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Q73637 Medicina
Acerca de parasitologia médica, julgue os itens subsequentes.

Miracídio, cercária e esquistossômulo são fases do ciclo vital do Schistosoma mansoni, sendo que a primeira forma é aquela que infecta o homem.
Alternativas
Q73636 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

A secreção endócrina do pâncreas é constituída principalmente pela insulina - produzida pelas células alfa das ilhotas de Langerhans - e pelo glucagon - secretado pelas células beta das mesmas ilhotas.
Alternativas
Q73635 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

A secreção pancreática exócrina ocorre em três fases: a cefálica, a gástrica e a intestinal, sendo essa última decorrente basicamente da secreção do hormônio secretina pela mucosa do duodeno e do jejuno.
Alternativas
Q73634 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

A secreção exócrina do pâncreas é basicamente constituída por tripsina, amilase, quimotripsina, lipase, carboxipeptidase e grandes quantidades de ácido clorídrico e água.
Alternativas
Q73633 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

A secreção pancreática exócrina é descarregada no duodeno pelo ducto pancreático, que normalmente se encontra com o colédoco hepático na ampola de Vater, que, por seu turno, é circundada pelo esfíncter de Oddi.
Alternativas
Q73632 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

A irrigação arterial do pâncreas é feita pela artéria esplênica (ramo do tronco celíaco) e pelas artérias pancreatoduodenais superior e inferior.
Alternativas
Q73631 Medicina
A pancreatite crônica é uma doença que tem como característica
elementar a fibrose progressiva e o decréscimo progressivo das
funções exócrinas e endócrinas do pâncreas. A compreensão da
fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento dessa moléstia estão
alicerçados em conhecimentos de anatomia e fisiologia do
pâncreas. Com relação a esses aspectos, julgue os itens a seguir.

O pâncreas é uma glândula totalmente circundada pelo peritônio.
Alternativas
Q24185 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Quem não gosta de fotos antigas, não busque essas fotos nos velhos álbuns, nesses velhos álbuns nos quais nossos avós colecionavam aquelas fotos com todo o amor.
Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Q24184 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
É preciso corrigir, em nível estrutural, a redação da seguinte frase:
Alternativas
Q24183 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Está correto o emprego do elemento sublinhado na frase:
Alternativas
Q24182 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Está adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Alternativas
Q24181 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
O verbo entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q24180 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q24179 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A melancolia é uma característica dos tempos antigos, por isso ganha tanto destaque nos velhos álbuns de fotografias.

II. A facilidade com que se tiram fotos em nossa época contrapõe-se à formalidade que caracterizava as antigas sessões de fotografia.

III. Os registros fotográficos não valem apenas pelas imagens que expõem, mas pelo modo como eles as interpretam em cada época.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q24178 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Expressa uma contradição interna a seguinte frase:
Alternativas
Q23660 Psiquiatria
Em relação ao transtorno bipolar de início na infância e adolescência, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q23659 Psiquiatria
Com relação aos transtornos ansiosos é correto afirmar:
Alternativas
Q23658 Psiquiatria
Considere as afirmações referentes à depressão pós- acidente vascular cerebral (DPAVC):

I. Depressão tem sido diagnosticada mais frequente- mente após AVC do que em outras doenças físicas com níveis de incapacitação semelhantes.

II. A associação entre a localização da lesão e a pre- valência de DPAVC é mais forte nos seis primeiros meses após a ocorrência do AVC.

III. A DPAVC tem influência na recuperação do déficit neurológico e do quadro cognitivo do paciente.

IV. É de fundamental importância que os quadros de DPAVC sejam plenamente diagnosticados e trata- dos precocemente sob o risco de cronificação e piora do quadro clínico global.

V. A incidência de DPAVC é relativamente rara, não devendo ser avaliada.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q23657 Psiquiatria
O transtorno depressivo unipolar apresenta diferentes características clínicas em seu diagnóstico, curso clínico e tratamento. Tendo isso em vista, é correto afirmar que
Alternativas
Q23656 Psiquiatria
Com relação à psiquiatria clínica é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
13921: E
13922: E
13923: C
13924: E
13925: C
13926: C
13927: E
13928: E
13929: A
13930: D
13931: B
13932: E
13933: B
13934: D
13935: C
13936: A
13937: C
13938: D
13939: A
13940: D