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Q3925731 Português
Leia para responder à questão.

O povoado de Roanoke, frequentemente lembrado como a “colônia perdida”, foi uma das primeiras tentativas inglesas de estabelecer um assentamento permanente na América do Norte, no final do século XVI. Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte, o empreendimento ocorreu em um contexto de rivalidade marítima, expansão comercial e disputa simbólica por território. A geografia costeira, marcada por bancos de areia, canais instáveis e ventos fortes, tornava a navegação e o abastecimento difíceis, o que já colocava o projeto sob risco desde o início.  
As primeiras expedições inglesas à área ocorreram na década de 1580, mas a fase mais conhecida é a da colonização de 1587, quando um grupo de colonos foi instalado sob liderança de John White. Em meio às tensões de sobrevivência e de contato intercultural, White retornou à Inglaterra em busca de suprimentos. O que parecia uma viagem breve, porém, foi prolongado por conflitos e prioridades militares na Europa, atrasando o retorno. Essa demora, em uma colônia dependente de apoio externo, transformou o tempo em um adversário silencioso: cada mês sem recursos ampliava a vulnerabilidade do assentamento.
Quando White conseguiu voltar a Roanoke, em 1590, encontrou o povoado abandonado, sem sinais claros de combate imediato ou de desastre visível. O elemento mais intrigante foi a presença de inscrições, especialmente a palavra “CROATOAN”, associada a um grupo indígena da região e a uma ilha próxima. A ausência de corpos e a falta de evidências conclusivas favoreceram | interpretações diversas: migração planejada, integração com populações locais, deslocamento forçado ou dispersão gradual. Assim, o episódio passou a ser lido menos como uma cena de crime com respostas diretas e mais como um enigma histórico em que o silêncio documental pesa tanto quanto os poucos vestígios existentes.
A dimensão do “mito” nasce justamente desse vazio, pois a narrativa humana tende a preencher lacunas com hipóteses dramáticas. Ainda assim, o caso de Roanoke é útil para mostrar como História e memória pública se diferenciam: a História trabalha com fontes, limites e probabilidades; a memória popular busca sentido rápido, criando versões sedutoras, mesmo sem provas robustas. Em termos linguísticos, essa diferença aparece no uso de modalizadores e marcas de incerteza, como “possivelmente”, “pode ter ocorrido" e “há indícios”, que delimitam o que é inferência e o que é fato. 
Hoje, Roanoke permanece como um exemplo de como geografia, logística e relações interculturais podem definir o destino de um projeto colonial. A ilha, ao mesmo tempo estratégica e frágil, evidencia que território não é apenas cenário, mas agente: clima, marés, isolamento e recursos disponíveis influenciam decisões e desfechos. Para uma prova de Português, o tema permite explorar a construção de sentido em um texto histórico-narrativo: a organização temporal dos acontecimentos, a progressão de suspense por meio de informações parciais e o contraste entre linguagem informativa e linguagem especulativa, sem transformar incerteza em conclusão. 
No trecho "Localizado em uma ilha barreira na região que hoje integra o estado da Carolina do Norte”, a palavra destacada desempenha função sintática de:  
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Q3897566 Atualidades
Nos últimos anos, a diplomacia climática tornou-se um pilar central das Relações Internacionais. O Brasil, buscando reassumir o protagonismo nesta área, alcançou um feito diplomático significativo. Em 2025, o país sediará a 30ª Conferência das Partes (COP30) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Sobre este evento, assinale a alternativa correta:
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Q3897565 Geografia
Quais são os principais traços geográficos da cidade de Barra do Chapéu/SP?
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Q3897564 Conhecimentos Gerais
Nos últimos quatro anos, a indústria cinematográfica brasileira e mundial passou por transformações profundas, aceleradas pela pandemia de COVID-19. Além da reabertura das salas de cinema, o debate cultural no Brasil foi marcado pela reestruturação de políticas de fomento e pela ascensão de novos formatos. Nesse contexto, qual foi o principal vetor de mudança na forma como o público brasileiro consome produções audiovisuais, impactando diretamente o financiamento e a distribuição de filmes nacionais?
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Q3897563 Geografia
Qual das características geográficas abaixo melhor descreve o município de Barra do Chapéu/SP segundo dados atualizados dos últimos anos?
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Q3897562 Meio Ambiente
Qual discussão se tornou central em relação ao desenvolvimento sustentável após o Acordo de Paris?
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Q3897556 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Identifique o tipo de discurso utilizado na frase 'ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa.' no contexto do texto estudado.
Alternativas
Q3897555 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Qual é a principal função do controle interno nas organizações segundo o texto?
Alternativas
Q3897553 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Na frase: "Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria", a oração 'que sua gestão é séria' tem a função de:
Alternativas
Q3897552 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
A expressão 'guardiões destes processos', do quarto parágrafo, indica que os responsáveis pelo controle interno estão inseridos em que tipo de regência?
Alternativas
Q3897551 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
No texto, a frase "o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders" exemplifica qual função da linguagem?
Alternativas
Q3897550 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
No trecho: "a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência", a expressão 'para se tornar' é um exemplo de qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3897548 Administração Geral

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Segundo o texto, qual é o papel do controle interno nas decisões gerenciais?
Alternativas
Q3897546 Direito Administrativo
Durante uma auditoria interna, foi constatado que o servidor Carlos, responsável por licitações na Secretaria de Educação, direcionou um processo de compra de materiais escolares para uma empresa pertencente a um parente de segundo grau. O valor contratado ultrapassava o limite de dispensa de licitação. Além disso, o servidor recebeu vantagens pessoais em troca da adjudicação do contrato. Com base no caso descrito e na Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), analise as afirmativas:
I. A conduta de Carlos caracteriza ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito, nos termos do art. 9º da Lei nº 8.429/1992.
II. O ato também viola os princípios da administração pública, como a moralidade e a impessoalidade, conforme o art. 11 da mesma lei.
III. A sanção para esse tipo de ato pode incluir perda da função pública, ressarcimento integral do dano e suspensão dos direitos políticos.
IV. Por se tratar de ato praticado por servidor efetivo, não há aplicação da Lei nº 8.429/1992, apenas do Estatuto do Servidor.
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3897545 Direito Financeiro
Sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3897540 Direito Administrativo
Sobre o Sistema de Controle Interno previsto no art. 74 da Constituição Federal, analise as afirmativas:
I. Compete ao sistema de controle interno apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.
II. O controle interno tem a função de prevenir e corrigir ilegalidades e irregularidades administrativas.
III. O controle interno não tem poder de recomendar sanções administrativas, sendo atribuição exclusiva do controle externo.
IV. O controle interno deve avaliar o cumprimento das metas do PPA e a execução dos orçamentos da União, Estados e Municípios.
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3897538 Direito Financeiro
No que tange o art. 42 da Lei 4.320/1964, os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por: 
Alternativas
Q3897537 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a definição correta de liquidação da despesa:
Alternativas
Q3897536 Direito Administrativo
Assinale a proposição correta sobre provimento e natureza do vínculo: 
Alternativas
Q3897535 Direito Administrativo
A Câmara de Barra do Chapéu-SP, pretende contratar empresa para fornecer material de escritório padronizado, com características comuns e facilmente comparáveis. De acordo com a Lei nº 14.133/2021, a modalidade de licitação mais adequada é:
Alternativas
Respostas
761: B
762: C
763: A
764: C
765: A
766: A
767: B
768: B
769: D
770: B
771: A
772: C
773: C
774: B
775: C
776: B
777: A
778: A
779: A
780: D