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Q3379789 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Para que a ansiedade climática não seja paralisante

Por * Maurício Gonzalez

05/06/2024

    Chegamos ao mês de celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente atravessados pela urgência climática. Entre 2023 e 2024, só no Brasil, acompanhamos uma dura sequência de eventos impactantes pela proporção e devastação, além da alta frequência em ocorrências. Chuvas no litoral de São Paulo, seca no Amazonas, enchentes no Recife e, agora, a tragédia no Rio Grande do Sul. Todos representam o que cientistas sempre alertaram: eventos climáticos, cada vez de maiores proporções, serão ainda mais frequentes.
    Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade. Especialmente, com o apoio dos meios de comunicação dispostos a noticiar o assunto com a atenção e cuidado que merece. [...] Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia, as análises de mercado também apontam para um mesmo caminho, sob o ponto de vista do consumidor. Uma pesquisa disponibilizada na Gente, plataforma de conhecimento e insights da Globo, aponta que a ansiedade climática figura em primeiro lugar dentre os temas capazes de impactar nas decisões de consumo e no comportamento da população em 2024. 
    Boa parte da percepção sobre esse tema no Brasil vem de experiências com ondas de calor, chuvas intensas e desastres naturais. Aproximadamente 79% dos brasileiros declararam que sentem os impactos severos de mudanças no clima onde vivem; e 85% acreditam que os efeitos das mudanças climáticas no país serão ainda piores nos próximos 10 anos. Este índice está bem acima da média global, que é de 71% e só foi superado pelos entrevistados na Coreia do Sul (88%). Essa angústia coletiva é plenamente justificada quando nos deparamos com a informação de que 2.797 municípios brasileiros decretaram estado de emergência ou de calamidade por causa de desastres naturais e fenômenos climáticos extremos no último ano, de acordo com a Defesa Civil Nacional.
    “A sensação de impotência e frustração surge com a ação insuficiente dos poderes e a falta de consciência em outros setores da população”, disse a psicoterapeuta britânica Caroline Hickman ao explicar a ansiedade climática ou ecoansiedade.
    Então fica uma provocação: nos falta consciência ou tal ansiedade tem gerado uma inércia limitante? Quando vamos ter um Dia Mundial do Meio Ambiente menos dramático e com avanços concretos nessa pauta? 
    Em tempos em que o Planeta Terra já fecha a conta no ‘cheque especial’ – a demanda da humanidade por recursos naturais supera a capacidade do planeta de produzir ou renovar esses recursos ao longo de um ano – há uma necessidade urgente de se encarar os riscos associados ao clima. Mas, acima de tudo, precisamos nos cobrar uma postura de resiliência que perpassará toda a sociedade, da iniciativa pública à privada, do individual ao coletivo.
     Entendo que é preciso redobrar a nossa capacidade de se antecipar e lidar com impactos causados pelas mudanças climáticas de maneira oportuna e eficiente. Precisamos construir estruturas e sistemas sustentáveis, flexíveis e duráveis, com a ajuda de colegas, parceiros e outras lideranças. E uma autoanálise, urgente e permanente, se estamos fazendo o suficiente para lidar com o que o aquecimento global representa.
    A ansiedade climática, aqui, é encarada como um motor para a transformação dessa realidade que assusta e acomete, principalmente, os mais vulneráveis. Cabe a nós, sociedade e empresas, estarmos dispostos a promover mudanças num movimento que chegue a todos, de forma democrática, justa e eficaz. E no timing da urgência que nos tem sido exposta, diariamente. 


* Maurício Gonzalez é Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo (Adaptadohttps://umsoplaneta.globo.com) 
Analise as afirmativas a seguir.

I- A ansiedade climática é uma condição que impede atitudes preventivas e sustentáveis.
II- O aquecimento global representa uma das consequências das mudanças climáticas.
III- A maioria dos brasileiros estão pessimistas quanto ao futuro climático.

