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Q3867188 Engenharia Ambiental e Sanitária

Na coleta seletiva, a separação correta dos resíduos é feita por meio de cores padronizadas; assim, papel e papelão devem ser descartados no recipiente de cor ________, plásticos no de cor ________, vidros no de cor ________ e resíduos orgânicos no de cor ________.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

Alternativas
Q3867187 Segurança e Saúde no Trabalho
As atividades de limpeza em ambientes institucionais seguem rotinas padronizadas que envolvem preparo do material, uso correto de equipamentos de proteção e execução ordenada das etapas, de modo a garantir higiene, segurança e eficiência. Considerando os procedimentos de espanação, varrição úmida, lavagem e limpeza de superfícies, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867186 Conhecimentos de Serviços Gerais

A escolha do tipo de limpeza e do método empregado influencia diretamente a higiene, a segurança e a conservação dos ambientes, considerando a criticidade das áreas e a finalidade do procedimento. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir.



I. A limpeza concorrente é realizada diariamente e tem como finalidade manter o asseio do ambiente, incluindo a limpeza de pisos, superfícies e a reposição de materiais de consumo.


II. A limpeza terminal é realizada periodicamente, conforme cronograma pré-estabelecido, abrangendo todas as superfícies e mobiliários, com o objetivo de reduzir a sujidade e a população microbiana.


III. A limpeza seca é indicada para áreas internas cobertas, sendo preferencial à limpeza úmida por apresentar maior eficiência na remoção de sujidades aderidas.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3867185 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Em serviços de saúde, os ambientes são classificados conforme o risco de transmissão de infecções e o tipo de atividade realizada, o que orienta os cuidados necessários com a limpeza e a organização dos espaços. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867184 Direito Administrativo
A Lei Orgânica do Município estabelece princípios e regras que devem ser observados pela administração pública direta, indireta ou fundacional, no âmbito dos Poderes municipais. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867183 Direito Administrativo
A Lei Orgânica estabelece limites à atuação do Município, definindo condutas que não podem ser praticadas pela administração pública municipal, com o objetivo de preservar a legalidade, a igualdade entre os cidadãos e o interesse público. À luz dessas vedações, assinale a alternativa INCORRETA. 
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Q3867182 Direito Constitucional

A Lei Orgânica do Município prevê atribuições que são exercidas de forma compartilhada entre o Município, a União e o Estado, envolvendo áreas sociais, ambientais, culturais e institucionais. Considerando essas competências comuns, analise as assertivas a seguir.



