Questões de Concurso Comentadas para psicopedagogo

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Q3652224 Português
Leia o texto e resposta à questão.


“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
No trecho “falta mais difícil de apagar do que um erro de conta”, o termo “conta” explora o efeito semântico:
Alternativas
Q3652223 Português
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“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
Do segmento que narra a punição (“A punição vem pública e certeira…”), interpreta-se que o texto
Alternativas
Q3652222 Português
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“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
No trecho “falta mais difícil de apagar do que um erro de conta”, qual pressuposto ativa-se para que a comparação funcione?
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Q3652221 Português
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“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
Considerando a situação comunicativa, identifica-se que o texto é enunciado por um
Alternativas
Q3652220 Português
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“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
Quanto ao tipo e gênero, a melhor classificação para o texto apresentado está na opção:
Alternativas
Q3652219 Português
Leia o texto e resposta à questão.


“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
Qual a afirmação que sintetiza a ideia central construída pelo narrador?
Alternativas
Q3648278 Psicologia
Os transtornos do Neurodesenvolvimento frequentemente influenciam as funções executivas, que são um conjunto de habilidades cognitivas que permitem ao indivíduo regular seus pensamentos, emoções e comportamentos de forma a atingir o objeto previamente estipulado. São frequentemente descritos como o sistema de controle, essenciais para a realização de tarefas complexas que exigem planejamento, tomada de decisões, resolução de problemas e controle de impulsos. Seu desenvolvimento começa na infância e continua até a idade adulta, com diferentes habilidades emergindo e se consolidando em momentos distintos do desenvolvimento. As funções executivas são compostas por quais habilidades?
Alternativas
Q3648277 Psicologia
De acordo com o DSM-5-TR, qual é o transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades persistentes na precisão e/ou na fluência do reconhecimento de palavras, na habilidade de decodificação, na compreensão leitora e na ortografia, tendo origem neurobiológica e não resultando de um déficit intelectual ou sensorial? 
Alternativas
Q3648276 Pedagogia
O PTS na psicopedagogia é um plano de ação detalhado, elaborado por uma equipe de profissionais (psicopedagogos, psicólogos, terapeutas, etc.), que visa o acompanhamento de um paciente com dificuldades de aprendizagem. Ele é construído com base em uma avaliação diagnóstica inicial que identifica as necessidades e potencialidades do paciente, estabelecendo objetivos e metas personalizadas. A respeito disso, analise as assertivas que seguem:
I.O Projeto Terapêutico Singular será individualizado e deve atender às necessidades, às demandas e aos interesses de cada paciente e de seus familiares. É uma ferramenta fundamental, pois reconhece que cada paciente apresenta uma história, características e contextos únicos.
II.O PTS compreende quatro etapas — diagnóstico, definição de metas, divisão de responsabilidades e reavaliação — as quais, embora tradicionalmente organizadas de forma linear, apresentam flexibilidade operacional para serem revisitadas ou ajustadas, porém, a ordem estabelecida deve ser mantida para garantir a coerência metodológica do processo terapêutico.
III.O PTS deve integrar diferentes abordagens e estratégias de intervenção, envolvendo a participação ativa dos familiares e da rede de apoio do paciente, garantindo uma ação interdisciplinar que favoreça o desenvolvimento das habilidades e competências necessárias.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3648275 Psicologia
Durante o processo de avaliação psicopedagógica, são observados diversos fatores da vida da criança, considerando o indivíduo como um todo e analisando fatores cognitivos, emocionais, sociais e ambientais que podem influenciar o processo de aprendizagem. Essa análise busca identificar possíveis dificuldades ou barreiras que impactem o desenvolvimento acadêmico, bem como as potencialidades e habilidades que podem ser fortalecidas. Além disso, a avaliação inclui a aplicação de instrumentos específicos, como testes, entrevistas e observações, que ajudam a compreender as interações da criança com o ambiente escolar, familiar e social. Com base nessa análise, é possível propor estratégias personalizadas de intervenção, promovendo um desenvolvimento mais equilibrado e favorecendo o processo de aprendizagem de forma integral e inclusiva. Qual o objetivo principal da avaliação psicopedagógica?
Alternativas
Q3648274 Psicologia
O Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC) caracteriza-se como uma disfunção neurológica que compromete a habilidade do sistema nervoso central em decodificar, interpretar e integrar estímulos sonoros recebidos, apesar da integridade funcional da audição periférica. Essa condição não está associada a déficits auditivos convencionais, mas sim a perturbações nos mecanismos cerebrais responsáveis pela análise e processamento de sinais acústicos. O transtorno apresenta sinais comportamentais característicos. Analise as assertivas que seguem e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)São facilmente distraídos por estímulos externos ou pensamentos alheios à tarefa.
(__)Fadiga ou estresse, aumento da demanda de recursos cognitivos e esforço para a compreensão da fala, com redução funcional da escuta.
(__)Desatenção e distração com barulhos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3648269 Psicologia

