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As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.
O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.
Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)
A expressão sublinhada acima deverá preencher corretamente a lacuna que se encontra em:
As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.
O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.
Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)
As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.
O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.
Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)
As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.
O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.
Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)
É a entidade subordinada à hierarquia da ICP-Brasil, responsável por emitir, distribuir, renovar, revogar e gerenciar certificados digitais. Cabe também a esta entidade emitir listas de certificados revogados (LCR) e manter registros de suas operações sempre obedecendo às práticas definidas na Declaração de Práticas de Certificação (DPC). Desempenha como função essencial a responsabilidade de verificar se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado. Cria e assina digitalmente o certificado do assinante, onde o certificado emitido representa a declaração da identidade do titular, que possui um par único de chaves (pública/privada).
Na hierarquia dos Serviços de Certificação Pública, esta entidade está subordinada às entidades de nível hierarquicamente superior.
O texto refere-se à Autoridade
select nome, cargo, salario, comissao, (salario*12)+NVL(comissao,2) from funcionario;
A função NVL foi usada para
Considere a existência do banco de dados, denominado trt16 no PostgreSQL 8.4 para Windows, manipulado utilizando a ferramenta gráfica pgAdmin. Deseja-se criar neste banco de dados a tabela proc_trab com os campos descritos a seguir:
numero – inteiro, não nulo.
digito – inteiro, não nulo.
justica – cadeia de caracteres.
ano – inteiro.
vara – cadeia de caracteres.
A chave primária será composta pelos campos numero e digito.
Para visualizar apenas o número e o dígito dos processos cujo ano seja maior do que 2000, em ordem decrescente pelo número do processo, utiliza-se a instrução:
Considere a existência do banco de dados, denominado trt16 no PostgreSQL 8.4 para Windows, manipulado utilizando a ferramenta gráfica pgAdmin. Deseja-se criar neste banco de dados a tabela proc_trab com os campos descritos a seguir:
numero – inteiro, não nulo.
digito – inteiro, não nulo.
justica – cadeia de caracteres.
ano – inteiro.
vara – cadeia de caracteres.
A chave primária será composta pelos campos numero e digito.
Considere os comandos a seguir:
I. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL, digito integer NOT NULL, justica character varying(5) DEFAULT 5.16, ano integer, vara character varying(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));
II. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY, digito integer NOT NULL CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY, justica varchar(5) DEFAULT '5.16', ano integer, vara varchar(50));
III. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero int NOT NULL, digito int NOT NULL, justica char(5) DEFAULT 5.16, ano integer, vara varchar(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));
IV. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL, digito integer NOT NULL, justica char(5) DEFAULT '5.16', ano integer, vara character varying(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));
Para criar a tabela de forma que, ao inserir um novo registro, ele receba automaticamente no campo justica o valor 5.16, pode-se utilizar APENAS os comandos apresentados em
A linguagem descrita é denominada:
O ...I..... garante que a operação normal de um serviço seja restaurada tão rapidamente quanto possível e que o impacto no negócio seja minimizado.
O banco de dados de erros conhecidos contém todos os registros de erros conhecidos. Este banco de dados é criado pelo ...II..... e é usado também pelo ...III... .
O ...IV...... previne proativamente a ocorrência de incidentes e minimiza o impacto dos incidentes que não podem ser evitados.
De acordo com a ITIL v3, as lacunas de I a IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
O ataque descrito é denominado:
I. faça o backup apenas com frequência e data pré-definidas (toda última 6ª feira do mês, por exemplo), pois todos devem saber o dia e hora certos do backup.
II. mantenha os backups em locais seguros, bem acondicionados (longe de poeira, muito calor ou umidade) e com acesso restrito (apenas pessoas autorizadas).
III. garanta que os backups sejam realizados manualmente e certifique-se de que estejam realmente sendo feitos (backups manuais são menos propensos a erros e esquecimento).
IV. além dos backups periódicos, sempre faça backups antes de efetuar grandes alterações no sistema e de enviar o computador para manutenção.
V. mantenha backups redundantes, ou seja, várias cópias, para evitar perder os dados em um incêndio, inundação, furto ou pelo uso de mídias defeituosas.
VI. nunca armazene dados sensíveis ou confidenciais em formato criptografado, pois isso pode colocar em risco sua recuperação em uma emergência.
Para implantar uma política de backups segura, Luiza deve seguir APENAS as recomendações:
- Nome
- Endereço
- Telefone
- CPF
Um usuário pode realizar ações. Cada usuário é identificado de forma única, mas possuindo as mesmas características descritas acima. Assim, cada usuário será ...III..... e poderá executar as seguintes ações ou ..IV.. :
- EnviarPedido
- LerRespostaPedido
- ConsultarAndamento
As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas por: