Questões de Concurso Comentadas para merendeira

Foram encontradas 3.838 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4001325 Segurança e Saúde no Trabalho
O uso de touca por merendeiras escolares é obrigatório para garantir a segurança alimentar, evitando contaminação física (fios de cabelo) e microbiológica nos alimentos. A touca deve cobrir totalmente o cabelo, incluindo orelhas e franjas, sendo recomendada a troca:
Alternativas
Q4001324 Português
Preencha a lacuna com a alternativa CORRETA.

O acesso à cozinha da merendeira escolar é restrito aos profissionais da alimentação, garantindo a segurança alimentar através de fluxo contínuo e higienização rigorosa. Cozinhas escolares devem ter ambientes limpos, organizados e seguros, com acesso ______________ para evitar contaminação cruzada. As merendeiras, com papel educacional, seguem normas de manipulação, higiene pessoal e uso de uniforme completo. 
Alternativas
Q4001322 Engenharia Ambiental e Sanitária
Nos recipientes de coleta seletiva de lixo, em qual cor deve ser acondicionado o lixo orgânico (resto de alimentos)? 
Alternativas
Q4001321 Nutrição
A merendeira deve seguir o cardápio estipulado:
Alternativas
Q4001320 Nutrição
Qual a condição ideal do freezer?
Alternativas
Q4001319 Nutrição
Sobre armazenamento de alimentos, como deve ser a organização de armazenamento dos mesmos?
Alternativas
Q4001317 Nutrição
Sobre armazenamento de alimentos, deve-se: 
Alternativas
Q4001316 Administração Pública
Durante seu horário de trabalho, você observa que um aluno está tentando pular o muro para “matar aula”, o que fazer?
Alternativas
Q4001315 Ética na Administração Pública
Após seu horário de expediente, o que acontece no seu local de trabalho: 
Alternativas
Q3993508 Geografia
O município de Terra Roxa possui limites territoriais com várias cidades vizinhas. Em qual das alternativas abaixo os dois municípios citados fazem divisa com o território de Terra Roxa?
Alternativas
Q3993507 Direito Penal
O município de Terra Roxa fica próximo à fronteira com o Paraguai, onde as forças de segurança trabalham para combater a entrada de mercadorias irregulares. Qual das alternativas abaixo apresenta o nome dado aos produtos que são trazidos de outro país para o Brasil de forma escondida, sem autorização e sem o pagamento de impostos?
Alternativas
Q3993506 Conhecimentos Gerais
Muitas famílias indígenas vivem na região de Terra Roxa e participam de processos de demarcação de terras que envolvem a Usina Binacional de Itaipu. Qual das alternativas abaixo indica o nome do povo indígena que faz parte desse contexto histórico e social dessa região?
Alternativas
Q3993505 Conhecimentos Gerais
A cidade de Terra Roxa é famosa em todo o Brasil devido às suas diversas fábricas de roupas e enxovais. Graças a essa grande produção e à qualidade de seus produtos, o município recebeu o título oficial de "Capital Nacional da":
Alternativas
Q3993495 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas:
Alternativas
Q3993494 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classe gramatical dos termos em destaque no período: De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera.
Alternativas
Q3993493 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao número de fonemas das palavras acesso e capital, respectivamente: 
Alternativas
Q3993491 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo termo em destaque no período: Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras.
Alternativas
Q3993490 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província. 
Alternativas
Q3993489 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Alternativas
Q3978406 Português

Assinale a alternativa em que a palavra destacada está no grau diminutivo:

 

Alternativas
Respostas
421: A
422: A
423: C
424: C
425: B
426: B
427: E
428: B
429: A
430: D
431: E
432: C
433: C
434: B
435: A
436: C
437: C
438: D
439: B
440: D