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Q2755192 Matemática

A máquina A enche um tonel em 6 minutos. A máquina B enche um tonel idêntico em 9 minutos. Iniciando o trabalho simultaneamente, porém de forma independente, as máquinas A e B enchem, no total, 100 desses tonéis. Da quantidade de tonéis enchidos, a máquina A foi responsável por

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Q2755191 Matemática

Miguel aderiu ao consórcio de uma moto em parcelas mensais de R$ 220,00. Suas parcelas vencem sempre no dia 20 de cada mês, mesmo se o dia cair em feriado ou fim de semana. Em caso de atraso no pagamento, cobra-se uma multa fixa de R$ 30,00 a cada período de 40 dias de atraso, mais um juro simples de 1% por dia de atraso. Miguel esqueceu de fazer o pagamento da parcela no mês de março, quitando-a no dia 20 de abril do mês seguinte, juntamente com a quitação da parcela mensal que vencia naquele dia. Lembrando que março tem 31 dias, o valor do consórcio pago por Miguel no dia 20 de abril foi igual a

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Q2755190 Matemática

Em 2016, Celina poupa R$ 5,00 em janeiro, R$ 8,50 em fevereiro, R$ 12,00 em março, R$ 15,50 em abril, R$ 19,00 em maio, e assim sucessivamente. Nos anos subsequentes ao ano de 2016, ela pretende manter o mesmo esquema de poupança, sendo que em janeiro de 2017 ela poupará R$ 3,50 a mais do que havia poupado em dezembro de 2016, e assim sucessivamente. De acordo com o esquema de poupança de Celina, no mês de outubro de 2020 ela terá que poupar

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Q2755189 Matemática

Rogério comprou certa quantidade de pedaços iguais a 1/9  de um bolo para distribuir, sem sobras, entre seu irmão e seu pai. Se ele pretende dar ao seu irmão o equivalente a 2/3  de um bolo, e ao seu pai o equivalente a um bolo inteiro, então, o total de pedaços de bolo que ele comprou foi igual a

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Q2755186 Português

As regras de concordância estão plenamente respeitadas em:

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Q2755185 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 5 a 7.


Pechada



O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

− Aí, Gaúcho!

− Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português.

− Mas o Gaúcho fala “tu”! − disse o Jorge, que era quem mais implicava com o novato.

− E fala certo − disse a professora.

− Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. O Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

− O pai atravessou a sinaleira e pechou. − O quê?

− O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

− O que foi que ele disse, tia? − quis saber o Jorge.

− Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.

− E o que é isso? − Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

− Nós vinha...

− Nós vínhamos.

− Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.

− Aí, Pechada!

− Fala, Pechada!


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. “Pechada”. Revista Nova Escola. São Paulo, maio/2001. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-1/pechada-634220.shtml)

Um termo empregado com sentido figurado está sublinhado em:

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Q2755184 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 5 a 7.


Pechada



O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

− Aí, Gaúcho!

− Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português.

− Mas o Gaúcho fala “tu”! − disse o Jorge, que era quem mais implicava com o novato.

− E fala certo − disse a professora.

− Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. O Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

− O pai atravessou a sinaleira e pechou. − O quê?

− O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

− O que foi que ele disse, tia? − quis saber o Jorge.

− Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.

− E o que é isso? − Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

− Nós vinha...

− Nós vínhamos.

− Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.

− Aí, Pechada!

− Fala, Pechada!


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. “Pechada”. Revista Nova Escola. São Paulo, maio/2001. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-1/pechada-634220.shtml)

De acordo com o texto, a professora conteve o sorriso diante da informação de que o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara, porque

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Q2755183 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 5 a 7.


Pechada



O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

− Aí, Gaúcho!

− Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português.

− Mas o Gaúcho fala “tu”! − disse o Jorge, que era quem mais implicava com o novato.

− E fala certo − disse a professora.

− Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. O Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

− O pai atravessou a sinaleira e pechou. − O quê?

− O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

− O que foi que ele disse, tia? − quis saber o Jorge.

− Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.

− E o que é isso? − Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

− Nós vinha...

− Nós vínhamos.

− Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.

− Aí, Pechada!

− Fala, Pechada!


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. “Pechada”. Revista Nova Escola. São Paulo, maio/2001. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-1/pechada-634220.shtml)

Considerando que o novo aluno, Rodrigo, é chamado de Gaúcho e, posteriormente, de Pechada pelos colegas, conclui-se que a escolha dos apelidos

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Q2755181 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.


Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China


O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação.

A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho − o mais grave em uma escala de quatro níveis − por causa da poluição. Escolas permaneceram fechadas e fábricas interromperam a produção.

“Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e o ar puro pode ser vendido como item de luxo”, disse Watts à BBC.

Cada garrafa – de 580 mL – de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450,00).

Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra. O processo de coleta é feito com jarros acoplados a redes – atividade que Watts define como “agricultura aérea”.


(Adaptado de: “Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China”. Disponível em: www.bbc.com/ portuguese/noticias/2016/02/160209_venda_arpuro_tg)

. ... elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação. (1o parágrafo) Essa passagem do texto está corretamente reescrita com a forma verbal na voz passiva em:

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Q2755180 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.


Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China


O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação.

A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho − o mais grave em uma escala de quatro níveis − por causa da poluição. Escolas permaneceram fechadas e fábricas interromperam a produção.

“Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e o ar puro pode ser vendido como item de luxo”, disse Watts à BBC.

Cada garrafa – de 580 mL – de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450,00).

Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra. O processo de coleta é feito com jarros acoplados a redes – atividade que Watts define como “agricultura aérea”.


(Adaptado de: “Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China”. Disponível em: www.bbc.com/ portuguese/noticias/2016/02/160209_venda_arpuro_tg)

Um sinônimo para o termo sublinhado está em:

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Q2755179 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.


Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China


O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação.

A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho − o mais grave em uma escala de quatro níveis − por causa da poluição. Escolas permaneceram fechadas e fábricas interromperam a produção.

“Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e o ar puro pode ser vendido como item de luxo”, disse Watts à BBC.

Cada garrafa – de 580 mL – de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450,00).

Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra. O processo de coleta é feito com jarros acoplados a redes – atividade que Watts define como “agricultura aérea”.


(Adaptado de: “Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China”. Disponível em: www.bbc.com/ portuguese/noticias/2016/02/160209_venda_arpuro_tg)

