Questões de Concurso Comentadas para médico psiquiatra

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Q2049107 Psiquiatria
A característica essencial de um ataque de pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso, que alcança um pico em minutos, e durante a qual ocorrem quatro ou mais dos 13 sintomas físicos e cognitivos relacionados. São sintomas de um ataque de pânico:
I.Palpitações, coração acelerado ou taquicardia.
II.Tremores ou abalos.
III.Calafrios ou ondas de calor.
IV.Medo de morrer.
V.Ansiedade social.
Estão corretas as alternativas:
Alternativas
Q2049106 Psiquiatria
Assinale o item que corresponde a uma possível causa infecciosa de demência. 
Alternativas
Q2049105 Psiquiatria

Considerando as estimativas de prevalência do transtorno esquizoafetivo, marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q2049104 Psiquiatria
Considerando as contraindicações e o risco-benefício dos diferentes medicamentos, marque a alternativa que corresponde a uma contraindicação absoluta para o uso da Risperidona: 
Alternativas
Q2049103 Psiquiatria
O tratamento medicamentoso em pacientes grávidas, com piora do transtorno esquizoafetivo ao longo da gestação, deve ser avaliado devido ao risco do uso de determinados fármacos para o desenvolvimento do feto. Nesse contexto os mais indicados, conforme a categoria de risco, são: 
Alternativas
Q2049102 Psiquiatria
Indivíduos com esquizofrenia podem exibir: 
Alternativas
Q2049101 Psiquiatria
Para determinar se uma condição médica que acompanha um transtorno depressivo está causando o transtorno depressivo devido a outra condição médica, depende de alguns fatores. Nesse contexto, marque a alternativa que corresponde a um desses fatores: 
Alternativas
Q2049100 Psiquiatria
Analise as afirmativas:
Os indivíduos com fobia específica, geralmente, experimentam aumento na excitabilidade autonômica pela antecipação ou durante a exposição a um objeto ou situação fóbica. Considerando o diagnóstico diferencial:
I.A fobia específica situacional pode se parecer com a agorafobia na sua apresentação clínica, dada a sobreposição nas situações temidas.
II.Deve ser dado um diagnóstico de fobia específica se ataques de pânico ocorrem apenas em resposta a um objeto ou situação específica, e um diagnóstico de transtorno de pânico se o indivíduo experimenta ataques de pânico inesperados.
III.Se o medo ou ansiedade primária de um indivíduo é de um objeto ou situação, como resultado de obsessões, e se outros critérios diagnósticos para transtorno obsessivo-compulsivo são satisfeitos, este último deve ser diagnosticado.
IV.Mesmo quando o medo e a esquiva são devidos a pensamento delirante, um diagnóstico de fobia específica poderá ser justificado.
V.Eventos traumáticos podem preceder o início de transtornos relacionados a trauma e estressores e a fobia específica, mas um diagnóstico de fobia específica é dado, somente, se não são satisfeitos todos os critérios para o transtorno relacionado a trauma e estressores.
Estão corretas as alternativas: 
Alternativas
Q2049099 Psiquiatria
Os sintomas dos critérios para transtorno depressivo maior devem estar presentes quase todos os dias para serem considerados presentes, com exceção de:
Fonte:Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais [recurso eletrônico] : DSM-5 / [American Psychiatric Association ; tradução: Maria Inês Corrêa Nascimento ... et al.] ; revisão técnica: Aristides Volpato Cordioli ... [et al.]. - 5. ed. - Dados eletrônicos. - Porto Alegre : Artmed, 2014. 
Alternativas
Q2049098 Psiquiatria
Se um indivíduo tiver preocupações extensas a respeito da saúde, porém nenhum sintoma somático ou apenas sintomas somáticos mínimos, pode ser mais apropriado considerar como: 
Alternativas
Q2049081 Português
Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.

COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022.
Assinale a alternativa que apresenta correção no que diz respeito à colocação pronominal, conforme a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q2049079 Português
Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.

COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022.
Associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona palavras do texto aos seus antônimos:
Primeira coluna: palavras do texto
(1) eficaz
(2) aprovado
(3) fundamental
(4) infectado
Segunda coluna: antônimos
(__)proibido
(__)saudável
(__)dispensável
(__)inábil
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q2049078 Português
Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.

COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022.
 A respeito dos períodos simples e compostos, analise as afirmações a seguir:
I.No trecho "Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças...", temos um período simples.
II.Em "Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético...", podemos afirmar que há um período composto.
III.No trecho "Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia", temos um período simples.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2049077 Português
Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.

COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022.
A partir da leitura cuidadosa de "Um remédio eficaz contra covid-19?", assinale a alternativa que corretamente apresenta o tipo textual do texto: 
Alternativas
Q2049076 Português
Um remédio eficaz contra covid-19?

