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Q3431435 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em 2017 para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, e em 2018 para o Ensino Médio, passou a orientar oficialmente os currículos escolares brasileiros. Nesse contexto, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), elaborados entre 1997 e 2000, passaram a ter qual papel no planejamento pedagógico das escolas? 
Alternativas
Q3431434 Pedagogia
A organização do trabalho pedagógico na escola deve considerar concepções de aprendizagem que valorizem o papel ativo do estudante na construção do conhecimento. Nesse sentido, qual das alternativas expressa uma concepção compatível com essa perspectiva? 
Alternativas
Q3431433 Pedagogia
Em uma escola caracterizada por alta rotatividade de alunos e docentes, índices reduzidos de aprendizagem e descontinuidade entre os ciclos, o Supervisor Pedagógico é desafiado a atuar frente à fragmentação do trabalho pedagógico e à perda de identidade coletiva do projeto educacional. Após análise dos dados e escuta dos sujeitos escolares, surgem quatro propostas discutidas em reunião ampliada da equipe pedagógica.
Considerando uma concepção crítica da supervisão e o diagnóstico pedagógico como instrumento reflexivo e formativo, qual das propostas a seguir representa a intervenção mais coerente? 
Alternativas
Q3431432 Pedagogia
Uma escola vivencia uma escalada de conflitos entre estudantes e docentes, acompanhada por episódios de desrespeito e atitudes intolerantes no ambiente escolar. A gestão propõe reforçar as normas disciplinares e estabelecer um novo código de conduta. Já a supervisão pedagógica defende que a resposta institucional deve ir além do controle de comportamentos, envolvendo o debate coletivo sobre valores, narrativas de pertencimento e o papel da escola na formação de sujeitos éticos.
Analise as assertivas a seguir:

I. Mediar a construção de critérios objetivos para sanções disciplinares contribui para garantir segurança institucional e eliminar a dimensão subjetiva dos conflitos.
II. A defesa da ética como prática permanente no cotidiano escolar implica promover espaços de escuta e diálogo, em que os conflitos sejam compreendidos como oportunidades de formação e transformação.
III. O encaminhamento exclusivo de casos graves para comissões externas protege os docentes, mas esvazia o papel pedagógico da escola na formação para a convivência democrática.
IV. A adoção de códigos de conduta construídos coletivamente pode favorecer o sentimento de pertencimento e o compromisso ético dos sujeitos com o projeto da escola.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3431431 Pedagogia
Durante uma reunião pedagógica, a professora Rita relata ao Supervisor Pedagógico que enfrenta dificuldades para desenvolver atividades significativas com sua turma do 5º ano. Ela observa que os alunos demonstram pouco interesse e baixa participação nas aulas. Após ouvir atentamente, o supervisor propõe uma conversa com outros docentes para refletirem juntos sobre metodologias e estratégias que possam favorecer o engajamento dos estudantes.
Com base nesse caso, qual princípio fundamental da supervisão pedagógica foi aplicado? 
Alternativas
Q3431430 Pedagogia
A atuação do Supervisor Pedagógico envolve articulação entre sujeitos, saberes e práticas escolares. Considerando as dinâmicas da cultura escolar e a mediação entre os diferentes atores do processo educativo, analise as assertivas a seguir e classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Organizar ações pedagógicas padronizadas com base em resultados externos contribui para o fortalecimento da autonomia docente e da contextualização curricular.
( ) Realizar reuniões periódicas com as famílias exclusivamente para apresentar dados de desempenho escolar pode reduzir a participação comunitária a uma lógica de cobrança, descolada da formação integral.
( ) Estabelecer metas individuais para docentes, baseando-se no desempenho dos alunos em avaliações diagnósticas, pode reforçar práticas meritocráticas e enfraquecer o trabalho coletivo.
( ) Estimular a construção coletiva de sentidos e práticas pedagógicas a partir do diálogo com diferentes sujeitos da escola está alinhado aos princípios da supervisão crítica e democrática.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3431429 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), é papel dos sistemas de ensino assegurar, como direito do educando, a organização da educação básica em diferentes etapas e modalidades, com vistas ao pleno desenvolvimento do estudante. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma atribuição compatível com a função do Supervisor Pedagógico, conforme previsto na legislação educacional brasileira. 
Alternativas
Q3426829 Noções de Informática
Considerando a utilização dos aplicativos do Microsoft Office 365 Pro, no Microsoft Excel, as células A1, B1 e C1 possuem, respectivamente, os seguintes valores: Andradas, Município e MG.
Logo, se a célula D1 for preenchida com a expressão =CONCATENAR(A1;"-";C1) e, após isso, a tecla ENTER do teclado do computador for acionada, o resultado (apresentado na célula D1) será: 
Alternativas
Q3426828 Redes de Computadores
Segundo Rodrigues e Granja (2011), a internet funciona como um oceano pelo qual a informação contida em texto, som e imagem pode ser "navegada", ou melhor, acessada em qualquer computador conectado a essa rede. É por essa razão que dizemos que "navegamos" na internet. Nesse contexto, é correto afirmar que a internet utiliza um protocolo de rede padrão denominado: 
Alternativas
Q3426823 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
No trecho “...digamos apenas a pequena palavra: adeus”, a expressão em destaque exerce uma função importante na estrutura do texto. Sobre ela, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3426822 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
Considerando a passagem “Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada”, sobre o termo em destaque é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3426821 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
Em “Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões”, a forma verbal em destaque: 
Alternativas
Q3426820 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A frase final, "A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo", evoca um sentimento de: 
Alternativas
Q3426819 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A metáfora da estrela morta que ainda brilha, no terceiro parágrafo, remete à ideia de que: 
Alternativas
Q3426818 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
A expressão em destaque em “nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito” denota um sentimento de: 
Alternativas
Q3426817 Português
DESPEDIDA
Rubem Braga

