Questões de Concurso
Comentadas para professor - matemática
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I – A tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas. II – Os recursos tecnológicos podem ser de baixa ou de alta tecnologia. III – Recursos de alta tecnologia são os adquiridos após a avaliação das necessidades do aluno, sob a indicação do professor de AEE.
I – A Educação Infantil é o início e o fundamento do processo educacional. II – A entrada na creche ou na pré-escola significa sempre a primeira separação das crianças dos seus vínculos afetivos familiares para se incorporarem a uma situação de socialização estruturada. III – Nas últimas décadas tem-se consolidado a concepção que vincula educar e punir.
I – oferta de ensino noturno regular, adequado às condições estruturais da escola. II – acesso aos níveis mais elevados do ensino, segundo a capacidade econômica de cada um. III – atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos de idade.
De acordo com o artigo 11 da LDB, os Municípios incumbir-se-ão:
I – baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.
II – autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino.
III – exercer ação redistributiva em relação às
suas escolas.
I – direito de ser respeitado por seus educadores. II – igualdade de condições para o acesso e evasão escolar. III – direito de excluir critérios avaliativos.
I – Valorizar as diversas manifestações artísticas e culturais. II – Valorizar os conhecimentos historicamente construídos. III – Exercitar a ociosidade intelectual.
I – A escola que acolhe e tira partido das diferenças busca construir coletivamente uma pedagogia que parte das diferenças dos seus alunos como impulsionadoras de novas formas de organizar o ensino. II – Os recursos pedagógicos e de acessibilidade colaboram minimamente para que pessoas com deficiência participem ativamente do processo escolar. III – Os recursos podem ser considerados ajudas, apoio e também meios utilizados para alcançar um determinado objetivo.
I – A educação inclusiva questiona a artificialidade das identidades “normais” e entende as diferenças como resultantes da multiplicidade, e não da diversidade. II – Nas escolas inclusivas, ninguém se conforma a padrões que identificam os alunos como “especiais” e “normais”. III – Nas escolas inclusivas todos se igualam pelas suas diferenças.
I – A inclusão não rompe com os paradigmas que sustentam o conservadorismo das escolas. II – A inclusão questiona a fixação de modelos ideais e a seleção dos eleitos para frequentar as escolas. III – O poder institucional tem papel fundamental na política diferenciadora de “normais” e “anormais”.
FLEMING DESCOBRE A PENICILINA
O bacteriologista Alexander Fleming
descobriu a penicilina no Hospital St, Mary’s
de Londres, e publicou seu achado em
setembro de 1929 no “British Journal of
Experimental Pathology”. Desde a década de
1920, ele havia mostrado grande interesse pelo
tratamento das infecções produzidas pelas
feridas. Em 1929, depois de voltar de férias,
percebeu que em uma pilha de placas
esquecidas antes de sua partida, onde estivera
cultivando uma bactéria – Staphylococcus
aureus”-, havia crescido também um fungo
num lugar em que havia se inibido o
crescimento da bactéria. É que esse fungo
fabricava uma substância que produzia a morte
da bactéria; como o fungo pertencia à espécie
Penicillium, Fleming nomeou a substância
produzida por ele de “penicilina”. Como pôde
provar em experimentos posteriores, na
“descoberta” de Fleming interveio uma série
de fatores para que se produzissem os
resultados que todos conhecemos: a placa não
foi colocada para incubar em estufa de 37°C –
o crescimento da bactéria teria ultrapassado o
do fungo – e, além disso, a temperatura do
laboratório não foi superior a 12°C. Parece que
houve uma onda de frio em Londres naquele
verão de 1929. A molécula de penicilina era
muito instável e, depois de muito tempo
tentando purificá-la – embora mais tarde se
tenha provado que era muito efetiva só
parcialmente purificada –, Fleming desistiu de
continuar trabalhando nisso. Foi só em 1938
que um grupo de cientistas liderados por Ernst
b. Chain e pelo professor Howard Florey na
Universidade de Oxford deu continuidade a
esses trabalhos com pesquisas posteriores. Os
ensaios clínicos efetuados com o material
parcialmente purificado tiveram um sucesso
espetacular. Naquela época, em plena Guerra
na Europa, a molécula foi levada para os
Estados Unidos, onde foi desenvolvida e
produzida em grande escala. O primeiro ensaio
clínico foi feito em janeiro de 1941 e dois anos
depois começou a produção comercial de
antibióticos nos Estados Unidos. Acabada a
Segunda Guerra Mundial, as empresas
farmacêuticas entraram na produção de penicilina de forma competitiva e começaram
a buscar outros antibióticos. Fleming havia
lhes mostrado a direção correta. Apesar dessa
grande descoberta, os antibióticos não foram
difundidos de maneira igual no planeta. Além
disso, nas sociedades mais industrializadas
existe uma prescrição muito alta de
antibióticos, de maneira que com frequência
eles perdem a eficácia por causa do uso
continuado que fazemos deles. (365 Dias que
Mudaram o Mundo. Planeta. São Paulo: 2014,
p. 550).
FLEMING DESCOBRE A PENICILINA
O bacteriologista Alexander Fleming
descobriu a penicilina no Hospital St, Mary’s
de Londres, e publicou seu achado em
setembro de 1929 no “British Journal of
Experimental Pathology”. Desde a década de
1920, ele havia mostrado grande interesse pelo
tratamento das infecções produzidas pelas
feridas. Em 1929, depois de voltar de férias,
percebeu que em uma pilha de placas
esquecidas antes de sua partida, onde estivera
cultivando uma bactéria – Staphylococcus
aureus”-, havia crescido também um fungo
num lugar em que havia se inibido o
crescimento da bactéria. É que esse fungo
fabricava uma substância que produzia a morte
da bactéria; como o fungo pertencia à espécie
Penicillium, Fleming nomeou a substância
produzida por ele de “penicilina”. Como pôde
provar em experimentos posteriores, na
“descoberta” de Fleming interveio uma série
de fatores para que se produzissem os
resultados que todos conhecemos: a placa não
foi colocada para incubar em estufa de 37°C –
o crescimento da bactéria teria ultrapassado o
do fungo – e, além disso, a temperatura do
laboratório não foi superior a 12°C. Parece que
houve uma onda de frio em Londres naquele
verão de 1929. A molécula de penicilina era
muito instável e, depois de muito tempo
tentando purificá-la – embora mais tarde se
tenha provado que era muito efetiva só
parcialmente purificada –, Fleming desistiu de
continuar trabalhando nisso. Foi só em 1938
que um grupo de cientistas liderados por Ernst
b. Chain e pelo professor Howard Florey na
Universidade de Oxford deu continuidade a
esses trabalhos com pesquisas posteriores. Os
ensaios clínicos efetuados com o material
parcialmente purificado tiveram um sucesso
espetacular. Naquela época, em plena Guerra
na Europa, a molécula foi levada para os
Estados Unidos, onde foi desenvolvida e
produzida em grande escala. O primeiro ensaio
clínico foi feito em janeiro de 1941 e dois anos
depois começou a produção comercial de
antibióticos nos Estados Unidos. Acabada a
Segunda Guerra Mundial, as empresas
farmacêuticas entraram na produção de penicilina de forma competitiva e começaram
a buscar outros antibióticos. Fleming havia
lhes mostrado a direção correta. Apesar dessa
grande descoberta, os antibióticos não foram
difundidos de maneira igual no planeta. Além
disso, nas sociedades mais industrializadas
existe uma prescrição muito alta de
antibióticos, de maneira que com frequência
eles perdem a eficácia por causa do uso
continuado que fazemos deles. (365 Dias que
Mudaram o Mundo. Planeta. São Paulo: 2014,
p. 550).
I - Nós não vamos à Marselha, mas à Paris. II – As crianças querem ir à Grécia. III – Os dirigentes viajaram à Madri.
FLEMING DESCOBRE A PENICILINA
O bacteriologista Alexander Fleming
descobriu a penicilina no Hospital St, Mary’s
de Londres, e publicou seu achado em
setembro de 1929 no “British Journal of
Experimental Pathology”. Desde a década de
1920, ele havia mostrado grande interesse pelo
tratamento das infecções produzidas pelas
feridas. Em 1929, depois de voltar de férias,
percebeu que em uma pilha de placas
esquecidas antes de sua partida, onde estivera
cultivando uma bactéria – Staphylococcus
aureus”-, havia crescido também um fungo
num lugar em que havia se inibido o
crescimento da bactéria. É que esse fungo
fabricava uma substância que produzia a morte
da bactéria; como o fungo pertencia à espécie
Penicillium, Fleming nomeou a substância
produzida por ele de “penicilina”. Como pôde
provar em experimentos posteriores, na
“descoberta” de Fleming interveio uma série
de fatores para que se produzissem os
resultados que todos conhecemos: a placa não
foi colocada para incubar em estufa de 37°C –
o crescimento da bactéria teria ultrapassado o
do fungo – e, além disso, a temperatura do
laboratório não foi superior a 12°C. Parece que
houve uma onda de frio em Londres naquele
verão de 1929. A molécula de penicilina era
muito instável e, depois de muito tempo
tentando purificá-la – embora mais tarde se
tenha provado que era muito efetiva só
parcialmente purificada –, Fleming desistiu de
continuar trabalhando nisso. Foi só em 1938
que um grupo de cientistas liderados por Ernst
b. Chain e pelo professor Howard Florey na
Universidade de Oxford deu continuidade a
esses trabalhos com pesquisas posteriores. Os
ensaios clínicos efetuados com o material
parcialmente purificado tiveram um sucesso
espetacular. Naquela época, em plena Guerra
na Europa, a molécula foi levada para os
Estados Unidos, onde foi desenvolvida e
produzida em grande escala. O primeiro ensaio
clínico foi feito em janeiro de 1941 e dois anos
depois começou a produção comercial de
antibióticos nos Estados Unidos. Acabada a
Segunda Guerra Mundial, as empresas
farmacêuticas entraram na produção de penicilina de forma competitiva e começaram
a buscar outros antibióticos. Fleming havia
lhes mostrado a direção correta. Apesar dessa
grande descoberta, os antibióticos não foram
difundidos de maneira igual no planeta. Além
disso, nas sociedades mais industrializadas
existe uma prescrição muito alta de
antibióticos, de maneira que com frequência
eles perdem a eficácia por causa do uso
continuado que fazemos deles. (365 Dias que
Mudaram o Mundo. Planeta. São Paulo: 2014,
p. 550).
FLEMING DESCOBRE A PENICILINA
O bacteriologista Alexander Fleming
descobriu a penicilina no Hospital St, Mary’s
de Londres, e publicou seu achado em
setembro de 1929 no “British Journal of
Experimental Pathology”. Desde a década de
1920, ele havia mostrado grande interesse pelo
tratamento das infecções produzidas pelas
feridas. Em 1929, depois de voltar de férias,
percebeu que em uma pilha de placas
esquecidas antes de sua partida, onde estivera
cultivando uma bactéria – Staphylococcus
aureus”-, havia crescido também um fungo
num lugar em que havia se inibido o
crescimento da bactéria. É que esse fungo
fabricava uma substância que produzia a morte
da bactéria; como o fungo pertencia à espécie
Penicillium, Fleming nomeou a substância
produzida por ele de “penicilina”. Como pôde
provar em experimentos posteriores, na
“descoberta” de Fleming interveio uma série
de fatores para que se produzissem os
resultados que todos conhecemos: a placa não
foi colocada para incubar em estufa de 37°C –
o crescimento da bactéria teria ultrapassado o
do fungo – e, além disso, a temperatura do
laboratório não foi superior a 12°C. Parece que
houve uma onda de frio em Londres naquele
verão de 1929. A molécula de penicilina era
muito instável e, depois de muito tempo
tentando purificá-la – embora mais tarde se
tenha provado que era muito efetiva só
parcialmente purificada –, Fleming desistiu de
continuar trabalhando nisso. Foi só em 1938
que um grupo de cientistas liderados por Ernst
b. Chain e pelo professor Howard Florey na
Universidade de Oxford deu continuidade a
esses trabalhos com pesquisas posteriores. Os
ensaios clínicos efetuados com o material
parcialmente purificado tiveram um sucesso
espetacular. Naquela época, em plena Guerra
na Europa, a molécula foi levada para os
Estados Unidos, onde foi desenvolvida e
produzida em grande escala. O primeiro ensaio
clínico foi feito em janeiro de 1941 e dois anos
depois começou a produção comercial de
antibióticos nos Estados Unidos. Acabada a
Segunda Guerra Mundial, as empresas
farmacêuticas entraram na produção de penicilina de forma competitiva e começaram
a buscar outros antibióticos. Fleming havia
lhes mostrado a direção correta. Apesar dessa
grande descoberta, os antibióticos não foram
difundidos de maneira igual no planeta. Além
disso, nas sociedades mais industrializadas
existe uma prescrição muito alta de
antibióticos, de maneira que com frequência
eles perdem a eficácia por causa do uso
continuado que fazemos deles. (365 Dias que
Mudaram o Mundo. Planeta. São Paulo: 2014,
p. 550).
I – Nos países menos industrializados há uma prescrição muito alta de antibióticos. II – Howard Florey foi o primeiro paciente a ser tratado com a penicilina. III – Nos Estados Unidos, a produção comercial de antibióticos começou em 1943.
FLEMING DESCOBRE A PENICILINA
O bacteriologista Alexander Fleming
descobriu a penicilina no Hospital St, Mary’s
de Londres, e publicou seu achado em
setembro de 1929 no “British Journal of
Experimental Pathology”. Desde a década de
1920, ele havia mostrado grande interesse pelo
tratamento das infecções produzidas pelas
feridas. Em 1929, depois de voltar de férias,
percebeu que em uma pilha de placas
esquecidas antes de sua partida, onde estivera
cultivando uma bactéria – Staphylococcus
aureus”-, havia crescido também um fungo
num lugar em que havia se inibido o
crescimento da bactéria. É que esse fungo
fabricava uma substância que produzia a morte
da bactéria; como o fungo pertencia à espécie
Penicillium, Fleming nomeou a substância
produzida por ele de “penicilina”. Como pôde
provar em experimentos posteriores, na
“descoberta” de Fleming interveio uma série
de fatores para que se produzissem os
resultados que todos conhecemos: a placa não
foi colocada para incubar em estufa de 37°C –
o crescimento da bactéria teria ultrapassado o
do fungo – e, além disso, a temperatura do
laboratório não foi superior a 12°C. Parece que
houve uma onda de frio em Londres naquele
verão de 1929. A molécula de penicilina era
muito instável e, depois de muito tempo
tentando purificá-la – embora mais tarde se
tenha provado que era muito efetiva só
parcialmente purificada –, Fleming desistiu de
continuar trabalhando nisso. Foi só em 1938
que um grupo de cientistas liderados por Ernst
b. Chain e pelo professor Howard Florey na
Universidade de Oxford deu continuidade a
esses trabalhos com pesquisas posteriores. Os
ensaios clínicos efetuados com o material
parcialmente purificado tiveram um sucesso
espetacular. Naquela época, em plena Guerra
na Europa, a molécula foi levada para os
Estados Unidos, onde foi desenvolvida e
produzida em grande escala. O primeiro ensaio
clínico foi feito em janeiro de 1941 e dois anos
depois começou a produção comercial de
antibióticos nos Estados Unidos. Acabada a
Segunda Guerra Mundial, as empresas
farmacêuticas entraram na produção de penicilina de forma competitiva e começaram
a buscar outros antibióticos. Fleming havia
lhes mostrado a direção correta. Apesar dessa
grande descoberta, os antibióticos não foram
difundidos de maneira igual no planeta. Além
disso, nas sociedades mais industrializadas
existe uma prescrição muito alta de
antibióticos, de maneira que com frequência
eles perdem a eficácia por causa do uso
continuado que fazemos deles. (365 Dias que
Mudaram o Mundo. Planeta. São Paulo: 2014,
p. 550).
I – A descoberta da penicilina se deve a Alexander Fleming, que a publicou em 1939. II – A penicilina “descoberta” por Fleming não sofreu qualquer tipo de alterações posteriores. III – As empresas farmacêuticas começaram a produzir penicilina no final da Primeira Guerra Mundial.
Coloque-se no lugar do usuário
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A empatia é uma das maiores virtudes que uma entidade deve ter no atendimento ao público. Afinal, o usuário dos serviços precisa ter confiança em uma organização para cultivar uma imagem positiva da mesma.
Portanto, por mais que os processos sejam bem definidos e explicados para os servidores, a possibilidade de haver equívocos sempre estará presente. Caso ocorra algum erro que afete o serviço oferecido ao usuário, a melhor medida a ser tomada é pedir desculpas e procurar maneiras de atenuar o malestar, ao mesmo tempo em que se busca resolver o problema.
Mesmo fora de seu setor, é recomendável que o servidor procure cumprimentar a todos. Não só os colegas de trabalho, mas também os usuários dos serviços. A gentileza não precisa se restringir ao setor de atuação, mas pode (e deve) se estender a toda a empresa. É sempre gratificante para o cidadão ser reconhecido e cumprimentado.
O servidor deve fazer com que o usuário se sinta bem-vindo na instituição. Deve tratá-lo como alguém importante para a instituição. Assim, fazer comentários agradáveis pode ser uma boa forma de valorizar a relação com o cidadão, sempre mantendo o respeito na comunicação e dando a devida atenção à demanda do usuário.
Diante de um usuário autoritário ou exaltado, o servidor deve tentar usar toda sua habilidade de comunicação, cortesia e empatia para atendê-lo da melhor forma e para contornar qualquer mal-entendido. Caso o servidor perceba que uma determinada situação pode se agravar, ele deve procurar ajuda de seu superior.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/36dA6Qk.
Com base no texto 'Coloque-se no lugar do usuário', leia as afirmativas a seguir:
I. Caso ocorra algum erro que afete o serviço oferecido ao usuário, a melhor medida a ser tomada é pedir desculpas e procurar maneiras de atenuar o mal-estar, ao mesmo tempo em que se busca resolver o problema, de acordo com o texto.
II. A empatia é uma das maiores virtudes que uma entidade deve ter no atendimento ao público, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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A sequência CORRETA das afirmações é:
Qual fórmula deve ser usada na célula C2, e posteriormente copiada da célula C3 até a C6, para que a decisão seja corretamente tomada, conforme os resultados expostos na coluna C da planilha?