I. Cuidar da saúde e da assistência pública, incluindo a proteção e a garantia das pessoas com deficiência.


II. Proteger o meio ambiente e atuar no combate à poluição em suas diversas formas.


III. Elaborar normas gerais relacionadas ao direito penal e processual aplicáveis no território nacional.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3867181 Legislação Municipal
No exercício de suas atividades, o servente atua diretamente na conservação de espaços públicos, como ruas, praças e prédios municipais, integrando serviços que dependem de planejamento e organização da administração local. À luz da Lei Orgânica, que define as competências privativas municipais, assinale a alternativa que indica uma atribuição que cabe exclusivamente ao Município no âmbito desses serviços públicos locais. 
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Q3867180 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 200 litros de produto de limpeza armazenados no depósito. Ao final do mês, verificou-se que 35% desse total haviam sido consumidos. Depois disso, foram repostos 40 litros do produto. A quantidade de produto existente no depósito após o consumo e a reposição foi: 
Alternativas
Q3867179 Matemática
Para a reposição de materiais de limpeza, um servente recebeu R$ 150,00. Desse valor, foram gastos R$ 36,75 na compra de produtos de higiene e R$ 45,60 na aquisição de utensílios. O valor restante foi dividido igualmente entre 3 setores para pequenas despesas. O valor destinado a cada setor foi: 
Alternativas
Q3867178 Matemática
Em uma escola, um corredor possui 18 metros de comprimento. Para a limpeza do local, foram utilizados 3 carrinhos, cada um com 4 kg de material. O trabalho iniciou às 8h20 e foi concluído às 10h05. O comprimento do corredor, a quantidade total de material utilizada e o tempo total gasto, em minutos, foram, respectivamente: 
Alternativas
Q3867175 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, a palavra espetáculo é classificada como: 
Alternativas
Q3867174 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Qual das alternativas a seguir apresenta separação silábica INCORRETA de vocábulos do texto?  
Alternativas
Q3867173 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “o meio termo não interessa”, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por: 
Alternativas
Q3867172 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No desenvolvimento do texto, a aproximação entre figuras mitológicas e personagens do cotidiano permite compreender que o autor entende a mitologia como: 
Alternativas
Q3867171 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Ao afirmar que “viver no limite não é coragem nem intensidade”, o autor sugere que esse modo de vida corresponde a 
Alternativas
Q3862874 Conhecimentos Gerais
Aos 95 anos de idade, uma artista brasileira teve homologado o recorde de maior público para uma leitura filosófica no mundo. No parque do Ibirapuera em São Paulo, ela reuniu mais de dez mil pessoas para apresentar a obra “A Cerimônia do Adeus”, de Simone de Beauvoir. Qual das alternativas abaixo se refere a esta artista?
Alternativas
Q3862871 Direito Administrativo
De acordo com o art. 152 da Lei Complementar nº 2.095/2013, se um servidor for demitido e a causa da demissão tiver gerado prejuízo (dano material) para a Prefeitura, o que ele deve fazer, além da demissão? 
Alternativas
Q3862870 Direito Administrativo
Qual o prazo mínimo de exercício no cargo público para que o servidor adquira o direito ao gozo de férias, conforme o art. 51 da Lei Complementar nº 2.095/2013?
Alternativas
Q3862864 Português
Madrasta contratou morte de mãe para poder ficar com a filha dela


    A Polícia Civil do Rio de Janeiro procura Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, apontada como mandante do homicídio de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, ocorrido no dia 4 de novembro, em Sepetiba, na Zona Oeste da cidade. A vítima foi morta com um tiro na nuca enquanto empurrava o carrinho do filho de 2 anos.


    Segundo as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Gabrielle teria planejado o crime com o objetivo de obter a guarda exclusiva da criança, enteada dela. A suspeita, de acordo com os policiais, apresentava comportamento possessivo em relação à menina e teria oferecido cerca de R$ 20 mil para que dois homens executassem a vítima.

     Ontem (10), os agentes prenderam Davi de Souza Malto, identificado como o autor dos disparos. A ação foi realizada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após trabalho de inteligência e monitoramento. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em endereços ligados aos investigados, com o objetivo de reunir novas provas.

    Outro envolvido, Erick Santos Maria, que dirigia a motocicleta usada na execução, se entregou à polícia na sexta-feira anterior (07). Ele também teve a prisão decretada por homicídio. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas ajudaram a identificar a dupla e esclarecer a dinâmica do crime.

     Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, trabalhava como técnica de enfermagem e era mãe de duas crianças, um menino de 2 anos e uma menina de 4. O caso gerou comoção entre familiares e moradores de Sepetiba.

    De acordo com a DHC, as diligências continuam para localizar Gabrielle Rosário e concluir o inquérito. A Polícia Civil mantém as investigações para reunir mais elementos sobre a motivação e a participação de cada suspeito no caso.


Fonte: RJ: madrasta contratou morte de mãe para poder ficar com a filha dela | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra seja acentuada pela mesma regra da palavra em destaque no período: De acordo com a DHC, as diligências continuam para localizar Gabrielle Rosário e concluir o inquérito.
Alternativas
Respostas
141: D
142: A
143: B
144: C
145: A
146: D
147: B
148: A
149: D
150: C
151: B
152: C
153: A
154: C
155: A
156: B
157: B
158: C
159: D
160: D