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Ano: 2012 Banca: IMAM Órgão: Prefeitura de Lavras - MG
Q1208676 Pedagogia
Vivemos hoje em uma sociedade capitalista, com uma cultura individual determinada muitas vezes pela globalização afetando as relações culturais, posturas, valores, princípios, os quais têm refletido no âmbito familiar, escolar e social. Diante dessa diversidade, encontramos desafios para educar na atualidade. 
Partindo dessa premissa o Educador Social,
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IMAM Órgão: Prefeitura de Lavras - MG
Q1208645 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Na impossibilidade de permanência na família natural, a criança e o adolescente serão colocados sob adoção, tutela ou guarda, observadas as regras e princípios contidos nas:
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Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: FUNPAPA
Q1197567 Pedagogia
Analise as assertivas sobre os aspectos que devem conter no currículo para que a escola cumpra sua função social de educar e marque a alternativa CORRETA:
I - seleção e organização dos conteúdos de ensino;
II - organização das tarefas e participação dos alunos;
III - ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola; 
IV - clima de relações sociais, colaboração e solidariedade.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CETAP Órgão: FUNPAPA
Q1196010 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta a avaliação na perspectiva da educação inclusiva:
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Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1238115 Português
AS REDES SOCIAIS NA ELEIÇÃO
Com praticamente apenas um quarto da população brasileira na internet, não há a expectativa de que as redes sociais sejam decisivas para o resultado das eleições municipais deste ano. Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, na matéria “Redes sociais serão coadjuvantes na escolha para prefeitos”, publicada na segunda-feira passada. Entretanto, embora não sejam determinantes para a decisão do pleito, os meios digitais terão relevante papel na mobilização das militâncias partidárias, na pauta dos temas de debates e até na criação de factoides e boatos. 
Conforme divulgado pelo Ibope há pouco tempo, os usuários de internet somam atualmente 46,3 milhões de cidadãos brasileiros. Um universo ainda insuficiente para que as campanhas eleitorais consigam, em nível local, realizar sucesso semelhante ao de Obama nas eleições presidenciais norte-americanas. O mais provável é que por aqui se repitam as estratégias das eleições de 2010. Naquele ano, as redes foram utilizadas essencialmente dentro de uma perspectiva de mídia de massa. Na maior parte dos casos, Orkut, Twitter, Youtube e outras redes serviram para propagar ideias dos candidatos como se fossem rádio e televisão. Não se trabalhou as redes pensando no compartilhamento de informações e troca de experiências com os eleitores. Poucos foram os políticos que inovaram no uso das redes, gastando tempo e disposição para dialogar com o eleitorado.
Se a interação com os eleitores deve continuar limitada, o mesmo não deve ocorrer com a mobilização das militâncias. O uso das redes por esse segmento já havia sido detectada pelo cientista político da Fundação Getúlio Vargas Fernando Abrúcio no período que antecedeu as eleições de 2010. Passados dois anos de experimentações nas redes, provavelmente essa tendência deve se intensificar. A mobilização de militantes via redes tende a ampliar o alcance da mensagem dos candidatos, e, ao mesmo tempo, tornar mais eficiente as estratégias conjuntas com apoiadores de campanha. 
Só que esse “treino” de uma eleição com redes pode gerar o primeiro sujo embate cibernético eleitoral – a proliferação de factoides e boataria. E é aqui que mora o problema no uso desses meios na campanha eleitoral. Alguns grupos podem utilizar as redes para espalhar boatos e difamar candidatos. Se esse fenômeno ocorrer, o eleitor deverá tomar uma série de cuidados no uso das redes. O primeiro, e mais importante deles, será checar a veracidade das informações que receber. O segundo, não compartilhar dados de origem duvidosa, pois, ao se reproduzir factoides não comprovados, estará contribuindo para disseminar equívocos.
Por fim, vale lembrar que, se os políticos já perceberam que podem dar destino interessante às redes sociais, é possível que nas eleições deste ano os eleitores venham a ter um papel mais complexo, pautando debates e discutindo propostas. Isso aconteceu de modo um tanto incipiente em 2010, com a discussão sobre aborto, que ganhou força nas redes e emergiu para o debate presidencial. Mas, agora, com os eleitores já mais acostumados com o uso social da internet, não seria surpreendente que a atuação dos eleitores ampliasse o debate de temas relevantes para a sociedade. Se isso vai acontecer e em que nível de aprofundamento, só os próximos meses dirão. Mas seria desejável que as redes pudessem reverberar os anseios da sociedade.
Gazeta do Povo. Editorial. Publicado em 22-01-2012.
Segundo as ideias contidas no texto, assinale a correta:
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Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Matinhos - PR
Q1196896 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente está organizado em torno de cinco direitos humanos fundamentais. Quando esses direitos são violados, ficam impossibilitados o desenvolvimento e a promoção humana dos sujeitos de direito. Numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda, relacionando os direitos fundamentais às respectivas formas de violação.
1. Direito à liberdade, respeito e dignidade.            ( ) Convivência com dependentes químicos. 2. Direito à convivência familiar e comunitária.     ( ) Ausência de condições educacionais adequadas 3. Direito à vida e à saúde.                                         ( ) Dependência química 4. Direito à profissionalização e proteção no         ( ) Exploração no trabalho doméstico. trabalho. 5. Direito à educação, cultura, esporte e lazer.      ( ) Exploração Sexual.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1186941 Português
GANHEI CORAGEM
“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece”, observou Nietzsche. É o meu caso. Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo. Albert Camus, ledor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora quando a coragem chega: “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos”. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre que me calei: “O povo unido jamais será vencido”: é disso que eu tenho medo.
Em tempos passados invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o “povo” tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo... Não sei se foi bom negócio: o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de televisão que o povo prefere.
A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse, na montanha, para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os 10 mandamentos. E há a estória do profeta Oseias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras ideias. Amava a prostituição. Pulava de amante a amante enquanto o amor de Oseias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou... Passado muito tempo Oseias perambulava solitário pelo mercado de escravos... E que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oseias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: “Agora você será minha para sempre...” Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta. Mas sabia que ela não era confiável. O povo sempre preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhes contavam mentiras. As mentiras são doces. A verdade é amarga.
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos o circo era os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.
Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro O homem moral e a sociedade imoral observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se “responsáveis” por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo, tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.(...)
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói o ideal da democracia. Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado. O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. Quem decide as eleições – e a democracia – são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras. O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é o ideal democrático, que eu amo. Outra coisa são as práticas de engano pelas quais o povo é seduzido. O povo é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham. Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. Jesus Cristo foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás. Durante a Revolução Cultural na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer. (...)
O povo unido jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos... Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio, não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol (tive a desgraça de viajar por duas vezes, de avião, com um time de futebol...). Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e engolir sapos e a brincar de “boca de forno”, à semelhança do que aconteceu na China.
De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: “Caminhando e cantando e seguindo a canção...” Isso é tarefa para os artistas e educadores: O povo que amo não é uma realidade. É uma esperança.
Rubem Alves. Folha de S. Paulo, 05/05/2002, página 03 (com adaptações)
Em relação às ideias do texto, é válido afirmar que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1184230 Pedagogia
Para que o acesso e a permanência no Ensino Fundamental sejam direitos de todos, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, a Lei n.º 8.069 – Estatuto da Criança e do Adolescente – prevê:
Alternativas
Q2901054 Pedagogia

Leia a dinâmica abaixo e responda qual o objetivo dela.


A CONSTRUÇÃO DA CASA


Destinatários: Grupos de jovens iniciantes

Material: Canudos plásticos, fita adesiva, papel e caneta.

Divide-se o grupo em várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada equipe. Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta. Pede-se que a equipe construa uma casa, e o secretário deverá escrever tudo o que for dito, todo o planejamento que a equipe fizer ou falar, e não deve dar palpite na construção da casa.

Desenvolvimento:

1- O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega o material e pede que construam uma casa. Define um tempo de 15 minutos.

2- O animador chama uma pessoa de cada equipe, entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa.

3- Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas.

4- O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa.

Avaliação:

. Para que serviu esta dinâmica?

. Em que fase da construção nosso grupo está?

Alternativas
Q2901053 História e Geografia de Estados e Municípios

Sabemos que o teatro é um dos lugares onde os artistas expressam a sua arte. Na Paraíba, o palco mais antigo e, por sua vez, mais requisitado entre os profissionais da arte cênica corresponde ao teatro:

Alternativas
Q2900571 Português

O Folclore é muito forte em nosso país e principalmente em nossa região e vários temas existem para exemplificá-lo O texto abaixo é um folclore denominado:


Pedro tem o peito preto,

O peito de Pedro é preto;

Quem disser que o peito de Pedro é preto,

Tem o peito mais preto que o peito de Pedro.

Alternativas
Q2900562 Educação Artística

Sobre o ensino de Arte na escola é correto afirmar:


I. o professor pode ter seus próprios métodos;

II. para que o aluno aprenda é dispensável integrar os alunos no processo de aprendizagem;

III. o ponto de partida para o aluno entender a arte é a sua prática social.


Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):

Alternativas
Q2900558 Educação Artística

Uma grande característica da arte grega era que os seus edifícios eram construídos sobre uma base de três degraus. O degrau mais alto onde era erguido o templo era denominado de:

Alternativas
Q2900556 Pedagogia

Marque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo.


( ) A educação em Roma era servida para todos os cidadãos;

( ) Não existia democratização na educação de Roma;

( ) A educação de Roma era voltada para a formação física e moral;

( ) Dentro da educação havia o ensinamento de direitos e deveres.


A ordem correta das afirmativas é:

Alternativas
Q2900555 Pedagogia

As escolas monásticas tinham como principal objetivo:

Alternativas
Q2900551 Pedagogia

Sobre a escola e as novas tecnologias é correto afirmar:


I. que é necessário fazer a fusão destas duas para uma melhor aprendizagem dos alunos;

II. que não se deve misturar, para não desvirtuar atenção do conteúdo exposto;

III. que não há tecnologias suficientes que possam mudar as relações humanas na escola.


Estão corretos os itens:

Alternativas
Q2900546 Pedagogia

Na educação o Feedback é:

Alternativas
Q2900542 Educação Artística

Assinale a única alternativa em que não aparece o título de um quadro do artista brasileiro Di Cavalcante.

Alternativas
Q2900539 Pedagogia

As dificuldades de aprendizagem fazem com que as crianças não aprendam e muitas vezes até fiquem reprovadas no ano letivo. Quanto a este respeito, podemos afirmar que:

Alternativas
Q2900533 Conhecimentos Gerais

A imagem abaixo é do grande artista Leonardo Da Vinci, denomina Mona Lisa. Esta é uma das obras mais conhecidas do:


Imagem associada para resolução da questão

http://www.google.com.br/imgres

Alternativas
Respostas
4181: D
4182: D
4183: D
4184: D
4185: C
4186: C
4187: A
4188: C
4189: A
4190: B
4191: B
4192: D
4193: C
4194: E
4195: D
4196: A
4197: B
4198: C
4199: E
4200: B