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Q428147 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
O autor indica uma série de setores de nossa vida que mostram violência por razões variadas.
Assinale a opção que indica uma fonte de violência acompanhada de uma explicação.
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Q428146 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Para o perfeito entendimento de um texto, é indispensável a compreensão dos vocábulos que o compõem.
Assinale a opção em que o vocábulo sublinhado tem seu significado corretamente indicado.
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Q428145 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
As declarações de Luiz Gonzaga Belluzzo indicam como causa desse estado de violência a
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Q428144 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe”.
Nesse segmento do texto ocorre um exemplo de parônimo (palavras de forma semelhante e de significado diferente): incidente, que não se pode confundir com acidente, pois significam coisas distintas.
Assinale a opção em que houve troca indevida entre parônimos.
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Q428143 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo”.   Nesse fragmento do texto, o autor exemplifica um caso de
Alternativas
Q428142 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
“Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade”.
Nessas duas frases aparecem construções com o pronome se. Sobre esses dois casos, assinale a afirmativa correta.
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Q428141 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Um texto surge a partir de um fato qualquer que desencadeia um processo mental que se realiza na exposição de pensamentos construídos com palavras.
O texto de Clovis Rossi surge a partir
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Q428140 Português
                     Não éramos cordiais? 

     A morte do cinegrafista Santiago Andrade não configura um atentado à liberdade de imprensa, ao contrário do que tantos apregoam.
     É muito pior que isso: é um atentado ao convívio civilizado entre brasileiros, um degrau a mais na escalada impressionante de violência que está empurrando o país para um teor ainda mais exacerbado de barbárie.
     O incidente com o cinegrafista é parte de uma coreografia de violência crescente que se dá por onde quer que se olhe.
     Nunca se matou com tanta facilidade em assaltos. Nunca se apertou o gatilho com tanta facilidade. É até curioso que as estatísticas policiais no Estado de São Paulo apontem uma redução no número de homicídios dolosos, como se fosse um avanço, quando aumenta o número de vítimas de latrocínio, que não passa de homicídio precedido de roubo.
     De fato, em 2013, o número de latrocínios (379) foi o mais alto em nove anos, com aumento de 10% em relação aos 344 casos do ano anterior.
     Mas a violência não é um fenômeno restrito à criminalidade. A polícia age muitas vezes com uma violência desproporcional.
     A vida nas cidades e, cada vez mais, no interior, é de uma violência inacreditável. O trânsito é uma violência contra a mente  humana. O transporte público violenta dia após dia. Não é um atentado aos direitos humanos perder às vezes três horas entre ir e voltar do trabalho?
     A saúde é uma violência contra o usuário. A educação violenta, pela sua baixa qualidade, o natural anseio de ascensão social.
     A existência de moradias em zonas de risco é outra violência.
     A contaminação do ar mata ou fere de maneira invisível os habitantes das cidades em que o nível de poluição supera o mínimo tolerável.
     Não adianta, agora, culpar o governo do PT ou a suposta herança maldita legada pelo PSDB, ou os crimes praticados pela ditadura militar ou a turbulência que precedeu o golpe de 1964. O país foi sendo construído de maneira torta, irresponsável, sem o mais leve sinal de planejamento, de preparação para o futuro.
     Acumularam-se violências em todas as áreas de vida. A explosão no consumo de drogas exacerbou, por sua vez, a violência da criminalidade comum. Não há “coitadinhos” nessa história. Há delinquentes e vítimas e há a incompetência do poder público.
     É como escreveu, para Carta Capital, esse impecável humanista chamado Luiz Gonzaga Belluzzo:
    “O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel”.
     Antes que o desamparo e a violência sem quartel se tornem  completamente descontrolados, seria desejável o surgimento de  lideranças capazes de pensar na coisa pública, em vez de se  dedicarem a seus interesses pessoais, mesmo os legítimos.
     Alguém precisa aparecer com um projeto de país, em vez de projetos de poder. Não é por acaso que 60% dos brasileiros querem mudanças, ainda que não as definam claramente. A encruzilhada agora é entre ideias e rojões.
                                         (Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/02/2014)
Neste artigo, a violência é vista, globalmente, como
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Q855069 Direito Constitucional

Um grupo de pessoas pretende criar uma associação para a defesa dos direitos dos militares ativos e inativos e dos pensionistas de militares.


Na hipótese, é INCORRETO afirmar que

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Q855068 Direito Constitucional
Sobre os direitos políticos no Brasil, é INCORRETO afirmar que
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Q855067 Direito Constitucional
Segundo o que dispõe a Constituição da República sobre a Administração Pública, depende de lei de cada ente da Federação, EXCETO
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Q855066 Direito Administrativo

Dirigindo, em serviço, veículo da empresa privada concessionária de serviço público municipal, Paulo, que exerce a função de motorista, causa, por negligência, acidente de trânsito, que resulta em prejuízo material para terceiro,


Na hipótese, é CORRETO afirmar que

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Q855059 Inglês

TEXT TWO


                          Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic

                               Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades


                                         


The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.

Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.

Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.

