Questões de Concurso Comentadas para orientador educacional

Foram encontradas 2.390 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3698207 Pedagogia
Em um congresso de Educação foi apresentado um trabalho que analisou as tendências pedagógicas presentes nas declarações de professores brasileiros com diferentes tempos de experiência docente. Os resultados evidenciaram duas tendências principais: (I) a liberal tradicional, historicamente predominante na educação brasileira e mais frequente nos discursos e práticas de docentes com mais de 20 anos de atuação; e (II) a liberal renovada progressivista, que orienta mais diretamente a prática dos professores iniciantes, por ser atualmente enfatizada nos cursos de licenciatura no país.

A partir deste contexto, à luz do conhecimento sobre as tendências pedagógicas conforme apresentado por Libâneo (2014), marque a alternativa CORRETA 
Alternativas
Q3698205 Pedagogia
Em uma escola municipal de Ensino Fundamental, a equipe pedagógica percebeu que alguns alunos acumulavam muitas faltas e, quando compareciam, costumavam chegar bastante atrasados. Ao analisar os registros, constataram que o índice de ausência já ultrapassava 30% do limite permitido por lei, o que gerou grande preocupação. Buscando compreender as razões desse comportamento, a direção investigou a situação e encontrou indícios de uso de drogas entre parte desses estudantes. Diante da gravidade do problema, a diretora decidiu chamar os pais e responsáveis para conversar, informar sobre as faltas e apresentar um plano de ação preventiva e de enfrentamento ao uso e dependência de drogas que seria implementado na escola. Apesar da iniciativa da escola, alguns pais se mostraram resistentes, afirmando que esse tipo de questão deveria ser resolvido apenas pela família, sem a interferência da escola.
A partir deste contexto, à luz das disposições recentes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), analise as assertivas a seguir.

I- Cabe à escola notificar ao Conselho Tutelar do município a relação dos alunos que apresentam uma quantidade de faltas acima de 30% do percentual permitido por lei.
II- Os pais e responsáveis têm razão ao afirmar que problemas relacionados ao uso de drogas devem ser resolvidos por eles próprios, sem a intervenção da escola.
III- A direção da escola decidiu informar aos pais e responsáveis sobre a frequência dos estudantes envolvidos na situação, porém esse não constitui um dever dos estabelecimentos de ensino.
IV- É incumbência da escola garantir um ambiente escolar seguro, razão pela qual se torna fundamental a implementação do plano de ação preventiva e de enfrentamento ao uso e dependência de drogas elaborado pela direção.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698201 Pedagogia
Segundo Zabala (1998), ao pensar no que os alunos devem aprender, é preciso considerar diferentes tipos de conteúdos. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta apenas exemplos de conteúdos factuais.

Fonte: ZABALA, A. Aprática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Alternativas
Q3698200 Pedagogia
Um grupo de professores de uma escola pública municipal de Ensino Fundamental se reuniu para propor um projeto interdisciplinar a ser desenvolvido na escola. O tema do projeto era “Planeta Água: a cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território”, conforme sugerido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Assim, foram propostos os seguintes objetivos para o projeto:

1. Valorizar e utilizar o conhecimento científico historicamente construído sobre os oceanos para compreender e explicar a sua importância no equilíbrio climático.
2. Utilizar somente a linguagem verbal científica para se expressar e partilhar informações e experiências nas atividades promovidas pelo projeto , evitando outros tipos de linguagens.
3. Participar de atividades artístic o-culturais que valorizem a água como bem essencial à vida promovidas no âmbito do projeto .
4. Valorizar e respeitar diferentes saberes culturais sobre o uso sustentável da água.
5. Evitar a utilização de tecnologias digitais para produzir conhecimentos e disseminar informações sobre o tema e as atividades do projeto.
6. Desenvolver a empatia e a responsabilidade coletiva em relação aos impactos das ações humanas nos oceanos.

A partir deste contexto, à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da tipologia dos conteúdos utilizada por Zabala (1998), analise as assertivas a seguir.

