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Q3615388 Português

Quem me dera (mas Deus me livre)


    Sempre que volto de férias, penso: é isso! É assim que a vida tem que ser. Leve, sem pressa, sem pressão. Tem que ter descobertas diárias de lugares novos – também dentro de nós. Antes de colocar o pé na rotina, me prometo que agora vai. Trarei comigo aquela mulher plena, serena, livre. Não depende do lugar, dá para fazer da vida real o paraíso possível.

    Imagino, então, uma vida assim. Uma eternidade de dias bons. Sem tempo feio: se calor, tem praia; se frio, lareira. Ao meu lado, um homem que me entende sem precisar de legendas, e que nunca erra a hora do silêncio e do carinho. Que me ama do jeito que eu queria ser amada antes de entender que isso não existe.

    Filhos comportados e felizes, como são nas férias. Solidários, sem telas, sem chiliques. Me olham com o fascínio de quando mamavam no peito: aceitando, agradecendo. E que dormem. Dormem muito.

    Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras (sim, paraíso tem que ter mar). A vista da janela é o meu quintal, o sol e a lua na minha frente, se revezando só para mim.

    Estarei rodeada de um círculo seleto de amigos sinceros, sofisticados e espiritualmente evoluídos. Que só aparecem na hora certa, com uma boa garrafa de vinho. Meu corpo aguenta as três taças. Acorda disposto com a pele bonita, como fica nas férias: dourada, sem pregas na testa, natural. O corpo dança, corre, nada e me obedece como se fosse meu. A alma, curada. Centrada e grata. Capaz de perdoar tudo, até a minha própria plenitude.

    O mundo finalmente terá entendido meu ritmo. Me adaptarei tão bem, que começarei a suspeitar que esse, afinal, seria meu estado natural.

    E uma manhã, sem motivo nenhum, sinto falta. Não sei de quê. Talvez da bagunça. De alguma voz mais alta, alguma cobrança, decepção, insônia. Do ruído da vida real. Da fumaça da cidade que eu tanto amaldiçoo.

    Começo a desconfiar da calmaria e da segurança. Desconfio da vista. Desconfio daquele homem que me entende demais – e, por isso mesmo, me cansa. Estranho minhas sobrancelhas relaxadas. O sorriso constante começa a doer os músculos da face. A doçura dos filhos me enjoa. Me canso do sono profundo de todas as noites e dos sonhos tão limpos. Me irrito com a pelinha da cutícula, os pés descalços, a histeria insuportável dos passarinhos das manhãs. Fico irritada, enfim, com a plenitude; intimidada com a perfeição da natureza que escancara o quanto sou pequena. Sinto falta do que faz mal, da gordura, do descontrole, do Wi-Fi, de mentiras.

    Para quem tem uma alma inquieta, uma existência sem desvio é apenas uma linha reta – e linhas retas são as mais fáceis de derrubar. A tragédia da felicidade é que ela dura pouco. Alívio!

    Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo. O que me salva é exatamente aquilo que me inquieta. O tropeço, o caos, a carne viva da imperfeição. A dorzinha chata que lembra: você ainda está aqui. O que me salva é o desejo, esse bicho sedento que vive da procura e nunca quer encontrar.

    O paraíso talvez seja só uma boa ideia. E saber disso já é conquistar um pedaço dele na terra.

    Volto das férias com medo e preguiça da realidade. Já as querendo de volta.

    Quem me dera viver sempre no modo férias. Mas Deus me livre.


(Por: Becky S. Korich. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)

Em “Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo.” (10º§), “acendo” tem sentido de: 
Alternativas
Q3615387 Português

Quem me dera (mas Deus me livre)


    Sempre que volto de férias, penso: é isso! É assim que a vida tem que ser. Leve, sem pressa, sem pressão. Tem que ter descobertas diárias de lugares novos – também dentro de nós. Antes de colocar o pé na rotina, me prometo que agora vai. Trarei comigo aquela mulher plena, serena, livre. Não depende do lugar, dá para fazer da vida real o paraíso possível.

    Imagino, então, uma vida assim. Uma eternidade de dias bons. Sem tempo feio: se calor, tem praia; se frio, lareira. Ao meu lado, um homem que me entende sem precisar de legendas, e que nunca erra a hora do silêncio e do carinho. Que me ama do jeito que eu queria ser amada antes de entender que isso não existe.

    Filhos comportados e felizes, como são nas férias. Solidários, sem telas, sem chiliques. Me olham com o fascínio de quando mamavam no peito: aceitando, agradecendo. E que dormem. Dormem muito.

    Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras (sim, paraíso tem que ter mar). A vista da janela é o meu quintal, o sol e a lua na minha frente, se revezando só para mim.

    Estarei rodeada de um círculo seleto de amigos sinceros, sofisticados e espiritualmente evoluídos. Que só aparecem na hora certa, com uma boa garrafa de vinho. Meu corpo aguenta as três taças. Acorda disposto com a pele bonita, como fica nas férias: dourada, sem pregas na testa, natural. O corpo dança, corre, nada e me obedece como se fosse meu. A alma, curada. Centrada e grata. Capaz de perdoar tudo, até a minha própria plenitude.

    O mundo finalmente terá entendido meu ritmo. Me adaptarei tão bem, que começarei a suspeitar que esse, afinal, seria meu estado natural.

    E uma manhã, sem motivo nenhum, sinto falta. Não sei de quê. Talvez da bagunça. De alguma voz mais alta, alguma cobrança, decepção, insônia. Do ruído da vida real. Da fumaça da cidade que eu tanto amaldiçoo.

    Começo a desconfiar da calmaria e da segurança. Desconfio da vista. Desconfio daquele homem que me entende demais – e, por isso mesmo, me cansa. Estranho minhas sobrancelhas relaxadas. O sorriso constante começa a doer os músculos da face. A doçura dos filhos me enjoa. Me canso do sono profundo de todas as noites e dos sonhos tão limpos. Me irrito com a pelinha da cutícula, os pés descalços, a histeria insuportável dos passarinhos das manhãs. Fico irritada, enfim, com a plenitude; intimidada com a perfeição da natureza que escancara o quanto sou pequena. Sinto falta do que faz mal, da gordura, do descontrole, do Wi-Fi, de mentiras.

    Para quem tem uma alma inquieta, uma existência sem desvio é apenas uma linha reta – e linhas retas são as mais fáceis de derrubar. A tragédia da felicidade é que ela dura pouco. Alívio!

    Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo. O que me salva é exatamente aquilo que me inquieta. O tropeço, o caos, a carne viva da imperfeição. A dorzinha chata que lembra: você ainda está aqui. O que me salva é o desejo, esse bicho sedento que vive da procura e nunca quer encontrar.

    O paraíso talvez seja só uma boa ideia. E saber disso já é conquistar um pedaço dele na terra.

    Volto das férias com medo e preguiça da realidade. Já as querendo de volta.

    Quem me dera viver sempre no modo férias. Mas Deus me livre.


(Por: Becky S. Korich. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)

O título “Quem me dera (mas Deus me livre)” denota ideias: 
Alternativas
Q3615386 Português

Quem me dera (mas Deus me livre)


    Sempre que volto de férias, penso: é isso! É assim que a vida tem que ser. Leve, sem pressa, sem pressão. Tem que ter descobertas diárias de lugares novos – também dentro de nós. Antes de colocar o pé na rotina, me prometo que agora vai. Trarei comigo aquela mulher plena, serena, livre. Não depende do lugar, dá para fazer da vida real o paraíso possível.

    Imagino, então, uma vida assim. Uma eternidade de dias bons. Sem tempo feio: se calor, tem praia; se frio, lareira. Ao meu lado, um homem que me entende sem precisar de legendas, e que nunca erra a hora do silêncio e do carinho. Que me ama do jeito que eu queria ser amada antes de entender que isso não existe.

    Filhos comportados e felizes, como são nas férias. Solidários, sem telas, sem chiliques. Me olham com o fascínio de quando mamavam no peito: aceitando, agradecendo. E que dormem. Dormem muito.

    Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras (sim, paraíso tem que ter mar). A vista da janela é o meu quintal, o sol e a lua na minha frente, se revezando só para mim.

    Estarei rodeada de um círculo seleto de amigos sinceros, sofisticados e espiritualmente evoluídos. Que só aparecem na hora certa, com uma boa garrafa de vinho. Meu corpo aguenta as três taças. Acorda disposto com a pele bonita, como fica nas férias: dourada, sem pregas na testa, natural. O corpo dança, corre, nada e me obedece como se fosse meu. A alma, curada. Centrada e grata. Capaz de perdoar tudo, até a minha própria plenitude.

    O mundo finalmente terá entendido meu ritmo. Me adaptarei tão bem, que começarei a suspeitar que esse, afinal, seria meu estado natural.

    E uma manhã, sem motivo nenhum, sinto falta. Não sei de quê. Talvez da bagunça. De alguma voz mais alta, alguma cobrança, decepção, insônia. Do ruído da vida real. Da fumaça da cidade que eu tanto amaldiçoo.

