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Q1061533 Direito Constitucional
O art. 18, § 4, da CF/88, com a redação dada pela EC nº 15/96, fixa as regras para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de Municípios, e estabelece como primeira etapa desses processos a:
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Q1061532 Direito Constitucional
Acerca dos direitos e garantias fundamentais estabelecidos na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta:
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Q1061531 Direito Constitucional
Dentre os fundamentos da República Federativa do Brasil, existe um, que caracteriza regra matriz dos direitos fundamentais, que pode ser bem definido como o núcleo essencial do constitucionalismo moderno e, diante de colisões, serve para orientar as necessárias soluções de conflitos. Tal fundamento é denominado:
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Q1061520 Português
Analise os trechos e assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas:
Ele _____________ como pôde as características do agressor. _____________ iremos comemorar o nosso aniversário de casamento? Luiz vive ____________ seus funcionários de preguiçosos.
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Q1061519 Português
Acerca de seus conhecimentos sobre Figuras de Linguagem, analise as proposições abaixo:
I- “Meus pais me trincam de orgulho” – é um exemplo de eufemismo; II- “Embarcaremos em junho rumo à Bahia” – é um exemplo de catacrese; III- “Caramba! Faz mil anos que não te vejo!” – é um exemplo de hipérbole; IV- “Eu amo brócolis, ele, pizza” – é um exemplo de elipse.
Dos itens acima:
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Q1061518 Português
Leia o trecho abaixo:
Desde que eu me casei com o Pedro tenho ficado em casa todos os finais de semana, no entanto, a minha vontade é de sair todos os dias.
Dos elementos que compõem a oração acima, é correto afirmar que o termo que exerce a função de conjunção é:
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Q1061517 Português
Nós, os mais velhos, temos o hábito de nos irritar facilmente com os mais novos.”, pode-se afirmar que as vírgulas empregadas no trecho acima têm a função de:
Alternativas
Q1061515 Português
Na frase “Normalmente falam pelas costas por ser mais conveniente”, pode-se afirmar que o sujeito do verbo existente é:
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Q1061514 Português
A questão diz respeito ao trecho do poema Morte do leiteiro de Carlos Drummond de Andrade, importante poeta brasileiro. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 

"Mas este acordou em pânico
(ladrões infestam o bairro),
não quis saber de mais nada.
O revólver da gaveta
saltou para sua mão.
Ladrão? se pega com tiro.
Os tiros na madrugada
liquidaram meu leiteiro.
Se era noivo, se era virgem,
se era alegre, se era bom,
não sei,
é tarde para saber."
No trecho “Se era noivo, se era virgem, se era alegre, se era bom, não sei, é tarde para saber.”, os verbos destacados podem ser classificados como:
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Q1061513 Português
A questão diz respeito ao trecho do poema Morte do leiteiro de Carlos Drummond de Andrade, importante poeta brasileiro. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 

"Mas este acordou em pânico
(ladrões infestam o bairro),
não quis saber de mais nada.
O revólver da gaveta
saltou para sua mão.
Ladrão? se pega com tiro.
Os tiros na madrugada
liquidaram meu leiteiro.
Se era noivo, se era virgem,
se era alegre, se era bom,
não sei,
é tarde para saber."
Em “Os tiros na madrugada liquidaram meu leiteiro.”, acerca dos seus conhecimentos sobre colocação pronominal, assinale a alternativa correta quanto à posição do pronome “meu” no verso citado:
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Q1061512 Português
A questão diz respeito ao soneto abaixo Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades de Luís Vaz de Camões, importante poeta português. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
No primeiro verso da 2ª estrofe “Continuamente vemos novidades”, o verbo destacado conjugado na 1ª pessoa do plural no Pretérito Imperfeito é:
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Q1061511 Português
A questão diz respeito ao soneto abaixo Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades de Luís Vaz de Camões, importante poeta português. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
No último verso da 4ª estrofe “Que não se muda já como soía.”, o termo destacado tem como sinonímia:
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Q1061510 Português
A questão diz respeito ao soneto abaixo Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades de Luís Vaz de Camões, importante poeta português. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
No verso “E enfim converte em choro o doce canto” presente na 3ª estrofe, o termo destacado refere-se à (ao):
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Q1061509 Português
A questão diz respeito ao soneto abaixo Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades de Luís Vaz de Camões, importante poeta português. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
A partir da leitura que fez do poema acima, assinale a alternativa que traz a ideia principal:
Alternativas
Q1061508 Português

O poema abaixo “A onda” de Manuel Bandeira diz respeito à questão. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


A ONDA

a onda anda

aonde anda

    a onda?

a onda ainda

ainda onda

ainda anda

    aonde?

aonde?

a onda anda?

                 (Manuel Bandeira)

No poema de Manuel Bandeira há erro quanto à regência verbal no verso “aonde anda a onda?”, assinale a alternativa em que esse erro é corrigido de acordo com as regras gramaticais:
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Q1061507 Português

O poema abaixo “A onda” de Manuel Bandeira diz respeito à questão. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


A ONDA

a onda anda

aonde anda

    a onda?

a onda ainda

ainda onda

ainda anda

    aonde?

aonde?

a onda anda?

                 (Manuel Bandeira)

A palavra que serve de base para as variações sonoras:
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Q1061506 Português

O poema abaixo “A onda” de Manuel Bandeira diz respeito à questão. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


A ONDA

a onda anda

aonde anda

    a onda?

a onda ainda

ainda onda

ainda anda

    aonde?

aonde?

a onda anda?

                 (Manuel Bandeira)

O poema de Manuel Bandeira é recheado de figuras de linguagem, sabendo disso, assinale a alternativa correta quanto ao uso que o poeta fez no poema acima:
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Q1038111 Matemática
Um funcionário de uma empresa verificou que serão necessários 103 metros de cabo para uma instalação elétrica em 5 salas e que todas as salas da empresa necessitarão da mesma metragem de cabo. Sabendo que o cabo é vendido a R$ 0,95 o metro e que se pode adquirir frações de metro pelo preço proporcional, o gasto total da empresa com a compra de cabo para essa instalação elétrica em 27 salas será, em R$, de
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Q1038033 Português

      De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino.

      Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão.

      Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair.

      A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação.

      Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: − Ô, batuta*!

*batuta: amigo, camarada.

(Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143) 

Está escrito em conformidade com as regras de concordância este livre comentário:
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Q1037574 Matemática
Há duas torneiras independentes em uma banheira, uma com água quente e outra, fria. Se só a torneira de água quente está aberta, a banheira enche completamente em 24 minutos. Por outro lado, se apenas a torneira de água fria está aberta, a banheira leva 12 minutos para encher completamente. Com ambas as torneiras abertas simultaneamente, a banheira enche completamente em
Alternativas
Respostas
19041: A
19042: C
19043: D
19044: A
19045: D
19046: D
19047: A
19048: B
19049: C
19050: D
19051: D
19052: A
19053: E
19054: C
19055: C
19056: B
19057: A
19058: D
19059: D
19060: C