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Atual cenário de chuvas intensas e fortes tempestades no país pode impactar sistema de saneamento básico
Estudo do Trata Brasil revela como as tempestades sobrecarregam os sistemas de água e esgotamento sanitário
Publicado em 16/01/2025
O Brasil enfrenta um cenário de chuvas intensas e fortes tempestades que estão afetando diversos estados. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para o período de 13 a 20 de janeiro aponta chuvas em quase todo o país. Além disso, o boletim agroclimático divulgado pelo INMET destaca que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera exerce um impacto nas condições climáticas, com fenômenos como o El Niño influenciando diretamente o tempo e o clima no país.
A intensificação das mudanças climáticas representa uma ameaça crescente para o setor de saneamento no Brasil, criando desafios significativos para a operação de sistemas de água e esgoto. Esses riscos climáticos agravam as desigualdades no acesso aos serviços básicos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e áreas rurais. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, eventos extremos como tempestades, ondas de calor e secas afetam diretamente a infraestrutura básica.
Para os serviços de saneamento, as tempestades podem sobrecarregar os sistemas de água, drenagem e de tratamento de esgoto. Entenda quais os principais impactos:
Mananciais e Sistemas de Água
• Aumento do acúmulo de sedimentos: tempestades intensas e prolongadas podem aumentar a quantidade de sedimentos carregados para mananciais e reservatórios, reduzindo a capacidade de armazenamento e dificultando o tratamento de água.
• Estação de tratamento de água (ETAS’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de água: tempestades podem causar danos significativos em ETA’s, estruturas de pressurização, e afetar o transporte de água.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETA’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento das ETA’s.
Sistema de Esgoto
• Contaminação de águas superficiais: tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.
• Estação de tratamento de esgoto (ETE’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de esgoto: tempestades podem causar danos significativos em ETE’s, elevatórias e linhas de recalque, dificultando o transporte de esgoto.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETE’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento de bombas e outros equipamentos das ETE’s.
Para enfrentar os desafios impostos pelos riscos climáticos, é essencial que tanto o poder público quanto as empresas de saneamento adotem estratégias de adaptação climática. Ações como o fortalecimento da infraestrutura de captação e tratamento de água e esgoto, a modernização dos sistemas de monitoramento e controle de qualidade da água, e os investimentos em tecnologia, como o reuso, contribuem para a diversificação das fontes de água. Essas medidas são fundamentais para mitigar os impactos das mudanças climáticas na vida da população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Adaptado de: https://tratabrasil.org.br/chuvas-tempestadesimpactar-sistema-saneamento/. Acesso em: 30 jan. 2025.
Atual cenário de chuvas intensas e fortes tempestades no país pode impactar sistema de saneamento básico
Estudo do Trata Brasil revela como as tempestades sobrecarregam os sistemas de água e esgotamento sanitário
Publicado em 16/01/2025
O Brasil enfrenta um cenário de chuvas intensas e fortes tempestades que estão afetando diversos estados. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para o período de 13 a 20 de janeiro aponta chuvas em quase todo o país. Além disso, o boletim agroclimático divulgado pelo INMET destaca que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera exerce um impacto nas condições climáticas, com fenômenos como o El Niño influenciando diretamente o tempo e o clima no país.
A intensificação das mudanças climáticas representa uma ameaça crescente para o setor de saneamento no Brasil, criando desafios significativos para a operação de sistemas de água e esgoto. Esses riscos climáticos agravam as desigualdades no acesso aos serviços básicos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e áreas rurais. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, eventos extremos como tempestades, ondas de calor e secas afetam diretamente a infraestrutura básica.
Para os serviços de saneamento, as tempestades podem sobrecarregar os sistemas de água, drenagem e de tratamento de esgoto. Entenda quais os principais impactos:
Mananciais e Sistemas de Água
• Aumento do acúmulo de sedimentos: tempestades intensas e prolongadas podem aumentar a quantidade de sedimentos carregados para mananciais e reservatórios, reduzindo a capacidade de armazenamento e dificultando o tratamento de água.
• Estação de tratamento de água (ETAS’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de água: tempestades podem causar danos significativos em ETA’s, estruturas de pressurização, e afetar o transporte de água.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETA’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento das ETA’s.
Sistema de Esgoto
• Contaminação de águas superficiais: tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.
• Estação de tratamento de esgoto (ETE’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de esgoto: tempestades podem causar danos significativos em ETE’s, elevatórias e linhas de recalque, dificultando o transporte de esgoto.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETE’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento de bombas e outros equipamentos das ETE’s.
