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Q627078 Português

TEXTO 02

O Guarda-chuva

(Mauro Mota)

Meses e meses recolhida e murcha,

sai de casa, liberta-se da estufa,

a flor guardada (o guarda-chuva). Agora,

cresce na mão pluvial, cresce. Na rua,

sustento o caule de uma grande rosa

negra, que se abre sobre mim na chuva.

                (In Antologia Poética, Mauro Mota, Editora Leitura: 1968, Rio de Janeiro)


TEXTO 03

A Rosa de Hiroshima

(Vinícius de Morais)

Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A anti-rosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa sem nada.

          (In Antologia Poética -Edição de Bolso.Editora Companhia das Letras, 2009)

Assinale o item que apresenta o vocábulo destacado do TEXTO 02 que não faz referência ao termo FLOR, no verso 3. 

Alternativas
Q627077 Português

TEXTO 02

O Guarda-chuva

(Mauro Mota)

Meses e meses recolhida e murcha,

sai de casa, liberta-se da estufa,

a flor guardada (o guarda-chuva). Agora,

cresce na mão pluvial, cresce. Na rua,

sustento o caule de uma grande rosa

negra, que se abre sobre mim na chuva.

                (In Antologia Poética, Mauro Mota, Editora Leitura: 1968, Rio de Janeiro)


TEXTO 03

A Rosa de Hiroshima

(Vinícius de Morais)

Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A anti-rosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa sem nada.

          (In Antologia Poética -Edição de Bolso.Editora Companhia das Letras, 2009)

Assinale o item que estabelece a CORRETA relação entre os TEXTOS 02 e 03.
Alternativas
Q627076 Português

TEXTO 01

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA

(Luiz Augusto Caldas Pereira - Diretor de Políticas da Setec/MEC)

      A criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia tem sido tema recorrente nos debates sobre educação por todo o território nacional. Nesta fase que antecede a sua implantação, julgo necessário o destaque para alguns itens que, do meu ponto de vista, podem contribuir para a construção da identidade dessas instituições e, de certa maneira, suscitar reflexões, aprofundando os debates.

      Como premissa, julgo de essencial valor que as análises sobre a criação dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia – IFET estejam alocadas no interior das atuais políticas para a Educação Brasileira, com recorte especial para aquelas voltadas à Educação Profissional e Tecnológica e a Rede Federal. Neste sentido, o surgimento dos Institutos Federais estabelece vínculo com a valorização da educação e das instituições públicas, aspectos centrais nas atuais políticas e assumidos como fundamentais para a construção de uma nação soberana e democrática, o que pressupõe o combate às desigualdades estruturais de toda ordem, daí a imprescindibilidade do fortalecimento das ações e das instituições públicas.

      Os investimentos públicos ao longo da existência da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (para cuja direção aponta a criação dos Institutos Federais) concorrem sobremaneira para a conquista da excelência e denotam comportamento típico de governos no Estado Capitalista Moderno no que diz respeito à adoção de políticas e programas sociais a fim de qualificar a mão-de-obra para o mercado de trabalho, objetivo que se complementa com a manutenção sob controle de parcelas da população não inseridas nos processos de produção. Assim, a Rede Federal, em períodos distintos de sua existência, atendeu a diferentes orientações de governos; em comum a centralidade do mercado, do desenvolvimento industrial e do caráter pragmático e programático da EPT.

      Por outro lado, é necessário ressaltar neste contexto, uma outra dimensão associada à reconhecida excelência da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e que diz respeito à inesgotável competência dessas instituições de, mesmo em tempo de ações de governo descomprometidas com os aspectos sociais, colocar em primeiro plano a inclusão social, construírem “por dentro delas próprias” alternativas pautadas neste compromisso. A criação dos Institutos Federais responde à necessidade, num país como o nosso, da institucionalização definitiva da Educação Profissional e Tecnológica como política pública; isto significa à Rede Federal de Educação Tecnológica o exercício de maior função de Estado e menor ação de Governo. Estado como o instituto do que é permanente e Política Pública do que se estabelece no compromisso de pensar o todo enquanto aspecto que funda a igualdade na diversidade (social, econômica, geográfica, cultural, etc). E ainda, Política Pública como resultado de ações providas com recursos próprios (financeiros e humanos), que esteja articulada a outras políticas (de trabalho e renda, de desenvolvimento setorial, ambiental, social e mesmo educacional e outras) e que, portanto, produza impactos sobre as mesmas.

