia extrema urgência em colocar em pauta nas reuniões de HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo) o tema “Currículo e Avaliação.” E assim ela o fez, trazendo para o debate o texto “Indagações sobre currículo: currículo e avaliação” (Fernandes e Freitas, 2007).
Após a leitura, reflexão e debate do texto, o grupo chegou à conclusão de que, ele proporcionou contribuições importantes para a prática pedagógica com exceção de:
Considere as assertivas abaixo elencadas e assinale V para a verdadeira e F para a falsa. De acordo com a Prefeitura Municipal de Itapirapuã Paulista/SP, consta como descrição sumária do cargo de Coordenador Pedagógico:
( ) Viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.
( ) Cumprir e fazer cumprir o projeto pedagógico da escola; assessorar, analisar e acompanhar o desenvolvimento da programação escolar com os professores, quanto à adequação dos conteúdos programáticos da metodologia do ensino, dos instrumentos de controle, dos objetivos da unidade, do curso e das disciplinas, visando sempre à melhoria da aprendizagem.
( ) Orientar, acompanhar e avaliar sistematicamente, com os professores o planejamento curricular executado.
( ) Ensinar e cuidar de alunos.
As assertivas são, respectivamente:
Souza (2010) em seu artigo “O coordenador pedagógico e a constituição do grupo de professores”, discorre sobre o que e como trabalhar em reuniões de formação contínua. A autora afirma: “É comum, quando propomos o estudo de um texto, perguntar ao grupo o que entenderam, o que acharam mais importante, o que não entenderam, que relações fizeram com a prática, e como resposta deparar com um silêncio absoluto. Isso porque as pessoas precisam estar seguras para expressar seus entendimentos sobre determinado assunto, caso contrário o medo de expor-se ao outro prevalece, e ninguém fala.” Esse medo vai sendo superado com a construção do vínculo, mobilizada pelo coordenador e com a pró pria compreensão do texto. Dai a necessidade de estudar o texto e fazer o levantamento dos pontos principais.
Para a autora, se assim, acontecer o silêncio, ou a simplificação excessiva dos conceitos o coordenador pedagógico deverá :
Considere as assertivas abaixo elencadas e assinale V para a verdadeira e F para a falsa, segundo Almeida (2010):
( ) O coordenador precisa conhecer e valorizar a trama das relações interpessoais nas quais ele, coordenador, e seus professores interagem.
( ) Na tarefa de coordenação pedagógica, de formação, é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades, angústias, em seu momento, enfim. Um olhar atento, sem pressa, que acolha as mudanças, as semelhanças e as diferenças; um olhar que de condições de agir antes de captar.
( ) No caso específico do coordenador pedagógico, o trato satisfatório com os relacionamentos interpessoais é condição sine qua non para o desempenho de suas atividades.
As assertivas são, respectivamente:
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, volume 1 (1997), considere o fragmento:
“Os Parâmetros Curriculares Nacionais, tanto nos objetivos educacionais que propõem quanto na conceitualização do significado das áreas de ensino e dos temas da vida social contemporânea que devem permeá-las, adotam como eixo o desenvolvimento de capacidades do aluno, processo em que os _________________________atuam não como fins em si mesmos, mas como meios para a aquisição e desenvolvimento dessas capacidades. Nesse sentido, o que se tem em vista é que o ____________ possa ser sujeito de sua própria formação, em um complexo processo interativo em que o______________ se veja como sujeito de conhecimento.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do fragmento acima:
A FELICIDADE
Vinicius de Moraes
Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim
Tristeza não tem fim Felicidade sim
A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.
A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.
Tristeza não tem fim Felicidade sim.
https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html
A FELICIDADE
Vinicius de Moraes
Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim
Tristeza não tem fim Felicidade sim
A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.
A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.
Tristeza não tem fim Felicidade sim.
https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html
Considere as assertivas abaixo elencadas, quanto à classificação morfológica dos termos sublinhados e, assinale V para a verdadeira e F para a falsa:
( ) Em: “A felicidade é como a gota”, o vocábulo “é ” é um verbo de ligação.
( ) No trecho: “E cai como uma lágrima de amor”, a palavra lágrima” é classificada como um adjetivo.
( ) Em “Mas tão delicada, também” o vocábulo tão é um advérbio.
( ) No fragmento “E é por ela ser assim tão delicada” a palavra assim é um advérbio.
( ) No trecho “Que eu sempre trato dela muito bem” a palavra “que” é uma conjunção.
As afirmativas sã o, respectivamente:
A FELICIDADE
Vinicius de Moraes
Compositor: Vinicius De Moraes E Tom Jobim
Tristeza não tem fim Felicidade sim
A felicidade é como a gota De orvalho numa pétala de flor Brilha tranquila Depois de leve oscila E cai como uma lágrima de amor.
A felicidade é uma coisa louca Mas tão delicada, também Tem flores e amores de todas as cores Tem ninhos de passarinhos Tudo de bom ela tem E é por ela ser assim tão delicada Que eu sempre trato dela muito bem.
Tristeza não tem fim Felicidade sim.
https://www.vagalume.com.br/vinicius-de-moraes/afelicidade.html
I - localização;
II - construção;
III - ampliação;
IV - modificação
Dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente os itens
I. Universalizar o Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 06 a 14 anos e garantir que, pelo menos, 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência do PEE-BA.
II. Universalizar o atendimento pré-escolar para as crianças de 04 a 05 anos de idade, por meio de criação da rede escolar estadual de educação infantil, nos termos da Emenda Constitucional Federal no 59, de 11 de novembro de 2009, e estimular a ampliação da oferta de Educação à Distância no Ensino Médio.
III. Expandir gradativamente o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência do PEE-BA, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.
IV. Mobilizar esforços para alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do Ensino Fundamental e priorizar a reclassificação desde o primeiro ano como medida preventiva ao insucesso escolar.
Está correto o que se afirma APENAS em
Acabara de fechar a mala azul-marinho, mala pequena para as roupas. Agora era a vez da outra, menor ainda, couro gasto onde carregava seus livros toda vez que saía d férias. Tinha muita gente que achava aquela menina muito inteligente e o motivo era um só: era uma menina devoradora de livros. Às vezes, é claro, a irmã mais velha encontrava a menina debulhando-se em lagrimas, grossas lagrimas, o livro aberto, O personagem esperando a emoção passar, e a irmã esperando que ela fechasse o livro tão incomodativo. Mas um segundo só, e quem a espiasse veria e ouviria as gargalhadas ruidosas, sonoras, o livro ao lado, o personagem esperando passar o ataque de riso, e a pessoa que espiava, esperando que Deus olhasse pela cabecinha daquela menina devoradora de livros. Lia com paixão e com uma incrível entrega, porque além de ser uma senhora devoradora de livros, ela fazia os deveres da escola e ninguém tinha do que se queixar. Às vezes saía de casa para a escola como se andasse sobre a neve, o gorro na cabeça, mãos metidas em luvas. Mas a temperatura era 35º e era verão nas terras brasileiras. Ah, era só a menina dentro do personagem recém-conhecido e da história recém-lida, passada numa cidade européia cheia de neve. Outras vezes o personagem permanecia, ficava até a hora do recreio, até ser trocado por um sanduíche de queijo quentinho, derretendo. Mas na maior parte das vezes ela ia Evinha da escola, falas do personagem entremeando as suas, exclamações e gestos que não eram dela e que ninguém sabia, porque era mesmo uma coisa muito de dentro e muito mágica, coisa de leitor e personagem, coisa não muito simples de explicar. Uma noite, jantar à mesa servido, a conversa rolava sobre política e as eleições que viriam. Mãe e pai envolvidos nas últimas declarações do candidato de oposição, a voz da mãe sobressaindo, clara, inquieta, imaginando acontecimentos borbulhantes para o final de semana. De repente, alguém notou a menina de olhos perdidos, o prato limpo e vazio, e a resposta veio clara quando perguntaram por que não se servia de frango. - Espero por Richard, não percebem? Naquela cidade de joões, e pedros, e antônios e paulos e Carlinhos e aninhas, Richard entrou de repente esperando pela menina apenas, que o deixara há pouco entre páginas de um livro azul com ilustrações sombreadas. Jantou sozinha naquela noite, Richard não sentiu o sabor do frango, mas ela sentiu um estranho sabor que ninguém poderia sentir. Ela encheu a sala de jantar de Richard, e não importava que ele não tivesse descido as escadas, não tivesse deixado a cabana perto de Montana e estivesse, aquela hora, acendendo a lareira para se aquecer, pensando nela, quem sabe? Às vezes o pai a olhava com extrema atenção. A mãe não ligava muito, achava que era como ela mesma tinha sido, um pouco apaixonada demais por personagens complicado-se histórias e romances. Por esse motivo, falar na arrumação da ala de couro marrom é patê muito importante nesta história porque, ao subir no trem para saltar nas férias, ia na mão esquerda a mala com roupas. Na mão direita, a mala com personagens a espera dela e as cidades também, geografias se encontrando e cobrindo de veludo azul-marinho o caminho da menina. Gente que lê muito fala bonito? Criança que lê demais começa a falar difícil? Respondam, se quiserem. Eu respondo pela menina: não. Porque não eram as palavras que mudavam nem se complicavam. Mas nos olhos e nos gestos muito mais se podia ler. O que as palavras não podiam dizer, diziam os olhos, diziam as mãos. Parecia uma menina que já andava pelo mundo há mais tempo que os outros meninosde sua idade. Parecia saber o final de todas as conversas. Parecia saber o princípio de todas as histórias. Referências ... Casos contados à mesa do almoço e do jantar já sabidos, tão antigos e simples, tão conhecidos. Acostumada as tramas e aos enredos, enredava-se. Dia de aula de educação física tramava dores de cabeça violentas, dores de coluna, noites mal dormidas e o desempenho era invejável. Por isso se preparava tão cuidadosamente para as férias. Gostava do lugar, gostava da viagem de trem, gostava da companhia da mãe e das conversas que varavam a madrugada entremeada do café forte ou vinho tinto servido as visitas, aos amigos da mãe, aos seus amigos e sorvidos também por ela, que a mãe permitia, que não tinha isso de café tira sono (não faz mal, dorme mais de manhã, está de férias) ou que vinho embriaga (é fraco, é saudável, embriaga coisa nenhuma, dizia a mãe). E ela empolgava-se com essas coisas. Gostava do jeito de ser da mãe achando que as coisas podem passar suavemente se não forem empurradas, amontoadas ... Gostava da figura da mãe, da maneira simples com que encantava os amigos com histórias de acontecimentos e observações brilhantes. Gostava de vê-la assim, tão jovem, tão natural, tão ... Ter mãe daquelas, pensava, era mesmo muito confortável. Gostava de dormir com ela e, naquela semana o pai não viria, ia poder encolher-se ao lado da mãe e dormir sem precisar rezar pro anjo da guarda para protegê-la de pesadelos. Terminado o jantar, as pessoas iam chegando e, as vezes, nem dava tempo de retirar a toalha, a conversa começava, tudo puxado, cutucado pelo brilho dos olhos da mãe, pela torrente de frases bonitas (ela pelo menos achava), pela risada, pelo fascínio da voz, da maneira de acender o cigarro. Às vezes a mãe cantava e era bonito vê-la assim, olhada por todo mundo e todo mundo querendo acertar que música era aquela, quem havia gravado pela primeira vez, em que ano? Naquela noite porém, a conversa prolongou-se demais. Parecia até reunião. Do grupo inicial sobrou um rapaz magro, olhos negros e profundos que anotava coisas, perguntava outras, parecendo tímido, aprendiz. Naquela noite, passou da cadeira para o sofá e quando acordou estava agasalhada, o cobertor o travesseiro, a sala meio às escuras, ninguém ao redor da mesa, nenhuma voz, ninguém. Agarrada ao travesseiro e ao cobertor tratou de andar para o quarto. Abriu devagar a porta e o que viu foi uma cama desarrumada, homem e mulher que, sôfregos e felizes, beijavam-se, riam-se, deliravam. O corpo magro do homem reconheceu. Era o rapaz tímido, de olhos negros. E a mulher mais velha e mais bela era sua mãe. Voltou para o sofá e ali se quedou por um longo tempo. Depois dormiu. Acordou na cama, ao lado da mãe que ressonava profundamente. De tarde partiram de volta. A semana terminara. Naquela semana não leu nenhum livro, perdida em meio as conversas depois do jantar. Não abriu nenhuma página, abriu portas, sim. E como folhas de livros, estavam lá os personagens belos, saídos das páginas, ou da sala? O pai esperava na estação. E ao beijar a menina e perguntar sobre as leituras daquela semana ouviu: - Li todos os livros, todas as histórias. (Maria Lúcia Medeiros - Zeus ou a menina e os óculos, 1994, p.37-42)
No fragmento: “As vezes, é claro, a irmã mais velha encontrava a menina debulhando-se em lágrimas, grossas lágrimas/...|”, encontramos que figura de linguagem na parte sublinhada?
Analise as afirmativas a seguir sobre a escola, numa perspectiva inclusiva.
I. As práticas escolares inclusivas pressupõem um ensino diferente para todos, no qual os alunos tenham condições de aprender, de acordo com suas próprias capacidades, sem discriminações e adaptações. II. O atendimento educacional especializado (AEE) é realizado, de preferência, nas escolas comuns, na sala de recursos multifuncionais, tendo como público-alvo alunos da educação especial. III. A escola comum numa perspectiva inclusiva estimula a formação de turmas tidas como homogêneas em favor da qualidade do ensino.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Em relação ao PPP, é INCORRETO afirmar que: