Questões de Concurso Comentadas para residência

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Q3608667 Medicina
Um paciente de 3 anos de idade queixa-se de dor abdominal no flanco direito e fossa ilíaca ipsilateral associada à distensão difusa. Não apresentou, nesse interim, sinais e sintomas sugestivos de gastroenterite aguda. Dois dias após o início do quadro álgico, evolui com quadro de enterorragia moderada.

Diante do quadro apresentado, qual a principal hipótese diagnóstica e o exame de imagem de escolha?
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Q3608666 Medicina
Um paciente de 33 anos de idade, vítima de acidente de moto versus poste, foi admitido no hospital com politraumatismo (hematoma epidural e múltiplas fraturas) e foi submetido à fixação externa de fêmur e tíbia esquerdos e optado por tratamento conservador do hematoma epidural, evoluindo bem no pós-operatório imediato. No terceiro dia de internação, o paciente iniciou quadro de dor torácica esquerda, ventilatório-dependente, dispneia e taquipneia, sendo necessária a intubação. Foi levado à tomografia computadorizada de tórax e diagnosticado com tromboembolismo pulmonar bilateral. Com relação à conduta nesse caso clínico, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3608665 Medicina
A Classificação de Chammas estratifica o risco de malignidade de nódulos tireoidianos de acordo com a vascularização. A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3608664 Medicina
Acerca dos fatores associados a deiscência de ferida cirúrgica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3608663 Medicina
Qual causa é relacionada ao priapismo de alto fluxo?
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Q3608662 Medicina
Um paciente de 37 anos de idade deu entrada pela manhã no hospital com quadro de dor em região genital e relato de ereção mantida a cerca de 10 horas. Informou que durante a noite, na balada, fez uso de RedBull e cocaína e que, após a relação sexual, não houve detumescência gradual. Após exame clínico e laboratorial, foi evidenciado o diagnóstico de priapismo isquêmico. Quais exames a seguir são compatíveis com o quadro desse paciente?
Alternativas
Q3608659 Medicina
A respeito do planejamento cirúrgico com intuito de redução do número de lesão durante as cirurgias do pâncreas, qual é a variação anatômica mais comum da artéria hepática comum?
Alternativas
Q3608658 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Considerando a anatomia da aorta mais prevalente, quais ramos têm origem no arco da aorta em sua respectiva ordem?
Alternativas
Q3608657 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
A complicação tardia mais comum em relação ao reparo convencional dos aneurismas de aorta abdominal é conhecida como
Alternativas
Q3608656 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Entre os aneurismas de aorta abdominal, qual é fator de risco para rotura? 
Alternativas
Q3608655 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Tendo em vista o quadro apresentado pela paciente, assinale a alternativa incorreta em relação à indicação cirúrgica.
Alternativas
Q3608654 Medicina
Marque a alternativa que não faz parte das complicações da paratireoidectomia: 
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Q3608651 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Tendo em vista o quadro do paciente do caso anterior a necessidade de abordagem cirúrgica e a estabilidade do paciente, qual a melhor conduta no intraoperatório?
Alternativas
Q3608650 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Em relação à classificação de Johnson, a úlcera desse paciente é do tipo 
Alternativas
Q3608648 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Tendo em vista o caso da paciente anterior, não foi possível a visualização dos critérios de segurança para cirurgia segura, sendo submetida a cirurgia a Torek e colocação de dreno de vigília, qual o nome da visão crítica de segurança em uma colecistectomia laparoscópica? 
Alternativas
Q3608647 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Segundo a classificação de Tokyo e supondo a disponibilidade de qualquer material, qual a classificação e a conduta mais adequadas para essa paciente. 
Alternativas
Q3608646 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Em relação ao tratamento do megaesôfago, qual procedimento possui melhor controle do refluxo gastroesofágico? 
Alternativas
Q3608644 Patologia
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a definição de câncer de esôfago precoce?
Alternativas
Q3608643 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a conduta seguinte tendo em vista o caso desse paciente.
Alternativas
Q3608642 Medicina
Uma paciente jovem de 28 anos de idade, portadora de doença de Crohn, apresenta um quadro clínico de abaulamento da região perianal, sendo submetida à drenagem do abscesso perianal. No entanto, a paciente evoluiu com piora do quadro com sudorese, leucocitose, além de crepitação e necrose de toda a região perianal e perineal. Qual o tratamento mais indicado para essa complicação tendo em vista a contaminação da região?
Alternativas
Respostas
12001: A
12002: D
12003: B
12004: C
12005: A
12006: D
12007: D
12008: C
12009: D
12010: A
12011: B
12012: C
12013: A
12014: D
12015: C
12016: D
12017: B
12018: C
12019: C
12020: D