Questões de Concurso Comentadas para professor - pedagogia

Foram encontradas 5.036 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3868763 Pedagogia
Considere a situação hipotética abaixo e responda à questão:


“Fulano, professor do IFMT, aplicou uma prova escrita discursiva para os seus alunos de um Curso Técnico Integrado ao Nível Médio, no início do segundo bimestre, conforme o calendário acadêmico vigente. Ao final desse segundo bimestre, o professor publicou o resultado da avaliação e devolveu as provas corrigidas aos estudantes. Ao ler a correção de sua prova, a estudante Beltrana se indignou com o resultado, pois julgava ter respondido a uma das questões em conformidade com o conteúdo do livro indicado como bibliografia básica da disciplina e as anotações em seu caderno, as quais refletem o conteúdo transcrito pelo professor na lousa, durante as aulas. Por discordar da correção, Beltrana, no mesmo dia em que recebeu a prova corrigida, requereu, mediante processo devidamente fundamentado, a revisão de sua nota. O professor alegou que não poderia fazer tal alteração, por falta de previsão legal e porque o prazo para lançamento de notas naquele bimestre já estava encerrado”.
Considerando a situação hipotética exposta, nos termos do Regulamento Didático do IFMT, aprovado pela Resolução CONSUP IFMT nº 81, de 26 de novembro de 2020, julgue as assertivas abaixo:

I. O Regulamento Didático prevê a possibilidade de solicitar segunda chamada de avaliação, mas não dispõe sobre solicitação de revisão de avaliação.
II. Beltrana atendeu às exigências previstas no Regulamento Didático quanto ao prazo para solicitar revisão de avaliação.
III. A forma de solicitar a revisão de avaliação adotada por Beltrana condiz com aquela prevista no Regulamento Didático.
IV. O pedido de revisão de avaliação por parte de Beltrana não é tempestivo, tendo em vista que a prova foi realizada no início do segundo bimestre, e a solicitação de revisão foi formulada ao final do segundo bimestre.

Está(ão) CORRETA(S) apena(s) a(s) assertiva(s):
Alternativas
Q3868761 Ética na Administração Pública
Considere a situação hipotética abaixo:

“Ifetiano é servidor efetivo do IFMT, atuando na área de gestão de pessoas. Na sua rotina normal de trabalho, Ifetiano tem que lidar diretamente com o atendimento ao público que, no seu caso, se restringe aos próprios servidores do Instituto. Em certa ocasião, Ifetiano realizou o atendimento de uma servidora que veio indagá-lo acerca do andamento do seu processo de remoção por motivo de saúde. Ifetiano, ao consultar o sistema de gestão de processos da Instituição, constatou que o pedido da servidora havia sido indeferido pela Junta Médica. Diante da constatação da negativa do pedido da servidora, Ifetiano ficou constrangido em ser o portador dessa má notícia e optou por informar à servidora interessada que ainda não tinha sido emitido o parecer da Junta Médica no seu processo”.

Nos termos do Decreto Federal nº 1.171/1994, em especial suas Regras Deontológicas, identifique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3868760 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No trecho, “A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça [...]”, a expressão em destaque estabelece um mecanismo de coesão textual por meio de:
Alternativas
Q3868759 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
A partir do excerto “Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: ‘Pai, vem ver!’”, e mantendo o mesmo sentido e padrão de norma culta, seria gramaticalmente CORRETO substituir o início do trecho por:
Alternativas
Q3868758 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No trecho: “Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: ‘Se não é verdadeira... é muito graciosa!’”, o autor emprega um recurso linguístico que contribui para:
Alternativas
Q3868757 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
A função do comentário do narrador no trecho “Quem foi que disse hora e meia?” é o de:
Alternativas
Q3868756 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No texto, o sentido metafórico da frase “Quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado”, dita pelo menino, deve ser interpretado como: 
Alternativas
Q3868755 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
Considere o seguinte período extraído do texto: “A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio.”

