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O profissional que irá atuar como auxiliar de secretaria precisa saber trabalhar harmoniosamente com seus colegas, procurando não fazer distinção de qualquer espécie. Nesse tipo de relacionamento, o comportamento resulta não só da nossa personalidade, mas, sobretudo das expectativas do grupo a que pertencemos e do papel que nele desempenhamos. Isso denominamos de relacionamento interpessoal.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma atitude adequada para um relacionamento interpessoal adequado no ambiente de trabalho:
Onda de protestos no Peru impede brasileiras
moradoras de SP de saírem do país
As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.
Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.
As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.
Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.
Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.
O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023
Onda de protestos no Peru impede brasileiras
moradoras de SP de saírem do país
As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.
Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.
As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.
Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.
Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.
O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023
Onda de protestos no Peru impede brasileiras
moradoras de SP de saírem do país
As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.
Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.
As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.
Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.
Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.
O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023
Onda de protestos no Peru impede brasileiras
moradoras de SP de saírem do país
As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.
Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.
As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.
Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.
Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.
O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023
I - A educação especial é disponibilizada pontualmente para as crianças de 3 até 7 anos, em salas de apoio específicas para o atendimento de suas demandas e necessidades.
II - Os indivíduos com transtorno do espectro autista (TEA) são demandatários da educação infantil, assim como as pessoas com altas habilidades e superdotação.
III - Os regentes de turmas e de aulas devem elaborar os Planos de Desenvolvimento Individual (PDI) de forma conjunta com um professor especializado e especialista da educação básica.
IV - A sala de recursos destina-se aos alunos com TEA de níveis médio e graves, considerando as demandas específicas e a necessidade de suplementação do atendimento educacional por eles demandados.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas apresentadas no trecho.
( ) O projeto pedagógico regulamenta os atos escolares praticados no âmbito do estabelecimento de ensino.
( ) A avaliação do projeto pedagógico das escolas estaduais deve ser realizada a cada 2 (dois) anos, considerando as mudanças da organização, de suas diretrizes e dos princípios educacionais.
( ) O projeto pedagógico e o regimento escolar precisam ser discutidos e divulgados junto à comunidade escolar.
( ) O projeto pedagógico é constituído de conjunto de diretrizes, alinhado às normas do sistema educacional vigente, que orienta o trabalho organizacional e direciona programas, projetos e práticas pedagógicas da escola.
( ) O projeto pedagógico regulamenta as ações a serem realizadas na escola, sinalizando os direitos e os deveres dos estudantes e dos profissionais da instituição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, considerando as afirmativas de cima para baixo.