De acordo com o texto, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): 
Alternativas
Q3321770 Odontologia
Assinale a opção que indica o material de moldagem utilizado em consultório, o qual é classificado como um hidrocoloide irreversível.
Alternativas
Q3321769 Odontologia
Relacione os instrumentais odontológicos às suas respectivas funções:

1. Sonda exploradora.
2. Cureta Gracey 7- 8.
3. Espátula nº 1.
4. Cinzel.

( ) Utilizado para avaliar adaptação de restauração.
( ) Utilizado na remoção de cálculo.
( ) Utilizado na remoção de osso.
( ) Utilizado para introduzir materiais na cavidade.

Assinale a opção correta conforme ordem apresentada:
Alternativas
Q3321767 Odontologia
Analise a descrição “Esta eminência situa-se nas bordas mesial e distal da face oclusal dosdentes pré-molares e molares. Trata-se de uma elevação linear que une cúspides ou que reforça a periferia das faces oclusais. É considerada uma importante estrutura de reforço dos elementos dentais.”

Esta afirmação refere-se:
Alternativas
Q3321762 Odontologia
Qual é o tecido mais materializado e duro do corpo, composto principalmente de matéria inorgânico:
Alternativas
Q3321751 Legislação Federal
De acordo com a Lei de Acesso à Informação, qual das seguintes alternativas está correta em relação ao prazo para que um órgão ou entidade pública responda ao pedido de acesso à informação, caso não seja possível conceder o acesso imediato à informação disponível?
Alternativas
Q3321750 Legislação Municipal
De acordo com as competências privativas do município, previstas na Lei Orgânica Municipal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3321749 Atualidades
Em relação às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em abril de 2024, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3321747 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Indique a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos.
Alternativas
Q3321746 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Assinale a alternativa em que o termo em destaque é um adjetivo.
Alternativas
Q3321745 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

“[...] teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta [...]”. O vocábulo em destaque na frase pode ser substituído sem alterar o sentido por:
Alternativas
Q3321744 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Segundo o texto, algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver às enchentes e queimadas, porque:
Alternativas
Q3321743 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Os textos pertencem a diferentes gêneros, ou seja, há uma variedade de textos, dependendo do que pretende comunicar. O texto Matas de uma planta só, caracteriza-se como:
Alternativas
Q3321742 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

O assunto do qual do texto trata é:
Alternativas
Q3315588 Odontologia
Pode-se afirmar que o processo físico ou químico que elimina as formas vegetativas de microrganismos, EXCETO os esporulados, é chamado:
Alternativas
Q3315587 Odontologia
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das causas e da prevenção da placa bacteriana.
Alternativas
Q3315586 Odontologia
Leia o excerto a seguir.

“O __________ é um material composto por fosfato de cálcio, silicato tricálcico, aluminato tricálcico, óxido tricálcico e óxido de silicato. É ideal para recobrimentos pulpares devido à sua alta capacidade de selamento pulpar. Além disso, é um material que apresenta elevada biocompatibilidade graças ao seu pH alcalino. Estimula o desenvolvimento da dentina reparadora preservando a vitalidade pulpar.”

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Alternativas
Q3315585 Odontologia
Leia as afirmativas a seguir a respeito dos materiais de moldagem.

I. O poliéter é apresentado em duas bisnagas, uma contendo a pasta base e a outra contendo a pasta catalisadora.
II. As siliconas de condensação são muito utilizadas pelos profissionais pela facilidade de trabalho e da técnica de moldagem.
III. As siliconas de adição são os mais precisos dos elastômeros.
IV. Os polissufeto são conhecidos também como mercaptanas.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3315584 Odontologia
Em consonância com o Código de Ética Odontológica, assinale a alternativa que constitui infração ética.
Alternativas
Q3315582 Odontologia
A respeito da vascularização da arcada dentária inferior, podemos afirmar que a única a coletar o sangue bombeado na região da mandíbula, e drená-lo para o plexo venoso pterigóideo, é a:
Alternativas
Respostas
281: D
282: B
283: D
284: C
285: B
286: D
287: B
288: B
289: D
290: B
291: C
292: A
293: B
294: D
295: A
296: C
297: D
298: E
299: B
300: A