Fonte: ZABALA, A. Aprática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

I- Os objetivos 1, 3 e 4 foram inspirados em competências que integram as dez competências gerais da Educação Básica, conforme a versão atual da BNCC.
II- Os objetivos 2 e 5 não dialogam com nenhuma das dez competências gerais da Educação Básica previstas na BNCC.
III- Os objetivos 3 e 4 contribuem para a aprendizagem de conteúdos atitudinais, por estarem diretamente relacionados ao desenvolvimento de valores e atitudes.
IV- O objetivo 6 favorece a aprendizagem de conteúdos procedimentais, pois envolve o desenvolvimento de um conjunto de ações organizadas e orientadas para uma finalidade específica.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3698199 Pedagogia
Considerando a discussão feita por Libâneo (2017) sobre a prática educativa e a sociedade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
Fonte: Libâneo, J. C. Didática (Livro Eletrônico). São Paulo: Cortez, 2017.

I- As finalidades e meios da Educação subordinam-se à estrutura social e às formas pelas quais a sociedade se organiza, sendo, portanto, socialmente determinada.

PORQUE

II- A prática educativa, incluindo seus objetivos, conteúdos e o trabalho docente, é orientada por finalidades e demandas de ordem social, política e ideológica. Assim, a educação que se desenvolve em diferentes contextos da sociedade reflete os valores, as normas e as características da estrutura social na qual está inserida.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3698187 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
No período retirado do Texto I: “Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo”, do ponto de vista das relações semântico-pragmáticas, tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q3698186 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
O Texto I é um artigo de opinião. Arespeito desse gênero textual, analise as assertivas a seguir.

I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3698184 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

    Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
    Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
    É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
    Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
    A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
    Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
    Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
    Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
    O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Acerca do Texto I, analise as seguintes assertivas.

I- A falta de horizontes, a solidão, não se sentir importante para alguém ou para o mundo são fatores que influenciam a saúde orgânica – e isso pode impactar a economia de uma nação.
II- As chamadas “mortes por desespero”, cada vez mais comuns nas últimas décadas em algumas populações, incluem o suicídio, a overdose por drogas e doenças hepáticas devido ao uso abusivo de álcool.
III- A saúde pública não pode ser considerada um determinante social porque não afeta o equilíbrio econômico de um país.
IV- A primazia da matéria sobre a alma é vista pelo autor como uma questão de prioridades.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3635079 Pedagogia
A Orientação Educacional, desde sua institucionalização no Brasil, passou por diferentes concepções e práticas. Considerando seus fundamentos históricos e princípios, assinale a alternativa que expressa de forma correta a perspectiva consolidada, pela LDB n.º 9.394/1996 e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, para Orientação Educacional na Educação Básica: 
Alternativas
Q3635078 Pedagogia
De acordo com a LDB n.º 9.394/1996, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica e os documentos orientadores da prática pedagógica, analise as afirmativas a seguir sobre competências e atribuições do Orientador Educacional: 
I.Cabe ao Orientador Educacional articular ações entre escola, família e comunidade, favorecendo a formação integral dos estudantes e a promoção da cidadania.
II.É atribuição do Orientador Educacional atuar de forma isolada, com foco exclusivo em questões disciplinares e de comportamento, sem integração ao projeto político-pedagógico.
III.Compete ao Orientador Educacional participar do planejamento e da execução de ações pedagógicas, mediando conflitos e promovendo a inclusão escolar.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3635077 Pedagogia
No trabalho do Orientador Educacional, a documentação e o registro das ações, aliados à avaliação sistemática, têm papel central para a efetividade das práticas pedagógicas e de acompanhamento. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais e a boa prática profissional, o objetivo principal desse processo é assegurar:
Alternativas
Q3635076 Pedagogia
Considerando as atribuições do Orientador Educacional e as modalidades de atendimento previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, analise as afirmativas a seguir:

I.O atendimento individual é indicado para situações que demandam escuta ativa, análise de necessidades específicas e acompanhamento personalizado do estudante.

II.O atendimento grupal ocorre quando o orientador trabalha com um conjunto de estudantes que compartilham características, interesses ou dificuldades comuns, favorecendo a troca de experiências e o desenvolvimento de habilidades sociais.

III.O atendimento coletivo corresponde a ações voltadas a toda a comunidade escolar, como palestras, assembleias e campanhas educativas, visando à formação integral e ao fortalecimento do clima escolar.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3635075 Pedagogia
No contexto da atuação do Orientador Educacional, a elaboração de projetos pedagógicos e institucionais deve: 
Alternativas
Q3635074 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as Diretrizes Curriculares Nacionais reconhecem que a escola deve valorizar e respeitar a diversidade de arranjos familiares presentes na sociedade brasileira. Nesse sentido, o trabalho educativo voltado à diversidade familiar busca assegurar:
Alternativas
Q3635073 Pedagogia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona conceitos fundamentais relacionados ao bullying e ao cyberbullying com suas respectivas definições:

Primeira coluna: conceito

1.Bullying 2.Cyberbullying 3.Prevenção 4.Intervenção 5.Cultura de paz

Segunda coluna: definição

(__)Ações intencionais e repetidas de agressão física, verbal ou psicológica, praticadas presencialmente, com desequilíbrio de poder entre os envolvidos.

(__)Conjunto de práticas educativas e estratégias escolares que buscam evitar a ocorrência de situações de intimidação sistemática, fortalecendo o respeito e a convivência saudável.

(__)Utilização de recursos digitais para intimidar, humilhar ou ofender, de forma repetitiva e intencional, causando danos emocionais e sociais à vítima.

(__)Atitudes e políticas que promovem respeito, empatia, diálogo e resolução pacífica de conflitos no ambiente escolar e comunitário.

(__)Ações planejadas para lidar com casos já identificados, incluindo escuta ativa, mediação de conflitos, envolvimento das famílias e acompanhamento dos envolvidos.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3635072 Pedagogia
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas à relação entre família e escola no contexto da Educação Básica. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A parceria entre família e escola é fundamental para o desenvolvimento integral do estudante, devendo ser pautada no diálogo, na cooperação e no respeito mútuo às funções de cada instituição.
(__)Cabe exclusivamente à escola a responsabilidade pelo processo de formação integral do estudante, sendo a participação da família desejável, mas não essencial para a aprendizagem.
(__)Projetos e ações que aproximam famílias, professores e comunidade escolar contribuem para o fortalecimento do vínculo afetivo e do comprometimento dos estudantes com sua própria aprendizagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3635071 Pedagogia
Em uma escola de Ensino Fundamental, um grupo de estudantes cria um perfil falso em rede social para ridicularizar um colega, compartilhando fotos editadas e mensagens ofensivas. A situação gera repercussão na turma, afetando o desempenho e o bem-estar da vítima. Ao tomar conhecimento do caso, o Orientador Educacional deve:
Alternativas
Q3635070 Pedagogia
O processo de mediação educacional realizado pelo Orientador Educacional envolve escuta, diálogo, negociação e construção conjunta de soluções. Essa perspectiva busca assegurar:
Alternativas
Q3456452 Pedagogia
O professor de geografia de uma escola pública planejou desenvolver um projeto em sua aula e, para tanto, solicitou que cada aluno trouxesse uma determinada quantidade de papel sulfite, marcadores de texto e outros materiais para uso compartilhado. No momento da realização da atividade, vários alunos não levaram os materiais solicitados e isso causou desordem na sala. A questão chegou até a orientadora educacional, que precisou se posicionar quanto à manutenção da ordem e da observância das normas da escola. Tratando da situação do projeto de geografia, a orientadora expôs, corretamente, que 
Alternativas
Q3456451 Pedagogia
O art. 12, inciso IX da Lei Federal no 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação Nacional) define que os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de promover medidas para o combate ao bullying, no âmbito das escolas. Na legislação educacional nacional, bullying tem sido tratado como sinônimo de
Alternativas
Respostas
581: B
582: C
583: A
584: D
585: A
586: E
587: D
588: C
589: B
590: B
591: C
592: E
593: A
594: A
595: A
596: D
597: B
598: E
599: A
600: B