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Q3736494 Português
Nos recônditos das profundezas oceânicas, onde a luz do sol não alcança, a vida marinha assume uma aparência surpreendente e peculiar. Nessas regiões escuras e misteriosas, encontra-se uma das criaturas mais fascinantes do reino marinho: o peixe-ogro, também conhecido como Melanocetus johnsonii.
O peixe-ogro é uma espécie adaptada à vida nas profundezas abissais, onde a pressão é esmagadora e a comida escassa. Ele possui uma estrutura mandibular extraordinária, caracterizada por uma grande boca e dentes afiados, que se assemelha à aparência de um ogro mitológico. No entanto, sua fisionomia singular serve a um propósito notável. O peixe-ogro possui uma bioluminescência especial que atrai presas na escuridão. Ele aguarda pacientemente, balançando uma isca bioluminescente na ponta de um apêndice, atraindo pequenos peixes e crustáceos que, ao se aproximarem, tornam-se suas presas.
Esse ciclo de vida peculiar destaca a incrível capacidade de adaptação das criaturas marinhas às condições extremas do ambiente abissal. Além disso, revela a diversidade surpreendente da vida na Terra, muitas vezes escondida nas profundezas inexploradas do oceano.

Com base no texto acima, qual é a principal adaptação do peixe-ogro (Melanocetus johnsonii) ao seu ambiente nas profundezas abissais?
Alternativas
Q3736493 Português
Leia o seguinte texto e responda à pergunta: Os sinônimos são palavras que possuem significados semelhantes, mas nem sempre são intercambiáveis em todas as situações. Essas palavras podem diferir em nuances, uso contextual e intensidade. A habilidade de escolher o sinônimo adequado depende do contexto da comunicação, buscando uma expressão mais precisa ou elegante.
Considere a frase: “Ela estava extremamente feliz com a notícia.” Neste contexto, qual das alternativas a seguir é o sinônimo mais apropriado para 'feliz' que mantém a mesma intensidade de emoção?
Alternativas
Q3736492 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ostra feliz não faz pérola


    As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

     Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.


Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado]. 
No trecho "enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda," qual é a função gramatical das palavras "brilhante" e "redonda"? 
Alternativas
Q3736491 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ostra feliz não faz pérola


    As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

     Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.


Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado]. 
Com base no excerto da crônica de Rubem Alves, qual é a lição que podemos tirar da história das ostras e como ela se relaciona com a perspectiva de Nietzsche sobre a tragédia grega e a criatividade humana?
Alternativas
Q3736490 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ostra feliz não faz pérola


    As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

     Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.


Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado]. 
Dentro do excerto, uma análise compara a perspectiva dos gregos com a dos cristãos em relação à tragédia e explora como os gregos a encaravam. Com base no texto, qual é a diferença central entre a abordagem dos gregos e dos cristãos em relação à tragédia e como os gregos a enfrentavam, de acordo com Nietzsche?
Alternativas
Q3711654 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde pelo que se entende por "condição insegura" na direção defensiva.
Alternativas
Q3711653 Legislação de Trânsito
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, existem seis tipos de sinais de trânsito, cada um com sua importância, significado e subdivisão. Assinale a alternativa CORRETA que não faz parte da classificação quanto aos tipos de sinais.
Alternativas
Q3711652 Engenharia Agrícola
Assinale alternativa CORRETA que corresponde aos componentes principais do sistema de direção de um trator.
Alternativas
Q3711651 Legislação de Trânsito
"Aos guindastes autopropelidos ou sobre caminhões poderá ser concedida, pela autoridade com circunscrição sobre a via, autorização especial de trânsito, com prazo de _______ meses, atendidas as medidas de segurança consideradas necessárias".
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas
Q3711650 Legislação de Trânsito
A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito. Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de ________ nas vias coletoras.
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas
Q3711649 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a uma infração gravíssima, com penalidade de multa e apreensão do veículo.
Alternativas
Q3711647 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde o que é aquaplanagem e por que é perigosa.
Alternativas
Q3711645 Legislação de Trânsito
Enquanto as vias urbanas são divididas em quatro categorias, as vias rurais separam-se em apenas duas. De acordo com sua utilização, assinale a alternativa CORRETA relacionada as vias rurais.
Alternativas
Q3711642 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao gesto de braço estendido para fora do veículo, com movimento circular.
Alternativas
Q3711641 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao gesto de braço que indica intenção de parada ou redução de velocidade.
Alternativas
Q3711640 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao significado da buzina curta e rápida, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.
Alternativas
Q3711638 Legislação de Trânsito
O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá algumas normas, quanto a essas normas assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3711637 Segurança e Transporte
É CORRETO afirmar que a direção preventiva é caracterizada por:
Alternativas
Q3711636 Segurança e Transporte
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde quais são os tipos mais comuns de acidentes de trânsito.
Alternativas
Q3711635 Engenharia Agrícola
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a função do sistema de transmissão em um trator agrícola.
Alternativas
Respostas
4321: C
4322: D
4323: B
4324: B
4325: A
4326: D
4327: E
4328: A
4329: C
4330: E
4331: B
4332: B
4333: A
4334: E
4335: A
4336: B
4337: A
4338: A
4339: A
4340: E