Com relação à estrutura sintática, esse período classifica-se como:
Alternativas
Q3868754 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
“A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados.”

A partir do excerto acima, foi realizada uma reescrita com o objetivo do uso do pronome em consonância com a norma culta da língua escrita formal. Dessa forma, assinale a ÚNICA alternativa que atende a esse critério:
Alternativas
Q3868753 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
No trecho: “Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução [...]”, a palavra em destaque é formada por:
Alternativas
Q3868752 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
No trecho “não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos”, a expressão em destaque revela:
Alternativas
Q3868751 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
Com referência às informações dadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3866975 Português
Leia o texto a seguir.

Recuperação da educação após a pandemia é lenta e desigual, revela estudo do IPEA
Estudo do Ipea revela que somente seis estados recuperaram simultaneamente Ideb e Saeb nos anos iniciais do ensino fundamental pós-pandemia da Covid-19.

A análise, baseada em dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) entre 2013 e 2023, mostra que o impacto da interrupção das aulas presenciais entre março de 2020 e julho de 2022 ainda é visível em todos os níveis de ensino.
O Ideb é um indicador criado pelo Ministério da Educação que combina o desempenho dos estudantes nas avaliações do Saeb com dados sobre aprovação escolar, gerando uma nota de 0 a 10 para cada etapa de ensino. Já o Saeb mede diretamente as habilidades e competências dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática, servindo como principal referência para monitorar a aprendizagem no país.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média nacional do Saeb permanece abaixo do patamar de 2019, exigindo esforços para reverter a queda. O cenário é ainda mais preocupante nos anos finais, período no qual a proficiência continuou diminuindo mesmo após o retorno às aulas presenciais. No ensino médio, embora haja crescimento do Ideb, boa parte do avanço é atribuída à redução das taxas de reprovação, e não a ganhos expressivos no desempenho medido pelo Saeb.

Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/categorias 5-todas-asnoticias/noticias/16030-recuperacao-da-educacao-apos-pandemia-e-lenta-edesigual. Acesso em: 22 dez. 2025.


De acordo com o texto, qual fator interferiu diretamente no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) entre 2013 e 2023?
Alternativas
Q3866972 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O art. 4° da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), assegura que "toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação". Conceitua-se discriminação como
Alternativas
Q3866971 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), em seu art. 3º, inciso III, apresenta a seguinte definição: “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”. Esse conceito refere-se
Alternativas
Q3866970 Português

Leia o texto a seguir.


Anuário brasileiro da Educação Básica 2025: confira os dados sobre a educação brasileira



Os dados desta edição são referentes a 2024. Segundo apresentado, existem 179,2 mil escolas de educação básica no Brasil. 2,3 milhões de professores e 47 milhões de alunos matriculados. O anuário aponta que a quantidade de estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental é o maior em relação aos anos finais do ensino médio.


Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/noticias/anuario-brasileiroeducacao-brasileiro-2025-confira-dados-sobre-educacaobrasileira/3132665.html. Acesso em: 30 nov. 2025.




Segundo o texto, os dados apontam que o ensino fundamental

Alternativas
Q3866969 Pedagogia
O planejamento da educação brasileira, no que tange à organização, financiamento e destinação orçamentária foi instituído pela Lei nº 13.005/2014 e traz 10 diretrizes e 20 metas a serem cumpridas ao final do decênio. Esse documento é intitulado
Alternativas
Q3866968 Pedagogia
O currículo tradicional é aquele em que o ensino pressupõe uma
Alternativas
Q3866967 Pedagogia
No ensino tradicional, a figura do professor/docente, em relação ao ensino, é a de ser o 
Alternativas
Q3866966 Pedagogia
As tendências progressistas do pensamento educacional brasileiro são aquelas que 
Alternativas
Respostas
361: B
362: C
363: A
364: D
365: B
366: E
367: A
368: C
369: B
370: C
371: B
372: D
373: B
374: B
375: A
376: C
377: B
378: A
379: C
380: D