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Q3650994 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Observe os trechos a seguir e responda ao que se pede.

I - “organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.”
II - “Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador”

Se os termos destacados fossem substituídos por uma palavra feminina e singular, ocorreria o fenômeno crase:
Alternativas
Q3650993 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cuja palavra não pode, no contexto do texto, funcionar como um sinônimo da expressão “diminuto”. 
Alternativas
Q3650992 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Sobre o uso do pronome demonstrativo destacado nos trechos abaixo, assinale a alternativa correta.

I – “Este exemplo também foi seguido por empresas privadas”
II – “Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta”
Alternativas
Q3650991 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
A partir da leitura global do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3650990 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa que apresenta, dentre as palavras do texto, aquela que deixou de ser acentuada com a vigência do novo acordo ortográfico. 
Alternativas
Q3650989 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Sobre as informações contidas no texto, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3650988 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa em que o verbo destacado demonstra participação do autor do texto na ação relatada. 
Alternativas
Q3650987 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
A partir dos trechos abaixo, assinale a alternativa em que, na expressão destacada, a posição do adjetivo em relação ao substantivo é diferente das demais. 
Alternativas
Q3650986 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cujo trecho NÃO exemplifica o uso da vírgula para enumerar. 
Alternativas
Q1836649 Matemática
O maior número múltiplo de 4, que é, também, múltiplo de 6 e é menor que 199, é
Alternativas
Q1836648 Matemática

Para utilizar certo desinfetante, a medida de uma tampa da embalagem do produto concentrado deve ser diluída em 5 litros de água.


Geralda tem um balde, mas para medir o volume só tem um copo, que ela sabe ter a capacidade de 300ml.


O número de copos de água que Geralda deve verter no balde, para conseguir, aproximadamente, 5 litros, é

Alternativas
Q1836647 Matemática

Ângela foi ao mercado e comprou 15 caixas de leite para o consumo da semana na cantina. Pagou com três notas de R$ 50,00 e recebeu de troco R$ 24,00.


Cada caixa de leite custou

Alternativas
Q1836646 Matemática
Dois aumentos sucessivos, um de 30% e outro de 40%, é equivalente a dar um único aumento de
Alternativas
Q1836645 Matemática

Joana comprou um fogão na promoção com 40% de desconto e pagou R$ 516,00.


O preço desse fogão fora da promoção era de

Alternativas
Q1836644 Matemática
O menor número positivo N, tal que 2,34 + 3,79 + N seja um número inteiro, é
Alternativas
Q1836643 Matemática

O número N é par, está entre 57 e 97, é múltiplo de 7, mas não é múltiplo de 5.


A soma dos algarismos de N é

Alternativas
Q1836642 Matemática
O triplo do sucessor de 12 é antecessor de
Alternativas
Q1836641 Matemática

14 dúzias e meia de ovos foram colocados em embalagens de 3 dezenas. 


Imagem associada para resolução da questão


Depois de preencher o maior número possível de embalagens desse tipo, sobraram

Alternativas
Q1836640 Matemática

Em uma fábrica há um cano de cobre com diâmetro de 5/8 de polegada que precisa ser trocado, mas os fabricantes nacionais só possuem canos desse tipo com diâmetros especificados em milímetros.


Sabe-se que 1 polegada é equivalente a 2,54 cm.


O diâmetro desse cano mede, aproximadamente,

Alternativas
Q1836639 Matemática

Duas jarras, com capacidade de um litro cada uma, contêm suco de caju. Uma das jarras tem um quarto de sua capacidade com suco de caju e a outra tem três quintos de sua capacidade com suco de caju.


As duas jarras são completadas com água e, a seguir, os seus conteúdos são colocados em uma jarra com capacidade de dois litros.


Nessa jarra maior, a fração de água é

Alternativas
Respostas
41: D
42: D
43: C
44: D
45: A
46: C
47: A
48: B
49: D
50: B
51: B
52: C
53: D
54: C
55: D
56: C
57: E
58: D
59: B
60: E