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Q3699268 Direito Sanitário
Sobre a competência do SUS, tendo como base a Lei nº 8.080 e suas novas redações até os dias atuais, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3699266 Português
A questão refere-se ao texto a seguir. 

O arquivo 

    No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
    joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.
    No dia seguinte, mudou-se para um quarto mais distante do centro da cidade. Com o salário reduzido, podia pagar um aluguel menor.
    Passou a tomar duas conduções para chegar ao trabalho. No entanto, estava satisfeito. Acordava mais cedo, e isto parecia aumentar-lhe a disposição.
    Dois anos mais tarde, veio outra recompensa.
    O chefe chamou-o e lhe comunicou o segundo corte salarial.
    Desta vez, a empresa atravessava um período excelente. A redução foi um pouco maior: dezessete por cento.
    Novos sorrisos, novos agradecimentos, nova mudança.
    Agora joão acordava às cinco da manhã. Esperava três conduções. Em compensação, comia menos. Ficou mais esbelto. Sua pele tornou-se menos rosada. O contentamento aumentou.
    Prosseguiu a luta. 
    Porém, nos quatro anos seguintes, nada de extraordinário aconteceu.
  joão preocupava-se. Perdia o sono, envenenado em intrigas de colegas invejosos. Odiava-os. Torturava-se com a incompreensão do chefe. Mas não desistia. Passou a trabalhar mais duas horas diárias.
   Uma tarde, quase ao fim do expediente, foi chamado ao escritório principal.
   Respirou descompassado.
    — Seu joão. Nossa firma tem uma grande dívida com o senhor.
    joão baixou a cabeça em sinal de modéstia.
    — Sabemos de todos os seus esforços. É nosso desejo dar-lhe uma prova substancial de nosso reconhecimento.
    O coração parava.
     — Além de uma redução de dezesseis por cento em seu ordenado, resolvemos, na reunião de ontem, rebaixá-lo de posto.
    A revelação deslumbrou-o. Todos sorriam.
    — De hoje em diante, o senhor passará a auxiliar de contabilidade, com menos cinco dias de férias. Contente?
    Radiante, joão gaguejou alguma coisa ininteligível, cumprimentou a diretoria, voltou ao trabalho.
    Nesta noite, joão não pensou em nada. Dormiu pacífico, no silêncio do subúrbio.
  Mais uma vez, mudou-se. Finalmente, deixara de jantar. O almoço reduzira-se a um sanduíche. Emagrecia, sentia-se mais leve, mais ágil. Não havia necessidade de muita roupa. Eliminara certas despesas inúteis, lavadeira, pensão. 
    Chegava em casa às onze da noite, levantava-se às três da madrugada. Esfarelava-se num trem e dois ônibus para garantir meia hora de antecedência. A vida foi passando, com novos prêmios.
    Aos sessenta anos, o ordenado equivalia a dois por cento do inicial. O organismo acomodara-se à fome. Uma vez ou outra, saboreava alguma raiz das estradas. Dormia apenas quinze minutos. Não tinha mais problemas de moradia ou vestimenta. Vivia nos campos, entre árvores refrescantes, cobria-se com os farrapos de um lençol adquirido há muito tempo.
    O corpo era um monte de rugas sorridentes.
    Todos os dias, um caminhão anônimo transportava-o ao trabalho. Quando completou quarenta anos de serviço, foi convocado pela chefia: 
— Seu joão. O senhor acaba de ter seu salário eliminado. Não haverá mais férias. E sua função, a partir de amanhã, será a de limpador de nossos sanitários.
    O crânio seco comprimiu-se. Do olho amarelado, escorreu um líquido tênue. A boca tremeu, mas nada disse. Sentia-se cansado. Enfim, atingira todos os objetivos. Tentou sorrir:
    — Agradeço tudo que fizeram em meu benefício. Mas desejo requerer minha aposentadoria.
    O chefe não compreendeu:
    — Mas seu joão, logo agora que o senhor está desassalariado? Por quê? Dentro de alguns meses terá de pagar a taxa inicial para permanecer em nosso quadro. Desprezar tudo isto? Quarenta anos de convívio? O senhor ainda está forte. Que acha?
    A emoção impediu qualquer resposta.
    joão afastou-se. O lábio murcho se estendeu. A pele enrijeceu, ficou lisa. A estatura regrediu. A cabeça se fundiu ao corpo. As formas desumanizaram-se, planas, compactas. Nos lados, havia duas arestas. Tornou-se cinzento.
    joão transformou-se num arquivo de metal. 