Um paciente de 58 anos, em processo de reabilitação após Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há três meses, apresenta episódios frequentes de choro incontrolável durante as sessões de fisioterapia, sem relação aparente com tristeza ou dor. O paciente relata constrangimento com esses episódios e demonstra compreender que seu comportamento é inadequado para a situação. A equipe multiprofissional está desenvolvendo estratégias de manejo para essa condição. Considerando os distúrbios do humor pós-AVC e as Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Acidente Vascular Cerebral, analise as características e abordagens terapêuticas para este transtorno apresentadas a seguir:


I.Trata-se de transtorno da expressão emocional involuntária, com fisiopatologia envolvendo o lobo frontal e sistema límbico, sendo de instalação geralmente tardia.


II.Os episódios podem ocorrer de forma dissociada ao estado de humor real do paciente, caracterizando-se por crises estereotipadas sem relação direta com fator causal.


III.O manejo deve incluir orientação ao paciente e aos familiares sobre a origem neurológica do problema, aguardando os episódios sem críticas e encorajando a regulação do humor.


É característica e abordagem correta para o transtorno da expressão emocional involuntária pós-AVC o que está indicado em: 

Alternativas
Q3646363 Pedagogia

Na Psicopedagogia Clínica, a intervenção é uma etapa fundamental que sucede o processo avaliativo. Sua proposta, então, será promover mudanças significativas na forma como o sujeito aprende, considerando suas vivências cognitivas, afetivas e sociais.


Nesse sentido, assinale a alternativa correta sobre essa etapa.

Alternativas
Q3646362 Pedagogia
A formação permanente dos professores requer um clima de colaboração entre docentes que se propõem a mudanças e a instituição de liderança democrática. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3646361 Pedagogia

A Neurociência nos mostra que funções executivas regulam o comportamento humano e correspondem a um conjunto de habilidades que permitem ao indivíduo interagir e agir no mundo a partir de metas.


Como consequência disso, é correto afirmar que

Alternativas
Q3646360 Pedagogia

A Psicopedagogia Clínica tem como uma de suas principais funções compreender o sujeito que apresenta dificuldades no processo de aprendizagem.


Para isso, ao iniciar o atendimento, o psicopedagogo deve

Alternativas
Q3646359 Pedagogia

Ao pensarmos a relação professor/aluno, devemos considerar a construção de valores éticos e o desenvolvimento de atitudes cooperativas, solidárias e responsáveis, pois psicopedagogos e professores devem se defrontar com essas questões em seu cotidiano.


Com base nessa afirmação, qual das alternativas a seguir descreve a abordagem mais eficaz para promover esses valores e atitudes em sala de aula?

Alternativas
Q3646358 Pedagogia

O século XXI tem imposto novos desafios à educação, exigindo dos profissionais da área – como o psicopedagogo – posturas mais críticas e integradas diante das mudanças sociais, tecnológicas e culturais.


Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3646357 Pedagogia
A compreensão do processo de aprendizagem humana passou por importantes reformulações ao longo do século XX, especialmente a partir das contribuições de autores como Jean Piaget, Lev Vygotsky e Henri Wallon, que ofereceram diferentes perspectivas sobre o desenvolvimento e a aprendizagem.
Com base nas contribuições desses teóricos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3646356 Pedagogia

No contexto contemporâneo da educação, o ato de ensinar vai além do domínio de conteúdos disciplinares. Exige do docente o desenvolvimento de múltiplas competências e saberes que o capacitem a lidar com a complexidade das práticas pedagógicas.


Nesse sentido, é correto afirmar que

Alternativas
Respostas
1241: D
1242: E
1243: E
1244: B
1245: D
1246: C
1247: D
1248: B
1249: C
1250: A
1251: C
1252: E
1253: A
1254: D
1255: B
1256: C
1257: E
1258: B
1259: C
1260: D