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O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.
“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”.
A matéria jornalística a seguir, publicada em maio deste ano, aborda uma recente polêmica ocorrida na Câmara dos Deputados, envolvendo sensíveis temas sociais brasileiros e suas raízes históricas. Examine-a e assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
“O plenário da Câmara dos Deputados foi palco de um protesto hoje durante uma sessão solene em homenagem aos cento e trinta e um anos da assinatura da __________, que deu fim à escravidão no Brasil. Em discurso, o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança afirmou que a ‘escravidão é tão antiga quanto a humanidade’ e, por esse motivo, ‘é quase um aspecto da natureza humana’. A declaração não foi bem recebida pelo público presente na Casa, a maioria ligada ao movimento negro”.
(UOL, 14/05/19, com adaptações).
O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.
“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”.
O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.
“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”.
O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.
“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”.
I. os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral.
II. os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país.
III.os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil.
IV.os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira.
V. os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira.
A respeito dessa definição estão corretas as assertivas:
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862