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Quando um agente público pratica um ato administrativo típico de função a qual não está investido, esse ato administrativo tem vício de
Xavier é prefeito de uma determinada cidade e nomeou seu filho Josanilton, médico veterinário, como chefe da coletoria de tributos. O Ministério Público (MP) questionou a nomeação, por ferir o princípio da
É considerada “brasileira nata” a pessoa
Quando a administração observa que o ato administrativo que ela praticou está ilegal, ela deve
Navegadores Web são as ferramentas utilizadas para acessar sítios web. Neste sentido, ao olhar para um endereço como “http://www.google.com”, a porção “google.com” refere-se ao
A extensão dos arquivos passíveis de serem instalados em um computador com sistema operacional Microsoft Windows é a
A fórmula utilizada em planilhas eletrônicas no LibreOffice Calc versão 7 para calcular a média entre o menor e o maior dos números presentes entre as células F1 e F4 é
Leia o texto a seguir.
O Programa Mapa de Caracteres é uma ferramenta dos sistemas operacionais Microsoft Windows que permite inserir símbolos e caracteres especiais e depois copiá-los para seus documentos.
Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_de_Caracteres#:~:text=O%20Programa 20Mapa%20de%20Caracteres,copi%C3%A1%2Dlos%20para%20seus%20documentos>. Acesso em 09 jun. 2023. [Adaptado].
Essa ferramenta é especialmente útil quando o usuário não sabe como gerar, por combinação de teclas, os caracteres especiais necessários que não constam no teclado convencional. Um exemplo disso é o símbolo “ª”. Ainda que muitos editores convertam automaticamente um número acompanhado do caracter ‘a’ para o caracter especial indicado, no caso do Bloco de Notas onde isso não acontece, esse caracter pode ser obtido pela combinação das teclas:
A utilização de slides é uma prática corporativa bem comum. Servidores públicos devem dominar a utilização de ferramentas para gerência e apresentação de slides para manejá-los em reuniões estratégicas e de rotina. No LibreOffice Impress versão 7, como é possível acessar a ferramenta que permite alterar o efeito visual da transição de um slide específico?
Observe o Brasão de Santa Helena de Goiás na figura abaixo.
Disponível em: <https://www.santahelena.go.gov.br>. Acesso em: 20 mai. 2023.
Os elementos que aparecem nas laterais e na faixa situada na parte inferior da figura representam, respectivamente:
Observe a imagem a seguir.
Disponível em: <https://www.aredacao.com.br/noticias/169536/prefeitura-de-goiania-inaugura-viadut >. Acesso em: 26 jun. 2023.
A fotografia registra uma manifestação artística no espaço urbano de Goiânia e representa
Leia o texto a seguir.
Os casarões da cidade de Goiás, os prédios centenários pelo interior e o acervo art déco de Goiânia são riquezas históricas que contam com a proteção e reconhecimento internacionais. A antiga Vila Boa, por exemplo, foi classificada pela Unesco como Patrimônio Cultural Mundial, em 2001.
O Estado de Goiás possui ainda dois parques nacionais reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Natural Mundial, que são, respectivamente:
Os primeiros trabalhadores que chegaram para a construção da nova capital de Goiás instalaram-se em

O Brasil apresentou um crescimento acentuado da fome nos últimos anos. O 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no país indica que cerca de 33 milhões de brasileiros passam fome (aproximadamente 15% da população do país). As principais causas da fome no Brasil são
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No trecho “Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música!”, o emprego da primeira vírgula é obrigatório, porque sua função é separar, dos demais termos da frase,
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo “isso” estabelece coesão textual ao substituir, no parágrafo anterior, o seguinte trecho:
Leia o Texto 2 e responda às questões de 04 a 06.
Texto 2
Sou do pandeiro
Música é arte, é uma forma de expressão. As pessoas de cada país se expressam de modo característico; cada nação possui suas próprias referências e preferências. A música brasileira, por exemplo, vem arquitetando sua identidade há muito tempo. Temos misturado tudo que existe em nossa história, como nossas tradições e também o que há de mais contemporâneo. Os povos que vivem em nosso país também são responsáveis por nossa formação cultural e musical. Assim, temos construído nossa identidade artística e cultural com base em nossas expressões genuínas.
No entanto, às vezes, os meios de comunicação e as influências de outros povos podem provocar interferências que ameaçam a preservação de nossa identidade.
Quando isso acontece, podemos responder fazendo arte, como na música! Foi o que fizeram dois artistas da música popular brasileira em 1958. Os músicos Gordurinha (1922-1969) e Alira Castilho (1924-2011) criaram a canção Chiclete com banana, um grande sucesso na voz do paraibano José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro (1919-1982). Além de cantor e compositor, Jackson do Pandeiro foi um dos maiores ritmistas que o Brasil já teve, sendo responsável pela divulgação da música nordestina em todo o Brasil.
A música Chiclete com banana é cantada por muitos intérpretes até hoje!
UTUARI, Solange; KATER, Carlos; FISCHER, Bruno. Conectados: Arte. São Paulo: FTD, 2018. p. 82-83. (Adaptado).
No segundo parágrafo do texto, em relação à música brasileira, infere-se que
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
No texto, “estafeta” refere-se à profissão de “entregador a cavalo de cartas e telegramas a longas distâncias”. Trata-se, portanto, de um exemplo de variação linguística
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
Quanto ao modo de organização, a sequência linguística predominante no texto é a
Leia o Texto 1 e responda às questões de 01 a 03.
Texto 1
Veiga Valle (1806-1874) como possibilidade de um estudo de história regional - Uma comparação da divulgação do “santeiro goiano” e o silenciamento de Octo Marques
Octo Outorino Marques nasceu na Cidade de Goiás, em 1915. Descendente de afro-brasileiro, ele foi pintor, desenhista, xilografista, cenógrafo, gravador, ceramista, jornalista, escritor e funcionário público.
O artista teve como primeiro professor um ex-presidiário (Pedro), que lhe ensinou desenho a partir do carvão e giz. No Colégio Sant´Anna, da antiga capital goiana, aprendeu, com as freiras dominicanas, a desenhar e a pintar em almofadas utilizando areia. Na mesma época, teve outro professor (Martiniano), estafeta dos Correios e Telégrafos, que lhe ensinou a técnica de bico-de-pena, nanquim e guache.
Octo Marques mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1934, e logo depois para São Paulo, locais em que escreveu para importantes jornais e revistas. Em 1938, retornou para a Cidade de Goiás, sendo um dos fundadores e escritores do Jornal Cidade de Goiás. Após seu retorno, pintou painéis na cidade e vizinhança e iniciou sua participação em exposições coletivas e individuais. Nas décadas de 1940 e 1950, foi tido como uma promessa da arte goiana, e, mesmo participando de vários movimentos artísticos, não foi protagonista em nenhum deles.
Frequentemente, sua arte representava o cotidiano da antiga capital, mostrando as festas na zona rural, os trabalhadores na cidade, a arquitetura e a paisagem. Por isso, sua obra pode ser considerada primitiva, pela simplicidade e escolha dos temas. Até sua morte em 1988, continuou pintando a cidade e o seu cotidiano, mas sem receber grande destaque. Ele morreu pobre e esquecido, e o silêncio sobre ele ainda permanece.
SANTOS, Fernando M. dos. Disponível em: <https://www.snh2021.anpuh.org/resources/anais/8/snh2021/1628279133_ARQUIVO_61812e558c31be39a7dfb21595d588df.pdf>. Acesso em: 21 mai. 2023.
O texto pertence ao gênero acadêmico. Como prática de linguagem, sua função social é