    Começo a desconfiar da calmaria e da segurança. Desconfio da vista. Desconfio daquele homem que me entende demais – e, por isso mesmo, me cansa. Estranho minhas sobrancelhas relaxadas. O sorriso constante começa a doer os músculos da face. A doçura dos filhos me enjoa. Me canso do sono profundo de todas as noites e dos sonhos tão limpos. Me irrito com a pelinha da cutícula, os pés descalços, a histeria insuportável dos passarinhos das manhãs. Fico irritada, enfim, com a plenitude; intimidada com a perfeição da natureza que escancara o quanto sou pequena. Sinto falta do que faz mal, da gordura, do descontrole, do Wi-Fi, de mentiras.

    Para quem tem uma alma inquieta, uma existência sem desvio é apenas uma linha reta – e linhas retas são as mais fáceis de derrubar. A tragédia da felicidade é que ela dura pouco. Alívio!

    Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo. O que me salva é exatamente aquilo que me inquieta. O tropeço, o caos, a carne viva da imperfeição. A dorzinha chata que lembra: você ainda está aqui. O que me salva é o desejo, esse bicho sedento que vive da procura e nunca quer encontrar.

    O paraíso talvez seja só uma boa ideia. E saber disso já é conquistar um pedaço dele na terra.

    Volto das férias com medo e preguiça da realidade. Já as querendo de volta.

    Quem me dera viver sempre no modo férias. Mas Deus me livre.


(Por: Becky S. Korich. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)

O texto expõe alguns pensamentos que a autora obteve após as férias. Sua reflexão pode ser resumida no trecho:
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Q3615385 Português

Quem me dera (mas Deus me livre)


    Sempre que volto de férias, penso: é isso! É assim que a vida tem que ser. Leve, sem pressa, sem pressão. Tem que ter descobertas diárias de lugares novos – também dentro de nós. Antes de colocar o pé na rotina, me prometo que agora vai. Trarei comigo aquela mulher plena, serena, livre. Não depende do lugar, dá para fazer da vida real o paraíso possível.

    Imagino, então, uma vida assim. Uma eternidade de dias bons. Sem tempo feio: se calor, tem praia; se frio, lareira. Ao meu lado, um homem que me entende sem precisar de legendas, e que nunca erra a hora do silêncio e do carinho. Que me ama do jeito que eu queria ser amada antes de entender que isso não existe.

    Filhos comportados e felizes, como são nas férias. Solidários, sem telas, sem chiliques. Me olham com o fascínio de quando mamavam no peito: aceitando, agradecendo. E que dormem. Dormem muito.

    Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras (sim, paraíso tem que ter mar). A vista da janela é o meu quintal, o sol e a lua na minha frente, se revezando só para mim.

    Estarei rodeada de um círculo seleto de amigos sinceros, sofisticados e espiritualmente evoluídos. Que só aparecem na hora certa, com uma boa garrafa de vinho. Meu corpo aguenta as três taças. Acorda disposto com a pele bonita, como fica nas férias: dourada, sem pregas na testa, natural. O corpo dança, corre, nada e me obedece como se fosse meu. A alma, curada. Centrada e grata. Capaz de perdoar tudo, até a minha própria plenitude.

    O mundo finalmente terá entendido meu ritmo. Me adaptarei tão bem, que começarei a suspeitar que esse, afinal, seria meu estado natural.

    E uma manhã, sem motivo nenhum, sinto falta. Não sei de quê. Talvez da bagunça. De alguma voz mais alta, alguma cobrança, decepção, insônia. Do ruído da vida real. Da fumaça da cidade que eu tanto amaldiçoo.

    Começo a desconfiar da calmaria e da segurança. Desconfio da vista. Desconfio daquele homem que me entende demais – e, por isso mesmo, me cansa. Estranho minhas sobrancelhas relaxadas. O sorriso constante começa a doer os músculos da face. A doçura dos filhos me enjoa. Me canso do sono profundo de todas as noites e dos sonhos tão limpos. Me irrito com a pelinha da cutícula, os pés descalços, a histeria insuportável dos passarinhos das manhãs. Fico irritada, enfim, com a plenitude; intimidada com a perfeição da natureza que escancara o quanto sou pequena. Sinto falta do que faz mal, da gordura, do descontrole, do Wi-Fi, de mentiras.

    Para quem tem uma alma inquieta, uma existência sem desvio é apenas uma linha reta – e linhas retas são as mais fáceis de derrubar. A tragédia da felicidade é que ela dura pouco. Alívio!

    Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo. O que me salva é exatamente aquilo que me inquieta. O tropeço, o caos, a carne viva da imperfeição. A dorzinha chata que lembra: você ainda está aqui. O que me salva é o desejo, esse bicho sedento que vive da procura e nunca quer encontrar.

    O paraíso talvez seja só uma boa ideia. E saber disso já é conquistar um pedaço dele na terra.

    Volto das férias com medo e preguiça da realidade. Já as querendo de volta.

    Quem me dera viver sempre no modo férias. Mas Deus me livre.


(Por: Becky S. Korich. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)

De acordo com o trecho “Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras [...]” (4º§), é possível afirmar que a autora deseja, EXCETO: 
Alternativas
Q3612024 Legislação de Trânsito
Um caminhão de apoio vai converter à esquerda para entrar no canteiro central onde a motoniveladora está. Há marcas viárias e fluxo moderado. O operador recorda que a conversão exige posicionamento adequado e atenção aos pedestres e ciclistas. A equipe discute se deve aproximar do meio da pista ou do bordo direito, e como sinalizar corretamente. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ao entrar à esquerda, o condutor deve:
Alternativas
Q3612023 Legislação de Trânsito

Em corredor escolar, a equipe da prefeitura sinaliza uma faixa de pedestres. O operador do caminhão precisa passar com cautela. Um ciclista cruza a via no sentido da faixa. Para garantir segurança, o condutor revisa seus deveres quanto a pedestres e ciclistas, evitando infrações e riscos. Assinale (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as alternativas falsas:


(__)O condutor deve dar preferência a pedestre e ciclista que estejam atravessando na faixa ou em locais sinalizados.


(__)Em via de trânsito rápido, o pedestre pode atravessar em qualquer ponto.


(__)O condutor deve reduzir a velocidade ao se aproximar de faixa de pedestres.


(__)O ciclista deve circular, quando não houver ciclovia, no bordo da pista, no mesmo sentido dos veículos.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3612021 Noções de Primeiros Socorros

Num deslocamento para obra, ocorre colisão leve com vítima inconsciente em via urbana. O operador é o primeiro a chegar e aciona o socorro. Enquanto aguarda, verifica segurança da cena, aproxima-se e inicia avaliação básica seguindo o ABC ensinado no curso institucional, evitando mover a vítima sem necessidade e preservando a coluna. Assinale (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as alternativas falsas:


(__)Garantir a segurança da cena é etapa inicial antes de qualquer atendimento.


(__)No ABC, verifica-se primeiro vias aéreas, depois respiração e circulação.


(__)É recomendado mover a vítima sempre para "acelerar" o trânsito.


(__)Deixar de prestar socorro sendo possível é infração gravíssima.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Q3612020 Legislação de Trânsito

No deslocamento para o canteiro de obras, o caminhão da frota passou por vistoria interna. O gestor lembra que certos equipamentos são obrigatórios por lei, essenciais à segurança e à fiscalização. Surgem dúvidas sobre o que realmente é exigido para circular, evitando autuações e riscos desnecessários. Quais dos itens a seguir são equipamentos obrigatórios previstos no Código de Trânsito Brasileiro - CTB? 


I.Cinto de segurança.

II.Retrovisores.

III.Triângulo (dispositivo de sinalização de emergência).

IV.Cortina parasol lateral.


Marque a alternatica correta. 

Alternativas
Q3612019 Segurança e Transporte
Em dia de chuva intensa, o caminhão-pipa da prefeitura se desloca por avenida recém-pavimentada. O operador percebe lâminas de água na pista e sente o volante "flutuar". Para não perder o controle, recorda as orientações do treinamento de direção defensiva adotado pelo órgão, focado em prevenção de acidentes em piso molhado e possíveis situações de aquaplanagem. Qual é a conduta adequada diante da aquaplanagem?
Alternativas
Q3612018 Mecânica
Durante manutenção do guincho elétrico do almoxarifado, foi emitida ordem de serviço. O supervisor lembra que, após seccionar a alimentação, é essencial garantir que ninguém religue o circuito até o término. O local foi isolado, e as chaves foram identificadas. Um estagiário pergunta qual é o nome do procedimento que evita reenergização acidental. Como se denomina o procedimento de impedir a reenergização durante o serviço elétrico desenergizado? 
Alternativas
Q3612017 Legislação de Trânsito

Durante fiscalização em obra viária, o caminhão basculante da prefeitura é abordado. O agente de trânsito solicita os documentos. O motorista apresenta sua CNH e o CRLV digital, enquanto um ajudante comenta que basta levar comprovante de pagamento de IPVA. Outro colega sugere que portar documento de identidade substitui os demais. A equipe decide revisar quais documentos são realmente obrigatórios para o condutor. Quais documentos são de porte obrigatório para conduzir veículo em via pública?


I. CNH válida e compatível com a categoria.

 II. CRLV (Certificado de Licenciamento Anual).

III. Comprovante de pagamento do IPVA.

IV. Documento de Identidade como substituto da CNH.



Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3612016 Direito do Trabalho
Na usina de asfalto municipal, o gestor reforça o uso de EPI para ruído, poeira e respingos. Alguns colaboradores questionam se o fornecimento é gratuito e se podem optar por não usar os equipamentos. O setor de segurança do trabalho decide revisar as obrigações legais do empregador e do empregado, assim como a necessidade de CA (Certificado de Aprovação) nos EPIs. Assinale (V) nas alternativas verdadeiras e (F) nas alternativas falsas: 
(__)O empregador deve fornecer EPI gratuitamente quando necessário.
(__)O empregado pode recusar-se a usar EPI sem justificativa.
(__)O EPI dispensa capacitação/treinamento.
(__)O EPI deve possuir CA válido.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3612013 Noções de Primeiros Socorros
Em um pátio de brita, um servidor sofre corte profundo no antebraço ao manusear uma esmerilhadeira. O operador da retroescavadeira é o mais próximo e precisa agir até a chegada do socorro. Ele dispõe de um kit de primeiros socorros com gazes estéreis e ataduras, e lembra do procedimento básico para controlar hemorragias sem causar danos adicionais. Qual a primeira conduta indicada para controlar hemorragia externa grave no membro?
Alternativas
Q3612010 Geografia
 A diversidade climática, as paisagens e relevos estimulam o desenvolvimento de Santa Catarina, da agricultura ao turismo, diversificando as atividades econômicas em cada uma de suas regiões. Assim, qual das alternativas abaixo indica as atividades econômicas que predominam no oeste catarinense?
Alternativas
Q3586668 Direito Constitucional
De forma geral, é possível definir a educação como um processo de desenvolvimento integral do ser humano, marcado pela troca de conhecimentos e valores. Um dos direitos garantidos na Constituição Brasileira em relação à educação é:
Alternativas
Q3586667 Antropologia
Entende-se por patrimônio imaterial práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios, modos de fazer e celebrações.
(Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/. Acesso em: abril de 2025.)
Como definido pelo IPHAN, os patrimônios imateriais são aqueles que, de modo geral, não são palpáveis, mas se caracterizam como identidade de uma nação ou grupo social. Trata-se de uma manifestação imaterial reconhecida como patrimônio brasileiro:
Alternativas
Q3586666 Arquitetura
Antônio Francisco Lisboa (1738-1814), conhecido como Aleijadinho, foi um importante artista mineiro, famoso por suas produções em estilo Barroco. Além das esculturas, ele também foi responsável por qual outra atividade artística? 
Alternativas
Q3586665 Sociologia
A cidade de Vermelho Novo se localiza na região da Zona da Mata Mineira e, segundo dados do IBGE (2022), com a população estimada em pouco mais de 4 mil habitantes. A “Festa do Vermelhense Ausente” é uma celebração que tem como principal objetivo cultural:
Alternativas
Q3586664 Português
Em nome do cinema brasileiro, é uma honra tão grande receber isso de um grupo tão extraordinário. Isso vai para uma mulher que, depois de uma perda tão grande em um regime tão autoritário, decidiu não se dobrar e resistir [...].
(CARNEIRO, Raquel. O discurso que Walter Salles pretendia fazer no Oscar [2025]. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/. Acesso em: abril de 2025.)
Em 2025, o Brasil conquistou seu primeiro Oscar através do filme “Ainda estou aqui”, considerado um grande sucesso mundial. Dirigido por Walter Salles no ano de 2024, a obra narra a vida e história da família de Eunice Paiva e Marcelo Rubens Paiva durante um contexto histórico marcado pela ditadura militar. De acordo com as informações apresentadas, qual foi a principal razão pela qual o filme “Ainda Estou Aqui” conquistou tanta visibilidade?
Alternativas
Q3586663 História e Geografia de Estados e Municípios
Minas Gerais é um estado de grande relevância na construção histórica do país, principalmente no que diz respeito à sua cultura, economia e constituição geográfica. A respeito da economia mineira, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
1201: B
1202: D
1203: B
1204: C
1205: B
1206: D
1207: D
1208: B
1209: A
1210: C
1211: A
1212: A
1213: C
1214: A
1215: B
1216: C
1217: D
1218: A
1219: A
1220: C