(GIUDICE, Victor. O arquivo. In: MORICONI, Ítalo. Os cem contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2009. p. 554-561). 
I - Desta vez, a empresa atravessava um período excelente.
II - Radiante, joão [...] cumprimentou a diretoria [...].
III - Enfim, atingira todos os objetivos.
IV - A emoção impediu qualquer resposta.

A alternativa que substitui os segmentos destacados acima, de acordo com a prescrição gramatical, é: 
Alternativas
Q3699264 Português
A questão refere-se ao texto a seguir. 

O arquivo 

    No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
    joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.
    No dia seguinte, mudou-se para um quarto mais distante do centro da cidade. Com o salário reduzido, podia pagar um aluguel menor.
    Passou a tomar duas conduções para chegar ao trabalho. No entanto, estava satisfeito. Acordava mais cedo, e isto parecia aumentar-lhe a disposição.
    Dois anos mais tarde, veio outra recompensa.
    O chefe chamou-o e lhe comunicou o segundo corte salarial.
    Desta vez, a empresa atravessava um período excelente. A redução foi um pouco maior: dezessete por cento.
    Novos sorrisos, novos agradecimentos, nova mudança.
    Agora joão acordava às cinco da manhã. Esperava três conduções. Em compensação, comia menos. Ficou mais esbelto. Sua pele tornou-se menos rosada. O contentamento aumentou.
    Prosseguiu a luta. 
    Porém, nos quatro anos seguintes, nada de extraordinário aconteceu.
  joão preocupava-se. Perdia o sono, envenenado em intrigas de colegas invejosos. Odiava-os. Torturava-se com a incompreensão do chefe. Mas não desistia. Passou a trabalhar mais duas horas diárias.
   Uma tarde, quase ao fim do expediente, foi chamado ao escritório principal.
   Respirou descompassado.
    — Seu joão. Nossa firma tem uma grande dívida com o senhor.
    joão baixou a cabeça em sinal de modéstia.
    — Sabemos de todos os seus esforços. É nosso desejo dar-lhe uma prova substancial de nosso reconhecimento.
    O coração parava.
     — Além de uma redução de dezesseis por cento em seu ordenado, resolvemos, na reunião de ontem, rebaixá-lo de posto.
    A revelação deslumbrou-o. Todos sorriam.
    — De hoje em diante, o senhor passará a auxiliar de contabilidade, com menos cinco dias de férias. Contente?
    Radiante, joão gaguejou alguma coisa ininteligível, cumprimentou a diretoria, voltou ao trabalho.
    Nesta noite, joão não pensou em nada. Dormiu pacífico, no silêncio do subúrbio.
  Mais uma vez, mudou-se. Finalmente, deixara de jantar. O almoço reduzira-se a um sanduíche. Emagrecia, sentia-se mais leve, mais ágil. Não havia necessidade de muita roupa. Eliminara certas despesas inúteis, lavadeira, pensão. 
    Chegava em casa às onze da noite, levantava-se às três da madrugada. Esfarelava-se num trem e dois ônibus para garantir meia hora de antecedência. A vida foi passando, com novos prêmios.
    Aos sessenta anos, o ordenado equivalia a dois por cento do inicial. O organismo acomodara-se à fome. Uma vez ou outra, saboreava alguma raiz das estradas. Dormia apenas quinze minutos. Não tinha mais problemas de moradia ou vestimenta. Vivia nos campos, entre árvores refrescantes, cobria-se com os farrapos de um lençol adquirido há muito tempo.
    O corpo era um monte de rugas sorridentes.
    Todos os dias, um caminhão anônimo transportava-o ao trabalho. Quando completou quarenta anos de serviço, foi convocado pela chefia: 
— Seu joão. O senhor acaba de ter seu salário eliminado. Não haverá mais férias. E sua função, a partir de amanhã, será a de limpador de nossos sanitários.
    O crânio seco comprimiu-se. Do olho amarelado, escorreu um líquido tênue. A boca tremeu, mas nada disse. Sentia-se cansado. Enfim, atingira todos os objetivos. Tentou sorrir:
    — Agradeço tudo que fizeram em meu benefício. Mas desejo requerer minha aposentadoria.
    O chefe não compreendeu:
    — Mas seu joão, logo agora que o senhor está desassalariado? Por quê? Dentro de alguns meses terá de pagar a taxa inicial para permanecer em nosso quadro. Desprezar tudo isto? Quarenta anos de convívio? O senhor ainda está forte. Que acha?
    A emoção impediu qualquer resposta.
    joão afastou-se. O lábio murcho se estendeu. A pele enrijeceu, ficou lisa. A estatura regrediu. A cabeça se fundiu ao corpo. As formas desumanizaram-se, planas, compactas. Nos lados, havia duas arestas. Tornou-se cinzento.
    joão transformou-se num arquivo de metal. 

