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Q1744847 Português

Ainda no que se refere à regência verbal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Fomos no baile antes de ontem.

II – A chave caiu ao chão.

III – Levei eles ao médico essa semana.

Alternativas
Q1744846 Português

No que se refere à regência verbal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – As mulheres, evidentemente, preferem mais os trabalhadores do que os ociosos.

II – Assisti uma partida de futebol impressionante.

III – A direção da escola informou aos alunos que não haverá aula.

Alternativas
Q1744845 Português

No que se refere aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – camelo / cáfila.

II – pintinhos / ninhada.

III – porcos / vara.

Alternativas
Q1744844 Português
Como se sabe, as conjunções podem ser de vários tipos. No que se refere às conjunções coordenativas, estas podem ser dos seguintes tipos, EXCETO:
Alternativas
Q1744843 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 
A expressão “à medida que”, utilizada pelo autor pode ser classificada gramaticalmente como sendo:
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Q1744842 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 
O advérbio “recentemente”, utilizado pelo autor, pode ser classificado como de:
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Q1744841 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 
Na parte inicial do texto, o autor utiliza a palavra “mosaico”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:
Alternativas
Q1744840 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – No delta do rio Nilo, os terrenos baixos e canais de rios tinham mais de 100 quilômetros de extensão.

II – Os vilarejos do rio Nilo eram conhecidos como “deltas”.

III – A paisagem do rio Nilo era sempre maravilhosa.

Alternativas
Q1744839 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – O Egito sempre se constituiu na forma de república, nunca tendo havido a presença da monarquia.

II – A economia do Egito naquela época era boa.

III – Os egípcios antigos não conheceram nenhuma forma de comunicação escrita.

Alternativas
Q1744838 Português
As margens do Nilo nutriram a civilização do Egito. O rio, que abria seu caminho ao longo de vales estreitos, tinha somente dois quilômetros de largura nas proximidades de Assuã, no alto Egito. A areia do deserto, na verdade, escorria para dentro do rio em vários pontos. Mais abaixo, o vale, não raro, chegava a ter 30 ou mais quilômetros de largura, enquanto no delta, o mosaico de terras ricas em terrenos baixos e canais de rios tinha mais de 200 quilômetros de largura. Na época das enchentes, o delta do interior, a principal fonte de riqueza egípcia, tornava-se um enorme lago que se sobrepunha às margens dos vilarejos permanentes, empoleirados em seus pequenos morros. Na verdade, os vilarejos do delta eram conhecidos como “ilhas”. A terra, coberta recentemente com uma nova camada de solo trazido pela enchente, estaria pronta para uma nova colheita de cevada e trigo depois que as águas baixassem. O rio nem sempre era um patrimônio tão maravilhoso. Se a enchente fosse muito alta ou a vazão fosse muito rápida, todos os terrenos situados nas margens de arrecadação e os canais de água eram destruídos; além disso, não era raro ver as águas invadindo os campos mais altos. À medida que as técnicas de agricultura se desenvolviam, pessoas ou animais amarrados com cordas tinham de ser empregados para levar água, em baldes ou cestos, da parte mais baixa para aparte mais alta. O Egito teve uma longa linhagem de monarcas poderosos, cidades impressionantes, uma vida econômica e religiosa de grande vigor, celeiros abarrotados de grãos nos anos de safras fartas e túmulos reais nos quais grandes tesouros permaneciam na escuridão. Lá viveram generais do exército, burocratas e sacerdotes que apresentavam considerável poder de organização e de manutenção de registros. Seus registros pictográficos, uma forma inicial de escrita, serviam como método de comunicação ao longo do rio. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São Paulo: Fundamento, 2007, p. 21). 

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Os rios Nilo e Delta fazem parte da civilização egípcia.

II – A formação geográfica do Rio Nilo não é uniforme.

III – As enchentes sobre o rio Nilo não alteravam a paisagem natural.

Alternativas
Q1692004 Nutrição
Em relação a doenças transmitidas por alimentos (DTA) e segurança dos alimentos, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1692003 Nutrição
Com relação a técnica dietética, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1692002 Nutrição
Acerca de reações adversas a alimentos, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1692001 Nutrição
De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n.º 171/2006, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Funcionamento de Bancos de Leite Humano, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1692000 Nutrição
De acordo com a Resolução n.º 333/2004 do Conselho Federal de Nutrição (CFN), que dispõe sobre o Código de Ética Profissional dos Técnicos em Nutrição e Dietética, o técnico em nutrição e dietética
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Q1691999 Nutrição
A avaliação subjetiva global, ou avaliação nutricional subjetiva (ANS) do estado nutricional, é um método essencialmente clínico, em forma de questionário. Inicialmente, foi motivo de controvérsia, mas, depois de ter sido comparado com métodos considerados padrão-ouro, obteve grande aceitação na prática clínica. É utilizado em pacientes cirúrgicos e foi adaptado para várias outras situações clínicas. Esse método é composto por dados sobre
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Q1691998 Nutrição
A vitamina D pode ser obtida pela síntese endógena proveniente da ação dos raios UVB na pele e pela dieta. Como consequência do isolamento social durante a pandemia do coronavírus, o tempo de exposição solar e a diversidade de alimentos na dieta das pessoas podem ter ficado comprometidos. Em situações como essa, a recomendação é que, em casa, pelo menos os membros superiores sejam diariamente expostos à luz solar, em horário adequado, pelo período de 15 a 20 minutos. Além disso, sugere-se o consumo de alimentos fontes de vitamina D, como
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Q1691997 Nutrição
Salmão e sardinha são alimentos considerados fontes de ômega 3 (EPA e DHA), um ácido graxo poli-insaturado que
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Q1691996 Nutrição
Tendo como referência o Guia Alimentar para a População Brasileira, uma técnica em nutrição, durante oficina de educação nutricional que ministrava, explicou a classificação NOVA e solicitou aos alunos que formassem grupos e organizassem os alimentos segundo essa classificação, a saber: A) alimentos in natura e minimamente processados; B) ingredientes culinários; C) alimentos processados; e D) alimentos ultraprocessados. Formaram-se três grupos, que realizaram a atividade e justificaram suas escolhas da seguinte forma. C
O grupo 1 classificou arroz, feijão, verduras, coalhada e farinha de mandioca como A, alegando que limpeza, remoção de partes não comestíveis, secagem, embalagem, pasteurização, resfriamento, congelamento, moagem e fermentação são exemplos de processos mínimos que transformam alimentos in natura em minimamente processados. O grupo 2 classificou biscoitos recheados, macarrão instantâneo e salgadinhos de pacote como D, alegando que esses alimentos possuem teor reduzido de fibras, devido à ausência ou à presença limitada de alimentos in natura ou minimamente processados. O grupo 3 classificou cebola preservada em salmoura, atum enlatado, extrato de tomate, pão feito de farinha, levedura, água e sal como C, alegando que é recomendável limitar o uso de alimentos processados, que devem ser consumidos em pequenas quantidades, como ingredientes de preparações culinárias ou como parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

Considerando-se as classificações e justificativas apresentadas pelos três grupos nessa situação hipotética, é correto afirmar que

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Q1691995 Nutrição
Paciente do sexo masculino, com 50 anos de idade, apresenta aceitação alimentar de 40% há duas semanas e diagnóstico nutricional de desnutrição crônica agudizada. O seu trato gastrointestinal está íntegro e o tempo de tratamento previsto é de 1 a 2 semanas.
Nesse caso, a terapia nutricional mais indicada é
Alternativas
Respostas
641: E
642: C
643: E
644: E
645: A
646: E
647: D
648: A
649: B
650: B
651: E
652: B
653: D
654: C
655: A
656: A
657: E
658: D
659: E
660: B