Questões de Concurso
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Caldas Novas foi (re)descoberta por Martinho Coelho de Siqueira em 16 de fevereiro de 1777. Esse sítio recebeu o nome de Caldas Novas em oposição à já descoberta Caldas Velhas, lugar onde existiam outras insurgências de águas termais. Atraídos pela fama das águas, muitos doentes, dirigiam-se ao povoado na ânsia de se verem curados. TEIXEIRA Neto, A. Complexo Termal de Caldas Novas. Goiânia: Ed. UFG. 1986.
O autor fala de uma mudança do nome da cidade. O antigo nome, Caldas Velhas, foi dado
Janeiro, mês que as matas ficam bem crescidas [...]. As plantas crescidas na roça ficam em ponto de colher [...] Março os homens começam a preparar as foices e machados para dar início à roçada [...] agosto é o mês de plantar roça [...] novembro, mês que as plantas já estão brotando [...].
SUYÁ, Thiayu. Geografia Indígena: Parque Nacional do Xingu. Brasília: Instituto Socioambiental, 1988. p. 57. [Adaptado].
Há diferentes modos de produzir em um espaço geográfico. O depoimento do indígena acima reflete
Os dados do gráfico acima foram retirados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e representam o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Caldas Novas, de 1991 a 2010. A partir da análise do gráfico, a maior variação percentual ocorrida de 1991 a 2010 no IDHM foi de aproximadamente
Jardinagem e Alzheimer
A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!
Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.
A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.
Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.
ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado].
Jardinagem e Alzheimer
A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!
Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.
A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.
Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.
ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado].
Jardinagem e Alzheimer
A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!
Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.
A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.
Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.
ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado].
Jardinagem e Alzheimer
A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!
Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.
A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.
Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.
ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado].
Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.
Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.
Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.
Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.
A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.
Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.
Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.
Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.
Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].