Questões de Concurso
Comentadas para engenheiro civil
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Texto CB1A1AAA

Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir.
Caso seja suprimido o pronome “lhes” (l.2), a correção
gramatical do texto será mantida, embora o trecho se torne
menos enfático.
Texto CB1A1AAA

Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir.
O trecho “Que fosse amolar os anjos lá no Céu!” (l.22)
expressa o que o padre havia dito no momento em que Juca
morreu.
De acordo com as disposições constitucionais sobre a matéria, Maria:
Invalidada por sentença judicial sua demissão, de acordo com as disposições constitucionais, João será:
A tecnologia de retenção e armazenamento de água da chuva deve estar presente desde a fase inicial do projeto de um edifício.
Sobre o aproveitamento da água de chuva, antes descartada, assinale a alternativa INCORRETA.
As planilhas eletrônicas são muito utilizadas, pois otimizam os cálculos por meio de funções, automatizando os resultados. A Figura 1 representa o recorte de uma planilha de notas digitadas no LibreOffice Calc, em que cada aluno possui três notas (Nota 1, Nota 2 e Nota 3) e deseja-se que a média aritmética dessas notas seja apresentadas na coluna E, e que a coluna F indique uma das situações: APROVADO ou REPROVADO.

A função de teste lógico do LibreOffice Calc pode ser usada para atribuir valor a uma célula de planilha eletrônica.
Na Figura 1, as células F2, F3, F4, F5, F6 e F7 referem-se à situação dos discentes e devem ser preenchidas, usando função de teste lógico, com valores: APROVADO, se a média for igual ou superior a 7,00; REPROVADO, caso a média seja inferior a 7,00.
Considere a sintaxe da função lógica, o resultado do cálculo das médias e analise as afirmações abaixo.
I. A Situação do discente José Carlos, na célula F2, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(E2>=7; "APROVADO":"REPROVADO").
II. A Situação da discente Bárbara Silva, na célula F3, pode ser obtida aplicando a função =SE(E3<7;"REPROVADO";"APROVADO") e o resultado será APROVADO.
III. A Situação do discente João Paulo, na célula F4, pode ser obtida aplicando a função =SE(E4>=7; "APROVADO";"REPROVADO") e o resultado será APROVADO.
IV. A Situação da discente Vitória Lima, na célula F6, pode ser obtida aplicando a função =SE(B6:D6>=7;"APROVADO";"REPROVADO") e o resultado será REPROVADO.
V. A Situação do discente André Lopes, na célula F7, pode ser obtida aplicando a função =SE(F7>=7; "APROVADO";"REPROVADO").
Assinale a alternativa que apresenta as
afirmações corretas.
As planilhas eletrônicas são muito utilizadas, pois otimizam os cálculos por meio de funções, automatizando os resultados. A Figura 1 representa o recorte de uma planilha de notas digitadas no LibreOffice Calc, em que cada aluno possui três notas (Nota 1, Nota 2 e Nota 3) e deseja-se que a média aritmética dessas notas seja apresentadas na coluna E, e que a coluna F indique uma das situações: APROVADO ou REPROVADO.

Considere calcular a média aritmética das notas dos discentes junto à coluna E, utilizando o LibreOffice Calc, e analise as afirmações a seguir.
I. A média de José Carlos, na célula E2, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(B2;D2)/3.
II. A média de Bárbara Silva, na célula E3, pode ser obtida aplicando a função =MÉDIA(B3:D3).
III. A média de João Paulo, na célula E4, pode ser obtida aplicando a função =MED(B4;D4).
IV. A média de Miguel Oliveira, na célula E5, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(B5:D5)/3.
V. A média de Vitória Lima, na célula E6, pode ser obtida aplicando a função =MÉDIA(B6;D6).
Disponível em:<https://support.office.com/pt-br/office-training-center> . Acesso em mai. 2018.
Disponível em:<https://documentation.libreoffice.org/pt-br/portugues/> . Acesso em mai. 2018.
Partindo do exposto, assinale a alternativa em
que as afirmações estão corretas.
Uma instituição de ensino superior usa o sistema operacional MS Windows e planeja substituí-lo por uma distribuição do sistema operacional Linux. Visando mitigar a resistência por parte dos usuários, inicialmente as estações serão instaladas em modo Dual Boot.
BRASIL, Governo Federal. Manual de migração para Software Livre.
Disponível em <http://w w w .softw arelivre.gov.br/plano_migracao.pdf> Acesso em: mai, 2018.
Sobre o que a utilização do modo Dual Boot permite ao usuário, assinale a alternativa correta.
DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>
DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>
No último parágrafo, em Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos, a correlação verbal contribui para construir o sentido de que a febre amarela era um desastre anunciado.
A classificação dos tempos e modos verbais de “registrava” e “voltaria”, nessa correlação, é respectivamente:
DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>
No MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão, quando uma mensagem está sendo preparada, o usuário pode indicar aos destinatários que a mensagem precisa de atenção utilizando a marca de ______ . Esse recurso pode ser encontrado no grupo Marcas, da guia Mensagem.
Assinale a alternativa que apresenta a opção que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
Observe as imagens a seguir, extraídas do MS-Word 2010, em sua configuração padrão. Elas apresentam um texto em dois momentos: ANTES e DEPOIS da aplicação de novas configurações de parágrafo, que podem ser acessadas a partir do iniciador de caixa de diálogo, do grupo Parágrafo, da guia Página Inicial.

Assinale a alternativa que contém o nome das configurações
modificadas entre os dois momentos apresentados
nas figuras.
Observe a tabela a seguir, extraída do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão. O intervalo B2:B5 contém valores no formato Moeda, com duas casas decimais.

Assinale a alternativa que apresenta o novo valor da célula
B4, quando nela for aplicada, apenas uma vez, o recurso
associado ao botão
, do grupo Número, da
guia Página Inicial.
Leia a reportagem de 09 de agosto.
No Brasil, em dez anos, este problema de saúde avançou em todas as faixas etárias, mas quase dobrou entre jovens de 18 a 24 anos – de 4,4% para 8,5%. E, embora a prevalência ainda seja maior entre pessoas com menor escolaridade, a doença tem avançado também entre aqueles com níveis médio e alto de estudo. A preocupação dos especialistas é que essa doença acarreta o surgimento de outras, como o diabetes.
(Folha de S.Paulo – goo.gl/iCsBC. Acesso em 28.12.2017. Adaptado)
A doença apontada na reportagem é a
O julgamento sobre o tema se arrastava no STF há pelo menos 13 anos. Por 7 votos a 2, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, em 29 de novembro, proibir, em todo o país, o uso desse produto, que é utilizado na fabricação de telhas e caixas d’água. Até então, embora “reconhecidamente cancerígena”, essa fibra podia ser comercializada no Brasil.
(UOL – goo.gl/Qg5aPk. Acesso em 27.12.2017. Adaptado)
O produto a que a notícia se refere, e que agora está proibido no Brasil, é
Ícone da bossa nova, o cantor e compositor de 86 anos está, desde outubro, sob os cuidados da filha. A ação da filha “põe fim aos negócios temerários que o pai vinha sendo orientado a firmar, que resultaram na atual condição de quase miserabilidade do artista”.
(Folha de S.Paulo – goo.gl/LgXbXw. Acesso em 27.12.2017. Adaptado)
O famoso cantor citado na notícia é
Anualmente, a revista norte-americana TIME elege “a personalidade do ano” e a homenageia em sua capa. Esta capa da TIME, de 06.12, foi reproduzida em todo o mundo por causa de seu significado.

As mulheres representadas na capa iniciaram um movimento