Questões de Concurso Comentadas para engenheiro civil

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Q910489 Português

Texto CB1A1AAA




Mário Quintana Prosa & Verso Porto Alegre: Globo, 1978, p 65 (com adaptações)

Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir.


Caso seja suprimido o pronome “lhes” (l.2), a correção gramatical do texto será mantida, embora o trecho se torne menos enfático.

Alternativas
Q910488 Português

Texto CB1A1AAA




Mário Quintana Prosa & Verso Porto Alegre: Globo, 1978, p 65 (com adaptações)

Com relação às estruturas linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir.


O trecho “Que fosse amolar os anjos lá no Céu!” (l.22) expressa o que o padre havia dito no momento em que Juca morreu.

Alternativas
Q909925 Direito Constitucional
Maria, servidora pública estável ocupante do cargo efetivo de Analista de Tecnologia da Informação da Câmara Municipal, foi eleita Prefeita na mesma cidade.
De acordo com as disposições constitucionais sobre a matéria, Maria:
Alternativas
Q909924 Direito Constitucional
João, servidor público estável ocupante do cargo efetivo de Analista Legislativo da Câmara Municipal, foi demitido injustamente.
Invalidada por sentença judicial sua demissão, de acordo com as disposições constitucionais, João será:
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Q909922 Direito Constitucional
De acordo com o texto constitucional, os atos de improbidade administrativa importarão, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível:
Alternativas
Q909921 Direito Constitucional
Em tema de concurso público para ingresso de pessoal no serviço público e de servidores públicos, a Constituição da República de 1988 estabelece que:
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Q909595 Engenharia Ambiental e Sanitária

A tecnologia de retenção e armazenamento de água da chuva deve estar presente desde a fase inicial do projeto de um edifício.


Sobre o aproveitamento da água de chuva, antes descartada, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q909159 Noções de Informática

As planilhas eletrônicas são muito utilizadas, pois otimizam os cálculos por meio de funções, automatizando os resultados. A Figura 1 representa o recorte de uma planilha de notas digitadas no LibreOffice Calc, em que cada aluno possui três notas (Nota 1, Nota 2 e Nota 3) e deseja-se que a média aritmética dessas notas seja apresentadas na coluna E, e que a coluna F indique uma das situações: APROVADO ou REPROVADO.


                 

A função de teste lógico do LibreOffice Calc pode ser usada para atribuir valor a uma célula de planilha eletrônica.

Na Figura 1, as células F2, F3, F4, F5, F6 e F7 referem-se à situação dos discentes e devem ser preenchidas, usando função de teste lógico, com valores: APROVADO, se a média for igual ou superior a 7,00; REPROVADO, caso a média seja inferior a 7,00.

Considere a sintaxe da função lógica, o resultado do cálculo das médias e analise as afirmações abaixo.


I. A Situação do discente José Carlos, na célula F2, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(E2>=7; "APROVADO":"REPROVADO").

II. A Situação da discente Bárbara Silva, na célula F3, pode ser obtida aplicando a função =SE(E3<7;"REPROVADO";"APROVADO") e o resultado será APROVADO.

III. A Situação do discente João Paulo, na célula F4, pode ser obtida aplicando a função =SE(E4>=7; "APROVADO";"REPROVADO") e o resultado será APROVADO.

IV. A Situação da discente Vitória Lima, na célula F6, pode ser obtida aplicando a função =SE(B6:D6>=7;"APROVADO";"REPROVADO") e o resultado será REPROVADO.

V. A Situação do discente André Lopes, na célula F7, pode ser obtida aplicando a função =SE(F7>=7; "APROVADO";"REPROVADO").


Assinale a alternativa que apresenta as afirmações corretas.

Alternativas
Q909158 Noções de Informática

As planilhas eletrônicas são muito utilizadas, pois otimizam os cálculos por meio de funções, automatizando os resultados. A Figura 1 representa o recorte de uma planilha de notas digitadas no LibreOffice Calc, em que cada aluno possui três notas (Nota 1, Nota 2 e Nota 3) e deseja-se que a média aritmética dessas notas seja apresentadas na coluna E, e que a coluna F indique uma das situações: APROVADO ou REPROVADO.


                 

Considere calcular a média aritmética das notas dos discentes junto à coluna E, utilizando o LibreOffice Calc, e analise as afirmações a seguir.


I. A média de José Carlos, na célula E2, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(B2;D2)/3.

II. A média de Bárbara Silva, na célula E3, pode ser obtida aplicando a função =MÉDIA(B3:D3).

III. A média de João Paulo, na célula E4, pode ser obtida aplicando a função =MED(B4;D4).

IV. A média de Miguel Oliveira, na célula E5, pode ser obtida aplicando a função =SOMA(B5:D5)/3.

V. A média de Vitória Lima, na célula E6, pode ser obtida aplicando a função =MÉDIA(B6;D6).

Disponível em:<https://support.office.com/pt-br/office-training-center> . Acesso em mai. 2018.

Disponível em:<https://documentation.libreoffice.org/pt-br/portugues/> . Acesso em mai. 2018.


Partindo do exposto, assinale a alternativa em que as afirmações estão corretas.