Para enfrentar os desafios impostos pelos riscos climáticos, é essencial que tanto o poder público quanto as empresas de saneamento adotem estratégias de adaptação climática. Ações como o fortalecimento da infraestrutura de captação e tratamento de água e esgoto, a modernização dos sistemas de monitoramento e controle de qualidade da água, e os investimentos em tecnologia, como o reuso, contribuem para a diversificação das fontes de água. Essas medidas são fundamentais para mitigar os impactos das mudanças climáticas na vida da população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Adaptado de: https://tratabrasil.org.br/chuvas-tempestadesimpactar-sistema-saneamento/. Acesso em: 30 jan. 2025.
Atual cenário de chuvas intensas e fortes tempestades no país pode impactar sistema de saneamento básico
Estudo do Trata Brasil revela como as tempestades sobrecarregam os sistemas de água e esgotamento sanitário
Publicado em 16/01/2025
O Brasil enfrenta um cenário de chuvas intensas e fortes tempestades que estão afetando diversos estados. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para o período de 13 a 20 de janeiro aponta chuvas em quase todo o país. Além disso, o boletim agroclimático divulgado pelo INMET destaca que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera exerce um impacto nas condições climáticas, com fenômenos como o El Niño influenciando diretamente o tempo e o clima no país.
A intensificação das mudanças climáticas representa uma ameaça crescente para o setor de saneamento no Brasil, criando desafios significativos para a operação de sistemas de água e esgoto. Esses riscos climáticos agravam as desigualdades no acesso aos serviços básicos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e áreas rurais. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, eventos extremos como tempestades, ondas de calor e secas afetam diretamente a infraestrutura básica.
Para os serviços de saneamento, as tempestades podem sobrecarregar os sistemas de água, drenagem e de tratamento de esgoto. Entenda quais os principais impactos:
Mananciais e Sistemas de Água
• Aumento do acúmulo de sedimentos: tempestades intensas e prolongadas podem aumentar a quantidade de sedimentos carregados para mananciais e reservatórios, reduzindo a capacidade de armazenamento e dificultando o tratamento de água.
• Estação de tratamento de água (ETAS’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de água: tempestades podem causar danos significativos em ETA’s, estruturas de pressurização, e afetar o transporte de água.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETA’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento das ETA’s.
Sistema de Esgoto
• Contaminação de águas superficiais: tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.
• Estação de tratamento de esgoto (ETE’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de esgoto: tempestades podem causar danos significativos em ETE’s, elevatórias e linhas de recalque, dificultando o transporte de esgoto.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETE’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento de bombas e outros equipamentos das ETE’s.
Para enfrentar os desafios impostos pelos riscos climáticos, é essencial que tanto o poder público quanto as empresas de saneamento adotem estratégias de adaptação climática. Ações como o fortalecimento da infraestrutura de captação e tratamento de água e esgoto, a modernização dos sistemas de monitoramento e controle de qualidade da água, e os investimentos em tecnologia, como o reuso, contribuem para a diversificação das fontes de água. Essas medidas são fundamentais para mitigar os impactos das mudanças climáticas na vida da população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Adaptado de: https://tratabrasil.org.br/chuvas-tempestadesimpactar-sistema-saneamento/. Acesso em: 30 jan. 2025.
Atual cenário de chuvas intensas e fortes tempestades no país pode impactar sistema de saneamento básico
Estudo do Trata Brasil revela como as tempestades sobrecarregam os sistemas de água e esgotamento sanitário
Publicado em 16/01/2025
O Brasil enfrenta um cenário de chuvas intensas e fortes tempestades que estão afetando diversos estados. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para o período de 13 a 20 de janeiro aponta chuvas em quase todo o país. Além disso, o boletim agroclimático divulgado pelo INMET destaca que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera exerce um impacto nas condições climáticas, com fenômenos como o El Niño influenciando diretamente o tempo e o clima no país.
A intensificação das mudanças climáticas representa uma ameaça crescente para o setor de saneamento no Brasil, criando desafios significativos para a operação de sistemas de água e esgoto. Esses riscos climáticos agravam as desigualdades no acesso aos serviços básicos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e áreas rurais. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, eventos extremos como tempestades, ondas de calor e secas afetam diretamente a infraestrutura básica.
Para os serviços de saneamento, as tempestades podem sobrecarregar os sistemas de água, drenagem e de tratamento de esgoto. Entenda quais os principais impactos:
Mananciais e Sistemas de Água
• Aumento do acúmulo de sedimentos: tempestades intensas e prolongadas podem aumentar a quantidade de sedimentos carregados para mananciais e reservatórios, reduzindo a capacidade de armazenamento e dificultando o tratamento de água.
• Estação de tratamento de água (ETAS’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de água: tempestades podem causar danos significativos em ETA’s, estruturas de pressurização, e afetar o transporte de água.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETA’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento das ETA’s.
Sistema de Esgoto
• Contaminação de águas superficiais: tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.
• Estação de tratamento de esgoto (ETE’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de esgoto: tempestades podem causar danos significativos em ETE’s, elevatórias e linhas de recalque, dificultando o transporte de esgoto.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETE’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento de bombas e outros equipamentos das ETE’s.
Para enfrentar os desafios impostos pelos riscos climáticos, é essencial que tanto o poder público quanto as empresas de saneamento adotem estratégias de adaptação climática. Ações como o fortalecimento da infraestrutura de captação e tratamento de água e esgoto, a modernização dos sistemas de monitoramento e controle de qualidade da água, e os investimentos em tecnologia, como o reuso, contribuem para a diversificação das fontes de água. Essas medidas são fundamentais para mitigar os impactos das mudanças climáticas na vida da população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Adaptado de: https://tratabrasil.org.br/chuvas-tempestadesimpactar-sistema-saneamento/. Acesso em: 30 jan. 2025.
Atual cenário de chuvas intensas e fortes tempestades no país pode impactar sistema de saneamento básico
Estudo do Trata Brasil revela como as tempestades sobrecarregam os sistemas de água e esgotamento sanitário
Publicado em 16/01/2025
O Brasil enfrenta um cenário de chuvas intensas e fortes tempestades que estão afetando diversos estados. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão para o período de 13 a 20 de janeiro aponta chuvas em quase todo o país. Além disso, o boletim agroclimático divulgado pelo INMET destaca que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera exerce um impacto nas condições climáticas, com fenômenos como o El Niño influenciando diretamente o tempo e o clima no país.
A intensificação das mudanças climáticas representa uma ameaça crescente para o setor de saneamento no Brasil, criando desafios significativos para a operação de sistemas de água e esgoto. Esses riscos climáticos agravam as desigualdades no acesso aos serviços básicos, especialmente em comunidades urbanas periféricas e áreas rurais. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, eventos extremos como tempestades, ondas de calor e secas afetam diretamente a infraestrutura básica.
Para os serviços de saneamento, as tempestades podem sobrecarregar os sistemas de água, drenagem e de tratamento de esgoto. Entenda quais os principais impactos:
Mananciais e Sistemas de Água
• Aumento do acúmulo de sedimentos: tempestades intensas e prolongadas podem aumentar a quantidade de sedimentos carregados para mananciais e reservatórios, reduzindo a capacidade de armazenamento e dificultando o tratamento de água.
• Estação de tratamento de água (ETAS’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de água: tempestades podem causar danos significativos em ETA’s, estruturas de pressurização, e afetar o transporte de água.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETA’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento das ETA’s.
Sistema de Esgoto
• Contaminação de águas superficiais: tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.
• Estação de tratamento de esgoto (ETE’s):
• Danos físicos às estruturas e impedimento do transporte de esgoto: tempestades podem causar danos significativos em ETE’s, elevatórias e linhas de recalque, dificultando o transporte de esgoto.
• Redução da eficiência do tratamento: as ETE’s podem receber fluxos de água acima da capacidade projetada durante tempestades, comprometendo a eficiência do tratamento.
• Interrupções de energia: tempestades podem gerar interrupções, afetando o funcionamento de bombas e outros equipamentos das ETE’s.
Para enfrentar os desafios impostos pelos riscos climáticos, é essencial que tanto o poder público quanto as empresas de saneamento adotem estratégias de adaptação climática. Ações como o fortalecimento da infraestrutura de captação e tratamento de água e esgoto, a modernização dos sistemas de monitoramento e controle de qualidade da água, e os investimentos em tecnologia, como o reuso, contribuem para a diversificação das fontes de água. Essas medidas são fundamentais para mitigar os impactos das mudanças climáticas na vida da população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Adaptado de: https://tratabrasil.org.br/chuvas-tempestadesimpactar-sistema-saneamento/. Acesso em: 30 jan. 2025.
Se o Edelson não comer batata frita, então o Francisco vai comer pastel. Se o Edelson comer batata frita, então a Márcia não vai comer empada.
Se a Márcia comeu empada, então, é necessariamente verdade
Leia o texto a seguir:
Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito
Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade
A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo.
O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.
O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças.
"Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores.
A investigação, inédita, usou inteligência artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado).
Leia o texto a seguir:
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Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade
A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo.
O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.
O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças.
"Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores.
A investigação, inédita, usou inteligência artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado).