Questões de Concurso
Comentadas para técnico judiciário - tecnologia da informação
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I. Modificações devem ser ajustadas facilmente em módulos isolados e fáceis de encontrar. Se não atendem a isso, um reprojeto deverá ser necessário.
II. Modificações de tabelas devem ser especialmente fáceis de fazer. Se qualquer modificação não é rápida e fácil de ser feita, indica-se a realização de um reprojeto.
III. Modificações devem ser fáceis para serem feitas na forma de iterações. Se elas não são, haverá um problema básico tal como um projeto falho ou uma proliferação de correções.
No contexto das bases para direcionar a implementação e análise do processo iterativo e incremental, está correto o que se afirma em
Os itens I, II, III e IV, referem-se, respectivamente, a
I. Conformidade, aderência às leis, regulamentos e obrigações contratuais aos quais os processos de negócios estão sujeitos.
II. Eficiência, informação relevante e pertinente para o processo de negócio bem como a mesma sendo entregue em tempo, de maneira correta, consistente e utilizável.
III. Eficácia, entrega da informação através do melhor uso dos recursos, mais produtivos e econômicos.
IV. Confiabilidade, entrega da informação apropriada aos executivos para administrar a entidade e exercer as suas responsabilidades.
Está correto o que consta em
I. A primeira etapa do PDCA exige o estabelecimento de metas e procedimentos técnicos aptos a alcançar os resultados propostos.
II. A fase C do ciclo PDCA exige a punição severa dos erros cometidos na fase de execução.
III. A terceira etapa do ciclo PDCA compreende a correção dos processos que não alcançaram os resultados desejados.
IV. A fase de execução do planejado também implica a formação e o treinamento dos funcionários para a correta realização das metas estipuladas.
V. O ciclo PDCA visa a melhoria contínua dos processos e a normalização dos procedimentos mais eficientes.
Está correto o que se afirma APENAS em
Queria transformar o vento.
Dar ao vento uma forma concreta e apta a foto.
Eu precisava pelo menos de enxergar uma parte física
do vento: uma costela, o olho ...
Mas a forma do vento me fugia que nem as formas
de uma voz.
Quando se disse que o vento empurrava a canoa do
índio para o barranco
Imaginei um vento pintado de urucum a empurrar a
canoa do índio para o barranco.
Mas essa imagem me pareceu imprecisa ainda.
Estava quase a desistir quando me lembrei do menino
montado no cavalo do vento – que lera em
Shakespeare.
Imaginei as crinas soltas do vento a disparar pelos
prados com o menino.
Fotografei aquele vento de crinas soltas.
(Manoel de Barros. Ensaios fotográficos, in Poesia com-
pleta. São Paulo: Leya, 2010, p. 384-385)