(GIUDICE, Victor. O arquivo. In: MORICONI, Ítalo. Os cem contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2009. p. 554-561). 
Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados.

O termo sublinhado acima estabelece, no contexto, um valor semântico de (1) e pode ser substituído por (2): 
Alternativas
Q3699263 Português
A questão refere-se ao texto a seguir. 

O arquivo 

    No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
    joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.
    No dia seguinte, mudou-se para um quarto mais distante do centro da cidade. Com o salário reduzido, podia pagar um aluguel menor.
    Passou a tomar duas conduções para chegar ao trabalho. No entanto, estava satisfeito. Acordava mais cedo, e isto parecia aumentar-lhe a disposição.
    Dois anos mais tarde, veio outra recompensa.
    O chefe chamou-o e lhe comunicou o segundo corte salarial.
    Desta vez, a empresa atravessava um período excelente. A redução foi um pouco maior: dezessete por cento.
    Novos sorrisos, novos agradecimentos, nova mudança.
    Agora joão acordava às cinco da manhã. Esperava três conduções. Em compensação, comia menos. Ficou mais esbelto. Sua pele tornou-se menos rosada. O contentamento aumentou.
    Prosseguiu a luta. 
    Porém, nos quatro anos seguintes, nada de extraordinário aconteceu.
  joão preocupava-se. Perdia o sono, envenenado em intrigas de colegas invejosos. Odiava-os. Torturava-se com a incompreensão do chefe. Mas não desistia. Passou a trabalhar mais duas horas diárias.
   Uma tarde, quase ao fim do expediente, foi chamado ao escritório principal.
   Respirou descompassado.
    — Seu joão. Nossa firma tem uma grande dívida com o senhor.
    joão baixou a cabeça em sinal de modéstia.
    — Sabemos de todos os seus esforços. É nosso desejo dar-lhe uma prova substancial de nosso reconhecimento.
    O coração parava.
     — Além de uma redução de dezesseis por cento em seu ordenado, resolvemos, na reunião de ontem, rebaixá-lo de posto.
    A revelação deslumbrou-o. Todos sorriam.
    — De hoje em diante, o senhor passará a auxiliar de contabilidade, com menos cinco dias de férias. Contente?
    Radiante, joão gaguejou alguma coisa ininteligível, cumprimentou a diretoria, voltou ao trabalho.
    Nesta noite, joão não pensou em nada. Dormiu pacífico, no silêncio do subúrbio.
  Mais uma vez, mudou-se. Finalmente, deixara de jantar. O almoço reduzira-se a um sanduíche. Emagrecia, sentia-se mais leve, mais ágil. Não havia necessidade de muita roupa. Eliminara certas despesas inúteis, lavadeira, pensão. 
    Chegava em casa às onze da noite, levantava-se às três da madrugada. Esfarelava-se num trem e dois ônibus para garantir meia hora de antecedência. A vida foi passando, com novos prêmios.
    Aos sessenta anos, o ordenado equivalia a dois por cento do inicial. O organismo acomodara-se à fome. Uma vez ou outra, saboreava alguma raiz das estradas. Dormia apenas quinze minutos. Não tinha mais problemas de moradia ou vestimenta. Vivia nos campos, entre árvores refrescantes, cobria-se com os farrapos de um lençol adquirido há muito tempo.
    O corpo era um monte de rugas sorridentes.
    Todos os dias, um caminhão anônimo transportava-o ao trabalho. Quando completou quarenta anos de serviço, foi convocado pela chefia: 
— Seu joão. O senhor acaba de ter seu salário eliminado. Não haverá mais férias. E sua função, a partir de amanhã, será a de limpador de nossos sanitários.
    O crânio seco comprimiu-se. Do olho amarelado, escorreu um líquido tênue. A boca tremeu, mas nada disse. Sentia-se cansado. Enfim, atingira todos os objetivos. Tentou sorrir:
    — Agradeço tudo que fizeram em meu benefício. Mas desejo requerer minha aposentadoria.
    O chefe não compreendeu:
    — Mas seu joão, logo agora que o senhor está desassalariado? Por quê? Dentro de alguns meses terá de pagar a taxa inicial para permanecer em nosso quadro. Desprezar tudo isto? Quarenta anos de convívio? O senhor ainda está forte. Que acha?
    A emoção impediu qualquer resposta.
    joão afastou-se. O lábio murcho se estendeu. A pele enrijeceu, ficou lisa. A estatura regrediu. A cabeça se fundiu ao corpo. As formas desumanizaram-se, planas, compactas. Nos lados, havia duas arestas. Tornou-se cinzento.
    joão transformou-se num arquivo de metal. 

(GIUDICE, Victor. O arquivo. In: MORICONI, Ítalo. Os cem contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2009. p. 554-561). 
Considerando o contexto, é CORRETO afirmar, segundo a prescrição gramatical: 
Alternativas
Q3699260 Português
A questão refere-se ao texto a seguir. 

O arquivo 

    No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
    joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.
    No dia seguinte, mudou-se para um quarto mais distante do centro da cidade. Com o salário reduzido, podia pagar um aluguel menor.
    Passou a tomar duas conduções para chegar ao trabalho. No entanto, estava satisfeito. Acordava mais cedo, e isto parecia aumentar-lhe a disposição.
    Dois anos mais tarde, veio outra recompensa.
    O chefe chamou-o e lhe comunicou o segundo corte salarial.
    Desta vez, a empresa atravessava um período excelente. A redução foi um pouco maior: dezessete por cento.
    Novos sorrisos, novos agradecimentos, nova mudança.
    Agora joão acordava às cinco da manhã. Esperava três conduções. Em compensação, comia menos. Ficou mais esbelto. Sua pele tornou-se menos rosada. O contentamento aumentou.
    Prosseguiu a luta. 
    Porém, nos quatro anos seguintes, nada de extraordinário aconteceu.
  joão preocupava-se. Perdia o sono, envenenado em intrigas de colegas invejosos. Odiava-os. Torturava-se com a incompreensão do chefe. Mas não desistia. Passou a trabalhar mais duas horas diárias.
   Uma tarde, quase ao fim do expediente, foi chamado ao escritório principal.
   Respirou descompassado.
    — Seu joão. Nossa firma tem uma grande dívida com o senhor.
    joão baixou a cabeça em sinal de modéstia.
    — Sabemos de todos os seus esforços. É nosso desejo dar-lhe uma prova substancial de nosso reconhecimento.
    O coração parava.
     — Além de uma redução de dezesseis por cento em seu ordenado, resolvemos, na reunião de ontem, rebaixá-lo de posto.
    A revelação deslumbrou-o. Todos sorriam.
    — De hoje em diante, o senhor passará a auxiliar de contabilidade, com menos cinco dias de férias. Contente?
    Radiante, joão gaguejou alguma coisa ininteligível, cumprimentou a diretoria, voltou ao trabalho.
    Nesta noite, joão não pensou em nada. Dormiu pacífico, no silêncio do subúrbio.
  Mais uma vez, mudou-se. Finalmente, deixara de jantar. O almoço reduzira-se a um sanduíche. Emagrecia, sentia-se mais leve, mais ágil. Não havia necessidade de muita roupa. Eliminara certas despesas inúteis, lavadeira, pensão. 
    Chegava em casa às onze da noite, levantava-se às três da madrugada. Esfarelava-se num trem e dois ônibus para garantir meia hora de antecedência. A vida foi passando, com novos prêmios.
    Aos sessenta anos, o ordenado equivalia a dois por cento do inicial. O organismo acomodara-se à fome. Uma vez ou outra, saboreava alguma raiz das estradas. Dormia apenas quinze minutos. Não tinha mais problemas de moradia ou vestimenta. Vivia nos campos, entre árvores refrescantes, cobria-se com os farrapos de um lençol adquirido há muito tempo.
    O corpo era um monte de rugas sorridentes.
    Todos os dias, um caminhão anônimo transportava-o ao trabalho. Quando completou quarenta anos de serviço, foi convocado pela chefia: 
— Seu joão. O senhor acaba de ter seu salário eliminado. Não haverá mais férias. E sua função, a partir de amanhã, será a de limpador de nossos sanitários.
    O crânio seco comprimiu-se. Do olho amarelado, escorreu um líquido tênue. A boca tremeu, mas nada disse. Sentia-se cansado. Enfim, atingira todos os objetivos. Tentou sorrir:
    — Agradeço tudo que fizeram em meu benefício. Mas desejo requerer minha aposentadoria.
    O chefe não compreendeu:
    — Mas seu joão, logo agora que o senhor está desassalariado? Por quê? Dentro de alguns meses terá de pagar a taxa inicial para permanecer em nosso quadro. Desprezar tudo isto? Quarenta anos de convívio? O senhor ainda está forte. Que acha?
    A emoção impediu qualquer resposta.
    joão afastou-se. O lábio murcho se estendeu. A pele enrijeceu, ficou lisa. A estatura regrediu. A cabeça se fundiu ao corpo. As formas desumanizaram-se, planas, compactas. Nos lados, havia duas arestas. Tornou-se cinzento.
    joão transformou-se num arquivo de metal. 

(GIUDICE, Victor. O arquivo. In: MORICONI, Ítalo. Os cem contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2009. p. 554-561). 
No texto, o protagonista 
Alternativas
Q3695543 Medicina
Os mecanismos da fisiopatologia da dispepsia funcional permanecem desconhecidos, apesar de recentemente terem sido identificados alguns fatores de sua etiopatogenia, como:
Alternativas
Q3695540 Medicina
A doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) é a doença mais comum do fígado e compreende distúrbios cardiovasculares e metabólicos, como obesidade e diabetes. Nesse perfil de paciente, com DHEM, diabetes tipo 2 e obesidade, a cirurgia bariátrica deve ser considerada no caso de: 
Alternativas
Q3695539 Medicina
O uso de metas de colesterol é recomendado pela Sociedade Brasileira de Diabetes em função de propiciar maior adesão e controle de qualidade ao tratamento. Em pessoas com diabetes e risco cardiovascular, é recomendado o uso de estatinas de alta potência com a meta de:
Alternativas
Q3694482 Medicina
O impetigo bolhoso possui etiologia exclusivamente estafilocócica com formação de vesículas que rapidamente se transformam em bolhas grandes, que sofrem processo de pustulização com localização preferencial em:
Alternativas
Q3694476 Medicina
Em adultos com diabetes tipo 2, baixo risco cardiovascular e sobrepeso, deve ser considerado o tratamento inicial para redução do(a):
Alternativas
Q3694475 Medicina
A escolha do tratamento farmacológico para um paciente com diabetes tipo 2 deve ser individualizada, considerando aspectos como estratificação do risco cardiovascular e taxa de filtração glomerular. Caso se priorize um fármaco com benefício cardiorrenal comprovado, pode-se prescrever a classe medicamentosa:
Alternativas
Q3694471 Medicina
A diarreia crônica é um sintoma variável, muito frequente na prática clínica e que apresenta diversas etiologias associadas. A partir de um relato com características de diarreia crônica secretora, uma possível causa seria por:
Alternativas
Q3694466 Português
A única frase em que o acento grave indicador de crase foi empregado em consonância com a norma-padrão da língua portuguesa é:
Alternativas
Q3694465 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar” (6º parágrafo). Nesse trecho, as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3694464 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

À luz da norma-padrão, o plural da expressão “o porta-voz” é:
Alternativas
Q3694463 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado” (5º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque é uma flexão do verbo:
Alternativas
Q3694462 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia” (5º parágrafo). Se o termo em destaque fosse substituído por “As empresas”, a reescrita da frase, à luz da norma-padrão, seria:
Alternativas
Q3694461 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário” (4º parágrafo). Nesse trecho, a relação que se estabelece entre “ofertas de vídeo” e “aumentar a receita” é de:
Alternativas
Q3694460 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo” (4º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem sentido:
Alternativas
Q3694459 Português

Leia o texto a seguir:



Gestora com participação no NYT quer aumento do uso de IA para impulsionar lucro do jornal


Crystal Tse



        Os investidores que lideraram uma campanha ativista de alto perfil no New York Times há três anos agora adquiriram uma participação na empresa de mídia por meio de uma nova gestora.


        A Fivespan Partners, firma de investimento ativista fundada no ano passado por Dylan Haggart e Sarah Coyne, construiu uma posição no Times e está pressionando a companhia a usar inteligência artificial para expandir sua base de assinantes, segundo carta a investidores da Fivespan vista pela Bloomberg. A dupla havia liderado o investimento da ValueAct Capital Management no Times antes de deixar a gestora para abrir a Fivespan.


        "A IA é um claro vento favorável para o New York Times — nosso trabalho mostra que ela pode mais do que dobrar o potencial de receita e lucro de longo prazo da companhia: acelerando o crescimento ao alcançar públicos mais amplos, convertendo mais leitores em assinantes pagantes e destravando novas e lucrativas fontes de lucro", disse a Fivespan na carta.


       De acordo com a gestora, o Times poderia usar IA para ampliar seu alcance internacional com traduções de texto e áudio de baixo custo, além de desenvolver "paywalls dinâmicos e preços otimizados". Ofertas de vídeo baratas também poderiam aumentar a receita por usuário.


        A Fivespan tem mantido conversas privadas com a companhia, segundo pessoas a par do assunto que pediram anonimato porque os detalhes não são públicos. O tamanho da participação da Fivespan não foi confirmado.


        Um porta-voz da Fivespan, com sede em San Francisco, se recusou a comentar. O Times também não respondeu de imediato a pedidos de comentário.


        Na época em que construiu sua posição no Times, a ValueAct disse que a empresa poderia ampliar as vendas digitais ao lançar de forma agressiva pacotes exclusivos para assinantes de pacotes de jogos e receitas culinárias, que acabaram se mostrando um sucesso.


        "Hoje, acreditamos que a IA representa uma oportunidade de transformação semelhante, que merece o mesmo nível de compromisso e execução", argumentou a Fivespan.


        Embora esses pacotes já respondam por mais da metade dos assinantes digitais do Times, a melhora nos lucros e no crescimento "segue subestimada", acrescentou a gestora.


        O Times teria uma "oportunidade comparável" à da Netflix e do Spotify, vistas como beneficiárias da IA e que são negociadas a preços maiores devido ao "potencial de crescimento e à dominância de mercado", segundo a Fivespan.


 Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/gestora-com-participacao no-nyt-quer-aumento-do-uso-de-ia-para-impulsionar-lucro-do-jornal.shtml. Excerto. Acesso em 28/08/2025

“A IA é um claro vento favorável para o New York Times” (3º parágrafo). Nesse trecho, a IA é comparada diretamente a um “vento”, que simboliza ajuda ou impulso. Logo, aí há o uso de uma figura de linguagem, que é a:
Alternativas
Respostas
241: C
242: A
243: C
244: D
245: C
246: C
247: B
248: A
249: C
250: B
251: D
252: A
253: C
254: B
255: C
256: B
257: B
258: A
259: D
260: A