Alternativas
Q909157 Noções de Informática

Uma instituição de ensino superior usa o sistema operacional MS Windows e planeja substituí-lo por uma distribuição do sistema operacional Linux. Visando mitigar a resistência por parte dos usuários, inicialmente as estações serão instaladas em modo Dual Boot.

BRASIL, Governo Federal. Manual de migração para Software Livre.

Disponível em <http://w w w .softw arelivre.gov.br/plano_migracao.pdf> Acesso em: mai, 2018.


Sobre o que a utilização do modo Dual Boot permite ao usuário, assinale a alternativa correta.

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Q909153 Português

                     DERROTADOS PELO MOSQUITO


      Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

      Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

      O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

      E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>  Acesso em: fev. 2018. (Adaptado). 

A palavra ressurgimento, que aparece no primeiro parágrafo do texto, apresenta processo de formação semelhante ao que contém o termo:
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Q909152 Português

                     DERROTADOS PELO MOSQUITO


      Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

      Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

      O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

      E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>  Acesso em: fev. 2018. (Adaptado). 

No último parágrafo, em Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos, a correlação verbal contribui para construir o sentido de que a febre amarela era um desastre anunciado.


A classificação dos tempos e modos verbais de “registrava” e “voltaria”, nessa correlação, é respectivamente:

Alternativas
Q909151 Português

                     DERROTADOS PELO MOSQUITO


      Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

      Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

      O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

      E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em:<http://www .gazetadopovo. com.br /opiniao/editoriais/derrotados-pelo-mosquito-bpez6m3sj61klaosii89bd9dh>  Acesso em: fev. 2018. (Adaptado). 

O Editorial da Gazeta do Povo, intitulado “Derrotados pelo mosquito”, sinaliza a posição do jornal em relação à comprovação de casos de febre amarela no Brasil. No trecho “[...] a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas [...]”, podem-se notar, respectivamente, as ideias de:
Alternativas
Q908639 Noções de Informática

No MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão, quando uma mensagem está sendo preparada, o usuário pode indicar aos destinatários que a mensagem precisa de atenção utilizando a marca de ______ . Esse recurso pode ser encontrado no grupo Marcas, da guia Mensagem.


Assinale a alternativa que apresenta a opção que preenche corretamente a lacuna do enunciado.

Alternativas
Q908637 Noções de Informática

Observe as imagens a seguir, extraídas do MS-Word 2010, em sua configuração padrão. Elas apresentam um texto em dois momentos: ANTES e DEPOIS da aplicação de novas configurações de parágrafo, que podem ser acessadas a partir do iniciador de caixa de diálogo, do grupo Parágrafo, da guia Página Inicial.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que contém o nome das configurações modificadas entre os dois momentos apresentados nas figuras.

Alternativas
Q908636 Noções de Informática

Observe a tabela a seguir, extraída do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão. O intervalo B2:B5 contém valores no formato Moeda, com duas casas decimais.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta o novo valor da célula B4, quando nela for aplicada, apenas uma vez, o recurso associado ao botão Imagem associada para resolução da questão , do grupo Número, da guia Página Inicial.

Alternativas
Q908635 Atualidades

Leia a reportagem de 09 de agosto.


No Brasil, em dez anos, este problema de saúde avançou em todas as faixas etárias, mas quase dobrou entre jovens de 18 a 24 anos – de 4,4% para 8,5%. E, embora a prevalência ainda seja maior entre pessoas com menor escolaridade, a doença tem avançado também entre aqueles com níveis médio e alto de estudo. A preocupação dos especialistas é que essa doença acarreta o surgimento de outras, como o diabetes.

(Folha de S.Paulo – goo.gl/iCsBC. Acesso em 28.12.2017. Adaptado)


A doença apontada na reportagem é a

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Q908634 Atualidades

O julgamento sobre o tema se arrastava no STF há pelo menos 13 anos. Por 7 votos a 2, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, em 29 de novembro, proibir, em todo o país, o uso desse produto, que é utilizado na fabricação de telhas e caixas d’água. Até então, embora “reconhecidamente cancerígena”, essa fibra podia ser comercializada no Brasil.

(UOL – goo.gl/Qg5aPk. Acesso em 27.12.2017. Adaptado)


O produto a que a notícia se refere, e que agora está proibido no Brasil, é

Alternativas
Q908633 Atualidades

Ícone da bossa nova, o cantor e compositor de 86 anos está, desde outubro, sob os cuidados da filha. A ação da filha “põe fim aos negócios temerários que o pai vinha sendo orientado a firmar, que resultaram na atual condição de quase miserabilidade do artista”.

(Folha de S.Paulo – goo.gl/LgXbXw. Acesso em 27.12.2017. Adaptado)


O famoso cantor citado na notícia é

Alternativas
Q908632 Atualidades

Anualmente, a revista norte-americana TIME elege “a personalidade do ano” e a homenageia em sua capa. Esta capa da TIME, de 06.12, foi reproduzida em todo o mundo por causa de seu significado.


Imagem associada para resolução da questão


As mulheres representadas na capa iniciaram um movimento

Alternativas
Respostas
16221: C
16222: E
16223: B
16224: E
16225: E
16226: C
16227: A
16228: E
16229: D
16230: E
16231: C
16232: E
16233: B
16234: B
16235: D
16236: B
16237: E
16238: C
16239: A
16240: D