      É importante, neste momento, lançar luz sobre algo nem sempre muito visível. Em vários momentos, ao longo da sua existência, assistimos a questionamentos em relação à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica no que refere à sua condição de ser mantida pelo orçamento público federal, sobretudo quando, no limite de sua função, estava a formação de técnicos de Nível Médio. Em tempos recentíssimos, a Educação Profissional e Tecnológica viu-se arguida no que se refere à pertinência da oferta pública; este é um tempo em que também se acentua, em relação à EPT, uma concepção de caráter funcionalista, estreito e restrito apenas a atender aos objetivos determinados pelo mercado e a Rede Federal decresce em igual proporção à aplicação de recursos públicos. Em resumo, a Educação Profissional no Brasil é fruto da correlação de força entre setores que sempre a tomaram como um braço a favor da acumulação capitalista e outros que a concebem como importante instrumento de política social, aqui assumida como aquelas voltadas para a redistribuição dos benefícios sociais visando à diminuição das desigualdades. Que sentido político associar à criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia? Aponto dois: um primeiro, presente na expansão da Rede Federal e um outro, na concepção da Educação Profissional e Tecnológica em curso.

A expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, cujo critério na Fase II toma como base a identificação de cidades-polo, elevará a contribuição da rede federal no desenvolvimento socioeconômico do país e concorrerá, sobretudo com a interiorização, para uma mais justa ordenação da oferta de EPT, ao incluir locais historicamente postos à margem das políticas públicas voltadas para esta modalidade. Ao estabelecer que todas as unidades vinculadas aos Institutos Federais (inclusive as novas) têm elevado e isonômico grau de autonomia, afirma o território como uma dimensão essencial a sua função e insere na pauta regimental dessas instituições o seu compromisso com um desenvolvimento socioeconômico que perceba antes o seu “lócus”. Isto implica uma atuação permanentemente articulada e contextualizada a sua região de abrangência. A autonomia dos campi dos Institutos Federais responde à necessidade de se forjar e fomentar o desenvolvimento de uma Educação Profissional e Tecnológica (Pública) a partir de uma demanda que seja socialmente plena, que considere as diversas representações sociais, desde as oriundas da chamada produção elaborada (grandes firmas), os médios e pequenos empreendimentos e os movimentos sociais. É, pois, função precípua dos Institutos Federais atuar a favor dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais.

                                                                   (Disponível em http://portal.mec.gov.br/)

Assinale o item que substitui corretamente o termo sublinhado do trecho que segue, sem mudar o sentido: “É, pois, função precípua dos Institutos Federais atuar a favor dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais.” (6º parágrafo)
Alternativas
Q627075 Português

TEXTO 01

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA

(Luiz Augusto Caldas Pereira - Diretor de Políticas da Setec/MEC)

      A criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia tem sido tema recorrente nos debates sobre educação por todo o território nacional. Nesta fase que antecede a sua implantação, julgo necessário o destaque para alguns itens que, do meu ponto de vista, podem contribuir para a construção da identidade dessas instituições e, de certa maneira, suscitar reflexões, aprofundando os debates.

      Como premissa, julgo de essencial valor que as análises sobre a criação dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia – IFET estejam alocadas no interior das atuais políticas para a Educação Brasileira, com recorte especial para aquelas voltadas à Educação Profissional e Tecnológica e a Rede Federal. Neste sentido, o surgimento dos Institutos Federais estabelece vínculo com a valorização da educação e das instituições públicas, aspectos centrais nas atuais políticas e assumidos como fundamentais para a construção de uma nação soberana e democrática, o que pressupõe o combate às desigualdades estruturais de toda ordem, daí a imprescindibilidade do fortalecimento das ações e das instituições públicas.

      Os investimentos públicos ao longo da existência da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (para cuja direção aponta a criação dos Institutos Federais) concorrem sobremaneira para a conquista da excelência e denotam comportamento típico de governos no Estado Capitalista Moderno no que diz respeito à adoção de políticas e programas sociais a fim de qualificar a mão-de-obra para o mercado de trabalho, objetivo que se complementa com a manutenção sob controle de parcelas da população não inseridas nos processos de produção. Assim, a Rede Federal, em períodos distintos de sua existência, atendeu a diferentes orientações de governos; em comum a centralidade do mercado, do desenvolvimento industrial e do caráter pragmático e programático da EPT.

      Por outro lado, é necessário ressaltar neste contexto, uma outra dimensão associada à reconhecida excelência da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e que diz respeito à inesgotável competência dessas instituições de, mesmo em tempo de ações de governo descomprometidas com os aspectos sociais, colocar em primeiro plano a inclusão social, construírem “por dentro delas próprias” alternativas pautadas neste compromisso. A criação dos Institutos Federais responde à necessidade, num país como o nosso, da institucionalização definitiva da Educação Profissional e Tecnológica como política pública; isto significa à Rede Federal de Educação Tecnológica o exercício de maior função de Estado e menor ação de Governo. Estado como o instituto do que é permanente e Política Pública do que se estabelece no compromisso de pensar o todo enquanto aspecto que funda a igualdade na diversidade (social, econômica, geográfica, cultural, etc). E ainda, Política Pública como resultado de ações providas com recursos próprios (financeiros e humanos), que esteja articulada a outras políticas (de trabalho e renda, de desenvolvimento setorial, ambiental, social e mesmo educacional e outras) e que, portanto, produza impactos sobre as mesmas.

      É importante, neste momento, lançar luz sobre algo nem sempre muito visível. Em vários momentos, ao longo da sua existência, assistimos a questionamentos em relação à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica no que refere à sua condição de ser mantida pelo orçamento público federal, sobretudo quando, no limite de sua função, estava a formação de técnicos de Nível Médio. Em tempos recentíssimos, a Educação Profissional e Tecnológica viu-se arguida no que se refere à pertinência da oferta pública; este é um tempo em que também se acentua, em relação à EPT, uma concepção de caráter funcionalista, estreito e restrito apenas a atender aos objetivos determinados pelo mercado e a Rede Federal decresce em igual proporção à aplicação de recursos públicos. Em resumo, a Educação Profissional no Brasil é fruto da correlação de força entre setores que sempre a tomaram como um braço a favor da acumulação capitalista e outros que a concebem como importante instrumento de política social, aqui assumida como aquelas voltadas para a redistribuição dos benefícios sociais visando à diminuição das desigualdades. Que sentido político associar à criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia? Aponto dois: um primeiro, presente na expansão da Rede Federal e um outro, na concepção da Educação Profissional e Tecnológica em curso.

A expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, cujo critério na Fase II toma como base a identificação de cidades-polo, elevará a contribuição da rede federal no desenvolvimento socioeconômico do país e concorrerá, sobretudo com a interiorização, para uma mais justa ordenação da oferta de EPT, ao incluir locais historicamente postos à margem das políticas públicas voltadas para esta modalidade. Ao estabelecer que todas as unidades vinculadas aos Institutos Federais (inclusive as novas) têm elevado e isonômico grau de autonomia, afirma o território como uma dimensão essencial a sua função e insere na pauta regimental dessas instituições o seu compromisso com um desenvolvimento socioeconômico que perceba antes o seu “lócus”. Isto implica uma atuação permanentemente articulada e contextualizada a sua região de abrangência. A autonomia dos campi dos Institutos Federais responde à necessidade de se forjar e fomentar o desenvolvimento de uma Educação Profissional e Tecnológica (Pública) a partir de uma demanda que seja socialmente plena, que considere as diversas representações sociais, desde as oriundas da chamada produção elaborada (grandes firmas), os médios e pequenos empreendimentos e os movimentos sociais. É, pois, função precípua dos Institutos Federais atuar a favor dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais.

                                                                   (Disponível em http://portal.mec.gov.br/)

As proposições a seguir apresentam afirmativas acerca do TEXTO 01.

I. O autor do TEXTO 01 não estabelece relação entre a necessidade de fortalecimento da Educação Profissional e Tecnológica e a soberania nacional.

II. Segundo o TEXTO 01, além de atender a necessidades do mercado de trabalho na qualificação da mão de obra, a Educação Profissional e Tecnológica também visa à inclusão social.

III. Há referência, no TEXTO 01, à importância de Políticas Públicas nas quais os Institutos Federais estejam inseridos, tanto como resultado quanto como propulsor.

IV. Dentro do processo de inclusão citado no TEXTO 01, está o fato de a expansão dos Institutos Federais não contemplar cidades antes abandonadas pelo poder público.

V. Há uma visão claramente positiva, no TEXTO 01, em relação ao desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica no Brasil da atualidade.

Estão CORRETAS apenas

Alternativas
Q625392 História e Geografia de Estados e Municípios
Um dos locais que mais atraem turistas em Salvador é o Pelourinho, popularmente chamado de Pelô. Esse bairro se localiza no Centro Histórico da cidade, na área que abrange apenas as ruas que vão do Terreiro de Jesus até o Largo do Pelourinho, que possui um conjunto arquitetônico colonial barroco português preservado e integrante do Patrimônio Histórico da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A palavra “pelourinho” se refere a
Alternativas
Q625388 Atualidades
A campanha para as eleições presidenciais brasileiras de 2014 teve um momento trágico. O candidato do PSB à presidência morreu após a queda, em um bairro residencial em Santos, do jato particular em que viajava. Seu nome era
Alternativas
Q625382 Raciocínio Lógico
A proposição “Pedro gosta de comida japonesa e Raquel não gosta de comida italiana” é falsa e a proposição “Pedro gosta de comida japonesa se e somente se Raquel não gosta de comida italiana” é verdadeira, logo conclui-se que
Alternativas
Q625378 Direito Constitucional
Quanto aos sindicatos e à associação sindical, a Constituição Federal de 1988 estabelece que
Alternativas
Q625371 Legislação Federal
A Lei Federal nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008 e alterações, que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, estabelece que seus Reitores serão nomeados pelo
Alternativas
Q625365 Português

As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. (Manual de Redação da Presidência da República)

Sobre o trecho transcrito acima é correto afirmar que seu segundo período tem uma oração

Alternativas
Q625363 Português
Um publicitário recebeu a incumbência de dar um nome original para o lançamento de uma promoção de viagens turísticas à África. Usando corretamente o radical erudito correspondente à ideia positiva da campanha, o publicitário apresentou ao cliente a palavra
Alternativas
Q625360 Português

“ATENÇÃO! Proibido estacionar no acesso a rampa, de segunda a sábado, das 7 as 18h. Sujeito a guincho!”

Para essa mensagem ser colocada numa placa na entrada do prédio, só faltava verificar quantos acentos de crase tinham de ser colocados de acordo com as normas da língua-padrão. Feita a consulta a um especialista, foram colocados os acentos corretos, a saber:

Alternativas
Q625359 Português
As alternativas abaixo mostram uma notícia publicada no Jornal do Comercio de 01/05/2015 transcrita com pontuações diferentes. Qual a única transcrição que está rigorosamente correta quanto ao uso dos sinais de pontuação?
Alternativas
Q625358 Português
Assinale a única alternativa que mostra uma frase escrita inteiramente de acordo com as regras de acentuação gráfica vigentes.
Alternativas
Q625356 Português

A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015: 

Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola 

    Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
    Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
    Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge. 
    Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo. 
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado 
Assinale a única alternativa que pode ser comprovada com alguma passagem do texto.
Alternativas
Q625355 Português

A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015: 

Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola 

    Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
    Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
    Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge. 
    Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo. 
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado 
Após a leitura atenta do texto, ficamos com a informação de que a Praça da Sé
Alternativas
Q625354 Português

A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015: 

Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola 

    Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
    Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
    Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge. 
    Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo. 
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado 
Depreende-se da leitura atenta do texto que há um motivo especial para que o cronista aborde como tema os serviços de um profissional como Jorge. Assinale-o.
Alternativas
Q625353 Português

A questão tomará por base a seguinte crônica, de Agapito Paes, publicada no sítio de notícias “Bahia Já” em 17/07/2015: 

Tenda de Jorge luthier dá um jeito em sua viola 

    Salvador, a cidade musical, tem alguns luthiers (ou violeiros) – profissionais que consertam e reparam instrumentos de cordas – violão, bandolim, cavaquinho, viola, violino, baixo, etc. – e quase sempre ficam situados próximo à Praça da Sé, principal ponto de encontro dos músicos profissionais que tocam na noite baiana. O ponto dos músicos fica em frente à Primavera, antiga loja de venda de instrumentos que se situa na esquina da entrada da Saldanha, e nas imediações do Edifício Themis.
    Hoje, no Cantinho da Bahia, Agapito, nosso repórter curioso e que sempre anda de olhos nesses pontos, foi conhecer Jorge Souza, o luthier da Alma Musical, uma tenda que se situa no Ed. Churchill, na Rua José Gonçalves, centro – esta rua sai da Praça da Sé em direção à ladeira da Praça. José Gonçalves, para quem não sabe, foi governador da Província da Bahia.
    Jorge é craque em consertar instrumentos de corda, e sua tenda ou cantinho fica numa lojinha na sobreloja do Churchill, um prédio antigo ainda com aqueles elevadores com porta de sanfona. Então, se você tem um violão precisando de ajustar as tarrachas, de dar uma arrumada nos trastes do braço, ou se tem um cavaco precisando dar uma ajeitada porque não afina, é só ir no Jorge. 
    Os preços dos serviços variam de acordo com cada trabalho, e as peças de reposição os clientes compram nas lojas que ficam na José Gonçalves e na Praça da Sé. Não aceita cartões. Só no efetivo, no capilé ao vivo. 
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/agapitopaes/cantinhosdabahia/coluna/2015/07/17/tenda-de-jorge-luthier-da-um-jeito-em-suaviola,4538,0.html) - adaptado 
A crônica tem um estilo bastante peculiar porque privilegia o aspecto 
Alternativas
Q849947 Redes de Computadores
Qual, dentre os protocolos listados abaixo, permite o compartilhamento de fontes de dados multicast entre RPs (Rendezvous Point) de domínios multicast distintos?
Alternativas
Q849946 Redes de Computadores

Em uma conexão óptica de longa distância, baseada em tecnologia GPON, o equipamento de rede ______ fica na instalação de usuário e se comunica com o equipamento de terminação de linha óptica.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do parágrafo acima.

Alternativas
Respostas
6881: C
6882: B
6883: E
6884: C
6885: B
6886: A
6887: A
6888: A
6889: D
6890: C
6891: D
6892: C
6893: A
6894: A
6895: C
6896: E
6897: A
6898: C
6899: D
6900: A