Questões de Concurso Comentadas para contador

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Q3727993 Direito Financeiro

De acordo com o Art. 1º e o Art. 48 da Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), assinale a alternativa correta:


Durante audiência pública em Imbituba, constatou-se que a Prefeitura deixou de divulgar o Relatório Resumido da Execução Orçamentária no prazo legal, alegando “dificuldades operacionais”. A conduta: 

Alternativas
Q3727992 Direito Administrativo

De acordo com o Art. 37 da Constituição Federal, classifique as afirmativas como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):



( ) A publicidade dos atos administrativos pode ser substituída por divulgação interna quando envolver contrato de valor inferior a R$ 50.000,00.


( ) A legalidade administrativa exige que toda ação estatal encontre respaldo em norma jurídica.


( ) A eficiência demanda não apenas economicidade, mas também qualidade na prestação do serviço público.


( ) A moralidade administrativa possui conteúdo ético que transcende a mera conformidade formal com a lei.


( ) A impessoalidade veda promoção pessoal de autoridades, mesmo que vinculada a programas governamentais.

Alternativas
Q3727991 Direito Constitucional

De acordo com os Art. 1º a 4º da Constituição Federal, analise a situação e assinale a alternativa correta:


Um projeto de lei municipal prevê que determinada associação comunitária terá direito de veto sobre políticas públicas locais, por “representar a vontade popular”. À luz dos fundamentos da República Federativa do Brasil, tal previsão:

Alternativas
Q3727990 Português

Texto para a questão:


Poesia


Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022. 

Leia com atenção o fragmento:


“(...) que a pena não quer escrever.”


No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:

Alternativas
Q3727989 Português

Texto para a questão:


Poesia


Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022. 

Dado o excerto:


“(...) que a pena não quer escrever.”


A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

Alternativas
Q3727988 Português

Texto para a questão:


Poesia


Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022. 

Para além da função poética, é predominante também no texto a função: 
Alternativas
Q3727987 Português
Nas alternativas que seguem, as ocorrências de “A” e “AS” tiveram propositalmente o sinal de crase suprimido. Assinale a alternativa em que essas ocorrências deveriam ser obrigatoriamente craseadas: 
Alternativas
Q3727986 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta colocação pronominal:
Alternativas
Q3727985 Português

Texto para a questão:


Bambu japonês

(Ramires Linhares)


    Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

    Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

    Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

    E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

    Isso rende uma boa metáfora, não?

    Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

    Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

    Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

    De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

    Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.



Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483 

Leia com atenção o fragmento:


“Elas crescem profundamente (...).”


Caso o tempo verbal da oração fosse alterado pera o pretérito perfeito do modo indicativo, a correta redação do período seria:

Alternativas
Q3727984 Português

Texto para a questão:


Bambu japonês

(Ramires Linhares)


    Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

    Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

    Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

    E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

    Isso rende uma boa metáfora, não?

    Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

    Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

    Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

    De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

    Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.



Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483 

Dado o excerto:


“Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora?”


O termo em destaque cumpre a função sintática de:

Alternativas
Q3727983 Português

Texto para a questão:


Bambu japonês

(Ramires Linhares)


    Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

    Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

    Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

    E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

    Isso rende uma boa metáfora, não?

    Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

    Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

    Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

    De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

    Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.



Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483 

Dado o excerto:


“Ele é fino, mas incrivelmente forte (...).”


A conjunção destacada evidencia a ideia de:

Alternativas
Q3727982 Português

Texto para a questão:


Bambu japonês

(Ramires Linhares)


    Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

    Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

    Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

    E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

    Isso rende uma boa metáfora, não?

    Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

    Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

    Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

    De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

    Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.



Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483 

Ainda conforme o texto, é raro encontrar pessoas análogas aos bambus, pois:
Alternativas
Q3727981 Português

Texto para a questão:


Bambu japonês

(Ramires Linhares)


    Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

    Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

    Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

    E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

    Isso rende uma boa metáfora, não?

    Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

    Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

    Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

    De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

    Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.



Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483 

De acordo com o texto, um observador, nos primeiros anos de um bambu, pode achar que esse último “não deu certo”, pois:
Alternativas
Q3725235 Direito Financeiro
O processo de planejamento e execução das finanças públicas da União é regido por três importantes instrumentos: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Esta última, objeto da questão, é uma lei de periodicidade anual que estabelece os orçamentos da União para cada exercício financeiro. Nesse contexto, considerando as atribuições e o papel da Lei Orçamentária Anual (LOA) no ciclo orçamentário federal, assinale a alternativa que descreve corretamente suas características: 
Alternativas
Q3725232 Direito Previdenciário

O Regime Geral de Previdência Social (RGPS) no Brasil, regulado pela Constituição Federal de 1988, pela Lei nº 8.212/1991 e pela Lei nº 8.213/1991, é o sistema previdenciário que abrange os trabalhadores do setor privado e alguns do setor público não vinculados a regimes próprios. Gerido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o RGPS financia benefícios como aposentadorias, pensões e auxílios, com base no princípio da solidariedade e no modelo de repartição simples. Suas regras sofreram alterações significativas com a Emenda Constitucional nº 103/2019 (Reforma da Previdência), que introduziu mudanças nos requisitos para aposentadoria, como idade mínima e tempo de contribuição.


Considerando o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) no Brasil, é correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3725229 Legislação dos Tribunais de Contas (TCU, TCEs e TCMs) e Ministérios Públicos de Contas
De acordo com as Instruções nº 1/2024 do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e o sistema Audesp, qual é a obrigatoriedade correta relacionada ao envio de informações sobre atos de pessoal pelas unidades gestoras municipais ao TCE-SP?
Alternativas
Q3725228 Administração Financeira e Orçamentária

Suponha que em um município brasileiro, em seu planejamento orçamentário para o exercício de 2024, orçou uma receita total de R$ 500 milhões, sendo R$ 300 milhões de receitas tributárias (IPTU, ISS, etc.) e R$ 200 milhões de transferências intergovernamentais (FPM, ICMS). Ao final do exercício, a arrecadação efetiva foi de R$ 450 milhões, com R$ 270 milhões de receitas tributárias e R$ 180 milhões de transferências. A execução orçamentária serve para verificar o desempenho da arrecadação em relação ao orçado, considerando as normas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e o impacto na gestão pública.


Com base no caso descrito, qual é a análise correta do comparativo entre a receita orçada e a arrecadada, considerando os percentuais de realização e possíveis implicações para a gestão fiscal municipal? 

Alternativas
Q3725227 Administração Financeira e Orçamentária

Em um município brasileiro, durante a execução do orçamento público de 2025, a Secretaria de Educação enfrenta dificuldades financeiras devido a uma queda inesperada na arrecadação do ICMS, principal fonte de receita estadual transferida. O contador municipal, analisou que, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a legislação orçamentária brasileira, certas variações na execução orçamentária podem ocorrer independentemente da vontade do gestor, exigindo ajustes legais para manter o equilíbrio fiscal.


No contexto da execução orçamentária pública brasileira, qual das alternativas a seguir representa uma variação independente da vontade do gestor, conforme disposto na Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal)? 

Alternativas
Q3725219 Administração Financeira e Orçamentária

Conforme o Artigo 40 da Lei Orçamentária, é estabelecido que os créditos adicionais são permissões para gastos não determinados na Lei Orçamentária ou que foram estabelecidos em valor insuficiente. Eles se dividem em:



I - Implementares, que são destinados a gastos para lidar com passivos contingentes e outros riscos, bem como eventos fiscais não previstos;


II - Suplementares, que são destinados ao reforço de uma dotação orçamentária;


III - Especiais, que são destinados a gastos para os quais não existe uma dotação orçamentária específica;


IV - Extraordinários, que são destinados a gastos urgentes e não previstos, em situações de guerra, agitação interna ou calamidade pública.



Qual das seguintes afirmações está correta? 

Alternativas
Q3725216 Direito Administrativo
A Nova Lei de Licitações e Contratos, Lei nº 14.133/2021, que estabelece normas gerais de licitação e contratação para as Administrações Públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, está em vigor desde 1º de abril de 2021, data de sua publicação. A Lei nº 14.133/2021 prevê a possibilidade de utilização da contratação integrada. No entanto, existem restrições para a adoção dessa modalidade. Qual das seguintes afirmações está correta sobre a contratação integrada? 
Alternativas
Respostas
2041: B
2042: B
2043: E
2044: C
2045: A
2046: B
2047: D
2048: A
2049: A
2050: C
2051: D
2052: B
2053: B
2054: B
2055: B
2056: C
2057: D
2058: A
2059: D
2060: A