         E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

         Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

         E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

         Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

         Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.

         A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE:: https://www.pensador.com/cronicas_de_rubem_braga/
No primeiro parágrafo, a comparação da separação com um baile de carnaval sugere: 
Alternativas
Q3409898 Pedagogia
Sobre as várias manifestações de uso das Tecnologia da Informação no processo de ensino e aprendizagem abordadas na BNCC, analise os itens a seguir:

I. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. 
II. O estímulo ao pensamento criativo, lógico e crítico, por meio da construção e do fortalecimento da capacidade de fazer perguntas e de avaliar respostas, de argumentar, de interagir com diversas produções culturais, de fazer uso de tecnologias de informação e comunicação, possibilita aos alunos ampliar sua compreensão de si mesmos, do mundo natural e social, das relações dos seres humanos entre si e com a natureza.
III. Em decorrência do avanço e da multiplicação das tecnologias de informação e comunicação e do crescente acesso a elas pela maior disponibilidade de computadores, telefones celulares, tablets e afins, os estudantes estão dinamicamente inseridos nessa cultura, não somente como consumidores.
IV. O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizálos em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC).
V. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3409894 Pedagogia
A gestão democrática na escola é um modelo no qual a administração de uma instituição de ensino é conduzida por meio da participação ativa de toda comunidade escolar. Isso envolve, além de gestores e coordenadores, os docentes, funcionários, estudantes, famílias e demais pessoas impactadas pela escola em questão.
São princípios da gestão escolar democrática, entre outros:

I. Participação ativa.
II. Transparência.
III. Igualdade.
IV. Respeito à diversidade.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3331940 Pedagogia
Zieger, in Rangel (2013), em seu artigo: “os saberes e fazeres da supervisão educacional: perspectivas teórico­ -práticas”, ressalta as ideias de Ferreira (1997): “para que o espaço profissional da supervisão se constitua, os supervisores necessitam desenvolver conhecimentos cada vez mais abrangentes, relativos aos fundamentos sociopedagógicos e políticos de sua prática e, ao mesmo tempo, conhecimentos específicos, relativos
Alternativas
Q3331939 Pedagogia
Alarcão, in Rangel (2005), aborda a organização escolar em desenvolvimento e em aprendizagem, o que implica em serem “renovadas funções para o supervisor que, para além de formador de candidatos a professor, deverá ser líder de outras comunidades aprendentes no interior da escola”. Para a autora, considerando a contribuição de Senge et al. (1994), trata-se da ideia de organização aprendente, analisada em sua profundidade. Hoje a expressão utilizada é organização qualificante, por tratar­ -se de uma aprendizagem
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: A
104: B
105: C
106: D
107: C
108: C
109: D
110: C
111: B
112: A
113: D
114: A
115: D
116: B
117: D
118: A
119: C
120: E