                          http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm

In Kythnos, energy is generated by
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Q855058 Inglês

TEXT TWO


                          Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic

                               Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades


                                         


The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.

Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.

Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.

                          http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm

According to the text, in the Cyclades
Alternativas
Q855057 Inglês

TEXT TWO


                          Kythnos Aeolic Park: The Aeolic and Photovoltaic

                               Energy Park on Kythnos Greece, Cyclades


                                         


The Aeolic Park on Kythnos: The calm island of Kythnos in the Cyclades hides an innovative technology site, which can feed the power requirements of the whole island while being extremely eco-friendly. The Aeolic and Photovoltaic energy park close to the capital village, Chora, generates electrical power from the heavy winds and the sunlight.

Before 1983 the power requirements of Kythnos were fed using diesel generators. But it was a costly and unreliable source as the tourist influx of summer season increased the energy requirement of the coastal villages by up to 8 times that of the winter. Installation of the five 20 kw wind turbines on the island helped in supplying most of the winter power, so in summer it worked in conjunction with the diesel generators to supply an overload to the stable power grid.

Later Photovoltaic Solar panel modules were installed in 1983. The Battery Inverter system of the park can supply 500kw for 10min to the whole island during peak hours or emergency loads. New turbines have been added to the park today as well as an advanced autonomous control system for the production of more energy.

                          http://www.greeka.com/cyclades/kythnos/kythnos-excursions/kythnos-aeolic-park.htm

All the following statements are true about Kythnos, EXCEPT
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Q855056 Inglês

Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.


TEXT ONE


                                            Wind Power


                                    


Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.


Wind and Aeolic Generators


Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).


Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.


Wind Farms


The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.


Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.


The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty. 


Air Generators


Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.


To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.

                                                                                  http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/

The disadvantages of wind power DO NOT include
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Q855055 Inglês

Instructions – Questions on this test are taken from the two texts below. Read them carefully and then choose the correct alternatives that answer the questions or complete the statements placed immediately after each of them.


TEXT ONE


                                            Wind Power


                                    


Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.


Wind and Aeolic Generators


Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).


Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.


Wind Farms


The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.


Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.


The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty. 


Air Generators


Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.


To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.

                                                                                  http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/

In Sardinia
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Q855054 Inglês

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TEXT ONE


                                            Wind Power


                                    


Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.


Wind and Aeolic Generators


Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).


Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.


Wind Farms


The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.


Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.


The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty. 


Air Generators


Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.


To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.

                                                                                  http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/

Some air generators
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Q855053 Inglês

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                                            Wind Power


                                    


Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.


Wind and Aeolic Generators


Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).


Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.


Wind Farms


The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.


Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.


The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty. 


Air Generators


Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.


To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.

                                                                                  http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/

The text states that air generators
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                                            Wind Power


                                    


Wind power exploits the kinetic energy of wind in wind turbines to generate other forms of power, especially mechanical power and electricity. It is considered one of the most used forms of renewable energies: the term wind power describes the power generated from no-fossil sources, whose use has a very significant environmental importance by assuring both minor air pollution and reduction of gas carbon emission rate. Another positive aspect related to its use is the exceptional cost/production ratio.


Wind and Aeolic Generators


Air generators, the technical name for pinwheel, divide into various categories according to: the Aeolian generator that can be either on horizontal or on vertical axis, the number of shovels (from one to three) and the lengths of shovels (from fifty centimetres to thirty meters).


Air generators are constituted by: a rotor (a pivot on which are inserted shovels), a stopping system for shovels block; a turns’ multiplier to increase shovels’ speed, a generator that enables to convert mechanical power into electricity; and a control system that manages the pinwheel functionality (and that, in overloaded or malfunctioning eventuality, blocks it); some air generators, generally the bigger ones, have also a system that provides a constant alignment between the rotor axis and the wind direction.


Wind Farms


The “Wind Farms” are real power stations: they originate from the connection of several air generators located within a fixed distance from each other in order to avoid dangerous interferences among them.


Some Wind Farms, named Off-Shore, are located into the sea, near coasts and lakes; they are a valuable option also in densely populated countries.


The history of wind plants in Italy is almost recent; the first air generator, installed in Sardinia, dates back to 1989; up to now we can say that the wind power use is considerably increased: the number of wind plants is raised up to around forty. 


Air Generators


Anyway, it is of note that this form of energy has some negative aspects: from an environmental point of view, even if they reduce the gas emissions rates, they have a negative landscape/visual impact. In addition, because air generators are fairly noisy, the noise pollution can annoy persons and animals that take also other risks: birds can be killed while flying across shoves, even if this rarely happens; there is also the problem of interferences, and of the magnetic fields creation, but this can be avoided by using small expedients.


To finish with, it is worth saying that wind power considerably reduces both gas and polluters emissions, which is on the contrary avoidable from normal power stations.

                                                                                  http://www.rheonetic.com/wind-power/wind-power/

According to the text, of all renewable energies, wind power
Alternativas
Respostas
341: C
342: C
343: A
344: D
345: A
346: E
347: B
348: D
349: D
350: B
351: C
352: C
353: D
354: C
355: A
356: B
357: B
358: C
359: A
360: B