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A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Assinale a opção que indica uma fonte de violência acompanhada de uma explicação.
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Assinale a opção em que o vocábulo sublinhado tem seu significado corretamente indicado.
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Nesse segmento do texto ocorre um exemplo de parônimo (palavras de forma semelhante e de significado diferente): incidente, que não se pode confundir com acidente, pois significam coisas distintas.
Assinale a opção em que houve troca indevida entre parônimos.
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Nessas duas frases aparecem construções com o pronome se. Sobre esses dois casos, assinale a afirmativa correta.
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
O texto de Clovis Rossi surge a partir
A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
“O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Um grupo de pessoas pretende criar uma associação para a defesa dos direitos dos militares ativos e inativos e dos pensionistas de militares.
Na hipótese, é INCORRETO afirmar que
Dirigindo, em serviço, veículo da empresa privada concessionária de serviço público municipal, Paulo, que exerce a função de motorista, causa, por negligência, acidente de trânsito, que resulta em prejuízo material para terceiro,
Na hipótese, é CORRETO afirmar que
TEXT TWO
Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic
Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades

The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.
Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.
Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.
http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm
TEXT TWO
Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic
Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades

The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.
Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.
Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.
http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm
TEXT TWO
Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic
Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades

The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.
Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.
Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.
http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm
Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.
TEXT ONE
Wind Power

Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.
Wind and Aeolic Generators
Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).
Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.
Wind Farms
The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.
Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.
The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty.
Air Generators
Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.
To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.
http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/
Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.
TEXT ONE
Wind Power

Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.
Wind and Aeolic Generators
Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).
Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.
Wind Farms
The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.
Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.
The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty.
Air Generators
Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.
To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.
http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/
Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.
TEXT ONE
Wind Power

Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.
Wind and Aeolic Generators
Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).
Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.
Wind Farms
The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.
Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.
The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty.
Air Generators
Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.
To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.
http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/
Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.
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Wind Power

Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.
Wind and Aeolic Generators
Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).
Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.
Wind Farms
The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.
Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.
The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty.
Air Generators
Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.
To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.
http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/
Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.
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Wind Power

Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.
Wind and Aeolic Generators
Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).
Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.
Wind Farms
The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.
Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.
The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty.
Air Generators
Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.
To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.
http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/