Questões de Concurso
Comentadas para técnico em agrimensura
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Em plantas topográficas, em geral, as escalas podem ser Natural, de Redução ou de Ampliação. Em um loteamento rural, qual o comprimento de um alinhamento num terreno, quando numa planta de escala 1:15.000, ele mede 8,00 cm?
Em levantamento de campo numa fazenda, você caminhou 400 metros, saindo de um ponto A até um ponto B. Mais tarde, ao transferir esse dados para o projeto topográfico, você percebeu que a cota do ponto A era 10m e a do ponto B era 30m. Assinale a alternativa que representa a inclinação dessa rampa.
Em se tratando de curvas de nível, nas afirmativas abaixo, após analisa-las, assinale com V as verdadeiras e com F as falsas:
( ) A equidistância entre as curvas de nível não depende da declividade.
( ) As curvas de nível podem se tocar, mas nunca se cruzam.
( ) As curvas de traços mais grossos que apresentam valor da cota ou altitude são chamadas de Curvas mestras
( ) Quanto mais inclinado o terreno, menor o número de curvas de nível.
A alternativa com a correta é:
Em cartografia, existem três representações de Norte. São eles: Norte Geográfico, aquele indicado por qualquer meridiano geográfico, ou seja, na direção da rotação da Terra; o Norte Magnético, que é a direção do polo magnético, indicado pela agulha imantada de uma bússola; e o Norte da Quadrícula, aquele representado nas cartas topográficas, no sentido Norte-Sul. A declinação magnética, dessa forma, existe porque o polo norte e o polo magnético não coincidem, assim, podemos defini-la como o ângulo formado entre:
Uma estação de levantamento topográfico está orientada em 237º17’30”. A partir dela foi medido um ângulo irradiado de 143º42’30”. Qual a orientação do novo alinhamento?
Por tradição, podemos dividir um levantamento topográfico em duas partes: o levantamento planimétrico, onde se procura determinar a posição planimétrica dos pontos (coordenadas X e Y) e o levantamento altimétrico, onde o objetivo é determinar a cota ou altitude de um ponto (coordenada Z). Simultaneamente, ao realizar estes dois levantamentos, estamos fazendo um levantamento:
O valor de A1 que contém a fórmula =(B1/C1+10)/D1-1 é :
Tício é funcionário público municipal e recebeu para
si, diretamente, em razão de sua função, vantagem
indevida, consistente em dinheiro em espécie no
valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), para que
concedesse com rapidez um alvará para um
empreendimento irregular no município. Nesse caso,
pode-se dizer que Tício praticou o crime:
1. A vírgula está separando, incorretamente, termos essenciais da oração.
2. A vírgula marca a anteposição da oração subordinada em relação à principal.
3. A vírgula separa, corretamente, os termos de uma enumeração.
4. A ausência da vírgula, depois de um termo intercalado, acarreta incorreção.
( ) Os sentimentos aprisionados, costumam causar ansiedade, sobretudo, nos jovens.
( ) Todos os nossos sentimentos, não revelados causarão sintomas, doenças?
( ) Quando silenciamos nossos, para onde vão nossos sentimentos?
( ) Naquele dia, a diretora convocou professores, pais, funcionários e alunos para a reunião.
A correta correlação entre as colunas é, respectivamente:
As palavras “quietude”, “filho” e “calado”, retiradas dos trechos em destaque, têm, respectivamente, as seguintes funções sintáticas:
— Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito.”
O elemento gramatical do texto destacado que nos revela ter o pai declarado esse mesmo sentimento mais de uma vez é:
Observe a frase destacada:
“E todo o silêncio é música em estado de gravidez.”
Uma outra referência à música do silêncio está presente em:
Leia o texto para responder à questão
Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há 250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo. Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade, nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesse processo. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviam tarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitos a portas fechadas e a exigir que passássemos a maior parte do dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em um escritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve um impacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeiros afetados foram nossos pés.
Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planos do que os de nossos antepassados. E isso é uma má notícia para a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% das pessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesão todos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deu como exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esporte três ou quatro vezes por semana e passa o restante do tempo sentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que o que realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemos quando não estamos correndo.
Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, que a dimensão real do estado de nossos pés começou a se revelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache que isso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecem aos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso de amor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.
Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemos fazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar. Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossos pés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitos como tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover mais podem ajudar.
(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019.
www.bbc.com. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão
Durante quase dois milhões de anos, os seres humanos evoluíram em sincronia com o meio ambiente. Mas há 250 anos chegou a Revolução Industrial e mudou tudo. Embora a inovação e a tecnologia trazidas pelo fenômeno tenham gerado muitos benefícios para a humanidade, nossos corpos tiveram de pagar um alto custo físico nesse processo. Os trabalhos que fazíamos, que antes envolviam tarefas manuais, realizadas ao ar livre, passaram a ser feitos a portas fechadas e a exigir que passássemos a maior parte do dia sentados e parados, fosse em uma fábrica, em um escritório ou dirigindo um veículo, por exemplo. Isso teve um impacto enorme sobre nossos corpos, e um dos primeiros afetados foram nossos pés.
Hoje, nossos pés são mais fracos, maiores e mais planos do que os de nossos antepassados. E isso é uma má notícia para a saúde do corpo inteiro. A perda de eficiência dos nossos pés se reflete em um fato surpreendente: quase 80% das pessoas que praticam corridas sofrem algum tipo de lesão todos os anos. Hannah Rice, da Universidade de Exeter, deu como exemplo o corredor “clássico”, que pratica o esporte três ou quatro vezes por semana e passa o restante do tempo sentado no escritório ou no sofá da casa, para explicar que o que realmente nos machuca não é correr, mas o que fazemos quando não estamos correndo.
Foi a partir dos anos 70, quando correr virou moda, que a dimensão real do estado de nossos pés começou a se revelar. A loucura por corridas acrescentou um novo problema: a moda de usar tênis no dia a dia. Talvez você ache que isso deveria ser uma boa notícia, já que muitos desses calçados são anunciados pelos supostos benefícios que oferecem aos pés. No entanto, desde que começamos nosso caso de amor com os tênis, a incidência de pés chatos tem aumentado em muitas partes do mundo, especialmente no Ocidente.
Uma das coisas mais simples (e baratas) que podemos fazer para melhorar a saúde dos nossos pés é caminhar. Idealmente, descalços. Vybarr Cregan-Reid, da Universidade de Kent, acredita que devemos “redescobrir nossos pés para aprender a usá-los novamente”. Pequenos hábitos como tirar os sapatos dentro de casa e tentar se mover mais podem ajudar.
(Como o sedentarismo mudou nossos pés, 21.05.2019.
www.bbc.com. Adaptado)