Conclui-se que Leo De Watts

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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1239274 Pedagogia
Analise o texto abaixo:
A Pedagogia da Infância admite, como pressuposto básico, a criança como ........................com base na Convenção dos Direitos das Crianças (1989). 
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1239264 Pedagogia
Gestar democraticamente uma escola significa:
1. Conceder espaço a quem tem o que falar. 2. Conceder a devida atenção às demandas que se originam na própria sociedade. 3. A garantia de que a busca pela educação de qualidade será incessante e que contará com a participação de todos. 4. Abrir espaço somente para as ideias vindas dos gestores e docentes das instituições educativas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1181711 Direito do Consumidor
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1181630 Direito do Consumidor
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter:
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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Criciúma - SC
Q1181615 Direito do Consumidor
Assinale a alternativa que indica corretamente o nome do instituto por meio do qual as entidades civis de consumidores e as associações de fornecedores ou sindicatos de categoria econômica podem regular, por escrito, relações de consumo que tenham por objeto estabelecer condições relativas ao preço, à qualidade, à quantidade, à garantia e características de produtos e serviços, bem como à reclamação e composição do conflito de consumo.
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Ano: 2015 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC
Q1196705 Pedagogia
Demerval Saviani (1997) e José Carlos Libâneo (1987) se dedicaram a estudar as tendências e concepções pedagógicas da educação brasileira. 
Segundo eles a educação brasileira caracterizou-se historicamente por duas grandes vertentes de pensamento: liberal e progressista. 
Relacione a seguir essas vertentes com as tendências de pensamento educativo derivadas delas: 
Coluna 1 - Vertente  1. Vertente Liberal  2. Vertente Progressista 
Coluna 2 - Tendências  (   ) Tradicional  (   ) Libertária  (   ) Renovadora não-diretiva  (   ) Libertadora  (   ) Tecnicista  (   ) Crítico-social dos conteúdos  (   ) Renovadora progressista 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Ano: 2015 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC
Q1195863 Português
Língua Nacional    Leia o texto que segue, ele é um trecho de um artigo de Ricardo B. de Araújo.     A torcida possui a propriedade de reunir, “na mesma massa”, pessoas situadas em posições sociais diversas, homogeneizando, em torno dos clubes, as suas diferenças. Nesse processo, um mecanismo extremamente importante é o uniforme de cada clube: ao mesmo tempo em que separa e distingue cada uma das torcidas, ele “despe” cada torcedor da sua identidade civil e o integra em um novo contexto, profundamente indiferenciado.   Nesse contexto de massa que é a torcida inexistem desigualdades, pelo menos em princípio. Todos estão ali reunidos pela paixão, para torcer por um dos clubes e, portanto, cada torcedor tem, nesse momento, os mesmos direitos que qualquer outro.   Este último ponto é de grande importância, pois nos leva, de certa forma, da igualdade à liberdade. Com efeito, se todos os torcedores são considerados moralmente iguais, abre-se, então, a possibilidade para que cada um deles possa, com toda a legitimidade, ter uma visão inteiramente pessoal do andamento da partida, da escalação dos times, enfim, de qualquer aspecto relacionado ao mundo do futebol.   Qualquer torcedor pode, inclusive, discordar das “autoridades” em futebol, os técnicos, os dirigentes ou comentaristas, sem que sua interpretação seja considerada insolente ou descabida. Este é um contexto em que, de alguma forma, todo mundo tem opinião, e todos têm o direito de exprimi-la, ou seja, são livres para explicitá-las sem sofrer qualquer constrangimento. É exatamente por isso que as discussões sobre o futebol são consideradas “intermináveis”. Na verdade, essa impressão é causada pela própria dificuldade de se chegar a algum consenso num ambiente tão pluralista e democrático.   Existe, portanto, no futebol, uma área de decisão privada, na qual cada torcedor tem liberdade para julgar e escolher segundo suas próprias inclinações, sem ter que sofrer qualquer interferência. Lembremo-nos de que a própria opção por se torcer por determinado clube, de trocá-lo por outro, ou mesmo de se desinteressar por futebol, são resoluções de “foro íntimo”, que não interessam a ninguém, e que devem, assim, ser tomadas com toda a independência.     Platão & Fiorin: Lições de texto: leitura e redação    Relacione as colunas abaixo, em relação à oração sublinhada: 
Coluna 1 - Tipo de oração  1.sindética aditiva  2.sindética adversativa  3.assindética  4.oração principal  5.sindética conclusiva 
Coluna 2 - Períodos  (   ) Estudou para a prova, no entanto obteve resultado insatisfatório.  (   ) O candidato entendeu a prova, portanto pode fazer as questões.  (   ) Você não pode desanimar, pois, afinal, é um guerreiro nato.  (   ) O atleta treina, compete e não consegue medalhas.  (   ) Ele não veio nem telefonou. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Ano: 2015 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC
Q1182125 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada, para todos os efeitos legais, pessoa com:
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Ano: 2015 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Bombinhas - SC
Q1182073 Pedagogia
Na atual política nacional, de perspectiva inclusiva, a educação especial passa a integrar a proposta pedagógica da escola regular, promovendo o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com:
Alternativas
Respostas
1761: A
1762: B
1763: C
1764: D
1765: D
1766: C
1767: A
1768: E
1769: E
1770: A
1771: D
1772: D
1773: E
1774: D
1775: A
1776: B
1777: A
1778: D
1779: A
1780: B