Desde que a covid-19 assolou o mundo no início de 2020, a busca por alternativas eficazes para combater a pandemia foi intensa. Em tempo recorde, foram desenvolvidas vacinas, responsáveis por tirar o planeta do estado de emergência e salvar milhões de vidas.
Esse feito, no entanto, não eliminou a necessidade de um medicamento capaz de tratar as pessoas já acometidas pela doença, como ocorre com tantas outras enfermidades. A química medicinal, finalmente, atingiu o objetivo e criou um antiviral eficaz e sem riscos para os humanos.

A imagem do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tomando o Paxlovid®, medicamento antiviral recentemente aprovado contra a covid-19, foi notícia nos principais meios de comunicação, no final do mês de julho deste ano. O fato, realmente, merece destaque, pois, independentemente do vírus, a ciência é objetiva em enumerar o trio de armas disponíveis para o controle bem-sucedido e a erradicação de doenças pandêmicas: a combinação de medidas de higiene, adesão em massa às campanhas de vacinação e desenvolvimento de antivirais eficientes.

Ao longo da história, antivirais vêm desempenhando um papel fundamental no controle de diferentes doenças, como a hepatite C, enfermidades causadas por herpesvírus e a Aids, para as quais esses fármacos ainda se caracterizam como a única forma de controle da transmissão e a garantia de mais qualidade de vida aos que convivem com a doença.

Em relação à covid-19, é indiscutível a importância das vacinas para a prevenção da doença em sua forma grave e para reduzir o número de mortes. Mas essa outra frente de batalha, o desenvolvimento de antivirais para o tratamento das pessoas já infectadas pelo SARS-CoV-2, vem sendo travada por diferentes grupos de pesquisa desde o início da pandemia.

O que acontece em um organismo infectado?

É preciso explicar o que acontece ao longo do ciclo de replicação do SARS-CoV-2. Uma vez no organismo humano, esse vírus usa sua famosa proteína Spike (S) para se ligar a receptores presentes na superfície das nossas células, conhecidos como enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ACE2). Assim, o vírus consegue adentrar a célula, onde libera o seu material genético (no caso do SARS-CoV-2, uma molécula de RNA), o qual é traduzido, ou seja, a informação contida nessa molécula de RNA é utilizada pela célula para a síntese de proteínas, o que possibilita a produção de novas partículas virais. O organismo responde à invasão do vírus produzindo anticorpos, que se ligam à proteína Spike e impedem a infecção de outras células. Além disso, são produzidas células especializadas (linfócitos T citotóxicos) que identificam e destroem células humanas já infectadas pelo vírus.

COTRIM, Bruno Almeida.; GONÇALVES, Raoni Schroeder Borges.; BARROS, José C. Um remédio eficaz contra covid-19? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/um-remedio-eficaz-contra-covid-19/ Acesso em: 04 nov., 2022.

Assinale a alternativa que apresenta o mais adequado resumo do texto "Um remédio eficaz contra covid-19?": 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC Prova: FEPESE - 2022 - FCEE-SC - Médico Psiquiatra |
Q2005607 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta sobre o Transtorno de Humor Bipolar. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC Prova: FEPESE - 2022 - FCEE-SC - Médico Psiquiatra |
Q2005606 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre o transtorno do espectro autista.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC Prova: FEPESE - 2022 - FCEE-SC - Médico Psiquiatra |
Q2005605 Medicina
Sobre os fitoterápicos e os suplementos dietéticos usados em psiquiatria, associe as colunas abaixo.

Coluna 1 Fitoterápicos / Suplementos

1. Erva de São João 2. Kava 3. Valeriana 4. Ginkgo 5. Folato 

Coluna 2 Descrição

(    ) Age na formação da S-adenosilmetionina (SAMe) e uma série de estudos sugere que auxilia como coadjuvante do tratamento da depressão.
(       ) Parece inibir a quebra do GABA no Sistema Nervoso Central e com isso facilita a neurotransmissão gabaérgica.
(     ) Na Alemanha é agente popular de primeira linha para tratamento de depressão leve e ansiedade, sendo sua prescrição coberta pelo Plano Nacional de Saúde.
(     ) Pode agir no tratamento dos estados de ansiedade, tendo poucas vantagens sobre os benzodiazepínicos e parece ser capaz de induzir intoxicação.
(     ) Aumenta o fluxo sanguíneo cerebral e cardiovascular, combate radicais livres e inibe a atividade do fator de ativação plaquetária.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC Prova: FEPESE - 2022 - FCEE-SC - Médico Psiquiatra |
Q2005603 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre os efeitos farmacológicos dos antidepressivos Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS).
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FEPESE Órgão: FCEE-SC Prova: FEPESE - 2022 - FCEE-SC - Médico Psiquiatra |
Q2005602 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a história dos medicamentos antidepressivos.
Alternativas
Respostas
5821: A
5822: A
5823: E
5824: B
5825: D
5826: E
5827: E
5828: E
5829: B
5830: C
5831: B
5832: D
5833: D
5834: A
5835: A
5836: B
5837: D
5838: E
5839: E
5840: B